Sexta-feira, 30 de Novembro de 2007

Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007

São Tomé e Príncipe é alvo de Luanda para crescer empresarialmente

Fonte: Angola Press
Thursday, 29 November 2007

Angola vai apostar no ramo empresarial para fortalecer a relação com São Tomé e Príncipe e como instrumento para desenvolver a cooperação entre os dois países, disse em Luanda o ministro dos Petróleos angolano, Desidério Costa.
O governante deixou esta certeza na abertura da VI Sessão da Comissão Bilateral Angola/São Tomé e Príncipe, adiantando que para solidificar este processo é intenção do governo angolano discutir os procedimentos para o estabelecimento de parcerias empresariais.O objectivo é permitir uma maior presença dos operadores económicos de Angola no mercado são-tomense.Para isso, os dois governos estão a construir condições financeiras, mas também materiais, para o efectivo desenvolvimento da cooperação técnico-empresarial e junção de empresas. O investimento directo é ainda um instrumento citado como essencial neste processo.Os sectores dos petróleos, transportes, finanças, bancas e agricultura, ainda segundo Desidério Costa, são a parte da frente neste caminho que Angola e São Tomé e Príncipe pretendem fazer na área da cooperação económica.A hotelaria e turismo, cultura, obras públicas, justiça e comunicação social estão igualmente em destaque.
A VI Sessão da Comissão da Comissão Bilateral Angola/São Tomé e Príncipe, a decorrer em Luanda, termina na sexta-feira. Até lá, estão previstos encontros entre os elementos das duas delegações. A são-tomense inclui o presidente do Governo Regional de Príncipe.

Comentário: JES começa já a preparar o seu regresso às origens dos seus antepassados.Assim como, aumentar e expandir as influências da sua fortuna e das suas poderosas filhas e restantes familiares.
O regresso à ilha paradisíaca, feita à medida do JES.Que rica forma de saborear a sua reforma, depois de ter destruído Angola e deixá-la entregue aos chineses, quiçá debaixo de uma crise internacional.JES e os membros do seu governo sabem bem o que andam a elaborar para garantirem os seus futuros.Os pseudos angolanos (Vladmiros) vão comprar a ilha de São Tomé, como destino de fuga e ponte aérea.

Polícia militar agride jornalista português

Fonte: Agência Lusa
Thursday, 29 November 2007

O jornalista português António Cascais, da rádio alemã Deutche Welle, e o deputado da UNITA Alexandre Neto Salombé, foram agredidos esta quarta-feira em Luanda pela polícia militar, disse à Lusa o parlamentar da principal força da oposição angolana.
O incidente ocorreu cerca das no Bairro do Iraque, onde há várias semanas estão a decorrer demolições de casas.Alexandre Neto Salombé, deputado do partido União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) e director da rádio ‘Despertar’, acrescentou à Lusa que vai denunciar o caso no parlamento angolano.O deputado e o jornalista português, que trabalha como «freelancer» para a emissora pública alemã Deutche Welle (Voz da Alemanha), foram impedidos por militares e seguranças de registar com um gravador e uma câmara de filmar incidentes a que assistiram.Contactado por telefone a partir de Lisboa, o deputado disse à Lusa ter sido vítima de humilhações e tortura psicológica por parte de militares, seguranças, e do responsável da empresa que está a gerir as demolições.
António Cascais, por sua vez, disse à Lusa que o cenário que viu no Bairro do Iraque assemelhava-se ao de uma «guerra civil», pelo que considerou obrigação sua, enquanto jornalista, divulgar o que se estava a passar.

Comentário: O petróleo e os diamantes conseguem proporcionar situações maravilhosas como esta.Só, não conseguem comprar a liberdade de expressão e a Democracia.

"Se as coisas são feitas para serem usadas (petróleo e diamantes), e as pessoas para serem amadas (respeito...aceitando o direito à difrença na opinião), porque é que, amamos as coisas ( a riqueza indivual) e usamos as pessoas (atropelamos e violamos os direitos - desrespeito)?"

Quarta-feira, 28 de Novembro de 2007

Empréstimos garantidos pelo petróleo são insustentáveis - PNUD

Fonte: Reuters (Christopher Thompson)
Saturday, 17 November 2007

Especial Retrospectiva - Angola 32 Anos. A utilização de empréstimos garantidos pelo petróleo para financiar a reconstrução do pós-guerra é insustentável. Deveria realizar-se uma conferência internacional para aceder a uma maior variedade de fundos, afirmou na última terça-feira um representante das Nações Unidas.

“A situação actual não é sustentável. (Utilizar) empréstimos cuja garantia é o petróleo é atar as próprias mãos,” afirmou na terça-feira Pierre-François Pirlot, coordenador residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em Angola. “As reservas petrolíferas não são eternas, talvez durem mais 15 anos. Se está a contar com as indústrias extractivas, a situação também não é melhor.”

Angola é o segundo maior produtor de petróleo da África Subsaariana, depois da Nigéria, produzindo actualmente 1,4 milhões de barris por dia. O Governo prevê um aumento na produção para 2 milhões de barris por dia até ao final de 2007. O país está actualmente a meio do ‘boom’ da reconstrução financiado pelas receitas de petróleo, depois de uma guerra civil que durou 27 anos.

Ao contrário de outros países em situação de pós-conflito, tais como o Iraque, o Afeganistão e a Serra Leoa, Angola nunca realizou a conferência para a reconstrução. Uma decisão que alguns analistas atribuem à relutância de Angola abrir as suas contas pouco transparentes ao escrutínio externo.
“São necessários biliões de dólares para reconstruir as infra-estruturas,” disse Pirlot em entrevista à Reuters. “A nível simbólico é importante realizar uma conferência para a reconstrução, para mostrar à comunidade internacional e aos investidores que o plano a longo prazo é credível.”

Alguns economistas defendem que Angola não precisa de doadores internacionais. Os cofres do Governo angolano viram recentemente um aumento significativo no crédito externo, a principal razão para o aumento do orçamento de Estado de 2006 no valor de US 25 biliões de dólares. Em 2005, o valor foi de apenas US 13 biliões de dólares.

No entanto, Pirlot afirmou que o crédito estrangeiro pode simplesmente adiar alguns problemas, visto que Luanda consigna a maioria da sua produção petrolífera futura para o pagamento de dívidas. “O paradoxo é que Angola quer manter a sua soberania. No entanto, está a hipotecar o seu futuro,” afirmou.

O Ministro das Finanças, José Pedro de Morais, afirmou que o financiamento das linhas de crédito vai aumentar de 800 milhões de dólares em 2005 para 5 biliões em 2006, incluindo uma linha de crédito de US 3 biliões de dólares do Eximbank China, cuja garantia é o petróleo.

Portugal foi o último país a oferecer uma linha de crédito, depois de ter concedido um empréstimo no valor de 300 milhões de euros no último mês.

Pirlot afirmou que Angola precisa de um investimento a longo prazo para diversificar a sua produção, acrescentando que planeou uma conferência de investimento a médio prazo.
“São necessários investidores para desenvolver novamente o sector industrial e não linhas de crédito. A conferência de reconstrução faz sentido a médio prazo. Angola também tem sido criticada pelo uso do crédito estrangeiro no passado, sobretudo pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pelas organizações de sociedade civil que dizem que os empréstimos não são transparentes.
No entanto, o Ministro das Finanças afirmou que Angola era digna de créditos devido à paz que existe actualmente no país e ao grande crescimento económico, embora 70 por cento da população viva abaixo do limiar da pobreza.

Comentário: Digam lá que o JES não é esperto.Não expõe ao mundo os montantes dos seus fundos particulares.Hipoteca Angola e o futuro dos angolanos através do petróleo e diamantes.Daqui a 15 anos os que não receberam a sua factura, ficam a chuchar no dedo, e às voltas e baldrocas com os chineses e outros (Futuros mandantes e controladores de Angola).Entretanto JES vai chorando e apelando ao investimento externo na "Missão de espírito e boa vontade na reconstrução de Angola". É tudo feito na base da boa vontade, para ambos os lados.Não se esqueçam que Angolano sabe chorar ao coração e cativá-lo, acenam com o petróleo impedem a razão de analisar friamente os factos e dados (escondem os fundos).Angolano frequentou durante 32 anos a Alta Escola da Corrupção, quer material quer das palavras e comunicação (contra informação).

Os angolanos Vladmiros ( personagem do livro "predadores"de Pepetela) vão dizer que este inglês não percebe nada dos assuntos de Angola, como tal, anda a falar àtoa por inveja.

Intolerância política é acção programada, acusa UNITA

Fonte: VOA/Multipress
Wednesday, 28 November 2007

Tudo indica que a UNITA está agastada com os actos de intolerância política que diz registarem-se um pouco por todo o país.Isaías Samakuva acusa o MPLA, não só de ter montado a máquina para intimidar os seus militantes e saquear os bens da UNITA, como também diz não ter dúvidas de que o partido no poder deu ordens recentes às suas estruturas de base para destruírem as bandeiras do «galo negro» para tirar dividendos políticos nas eleições que se avizinham.

«Nós temos acusado o MPLA de estar por detrás dos processos, deste processo que chamamos intolerância política. E não nos cansamos de dizer isso mesmo com justificações que muitas vezes os dirigentes do MPLA fazem. Nós não deixamos de continuar a acusar o MPLA, porque na realidade os dados que temos apontam para estes factos.
É uma coisa curiosa, é que o MPLA sempre diz, quero me referir aos dirigentes do MPLA, dizem que estes actos são resultantes de questões ainda do tempo da guerra. Em muitos lugares, o povo sofreu das mãos da UNITA, e ainda hoje reage, portanto, com base naquilo que a UNITA lhes teria feito nos tempos da guerra.

Ora, mas acontece que essas coisas, quando surgem, surgem em cadeia. Não acontecem só numa área. Isso é cíclico. O que quer dizer que acontecem quando há ordens dadas para que aconteçam. Começam num ponto qualquer, depois passa para todo o país. Mas as coisas ocorrem da mesma forma. Por exemplo agora, nesta fase, há um mês para cá, o que se faz é retirar bandeiras da UNITA.
Portanto, é sintomático. As eleições vêem aí. A bandeira da UNITA é o símbolo que as populações deviam conhecer, porque para votar vão guiar-se pelo símbolo da UNITA. É preciso retirá-lo para que não seja conhecido».

Isaías Samakuva que falava em exclusivo à Voz da América, no Huambo, disse igualmente que o seu partido já identificou os assuntos que constituirão o seu tema central na campanha eleitoral de 2008.

O tratamento que é dado aos membros da UNITA no GURN, para lá da gestão do país que a UNITA considera calamitosa, é, entre outros, um assunto candente do partido para as eleições parlamentares do próximo ano.

Angola está a operar militarmente no Congo



Fonte: PNN/Jornal Digital
Tuesday, 27 November 2007

Testemunhas garantem que 274 militares da Forças Armadas de Angola (FAA) «fortemente equipados» violaram a fronteira de Massabi e estão a operar no território da República do Congo (Brazzaville). Angola ainda não reconheceu oficialmente a operação e o Congo tarda a manifestar-se. «No dia 20 de Novembro, 274 militares das FAA passaram a fronteira de Massabi, entre Cabinda e o Congo, e estão a operar ao longo da fronteira congolesa» garantiu fonte local à PNN.
A mesma testemunha garante que as tropas angolanas já começaram a operar nas povoações de Ngunga, Nzeda, Ndudili e no campo de refugiados Kundi Mbaka no Congo Brazzaville.
Testemunhas relatam que no sábado, 24 de Novembro, «por volta das quatro da manhã», dois indivíduos originários da Mauritânia, imigrantes no Congo, foram interceptados pelas tropas angolanas perto da aldeia congolesa de Tsitanzi quando se deslocavam para «fornecer a população de pão».

Surpreendidos por vários disparos, os dois mauritanos foram controlados e detidos durante mais de sete horas por militares angolanos que «decidiram apreender a sua mercadoria como caução para a libertação», avançaram as mesmas fontes.

A PNN pôde apurar, junto de fontes no Congo, que as tropas angolanas estão a ser comandadas pelos «oficiais Pedro Chicaia Lembiano e Sakade».
Várias denúncias foram manifestadas por diversas fontes no Congo que indicam que cerca de «três centenas de militares das FAA» foram igualmente localizados em território congolês junto à fronteira de Miconje, norte de Cabinda, onde teriam causado duas vitimas civis congolesas, informação que ainda não foi possível confirmar.


Comentário: As FAA já estavam com saudades de puxar o gatilho das armas ( devem estar em exercícios militares-testes).O armamento enferruja com falta de uso.Serão os efeitos da visita de JES a Cuba.

Terça-feira, 27 de Novembro de 2007

Projecto para a construção do Novo Palácio Governamental

José Eduardo dos Santos quer governar à dimensão Mundial.


Este projecto vai implicar a destruição dos bairros da Samba Grande, Samba Pequena, Cidade Alta, Bairro da Quinanga(ex-Praia do Bispo) Bairro Azul ( ex - Bairro da Coreia)

Muita gente andava desconfiada, porque razão os terrenos envolventes ao Maussoléu de Agostinho Neto, permaneciam livres, sem a febre das actuais construções chinocas e de outros países.A resposta para essas pessoas, fica aqui exposta, através de fotos e alguns planos projectados para esse espaço








Novos Projectos de Sonho de Construção para Angola

É só visitar o link e começar a sonhar...

http://www.lt-studios.com/bomjesus/index.html

Estes projectos de sonho, são para os novos ricos viverem assim: (ver fotos em baixo)







«Com a elevada procura, as rendas atingiram valores recorde no continente africano», com os valores das «prime rent» mensais (renda de zona de referência) de T5 rondar os 12 mil dólares (17 mil euros) por metro quadrado.






A NOVA MARCA DA NOVA ANGOLA


Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007

Estudo coloca Luanda como a cidade mais cara do mundo para expatriados

Fonte: Agência Lusa
Monday, 26 November 2007


A capital angolana, Luanda, tornou-se na cidade mais cara do mundo para trabalhadores expatriados, revela um estudo da empresa de recursos humanos ‘ECA International’, divulgado esta segunda-feira em Singapura.

O estudo baseia-se nos preços dos últimos 12 meses de um cabaz de 128 bens de consumo e serviços habitualmente adquiridos por expatriados em 300 locais do mundo. Os dados apurados são usados pelas empresas para calcular as ajudas de custo pagas a funcionários no estrangeiro.
Entre estes itens estão alimentos (lacticínios, carne e peixe, fruta fresca e vegetais), bebidas e tabaco, serviços, roupa, electrodomésticos, automóveis e peças, além de refeições em restaurantes.

Luanda é seguida por Oslo, Moscovo, Stavanger (Noruega), Copenhaga, Kinshasa, Seul, Libreville (Gabão), Genebra e o centro de Londres, no 10.º lugar.
«Algumas pessoas podem estar surpreendidas por cidades africanas estarem nos primeiros dez lugares», afirmou Lee Quane, do escritório da ECA em Hong-Kong. E explicou que os itens do cabaz de compras feitas pelos expatriados não estão facilmente disponíveis no mercado local e são, por isso, mais caros.

Em 2006, Luanda surgia em segundo lugar, atrás de Harare, posicionada então como a mais cara devido à hiperinflação registada no Zimbabué.
«Angola sempre foi um local caro para expatriados, porque é difícil obter a qualidade de bens e serviços de que eles esperariam desfrutar em casa. O seu constante crescimento no custo de vida é em larga medida resultado do aumento dos preços do petróleo», afirma a ECA International.

Com a valorização do kwanza, adianta, Luanda «tornou-se mais cara para os visitantes», apesar de a inflação estar «contida». Um outro estudo divulgado na semana passada pela consultora imobiliária Worx apontava as carências de novos projectos de habitação de qualidade «à excepção dos espaços destinados aos colaboradores das empresas relacionadas com o petróleo», como causa dos altos preços de compra a aluguer que se registam na capital angolana, dos mais altos em África.

«Com a elevada procura, as rendas atingiram valores recorde no continente africano», com os valores das «prime rent» mensais (renda de zona de referência) de T5 rondar os 12 mil dólares (17 mil euros) por metro quadrado.
A Worx explica estes valores como o resultado de 27 anos de guerra civil em Angola (1975-2002), a que se associa a falta de investimentos nos últimos anos.
Se em termos globais Luanda é a cidade mais cara, já na Ásia é a capital da Coreia do Sul, Seul, que lidera a lista definida pela ECA.
O estudo sustenta que a desvalorização do iene faz com que as cidades japonesas sejam mais baratas.

A capital japonesa, Tóquio, mantém o segundo posto das cidades mais caras da Ásia, mas em termos globais saiu da lista das 10 mais caras devido à desvalorização do iene.
«A desvalorização do iene contra várias moedas, associada a uma baixa inflação, reduziu significativamente os custos para estrangeiros em Tóquio, Yokohama e Kobe nos últimos anos», refere o relatório da sondagem.

Na Ásia, as cidades japonesas de Yokohama e Kobe surgem no terceiro e quarto lugares, seguidas de Hong Kong, Taipé (Taiwan), Pequim e Xangai (China), Singapura e Cantão (no 10.º lugar), a capital da província chinesa de Guangdong, sul do país.
A sondagem revela também que há 15 cidades chinesas entre as 39 mais caras da Ásia.

Os elevados preços da alimentação e a valorização do remimbi chinês fez aumentar o custo de vida dos expatriados nas cidades chinesas, diminuindo a diferença que mantinha com outras cidades mais desenvolvidas como Hong-Kong e Taipé.

A capital indonésia, Jacarta, está no 11.º lugar das cidades mais caras na Ásia, Banguecoque no 18.º, Manila no 19.º, Hanoi em 32.º lugar, um acima de Kuala Lumpur, a capital da Malásia que foi classificada no 33.º posto e considera Islamabad a cidade menos dispendiosa para os expatriados.

Comentário: Esta classificação não surpreende.O maldito petróleo, tanto está para o bem, como para o mal

Domingo, 25 de Novembro de 2007

Angola contrata satélite à Rússia

Fonte: Jornal de Negócios
Thursday, 22 November 2007

O governo angolano quer ter o seu próprio satélite de comunicações, tendo encomendado a uma série de empresas russas o desenvolvimento do mesmo. O projecto deverá estar concluído até 2011. A agência aeroespacial russa e a Rosoboronexport, empresa estatal ligada ao comércio de armas, já acordaram com os angolanos a criação de um satélite e de uma estação própria no país. Estas empresas vão ser igualmente responsáveis pela formação de uma série de técnicos de Angola até 2011.
Além deste acordo, mas ainda em Angola, a MSTelcom, operadora móvel subsidiária da Sonangol, acordou com a Intelsat um acordo para aumentar a sua cobertura GSM no país.


Comentário:
Segundo os especialistas nesta matéria os satélites de fabricação russa actualmente encontram-se absoletos no que diz respeito à tecnologia.Os especialistas consideram que neste momento os satélites de fabricação europeia são os que possuem melhor qualidade.

Para quê, gastar tanto dinheiro num satélite que provávelmente em 2011, já estará ultrapassado tecnológicamente, por vários motivos.Será que Angola necessita urgentemente de satélites.Não seria mais vantajoso gastar e aplicar esse dinheiro noutras necessidades mais permentes para Angola.
Devem ter tanto dinheiro para esbanjar, que optam por esbanjá-lo em satélites.A maioria da população nem sabe, o que é um satélite nem para o que serve.A compra dos satélites, parece ser uma ideia luxuosa dos novos ricos, tais como as filhas todas poderosas do Presidente José Eduardo, detentoras actualmente das duas maiores operadoras de telecomunicações de Angola.Elas comem tudo.O povo não come nada.

Os Deuses em Angola devem andar Loucos.

Sábado, 24 de Novembro de 2007

Golos do Glorioso - SLB - Benfica

Golo do americano Fredy Adu dedicado a Mantorras

Pilotos angolanos experimentam carro chinês no Rally Paris-Dakar

António CristóvãoOs pilotos angolanos Carlos de Oliveira e José Carlos Madaleno, que participarão na 30ª edição do Rally Paris-Dakar, embarcam segunda-feira para a China, onde tomarão parte numa conferência de imprensa de apresentação da equipa nacional, a realizar-se na sede da direcção da empresa CSG Automóveis Limitada.A CSG é a empresa que patrocinará a viatura em que os pilotos angolanos vão competir. A equipa denominar-se-á CIF-CSG Auto Team.A informação foi avançada, ontem, pelo piloto Carlos de Oliveira durante uma conferência de imprensa, realizada na nova sede da Federação Angolana de Basquetebol (FAB), sita no Complexo da Cidadela.No dia oito de Dezembro, os pilotos angolanos seguem para a capital francesa, Paris, onde terão o primeiro contacto com a viatura que utilizarão no Rally, que é do modelo SUV de Oting, Diesel (gasóleo) com capacidade para 60 litros, cilindrada 3.2.Depois de Paris, os pilotos angolanos viajam para Marrocos, onde terão uma preparação de três semanas de condução no deserto para a adaptação e reconhecimento ao terreno, ao passo que na cidade francesa cumprirão uma sessão técnica de mecânica.No dia 22 de Dezembro, Carlos de Oliveira e José Carlos Madaleno farão a apresentação oficial da equipa em Paris, cidade onde culminarão a sua preparação.No próximo dia 2 de Janeiro, na capital portuguesa, Lisboa, os angolanos serão submetidos a uma verificação técnica, quer na viatura, quer pessoal, partindo depois, a 5 de Janeiro, para o local da competição, cujo término acontece no largo La Rosa, em Dakar, Senegal.Os pilotos angolanos e a empresa CSG participarão no 30º Rally Paris-Dakar para testarem a qualidade da viatura de fabrico chinês, montada em Angola, num percurso de nove mil 573 quilómetros.Esta é a primeira vez que uma dupla de pilotos angolanos participa num Rally Paris-Dakar.

Mais notícias sobre os chineses em Angola

Milhares de empresários chineses pretendem investir em Angola

Fonte: Jornal de Angola

O número de empresários chineses que solicitam vistos para Angola cresceu em 30 por cento este ano, perfazendo mais de 17 mil processos, segundo o embaixador João Manuel Bernardo.
Para o diplomata angolano, o facto demonstra o interesse do gigante asiático em participar na reconstrução integral do país, numa cooperação que intensificou nos últimos quatro anos com a abertura da linha de crédito (4 biliões de dólares) do Exximbank para Angola.Graças a esta aproximação, os investidores chineses obtêm informações mais realistas das potencialidades do país, ao contrário dos anos anteriores em que Angola era pintada com cores de desespero. "Hoje, técnicos angolanos realizam encontros com investidores asiáticos informando-os sobre as diversas oportunidades de negócios que o mercado angolano oferece", ressaltou.Aliás, o embaixador lembrou os momentos negros que Angola viveu pouco depois de sair de uma guerra prolongada. Contra todos os pretextos e argumentos da comunidade internacional, a China estendeu o braço ao Estado angolano para a recuperação das suas infra-estruturas e da sua economia destroçada durante 27 anos do conflito armado.Com efeito, a China considera Angola um parceiro privilegiado na África Austral, numa altura em que o volume de negócios, bem como o movimento recíproco de cidadãos de ambos os países aumentam substancialmente.Para responder à crescente demanda, a missão diplomática de Angola na China procedeu à abertura de mais uma representação diplomática em Macau, depois da de Hong-Kong, aberta no ano passado.A comunidade angolana na China é considerada das mais reduzidas da diáspora angolana. O número não ultrapassa as cem pessoas, sessenta e seis dos quais bolseiros em licenciaturas e pós-graduação ema várias universidades chinesas.
Entretanto, o embaixador João Bernardo mostra-se preocupado com o número de angolanos que, em negócios, violam o prazo de permanência na China, ludibriando muitas vezes a própria embaixada, que só se apercebe da estada de compatriotas no território chinês quando já se encontram em apuros com as autoridades locais.

Diamantes



Produção diamantífera causa danos ao ambiente
Natacha Roberto

A exploração de diamantes tem causado grandes danos ao meio ambiente, provocando o desperdício das lamas e restos das rochas. A constatação é do professor da Universidade Agostinho Neto (UAN), João Serôdio, durante uma conferência para os estudantes da Universidade Católica de Angola (UCAN).
Dissertando sobre "A exploração dos diamantes e Ambiente", o ambientalista disse que os exploradores de diamantes devem, como regra obrigatória, efectuar uma pesquisa científica para melhor utilização dos inertes.
João Serôdio acredita que os inertes podem ser transformados em materiais de construção, de pavimentação ou outra forma de aproveitamento, evitando assim, a acumulação e problemas no futuro.
Com efeito, os governos devem impor às entidades minerais uma série de regras de cumprimento obrigatório, para melhor preservação do ambiente.
O professor universitário defende a manutenção da paisagem natural e original, para que os autónomos prossigam a sua vida com dignidade, durante os trabalhos de exploração.
A conferência que decorreu sob o lema "Diamantes, Ambiente e desenvolvimento" é promovida pela Universidade Católica de Angola (UCAN), sob a égide do Centro de Investigação Científica da instituição.
O diamante em Angola foi descoberto em 1912, no Ribeiro Mussalala, afluente da margem direita do rio Chiumbe, não longe da fronteira com o Zaire. A descoberta em território angolano estimulou a criação da Companhia de Pesquisas Mineiras de Angola, em Setembro do mesmo ano.
Actualmente, Angola está em quarto lugar com 7,9 quilates, como um dos países com maior produção de diamantes, depois da África do Sul (terceiro) com 15 quilates, e em primeiro e segundo lugares o Botswana, com 31,9 e Rússia com 20,1 quilates.

Como falou e disse, o representante do governo, passadas 5 semanas...



Não foi possível captar, mas nesta reportagem temos uma novidade.A província do Bengo também está a ser afectada por uma epidemia.

Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007

Mas Afinal o que é, que se passa com o alastramento de doenças (des)conhecidas em Angola ?

Repentinamente Angola é invadida por doenças estranhas e (des)conhecidas, nas localidades do Cacuaco, Uíge e Benguela.As informações disponíveis nos orgãos de comunicação social angolanos, para além de serem ambíguas e confusas, não deixam de provocar estranheza.Uns culpam a falta de saneamento, lixo amontoado em montanhas gigantes, convivendo com as populações carenciadas, falta de higiene, aplicação do produto em doses excessivas por parte dos agricultores da região, etc, etc.Mas relativamente aos resultados apurados no Cacuaco ficamos surpreendidos.Os peritos descobriram que a origem da doença está num componente químico, denominado Brometo de Sódio.Não pensem que fui só eu, que fiquei surpreendida com os resultado obtidos sobre esta doença estranha.A Organização Mundial da Saúde inclusive, considerou este caso como "inédito" (Ler notícia do jornal "Correio da Manhã - Portugal)

Este componente químico faz parte da composição do sal de cozinha, ( já fazia antes) assim como, também faz parte do material usado nas tubagens por onde corre o petróleo.

Como é que é possível o sal de cozinha, ingrediente importante na alimentação e salgamento do peixe, estar com elevados níveis de Brometo de Sódio.Só pelo facto de o sal de cozinha ser um elemento importante na alimentação, à partida faz logo dele, um bom veículo de contaminação, pois entra directamente pela via oral, tal como os líquidos e outros alimentos.Sendo uma via de fácil acesso, estão criadas as condições para uma contaminação e consequentemente dissiminação de aldeias e populações precárias.Tipo uma bomba atómica aparentemente de causa natural (mas química) de disseminação e extremínio.

Este extremínio, poderá ter no futuro várias aplicações com vantagens, tais como : Limpeza das áreas afectadas, valorização dos terrenos, criação de novas infra-estruturas com o respectivo repovoamento com novas populações, quiçá mais bem formadas e com maior poder económico.

Os projectos destinados à nova cidade cosmopolita de Luanda, estão carenciados de terrenos que facilitem a expansão e o alargamento nos arredores da cidade de Luanda.E a posse destes terrenos por parte das populações precárias, estão a ser um grave impedimento para a aplicação e realização dos projectos incluídos no alargamento e reconstrução.Não esquecer que o Cacuaco fica sómente a 30 km de Luanda ( semelhante à distância entre Lisboa e Cascais) e que possui excelentes condições para a construção civil e não só.

Sendo assim, existe a necessidade de empurrar ou retirar as populações carenciadas para outros locais bem mais distantes, penalizando desta forma as populações empurradas, uma vez que estando longe do centro, os gastos na sua deslocação em tempo e dinheiro, serão suportados por eles, e os rendimentos obtidos por estas populações são precários.Mais um truque de seleccionar (descriminar) e de afastar os pés rapados do acesso à grande cidade.Ficam mal enquadrados na futura moldura da fotografia da cidade de Luanda, projectada pelos novos ricos.

Os governantes e políticos angolanos, encontram-se numa situação indelicada, perante situações como estas.Pois não podem (poder podem...neste momento não convêm) expropriar os terrenos às populações, tal como têm vindo acontecer dentro da cidade de Luanda(tanta maka e desagrado tem dado).Isso implicaria ter já construídas alternativas para o realojamento dessas mesmas populações.E neste momento tal não acontece.Para além de ser uma má politica de marketing eleitoral, para o partido que está no poder.Por outro lado a pressão exercida pelas empresas de construção civil e não só, empenhadas no "espírito de missão e reconstrução de Angola " esta espera da desocupação e libertação dos terrenos e a inoperância nas decisões políticas pode significar prejuízos avultados, tais como: gastos com pessoal deslocado dos seus países de origem.A filosofia destas empresas é terminar uma obra e começar outra.Não podem existir momentos de espera de longa duração.Consequentemente alguém tem que tomar a decisão.Nada melhor que o aparecimento de uma doença estranha, para ajudar a resolver a situação.Culpa-se a natureza, e os agricultores da região, pelo doseamento excessivo no uso do produto, saem todos a ganhar, politicos e empresas.E o povo para além de engolir e comer o maldito sal de cozinha, sofrendo na pele as consequências, para não variar, mais uma vez, será o prejudicado e o último beneficiado uma vez que perante estas circunstância possívelmente não terá direito a indemenizações - para as empresas e governo será a custo zero.

Para o povo, o seu país chega para todos viverem bem.Mas o único que continua e sempre continuará a viver mal, será ele MESMO (o povo).
Angola não é para TODOS os angolanos viverem bem.É para UMA MINORIA DE ANGOLANOS e ESTRANGEIROS poderem viver ainda MELHOR do que vivem nos seus países de ORIGEM.Uma nova forma de colonizar como consequência da globalização.

De salientar que relativamente à doença que assola a província do Uíge, até ao momento que escrevo estas linhas, nenhum orgão de comunicação social de Angola, faz referência ao caso.No entanto, um orgão de comunicação social português - RDP África - dirigido aos países lusófonos, fazia hoje referência nos seus noticiários, à doença que assola a província do Uíge, acrescentando que a mesma podia ter origem num minério.Mais um minério envolvido nas doenças estranhas que últimamente ameaçam Angola e a sua população precária.

Fazendo uma breve e resumida ronda, pelos diversos meios de comunicação social e digital de Angola, e de Portugal, apuramos as seguintes informações relativamente às doenças repentinas surgidas em Angola.

Angola

Intoxicação por Brometo de Sódio pode ser causa da epidemia de Cacuaco

Fonte : Angolapress

Luanda, 22/11 - O Ministério da Saúde informou hoje em Luanda, que os resultados laboratoriais apontam que os elevados índices de brometro de sódio nas amostras de sangue e sal de cozinha, pode ser a causa da epidemia de Cacuaco, declarada na capital, desde Outubro.
De acordo com o ministro da Saúde, que falava em conferência de imprensa, os níveis de brometo de sódio encontrados nas amostras de sangue dos doentes, sal de consumo doméstico, enviados para alguns laboratórios como os de Munique ( Alemanha) e de Londres, dão fortes indícíos de que a intoxicação por esta substância é a causa da Síndrome Neurológica Aguda de Cacuaco.
Especialistas suspeitam que existe provavelmente uma mistura de sais de brometo nos alimentos, em vez do habitual sal de cozinha ( cloreto de sódio).
O brometo de sódio é uma substância química utilizada nas indústrias, semelhante ao sal de cozinha.
Além do sangue e sal, foram enviadas amostras de água e de alimentos .
Estes resultados foram apresentados nos dias 19 e 21 deste mês pelos laboratórios de toxicologia de Munique (Alemanha) e Barmingham (Reino Unido), num total de dez amostras.
Apesar dos indícios, Ruben Sicato informou que os peritos consideram ainda necessário a realização de estudos para confirmar a causa e a fonte da doença que até ao momento afectou 414 pessoas na província de Luanda sem contudo resultar em morte.

Desvendado mistério da doença de Cacuaco
Fonte : Jornal de Angola

Walter António

A misteriosa doença que há cinco semanas assola a localidade de Cacuaco trata-se, afinal, de intoxicação química por brometo de sódio, revelaram ontem, em conferência de imprensa, em Luanda, o ministro da Saúde Ruben Sicato, e especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS), ao darem a conhecer os resultados das análises feitas a amostras de sangue e de sal enviadas a laboratórios estrangeiros.
O laboratório de toxicologia de Munique, na Alemanha, encontrou doses elevadas de brometo de sódio em cinco das seis amostras de sangue enviadas para teste. Por sua vez, o laboratório de toxicologia de Birmingham, Reino Unido, encontrou igualmente doses elevadas da mesma substância nas seis amostras que foram enviadas. Este mesmo laboratório também encontrou doses elevadas de brometo em duas de três amostras de sal recolhidas em casa de pessoas doentes.O brometo de sódio é uma substância química muito parecida ao sal de cozinha.
A doença afectou, até ontem, 414 pessoas no município de Cacuaco, em Luanda. Estas pessoas apresentam uma elevação significativa de brometo de sódio no seu sangue.

ler mais em : http://www.jornaldeangola.com/

Doença "ESTRANHA" mata em Benguela Apostolado
Fonte : angonoticias
Ler em: http://www.angonoticias.com/full_headlines.php?id=17383

Portugal
Fonte: http://www.correiomanha.pt/

Novos casos de mole-mole
A Organização Mundial da Saúde considera “um caso inédito” a estranha doença que desde 15 de Outubro surgiu pela primeira vez em Cacuaco, Angola, e que já causou quatro mortos e infectou 365 pessoas.

Reparem na contra informação das informações recolhidas.Em Angola os casos são superiores a 400 sem mortes.Em portugal, são superiores a 300 e com 4 mortes

Em quem devemos acreditar ?

Estou consciente que muito de vós, poderão não concordar com a minha opinião.Com a minha maneira de ver e sentir a situação.Mas desde já, gostaria de dizer que aceito literalmente todas as opiniões contrárias ou não à minha.Talvez a minha minha angolanidade esteja a falar mais alto que outros interesses económicos e me dê o direito e o dever de expressar a minha opinião e indignação, em pé de igualdade com os segundos e actuais terceiros colonizadores.Sinto Angola, tanto ou mais, que muitos pseudos angolanos(Vladmiros), que neste momento usam o interesse económico de Angola em seu benefício pessoal.Alguns até usam o argumento que foram eles que permaneceram, apoiaram e suportaram os maus momentos durante a guerra.E que devido a esse acto heróico, são detentores de um estatuto que lhes permite reclamar o direito de serem considerados mais angolanos que os outros, que optaram por abandonar a sua terra, ao invés de assistirem e pactuarem com os horrores que esses pseudos angolanos(Vladmiros) praticaram contra outros irmãos do mesmo sangue.Os que sentiram necessidade de abandonar (quase obrigados)entregaram de mão beijada todo o espólio de uma vida a estes pseudo angolanos patriotas de meia tigela.Espólio esse, que permitiu-lhes enriquecer e suportar a guerra que eles próprios fomentaram.Naturalmente que estes pseudo angolanos(Vladmiros)não estão interessados em comentar se necessário até contam estas e outras situações, da maneira que mais lhes convier.Este tipo de situações podem arruinar-lhes os interesses e negócios.Para este tipo de angolanos(Vladmiros)as pessoas certas para desenvolver Angola, não são os angolanos que falam pela razão.Mas sim, os que falam e cegam pelo coração e vão ser serventia na casa dos novos Reis e Rainhas.A exploração continua, só que, em moldes mais modernos, com actores mais apresentáveis a servirem de ornamento à ostentação da riqueza conseguida e acumulada, através de situações obscuras e mal contadas.
Infelizmente isto é a Angola desejada pela maioria dos pseudos angolanos patriotas(Vladmiros) de uma guerra de libertação só para uma minoria.Alguns destes pseudos angolanos(Vladmiros)até dupla e tripla nacionalidade possuem, só para poderem viajar para a Europa ou outro continente, evitando o controle e vigilância mais apertada nos aeroportos destinados aos cidadãos estrangeiros.

* Vladmiros - personagem do livro "predadores" de Pepetela

Quarta-feira, 21 de Novembro de 2007

Série Angolana de Humor - Conversa no Quintal

Para quem não conhece ou nunca teve oportunidade de ver esta excelente série de humor angolana, aqui ficam alguns momentos divertidos.


Breves notícias - Angola

Mensagem

O Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, recebeu hoje, quarta-feira, no Palácio da Cidade Alta, em Luanda, uma mensagem verbal do seu homólogo do Zimbabwe, Robert Mugabe, na qual exprime a sua gratidão pelo apoio prestado para que este país participe na Cimeira Europa/África.

Aviação

O interesse de estabelecer ligações por via aérea entre Espanha e Angola foi hoje (quarta-feira) manifestado, em Luanda, pelo Ministro da Indústria, Turismo e Comércio da Espanha, Joan Clos, num encontro com representantes de empresas espanholas a operarem no país.

Acordo

Os Governos de Angola e Espanha rubricaram hoje (quarta-feira), em Luanda, um Acordo de Promoção e Protecção Recíproca de Investimentos e um Memorando de Entendimento, através do qual se estabelece um programa de cooperação financeira com duas linhas de crédito de cerca de USD 600 milhões.

Estrangeiros
O ministro das Relações Exteriores, João Miranda, solicitou hoje, quarta-feira, em Luanda, aos agentes consulares a aplicarem correctamente as normas do novo Regime Jurídico de Estrangeiros no país, para a concessão de vistos de entrada em Angola.

..."Há quem diga que os nossos agentes atendem mal os seus próprios cidadãos, há outros que dizem que para além de atenderem mal, também são muito vulneráveis a práticas menos correctas(...)".

...Segundo o ministro, "o que nós queremos agora é a mudança de mentalidades, o que requer um estudo diário por parte dos agentes consulares na aplicação da lei e sua correcta interpretação.

Ler mais em :http://www.angolapress-angop.ao/noticia.asp?ID=576429


Cabo Verde: Procura-se dono de 116 mil Euros do Totoloto

Praia, 21/11 - Um jogador do Totoloto de Cabo Verde acertou no primeiro prémio em Agosto último mas até hoje ainda não reclamou os 116 mil Euros, um caso único no arquipélago.
A gerência do Totoloto Nacional está a fazer avisos repetidos na imprensa, a apelar ao feliz contemplado para ir arrecadar o prémio, mas até agora o dono do boletim ainda não apareceu.
O prazo para o prémio ser recebido terminava sábado útimo mas, como o apostador ainda não apareceu, foi alargado por mais duas semanas, sendo que, depois disso, os 12 mil contos serão distribuídos em instituições de solidariedade social.
O caso tem suscitado muitos comentários na capital de Cabo Verde, com uns a apostar que o dono do boletim é um emigrante, que preencheu o boletim quando esteve no país de férias e que depois se foi embora e se esqueceu, enquanto outros, mais radicais, garantem que é alguém que entretanto foi preso ou até que morreu.
Até dia 01 de Dezembro os mais de 12 mil contos continuarão à espera do "dono". Os serviços do Totoloto esclareceram que o boletim foi registado no Café Sofia, Plateau, centro da capital de Cabo Verde, e que o concurso em causa é o 33/2007, de 19 de Agosto deste ano.

Em Cabo Verde nunca se tinha "registado" um caso idêntico.

Terça-feira, 20 de Novembro de 2007

Outros países.

Ninguém quer perder o comboio na viagem do "Espiríto de Missão" na ajuda à reconstrução de Angola

Visita
O ministro Espanhol da Indústria, Comércio e Turismo, Joan Clos, inicia a partir de hoje uma visita a Angola para analisar com as autoridades angolanas aspectos que têm a ver com o estado actual das relações económicas e comerciais entre os dois países.

Investimento
O embaixador da Holanda em Angola, Jan Schouten, afirmou hoje, em Luanda, que o Governo do seu país vai intensificar, a partir de 2008, as suas actividades em Angola, estendendo os investimentos em sectores de rápidos e elevados níveis de rendimentos como a agricultura e a pecuária.

Empresários paquistaneses querem investir no sector farmacêutico e têxtil

Luanda, 20/11 – Investidores de nacionalidade paquistanesa apresentaram hoje (terça-feira), em Luanda, junto da Câmara de Comércio e Indústria de Angola (CCIA), intenções de investir no sector farmacêutico e têxtil, através do estabelecimento de parcerias comerciais com empresários nacionais, tendo em conta as oportunidades de negócios que o país oferece.
No encontro, orientado pelo presidente da Câmara, António dos Santos, os paquistaneses disseram que Angola é um grande mercado a nível do continente africano, por isso, os seus empresários, encaram-no como ideal para grandes apostas.

Ler mais em: http://www.angolapress-angop.ao/noticia.asp?ID=576117

TRAVEL - Destinos De Sonho - South Africa

Desta vez, escolhi como destino de sonho a África do Sul.Para demonstrá-lo,nada melhor que as imagens e factos captadas através de uma câmara de vídeo.Espero que gostem, e sintam o fascínio da beleza deste destino.Saboreiem África



TAAG - Começa a Voar para Lisboa

TAAG antecipa voo Luanda-Lisboa para às 13h30 minutos

Luanda, 20/11 - A companhia área angolana, TAAG, antecipou a hora de saída do voo Luanda-Lisboa (DT 652), inicialmente programado para as 22 horas e 30 minutos de segunda-feira, para as 13h30 minutos do mesmo dia, informa um comunicado de imprensa, que Angop teve acesso, segunda-feira, nesta cidade.

Na sua nota, a TAAG solicita igualmente, que os passageiros do voo Luanda-Lisboa (DT -652), do dia 19, deste mês, cujo check-in já foi efectuado, a comparecerem no aeroporto, pelas 11 horas, para o cumprimento das formalidades migratórias e o embarque no voo DT 652 de 20 de Novembro, antecipado para as 13 e 30 minutos.

Quem aprende ...




Jamais esquece...

mentira




mentira

Segunda-feira, 19 de Novembro de 2007

DEDO NA F'RIDA

A "independência" nâo foi capaz de conciliar os diferentes grupos raciais, étnicos, políticos e socioculturais em torno do lindo, digno e promissor projecto anelado, por todos e arquitectado pelos nacionalistas que, independentemente da sua cor da pele, etnia ou região, pretendiam fazer de Angola uma Pátria livre, igualitária e próspera. Antes pelo contrário, a pretensa "independência" agudizou as diferenças étnicas e raciais, acentuou as desigualdades socio-económicas e exacerbou os antagonismos etnossociais de tal forma que, tal como antes da presença colonial, continuamos inconciliados, estranhos uns aos outros e, pior, hostilizamo-nos de tal forma que Angola tornou-se num hediondo palco de uma infame "cadeia alimentar", onde as cruéis disputas entre "presas e predadores" superam, de longe, os melhores documentários sobre a vida selvagem produzidos pela conceituada BBC: os "civilizados" desprezam os "gentios". Os ditos "genuínos" hostilizam os "crioulos". Os negristas acharam que os brancos e mulatos não podiam ser angolanos. Os racistas nunca conceberam uma Angola com "pretos". Os cafusistas acham que os angolanos de pele clara têm primazia sobre os negros. Alguns "angolanos" advogam que Angola é Luanda e o resto é paisagem. Outros acham que os Kimbundos são os mais "evoluídos" e estão acima dos outros nativos. Os ditos "puros mangolés" hostilizam os Bakongos, a quem apelidam de "Zairenses". Os Cabindas não querem nada com os "angolanos". Os rurais não vêem as vantagens da angolanidade e continuam à espera da "independência".Os do Cunene acham que, enquanto angolanos, muito têm perdido.

Os chamados "das províncias" acham-se marginalizados como angolanos.Os do MPLA mataram angolanos em nome de todos os angolanos. Os da UNITA chacinaram angolanos em nome da "Angola profunda". Muitos já não querem ser angolanos. Enfim, e o caos total na infame "selva angolana".

Ler mais em : www.angola-saiago.net/fl8.html

Domingo, 18 de Novembro de 2007

Comunidade angolana em Portugal realiza manifestação




"O voto é um direito constitucional, ninguém nos pode impedir de o exercer"
Lisboa - A Comunidade angolana em Portugal realiza na próxima Segunda Feira, dia 19 , uma manifestação em frente ao Consulado de Angola em Lisboa para exigir o direito ao voto,nas eleições, negado a diáspora, pelo Governo do MPLA.


Sábado, 17 de Novembro de 2007

Problemas nos CTT

Sócrates queria um selo com a sua foto para deixar para a posteridade o seu mandato no Governo deste país que está de tanga. Os selos são criados, impressos e vendidos. O nosso PM fica radiante! Mas em poucos dias ele fica furioso ao ouvir reclamações de que o selo não adere aos envelopes.

O Primeiro-ministro convoca os responsáveis e ordena que investiguem o assunto. Eles pesquisam as agências dos Correios de todo o país e relatam o problema. O relatório diz:
"Não há qualquer problema com a qualidade dos selos. O problema é que o povo está a cuspir no lado errado."

Sexta-feira, 16 de Novembro de 2007

Vídeos

Os vídeos respeitantes à festa do 32º Aniversário da Independência de Angola realizada em Lisboa - Portugal, encontram-se agora ao vosso dispôr para visionamento, no seguinte endereço:

http://www.dailymotion.com/CAZIMAR

Obrigada pela vossa simpatia e preferência.

Negócio do Aluguer de Casas em Luanda



Negocio : Aluguer
Cidade : Luanda
Província : Luanda
Preço, $ : 5,000
Quartos : 1
Casa de Banho : 1
Tipo de Propriedade : Apartamento
Ano de Construção : desconhecido
Metro Quadrado : desconhecido
Garagem : desconhecido
Bairro : Bairro Azul
Colegio por perto : desconhecido
Description IDEAL PARA PEQUENAS EMPRESAS IDEAL FOR SMALL BUSINESS

Apartamento tipo Estudio ideal para Escritorio. Bachelor Flat, ideal for Office.
Apenas Disponivel em Janeiro de 2008 Only available in January 2008
Com um escritorio externoWith an External Office

Fonte: http://www.casasemangola.com/

* Nota :Em caso de dúvida ou ignorância, uma vez que o preço não especifica a moeda ( kwanzas, euros, USD) se o preço pedido pelo aluguel, fôr em Kwanzas, feita a conversão do valor para Euros e USD os resultados são os seguintes :

Conversão em EUROS
2007 Novembro 16, Sexta Feira
5000 Kwanza angolana = 45.64174 Euro
5000 Euro (EUR) = 547'744 Kwanza angolana (AON)
Preço Médio 0.009082 / 0.009128 (oferta/procura)Preço estimado baseado em dólares americanos.
FXConverter™: Conversor de Moeda Corrente © 1997-2007 by OANDA.com.

Conversão em USD ( dolares)
2007 Novembro 16, Sexta Feira
5000 Kwanza angolana = 66.85922 US Dólar
5000 US Dólar (USD) = 373'920 Kwanza angolana (AON)
Preço Médio 0.01331 / 0.01337 (oferta/procura)

Pelos valores resultantes da reconversão, tudo leva a crer que o valor pedido será em Euros.Isto é 5.000 (5 mil) euros ou USD

Comentário: Imaginem se uma casa (casa é favor, diria anexo) com este nível ( tipo construção clandestina da época colonial - Bairro Azul ex Bairro da Coreia, actualmente um musseque) o aluguel é deste montante, qual será o valor de um aluguel de uma moradia nos bairros considerados finos da época colonial (Alvalade, Miramar)ou num apartamento ou moradia das actuais construções que estão acontecer na cidade de Luanda.Para suportar estes preços é necessário possuir um rendimento de milionário. Os que conseguem suportar estes preços, ou são de uma condição social restrita com acesso directo às riquezas de Angola, ou possuem uma formação altamente especializada, conseguida nas melhores Universidades da UK ou USA.Ou ainda uma formação de nível inferior, conseguida na Universidade da Escola da Vida e Esquemas Alternativos.
Com estes preços, os Deuses Angolanos devem estar Loucos, e simultâneamente contra o cidadão médio e pobre, para que estes consigam adquirir uma habitação condigna.A estes só lhes resta a alternativa de construir uma barraca, casa de lata, num musseque dentro e fora da cidade de Luanda.Não admira que Luanda seja uma cidade musseque.



Nas santas terrinhas, o povo a estas situações fazia um TOMA PARA CHULOS

Alguns dos Projectos e Obras projectadas para a Reconstrução de Angola

Paradoxos


video


Começaram os estragos causados pelas chuvas na cidade de Luanda em Angola.Os projectos de resolução e reconstrução para este tipo de situações e problemas devem encontrar-se ainda em fase de estudo não sendo considerados como prioritários.As prioridades vão para a construção de empreendimentos e estruturas para melhorar a qualidade de vida dos novos ricos na nova cidade cosmopolita.Com sorte, e muita paciência na espera, e expropriados das suas terras onde actualmente habitam, para dar lugar a novas construções, talvez os pobres consigam ser realojados nos novos empreendimentos semelhantes aos exemplos colocados a seguir.Engrossando desta forma a listagem dos novos ricos.

Projectos e Obras

- Park Development in Luanda





Apartamento Duplex - Piso inferior





Apartamento Duplex - Piso superior




Nome: Belas Business Park

Número de Torres: 18 office and residential towers

Cidade/Angola:Luanda/Angola

Localização: new town called (nova cidade Luanda Sul) Luanda Sul

Obra a cargo de: Odebrecht (Brazil)

Apresentação: 4 office (escritórios) and residential towers currently U/C ( apartamentos residenciais)

Planned date of projects´s completition: 2008 ( Data planeada para a realaização deste projecto 2008)

* A pergunta que se coloca, é: Quanto custará no futuro a compra ou aluguer de um espaço num local como este ? ( será 5,000 euros ou USD o valor do aluguer)


- Construção do Palácio da Justiça

Being built by the Chinese of course - Obra a cargo dos chineses

- Ponte sobre o rio Catumbela



Localização: Benguela (Angola)

Obra a cargo:Mota-Engil Engenharia vai construir ponte sobre o rio Catumbela.Esta companhia portuguesa está presente em Angola à mais de 70 anos

Angola Número 22 - Novembro 2006 - O consórcio liderado pela Mota-Engil Engenharia ganhou a execução da nova Ponte sobre o Rio Catumbela. A cerimónia que assinalou a adjudicação da empreitada ocorreu no dia 20 de Setembro e contou com a presença do Ministro das Obras Públicas de Angola, General Higino Carneiro, do Director-Geral do Instituto de Estradas de Angola, Arq.º Joaquim Sebastião, e do Governador de Benguela em exercício, Agostinho Felizardo. Orçada em 26,2 milhões de euros, a empreitada contempla a construção de uma nova travessia e os respectivos viadutos de acesso. A ponte será executada em betão armado pré-esforçado com tramos suspensos a partir de duas torres de betão em forma de “U”, através de cabos múltiplos repartidos.


Pela complexidade que representa, esta obra é já apontada como um marco da engenharia em Angola.

Angola: Uma "Novela" do realizador José Eduardo dos Santos - BSSantos

Ministros fazem o papel de gestores da coisa pública

Calgary/Canadá - As imagens têm um grande poder e influenciam de sobremaneira a consciência das pessoas, que dali passam a assimilar as cenas visuais como forma de vida. Por outro lado, diversas formas de entretenimento actuam como um "analgésico" aos problemas do dia-a-dia, distraem-se as pessoas e tudo vai passando despercebido.Aquela imagem de vida fácil, de luxo e sem sacrifico, também muitas vezes indecorosa que se vive nas novelas brasileiras, é um caulino no desvio do comportamento e padrão do indivíduo, que ao "mergulhar" nela, distancia-se da realidade que o cerca. É notável o comportamento fora do comum como os angolanos apegaram-se as novelas brasileiras e ter uma antena parabólica com os canais brasileiros tem sido uma prioridade em muitos lares, mesmo aonde falta o pão, agua e paradoxalmente a energia dia-a-dia. Ora, as novelas brasileiras até que não são más, porém nada ou quase nada de positivo trazem a nossa sociedade, se analisarmos detalhadamente, veremos que os principais temas ali abordados em nada reflecte com a nossa realidade. Mas mesmo assim, o consumo dos programas brasileiros e alguns estilos de vida "a brasileiro" têm sido bem apreciados pelos Angolanos. Os nossos olhos encaminham para o cérebro tudo que vimos e sem distinção o cérebro absorve. O cérebro por si não tem capacidade de escolher o que é bom e o que é mau, só a sociedade pode determinar o que de facto e' útil ou inútil, desta forma a sociedade criou um sistema que estabelece os padrões que determinam aquilo que os homens e mulheres devem aprender para serem considerados sociáveis. Este sistema chama-se Educação. Tudo aquilo que é educativo deve ocupar maior espaço no tempo do indivíduo do que aquilo que e apenas distractivo. Tal não é o nosso caso.Os angolanos ao longos destes anos, foram consumindo todo o tipo de cenas televisivas, menos as educativas, assumindo-se como grandes viventes da vida das novelas e perderam a noção de uma vida real. Tanto que o próprio país se tornou uma "novela", cujo "realizador" é José Eduardo dos Santos . Ele é o realizador, produtor, director, autor e actor principal. O único que nesta "novela" o seu papel é permanente, ao passo que outros, algumas vezes desempenham o "papel de polícia" – o protector, outras vezes o "papel de bandido" – o fora da lei. Uns, uma vez como embaixador, outras vezes governador, alguns uma vez aqui e outras vezes ali, mas ele sempre no mesmo lugar, o de "actor principal".Todos os dias, nos locais de trabalho, nas escolas, nas festas, nas praias, nos lugares mais diversos, as pessoas relatam sobre as principais cenas dos episódios e capítulos das novelas brasileiras, aconteceu "cozido", aconteceu "assado", foi isso, foi aquilo, ... …"OK, vamos então esperar as cenas dos próximos capítulos". Do mesmo jeito fala-se da situação do país, "o presidente agora mandou vir tropas cubanas ...," ... "General Kopelipa agora é que manda ... ", no fim ficamos a espera como serão os próximos dias - "as cenas dos próximos capítulos". A vida da novela, não é real, já esta programada e vai acontecer como foi programada pelo realizador. Em Angola, a vida não pode ser uma novela, tem de ser real, e não pode continuar a ser como um único indivíduo quer. Os "actores" na vida de um país, têm o seu papel real e direccionado à sociedade, devem engajar-se pela melhoria da mesma e têm de ser escolhidos segundo as suas capacidades demonstradas e comprovadas para o desempenho das suas funções tendo em conta os desafios que o país enfrenta. Na novela, o papel de cada actor vai de encontro com o que o realizador prevê, onde a encenação, ou melhor o "faz de contas" é o lema, tudo é feito numa perspectiva iludiria e todos no acto do filme focam-se no plano do realizador, mas que nada tem acção progressiva e contínua.Então que diferença tem a "novela" do "realizador" José Eduardo dos Santos e a do realizador Cassiano Gabus Mendes? – Nenhuma. Aqui na "novela" de JES os "actores" também desempenham o papel que o agrada, são escolhidos, não em função dos desafios da sociedade, mas pelas suas capacidade de representar um certo papel de acordo a satisfação do "realizador", - juízes incompetentes, fingem conhecer a lei e, condenam um cidadão inocente que lhe é atribuído o "papel de criminoso", deputados que nem a definição de uma Assembleia da República ao menos fingem saber, mas desempenham o papel de defensores do povo. Ministros que fazem o papel de gestores da coisa pública, fingem que elaboram grandes projectos e que no fim de cada ano o balanço é sempre positivo, mas que na realidade, não vemos nada. Governadores que têm o papel de administrar as províncias fingem conhecer e resolver os problemas dos seus citadinos, porém, resolvem apenas os seus.Tudo aqui nesta "novela" de JES, é um autêntico "faz de contas". Faz de conta que as pessoas trabalham e o governo faz de contas que paga salários, faz de conta que há democracia, faz de conta que a economia do país esta a crescer, faz de conta que a vida do cidadão melhorou, faz de conta que há liberdade de expressão, Faz de contas que há paz em Cabinda, enfim, tudo fica no faz de contas.Nesta "novela" de José Eduardo dos Santos , o povo é o bastidor, enche as linhas, ocupa os espaços vazios, mas não fala, não participa das acções directas do "realizador". Aqui o povo foi "injectado" com o síndroma do medo e persuadido a fazer de conta que esta tudo bem e não há problemas no país. Mas na realidade esta tudo mal, mas ninguém pode reclamar, porque como nas novelas reais e nesta "novela" de JES, o povo não tem acção, não exerce um papel que cauciona o seu próprio bem-estar. O povo enche as ruas e abarrota as maratonas, quando ele, o realizador, assim decidir, intoxica-se de álcool e no dia seguinte faz de conta que o dia anterior foi um grande dia, mas no entanto a vida real contínua. Ao "realizador" José Eduardo dos Santos, só falta decidir quando chove ou quando faz sol, porque na escuridão, (no obscurantismo e na ignorância), ela já decidiu que devemos continuar. Infelizmente os angolanos vivem numa "novela" e nela insistem em permanecer. Não obstante algumas vozes que tendem em desperta-los a seguir ao "dia" da vida real, eles preferem as "noites" e continuar a curtir as cenas da própria "novela" que eles vivem. Os efeitos das novelas brasileiras manifestam-se na nossa sociedade, consequentemente, realocados na "novela" do "realizador" JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS.

* Bernardo SantosFonte: Club-k.net

Quinta-feira, 15 de Novembro de 2007

Madeira de Cabinda - Como é possível a Falência das Empresas

video

Andam Todos Ao Mesmo - Espírito de Missão



O grupo brasileiro Odebrecht anunciou que vai se associar às empresas angolanas Sonangol e Damer para investir US$ 200 milhões na produção de etanol e de eletricidade em Angola.
O projeto, em fase final de estudo, vai ser desenvolvido na província de Malanje, próximo à hidrelétrica de Capanda, numa área total de 30 mil hectares, divulgou a Odebrecht, em comunicado.
Desta área, 20 mil hectares serão destinados à plantação de cana-de-açúcar e os outros 10 mil à rotação de cultivo e à instalação de uma unidade industrial. "A escolha desta área se deve às características climáticas, topográficas e infra-estruturais da região, estando situada a pouco mais de 400 quilômetros de distância de Luanda [capital de Angola]", adianta a empresa brasileira.

Biocom
A unidade industrial angolana terá uma capacidade de moagem de 2 milhões de toneladas de matéria-prima por safra - produzindo 160 mil toneladas de açúcar e 50 mil metros cúbicos de etanol - e deverá produzir 140 megawatts de energia elétrica por ano. Denominada Biocom (Companhia de Bioenergia de Angola Ltda), a sociedade será dividida em 40% para a Odebrecht, 40% para a Damer e os 20% restantes para a Sonangol. O empreendimento deverá criar 2 mil postos de trabalho diretos na região.

De acordo com a Odebrecht, o projeto vem "resgatar o potencial agroindustrial do país, devido às suas características climáticas ou topográficas, que garantiram no passado colonial um papel de destaque entre os países exportadores de commodities no continente africano".
Para o Brasil, permite o "reforço do posicionamento geopolítico na África, a disseminação mundial do etanol como biocombustível e a abertura de um mercado de serviços, tecnologia e bens de capital para o agronegócio brasileiro".

Fonte: Agência Lusa

Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

As mudanças




Grupo imobiliário de Amarante vai investir 230 milhões de dólares em Angola


Um grupo imobiliário de Amarante - Taminvest – vai investir 230 milhões de dólares (160 milhões de euros) em Angola em dois empreendimentos habitacionais e turísticos de grande dimensão. São dois loteamentos com alguns milhares de habitacões, unidades de comércio, equipamentos desportivos e recreativos, que vão gerar dois empreendimentos de luxo, a construir próximo das cidades de Benguela (Blue Ocean) e de Luanda (Bom Jesus).
A promoção e comercialização dos empreendimentos serão feitos pela Taminvest Angola SA, que se instalou há menos de dois anos no mercado angolano em parceria com uma empresa local, a Propar-Projectos e Participações SA.
O empreendimento de Luanda (cerca de dois mil fogos), na província de Bengo, a cerca de 5 quilómetros do novo aeroporto da capital angolana, representa um investimento de 80 milhões de dólares em infra-estruturas, a edificar numa área de 550 hectares. A área de construção prevista é de 66 hectares.
Por seu turno, o Blue Ocean (Praia Azul) – foto da maqueta em cima –, nos arredores de Benguela, tem previsto mais de 300 hectares de área edificável (cinco mil habitações de várias tipologias), a implantar em terrenos com mais de 1.300 hectares.
O investimento neste empreendimento de luxo, que fica situado a 18 quilómetros de Benguela e inclui serviços de hotelaria, um campo de golfe e uma marina, é de 150 milhões de dólares.
Compreende lotes para habitação multifamiliar, em banda ou geminada, unifamiliar e ainda a custos controlados.
Os dois projectos imobiliários foram apresentados no mercado angolano na semana passada – durante a quinta edição da Constrói Angola 2007, em Luanda, onde o Blue Ocean ganhou o prémio de melhor empreendimento de Angola.

Ver o vídeo do projecto em : http://www.lt-studios.com/blueocean/index.html

Terça-feira, 13 de Novembro de 2007

Apreendidos 11 mil metros cúbicos de madeira a caminho da China

As autoridades da província de Nampula, Norte de Moçambique, anunciaram hoje a apreensão de 11 mil metros cúbicos de madeira avaliados em 3,5 milhões de euros, que iam ser ilegalmente exportados para a China.
Pedro Mangue, dos Serviços Nacionais de Inspecção de Terras e Florestas no Ministério da Agricultura de Moçambique, afirmou que a referida madeira, acondicionada em 531 contentores, está em toros, uma forma de corte que o Governo proibiu desde Junho último.
A interdição visa refrear o corte excessivo de madeira no país e permitir a reposição florestal em Moçambique.
No lote apreendido, as autoridades encontraram ainda madeira de Umbila e Pande, cuja exportação em toros é proibida desde 2006, afirmou Mangue.
Oito empresas das províncias de Nampula e Cabo Delgado, norte de Moçambique, e Zambézia, centro, estão alegadamente envolvidas no caso desta apreensão, afirmou o mesmo funcionário do Ministério da Agricultura de Moçambique.
"A madeira já tinha passado de todos os esquemas de controlo montados no porto de Nacala, nomeadamente os serviços de Alfândegas e da Agricultura", destacou a fonte.
Pedro Mangue indicou que a mercadoria confiscada será vendida em hasta pública, devendo os infractores responder no Tribunal Aduaneiro.
"Os madeireiros têm de ser sérios e exercer a actividade com responsabilidade. Temos de valorizar os nossos recursos", disse Mangue.
Os operadores deste sector aproveitam-se da incapacidade das autoridades, em meios materiais e recursos humanos, para persistir na exportação de madeira em moldes considerados ilícitos e invariavelmente destinada ao mercado chinês.
Recentemente, as autoridades moçambicanas descobriram que um navio chinês deixou o porto da Beira, na província de Sofala, centro de Moçambique, com um carregamento de 1894 toros de madeira, supostamente com o aval da Direcção Nacional de Terras e Florestas (DNTF).
A riqueza em madeira de muitos países africanos e a fragilidade no controlo desta actividade no continente levou os operadores chineses a virarem-se para África, para alimentar a grande procura desta matéria-prima naquele país asiático.

Domingo, 11 de Novembro de 2007

DEDO NA F´RIDA... Vamos falar de....


* Clique em cima da foto para ampliar

32ª Aniversário da Independência de Angola

Comemora-se hoje, 11 de Novembro o 32ª Aniversário da Independência de Angola.

Para muitos, é um dia de alegria e euforia.Para outros, um dia de tristeza e agonia.Para os primeiros, o dia é de alegria e euforia, porque desembaraçaram-se de um antigo colonizador - Portugal, que segundo eles os oprimia, limitando-lhes a liberdade em todos os âmbitos da sua vida, roubavam-lhes a riqueza da terra e do país.Os exemplos vividos em Angola, com os Segundos Colonizadores não são melhores, do que aqueles que viveram no passado.Não há liberdade de expressão nem democracia.Os que colocam a nú as negociatas, são silenciados, mandados para a prisão como castigo pela sua audácia e interferência nos destinos do povo e do país.A riqueza é mal distribuída, onde os comtemplados são os angolanos sentados em poltronas luxuosas e almofadadas, sem competência para mandar executar obras e melhorar as condições de vida do seu povo.As condições alteraram-se para pior, afundando o povo na miséria e fome.Há mais cerveja que escolas.A maioria das crianças não tem um pão para comer por dia.Esperemos que não esqueçam, enquanto comemoram mais um aniversário, que Angola, tem novos colonizadores, onde estão incluídos países que são Super Potências Mundiais, que não são, serão colonizadores moles como foi Portugal.Esperemos que não esqueçam, que estão a começar a Terceira Colonização.Esperemos que o objectivo dos novos colonizadores seja o "espírito de missão" de ajudar os angolanos.Qualquer observador atento e conhecedor das riquezas de Angola, não acredita que seja esse o " espírito de missão" por parte dos países empenhados na reconstrução de Angola.Esperemos que o preço a pagar mais tarde, não seja elevado demais quer para Angola, quer para os Angolanos.

Para os angolanos, que consideram este dia, este aniversário uma tristeza e uma agonia, a realidade é cruel, porque todos eles sabem, que tudo o que fizeram por Angola foi de alma e coração, onde o coração chorou mais alto que a razão das riquezas, a ganância do homem, que em nome da "Opressão e Liberdade" fomentaram uma guerra, despedaçaram e desmembraram um povo e um país.A maioria desses fomentadores da liberdade quer em Angola, quer em Portugal, vivem actualmente em óptimas condições, esqueceram-se do seu povo, que continuou, continua a viver miserávelmente e a ser a última opção nos destinos e reconstrução de Angola.Não adianta continuar chorar pelo leite derramado do passado.Adianta sim, estar atento e vigilante para o que vai acontecer no futuro por Angola.Vamos esperar para ver se os mesmos poderosos vão continuar a comer tudo, esquecendo o verdadeiro povo, aquele que não come nada.
Sou tão angolana como os pseudo libertadores e fomentadores de teorias de liberdades dos oprimidos. Tenho o mesmo direito e dever de expressar a minha opinião que os pseudo responsáveis da Segunda e Terceira colonização.

Os meus votos de aniversário para Angola, serão: " Muxima Angola ".


Mami

Analistas desvalorizam entrada de chineses no Standard Bank


Fonte: Lusa, AFP - Editado por AD
Monday, 29 October 2007


A entrada do Banco Comercial e Industrial da China (ICBC, na sigla em inglês) no capital do banco sul-africano Standard Bank, líder de mercado em Moçambique trará poucas alterações aos negócios do banco em África, disseram esta segunda-feira analistas à Agência Lusa.

Na quinta-feira, o ICBC, maior banco do mundo em termos de capitalização bolsista, anunciou a compra, por 5,46 mil milhões de dólares (3,78 mil milhões de euros) de 20% do capital do grupo Standard Bank, tornando-se assim no maior accionista do banco mais importante de toda a África.
Se a aquisição demonstra o poder cada vez maior da China em África e o aprofundamento das relações económicas entre a China e o continente africano, analistas como Barry Sautman, especialista de relações sino-africanas na universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong, concordaram que ela não vem alterar o panorama bancário em África, e muito menos em Moçambique. «Duvido que se verifiquem alterações nas operações do Standard Bank», diz Sautman.

Em 2004, o Santander Totta vendeu ao Standard Bank as operações bancárias em Moçambique, por 18 milhões de euros, com o banco sul-africano a tornar-se assim em líder de mercado no país.
«O banco está presente há muitos anos em África, em especial no sul do continente e tem muitos quadros com experiência na região. Não existe qualquer razão para mudanças num banco que se tem dado tão bem, nem qualquer razão para que os accionistas chineses o queiram mudar», acrescenta Barry Sautmnan.

Cheng Yu-shek, professor de ciência política na City University de Hong Kong e especialista em política externa chinesa, sugere até que poderá ser o banco africano a mudar a cultura empresarial chinesa em África.
Joseph Cheng e Barry Sautmnan concordam que o que falta às empresas chinesas não é capital para investir em África. As ferramentas de gestão de negócios - quer sejam importações e exportações ou investimento directo - é que são recursos escassos para os interesses económicos chineses em África.

«O que falta é gestão de crédito, gestão de risco, formas de gerir investimento, os conhecimentos locais, as redes de contacto», afirma Joseph Cheng, que defende o Standard Bank pode fornecer conhecimentos que permitam ao ICBC e aos clientes do banco chinês adaptar melhor as suas operações aos mercados africanos.
Se as empresas chinesas têm acesso rápido a fundos do Banco de Importações e Exportações da China e do Banco Chinês de Desenvolvimento, também é verdade que esses capitais se destinam sobretudo a incentivar o comércio bilateral, uma lacuna que a aquisição do capital do Standard Bank vem resolver.

A importância estratégica da aquisição do capital no banco sul-africano não passou despercebida a nenhum dos actores, com Jiang Jianqing, presidente do ICBC a afirmar que o banco chinês «estava à procura de oportunidades para estender a sua presença internacional».

Jacko Maree, director-geral do Standard reconheceu por seu lado que, com o negócio, as instituições passam a ficar «na encruzilhada da interacção económica entre a China e o continente africano».
Segundo Barry Sautman, a aquisição do banco sul-africano permite às empresas chinesas fazer planos de longo prazo para o continente, em especial as empresas estatais, que já são clientes do ICBC no mercado chinês. «A aquisição vai encorajar uma maior presença chinesa em África e permitir às empresas permanecer por mais tempo, mesmo que os negócios ao princípio não corram tão bem quanto o esperado», considera o académico.

«Os interesses chineses em África não se limitam ao comércio. A China quer também investir, por exemplo em sectores como o desenvolvimento de recursos naturais, e para isso é preciso ter acesso a especialistas locais», acrescenta Joseph Cheng.