A UNITA avisa que recorrerá aos tribunais internacionais contra os actos de intolerância que se multiplicam perante a passividade do governo.O aviso está contido no comunicado de imprensa publicado hoje pelo Secretariado para a Comunicação e Marketing do maior partido da oposição angolana.
O comunicado contou as últimas ocorrências registadas no capítulo da violenta intolerância política e deduziu:
«A UNITA chama ainda atenção do Governo da República de Angola para o facto de que os actos de intolerância são uma violação aos direitos humanos; são uma violação aos direitos cívicos e políticos, devendo a UNITA começar a recorrer aos Tribunais Internacionais, ante o constante e permanente fechar de olhos que as autoridades têm vindo a demonstrar».
Entre as ocorrências, o documento denunciou a prisão de um responsável rural do partido que a Polícia deteve por reivindicar a devolução da bandeira roubada por um quadro do MPLA.
«Na província de Benguela, foi preso pela polícia, o cidadão António Ngola, secretário da UNITA em Lukunga – Epasse- Bocoio, no dia 8 de Fevereiro corrente, por ter reivindicado a devolução da bandeira do seu partido, roubada por António Bondela, militante do MPLA», referiu o comunicado.
Outro caso: «Dia 14 de Fevereiro de 2008, 60 homens encabeçados pelo soba da Kalusinga, Silva Tchikete destruíram dez casas de militantes da UNITA na aldeia de Nhongo. Na ocasião os salteadores destruíram igualmente celeiros e todos os bens materiais, deixando famílias inteiras na desgraça e fome. As autoridades foram notificadas da ocorrência e por incrível que pareça deixaram em liberdade os prevaricadores e exerceram a sua força sobre as vítimas. Isaac Kalitangui-secretário da UNITA para o sector Nhongo, Pedro Kanganjo e Katekava Kangombe vítimas desses actos de intolerância política foram presos e levados para a cadeia no Andulo».
Segundo a mesma denúncia, a citada acção «foi inspirada pela administradora comunal da Kalussinga, Faustina Mbundu, que em comício realizado no dia 16 de Fevereiro do ano em curso, na localidade de Nhongo elogiou a destruição de casas e haveres dos militantes da UNITA».
O comunicado acrescentou que no «dia 10 de Fevereiro de 2008, foram roubadas e destruídas bandeiras nas aldeias de Lungundua e Ulimba, onde o secretário local da UNITA foi espancado e ferido com gravidade».
Acto análogo deu-se na Embala Tchingui no dia 14 de Fevereiro, «numa acção dirigida por sobas idos de Kamakupa, que exerceram violência física sobre Paulino Kasuswa».
Não se consegui ainda registar a reacção do governo, em especial do responsável pelo mecanismo bilateral de conciliação, sobre este comunicado.
Comentário: Se a Procuradoria Geral da Nação e a Comissão Nacional de Eleições, não começarem de imediato, a tomar medidas energéticas, para degular este tipo de situações de profanações aos símbolos nacionais da Nação, incluindo neste lote, as bandeiras que representam e identificam os partidos, a situação poderá descambar para a falta de controle e consequentemente para o aumento das mesma, criando um clima de "terror"
Se este tipo de situações, continuarem ou se aumentarem, será prejudicial para quem ?
A meu entender, será prejudicial, para o povo, nomeadamente para as populações do interior, e para todos os partidos inscritos para o sufrágio eleitoral, que são opositores ao partido que actualmente governa Angola, o MPLA.
Será prejudicial, para o povo do interior, uma vez que estas populações comparativamente com a população que habita na capital - Luanda, são as que se encontram menos politizadas e informadas, quer sobre o acto eleitoral, quer pelo valor, que o seu voto poderá representar e pesar no futuro da Angola do amanhã, ou ainda pelas suas limitações ao acesso à informação através dos médias - imprensa escrita e falada.
Será prejudicial, porque os partidos opositores, ficarão limitados e expostos às condições de instabilidade, não permitindo que as populações menos esclarecidas conheçam o seu "programa partidário eleitoral"
Será prejudicial, porque o clima de instabilidade e hostilidade (terror), afasta as populações receosas, cansadas e sacrificadas pelo estigma da guerra, vividas por elas no passado, podendo tornar-se presente, através de distúrbios provocados por infiltradores, durante as sessões de esclarecimentos dos partidos da oposição.
Será prejudicial, porque estas populações deixarão de ser esclarecidas e informadas convenientemente, e poderão usar o seu "voto" indefidamente, coagidos pelo fantasma da guerra e das perseguições políticas, uma vez que as forças militares e policiais estão suburdinados às "ordens" do governo e do Chefe da Nação, ambos pertencentes ao núcleo do MPLA.
- Quem beneficia, com estas situações de insegurança ?
Quem beneficia com estas situações de insegurança, é o partido que governa actualmente - MPLA.
- Que implicações, poderão estas situações ocasionar ?
Caso exista um acentuado aumento de insegurança e descontrole das situações, poderão implicar o "adiamento das eleições", por falta de condições.
O adiamento das eleições é desejado, pelo núcleo burguês do MPLA.
«A UNITA chama ainda atenção do Governo da República de Angola para o facto de que os actos de intolerância são uma violação aos direitos humanos; são uma violação aos direitos cívicos e políticos, devendo a UNITA começar a recorrer aos Tribunais Internacionais, ante o constante e permanente fechar de olhos que as autoridades têm vindo a demonstrar».
Entre as ocorrências, o documento denunciou a prisão de um responsável rural do partido que a Polícia deteve por reivindicar a devolução da bandeira roubada por um quadro do MPLA.
«Na província de Benguela, foi preso pela polícia, o cidadão António Ngola, secretário da UNITA em Lukunga – Epasse- Bocoio, no dia 8 de Fevereiro corrente, por ter reivindicado a devolução da bandeira do seu partido, roubada por António Bondela, militante do MPLA», referiu o comunicado.
Outro caso: «Dia 14 de Fevereiro de 2008, 60 homens encabeçados pelo soba da Kalusinga, Silva Tchikete destruíram dez casas de militantes da UNITA na aldeia de Nhongo. Na ocasião os salteadores destruíram igualmente celeiros e todos os bens materiais, deixando famílias inteiras na desgraça e fome. As autoridades foram notificadas da ocorrência e por incrível que pareça deixaram em liberdade os prevaricadores e exerceram a sua força sobre as vítimas. Isaac Kalitangui-secretário da UNITA para o sector Nhongo, Pedro Kanganjo e Katekava Kangombe vítimas desses actos de intolerância política foram presos e levados para a cadeia no Andulo».
Segundo a mesma denúncia, a citada acção «foi inspirada pela administradora comunal da Kalussinga, Faustina Mbundu, que em comício realizado no dia 16 de Fevereiro do ano em curso, na localidade de Nhongo elogiou a destruição de casas e haveres dos militantes da UNITA».
O comunicado acrescentou que no «dia 10 de Fevereiro de 2008, foram roubadas e destruídas bandeiras nas aldeias de Lungundua e Ulimba, onde o secretário local da UNITA foi espancado e ferido com gravidade».
Acto análogo deu-se na Embala Tchingui no dia 14 de Fevereiro, «numa acção dirigida por sobas idos de Kamakupa, que exerceram violência física sobre Paulino Kasuswa».
Não se consegui ainda registar a reacção do governo, em especial do responsável pelo mecanismo bilateral de conciliação, sobre este comunicado.
Comentário: Se a Procuradoria Geral da Nação e a Comissão Nacional de Eleições, não começarem de imediato, a tomar medidas energéticas, para degular este tipo de situações de profanações aos símbolos nacionais da Nação, incluindo neste lote, as bandeiras que representam e identificam os partidos, a situação poderá descambar para a falta de controle e consequentemente para o aumento das mesma, criando um clima de "terror"
Se este tipo de situações, continuarem ou se aumentarem, será prejudicial para quem ?
A meu entender, será prejudicial, para o povo, nomeadamente para as populações do interior, e para todos os partidos inscritos para o sufrágio eleitoral, que são opositores ao partido que actualmente governa Angola, o MPLA.
Será prejudicial, para o povo do interior, uma vez que estas populações comparativamente com a população que habita na capital - Luanda, são as que se encontram menos politizadas e informadas, quer sobre o acto eleitoral, quer pelo valor, que o seu voto poderá representar e pesar no futuro da Angola do amanhã, ou ainda pelas suas limitações ao acesso à informação através dos médias - imprensa escrita e falada.
Será prejudicial, porque os partidos opositores, ficarão limitados e expostos às condições de instabilidade, não permitindo que as populações menos esclarecidas conheçam o seu "programa partidário eleitoral"
Será prejudicial, porque o clima de instabilidade e hostilidade (terror), afasta as populações receosas, cansadas e sacrificadas pelo estigma da guerra, vividas por elas no passado, podendo tornar-se presente, através de distúrbios provocados por infiltradores, durante as sessões de esclarecimentos dos partidos da oposição.
Será prejudicial, porque estas populações deixarão de ser esclarecidas e informadas convenientemente, e poderão usar o seu "voto" indefidamente, coagidos pelo fantasma da guerra e das perseguições políticas, uma vez que as forças militares e policiais estão suburdinados às "ordens" do governo e do Chefe da Nação, ambos pertencentes ao núcleo do MPLA.
- Quem beneficia, com estas situações de insegurança ?
Quem beneficia com estas situações de insegurança, é o partido que governa actualmente - MPLA.
- Que implicações, poderão estas situações ocasionar ?
Caso exista um acentuado aumento de insegurança e descontrole das situações, poderão implicar o "adiamento das eleições", por falta de condições.
O adiamento das eleições é desejado, pelo núcleo burguês do MPLA.



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