Fonte: o apostolado
Reclamações de passageiros por um melhor serviço da companhia aérea angolana, TAAG, fizeram-se ouvir com veemência esta quarta-feira no aeroporto doméstico em Luanda.
Algumas dezenas de passageiros que deveriam embarcar num vôo da TAAG com destino a Menongue, marcado para as primeiras horas da manhã, acabaram por ficar em terra, depois de serem informados que não havia mais lugares disponíveis.
Os Passageiros ficaram ainda mais agastados com a transportadora por possuírem bilhetes com “ok” confirmados para esta quinta-feira e depois de passarem parte da madrugada no aeroporto para realizarem o chekine.
“Os próprios funcionários da TAAG estavam a fazer candonga. Pessoas que estão na bicha não atendem. O Governo tem que ver bem a situação da TAAG, disse um passageiro à Ecclésia.
Um outro cidadão confirmou o que o primeiro entrevistado havia referido. “Fazem o serviço na base da candonga”. Contou que “estou aqui desde a madrugada contando que o chekin iniciaria às 4 horas e até agora não viajei. Estou totalmente furioso porquê que falhou isto. Compraram-se novos aviões para haver melhorias mas até aqui nada”.
Também à Ecclésia, a directora do gabinete de comunicação e imagem, Agnela Barros, pediu desculpas aos passageiros pelos transtornos. “Gostaria de apresentar as nossas desculpas aos passageiros lesados e ao público em geral, porque reconhecemos que é extremamente desagradável alguém planificar a sua viagem e pelos mais diversos motivos não conseguir concretizar o seu objectivo”.
Agnela Barros evocou motivos técnicos que disse terem estado na base da falha no vôo de hoje para a cidade de Menongue.
“Neste momento temos dois aviões na manutenção, um 727 que normalmente faz os vôos para o Leste e um 737-200. Sabemos que os vôos são muito importantes, mas também não podemos descurar a questão da segurança e então nós priorizamos estes aspectos técnicos”.Por isso, o que aconteceu é que muitos dos vôos programados para estes aviões não puderam ser feitos. Com a intenção de minimizar os prejuízos temos estado a juntar passageiros de diferentes vôos, daí que tenham ficado algumas pessoas em terra”.
A TAAG tem sido alvo de várias reclamações de passageiros de vôos domésticos, que mesmo com bilhete confirmado não conseguem viajar, transtornado os seus planos.
Comentário: Caricato, à poucas horas os responsáveis pela pasta dos transportes, diziam que estavam a trabalhar para a " Excelência " na TAAG.Se internamente não conseguem resolver os seus problemas, como vão atingir essa excelência com funcionários a trabalharem na base da candonga "da gasosa".Quem der mais, viaja, quem não der, fica em terra.O melhor é pagar, e não "bufar".Por motivos técnicos e de manutenção da conta bancária da " candonga da gasosa", pede-se desculpas esfarrapadas pelos incómodos provocados aos cidadãos anti-candonga.
A TAAG não pode descurar a segurança dos passageiros, primorizando os aspectos técnicos, por isso muitos vôos não puderam ser feitos, devido à má planificação interna, onde o trabalho de manutenção devia ter sido assegurado atempadamente, pois a procura devido à época aumenta, e a filosofia dos aspectos técnicos do " ainda " não se fez, faz aumentar o valor a pagar pela taxa da " candonga da gasosa", desde o topo até às bases da TAAG.
Com estes pequenos aspectos técnicos, a TAAG só dá razão e motivos à UE, relativamente ao impedimento (sanções) de não poder voar no espaço europeu, e que nada tem sido realizado internamente para as melhorias técnicas e abolição do esquema da "gasosa" que é uma fonte de rendimento altamente rentável para todos os funcionários da TAAG.
A excelência é uma "miragem" se caso contrário, a companhia não contratar um gestor "ESTRANGEIRO" para acabar com este vício altamente "enraizado" em todas os sectores e sociedade angolana.
Reclamações de passageiros por um melhor serviço da companhia aérea angolana, TAAG, fizeram-se ouvir com veemência esta quarta-feira no aeroporto doméstico em Luanda.Algumas dezenas de passageiros que deveriam embarcar num vôo da TAAG com destino a Menongue, marcado para as primeiras horas da manhã, acabaram por ficar em terra, depois de serem informados que não havia mais lugares disponíveis.
Os Passageiros ficaram ainda mais agastados com a transportadora por possuírem bilhetes com “ok” confirmados para esta quinta-feira e depois de passarem parte da madrugada no aeroporto para realizarem o chekine.
“Os próprios funcionários da TAAG estavam a fazer candonga. Pessoas que estão na bicha não atendem. O Governo tem que ver bem a situação da TAAG, disse um passageiro à Ecclésia.
Um outro cidadão confirmou o que o primeiro entrevistado havia referido. “Fazem o serviço na base da candonga”. Contou que “estou aqui desde a madrugada contando que o chekin iniciaria às 4 horas e até agora não viajei. Estou totalmente furioso porquê que falhou isto. Compraram-se novos aviões para haver melhorias mas até aqui nada”.
Também à Ecclésia, a directora do gabinete de comunicação e imagem, Agnela Barros, pediu desculpas aos passageiros pelos transtornos. “Gostaria de apresentar as nossas desculpas aos passageiros lesados e ao público em geral, porque reconhecemos que é extremamente desagradável alguém planificar a sua viagem e pelos mais diversos motivos não conseguir concretizar o seu objectivo”.
Agnela Barros evocou motivos técnicos que disse terem estado na base da falha no vôo de hoje para a cidade de Menongue.
“Neste momento temos dois aviões na manutenção, um 727 que normalmente faz os vôos para o Leste e um 737-200. Sabemos que os vôos são muito importantes, mas também não podemos descurar a questão da segurança e então nós priorizamos estes aspectos técnicos”.Por isso, o que aconteceu é que muitos dos vôos programados para estes aviões não puderam ser feitos. Com a intenção de minimizar os prejuízos temos estado a juntar passageiros de diferentes vôos, daí que tenham ficado algumas pessoas em terra”.
A TAAG tem sido alvo de várias reclamações de passageiros de vôos domésticos, que mesmo com bilhete confirmado não conseguem viajar, transtornado os seus planos.
Comentário: Caricato, à poucas horas os responsáveis pela pasta dos transportes, diziam que estavam a trabalhar para a " Excelência " na TAAG.Se internamente não conseguem resolver os seus problemas, como vão atingir essa excelência com funcionários a trabalharem na base da candonga "da gasosa".Quem der mais, viaja, quem não der, fica em terra.O melhor é pagar, e não "bufar".Por motivos técnicos e de manutenção da conta bancária da " candonga da gasosa", pede-se desculpas esfarrapadas pelos incómodos provocados aos cidadãos anti-candonga.
A TAAG não pode descurar a segurança dos passageiros, primorizando os aspectos técnicos, por isso muitos vôos não puderam ser feitos, devido à má planificação interna, onde o trabalho de manutenção devia ter sido assegurado atempadamente, pois a procura devido à época aumenta, e a filosofia dos aspectos técnicos do " ainda " não se fez, faz aumentar o valor a pagar pela taxa da " candonga da gasosa", desde o topo até às bases da TAAG.
Com estes pequenos aspectos técnicos, a TAAG só dá razão e motivos à UE, relativamente ao impedimento (sanções) de não poder voar no espaço europeu, e que nada tem sido realizado internamente para as melhorias técnicas e abolição do esquema da "gasosa" que é uma fonte de rendimento altamente rentável para todos os funcionários da TAAG.
A excelência é uma "miragem" se caso contrário, a companhia não contratar um gestor "ESTRANGEIRO" para acabar com este vício altamente "enraizado" em todas os sectores e sociedade angolana.
Notas soltas
Palavras do Ministro dos Transportes à RNA (Rádio Nacional de Angola)
O governo angolano garante que todo o esforço está em curso que os aviões voltem a voar para Europa em Junho próximo.
A garantia é do ministro dos transportes, André Luís Brandão, sempre agastado com a prolongação da proibição decretada contra as linhas aéreas angolanas há quase um ano.
«O esforço está a ser feito para que, de facto, a Taag cumpra primeiro com todos seus requisitos de segurança, como tem cumprido, preste uma boa qualidade de serviço e que se os europeus acharem que a Taag possa voar para a Europa, pois é, ela estará disponível para voar», declarou o ministro.
No seu ponto de vista, reafirmado na mesma entrevista difundida hoje pela Rádio Nacional, «a última palavra é dos europeus. Para nós, a Taag nem devia estar na lista negra».
Confrontando as palavras do Ministro com as palavras da directora do gabinete de comunicação e imagem da TAAG, Agnela Barros
Também à Ecclésia, a directora do gabinete de comunicação e imagem, Agnela Barros, pediu desculpas aos passageiros pelos transtornos. “Gostaria de apresentar as nossas desculpas aos passageiros lesados e ao público em geral, porque reconhecemos que é extremamente desagradável alguém planificar a sua viagem e pelos mais diversos motivos não conseguir concretizar o seu objectivo”.
Senhor Ministro, há um ditado que diz: Quem está dentro do Convento, é que sabe o que lá se passa.
Sendo assim, o Ministro prestaria um óptimo serviço à Nação e à TAAG se estivesse calado, porque o ministro não consegue resolver os problemas domésticos (internamente) dos transportes, quanto mais fora do seu quintal (exteriormente).
Entre o que diz o ministro e a directora, eu escolho a segunda.
A garantia é do ministro dos transportes, André Luís Brandão, sempre agastado com a prolongação da proibição decretada contra as linhas aéreas angolanas há quase um ano.
«O esforço está a ser feito para que, de facto, a Taag cumpra primeiro com todos seus requisitos de segurança, como tem cumprido, preste uma boa qualidade de serviço e que se os europeus acharem que a Taag possa voar para a Europa, pois é, ela estará disponível para voar», declarou o ministro.
No seu ponto de vista, reafirmado na mesma entrevista difundida hoje pela Rádio Nacional, «a última palavra é dos europeus. Para nós, a Taag nem devia estar na lista negra».
Confrontando as palavras do Ministro com as palavras da directora do gabinete de comunicação e imagem da TAAG, Agnela Barros
Também à Ecclésia, a directora do gabinete de comunicação e imagem, Agnela Barros, pediu desculpas aos passageiros pelos transtornos. “Gostaria de apresentar as nossas desculpas aos passageiros lesados e ao público em geral, porque reconhecemos que é extremamente desagradável alguém planificar a sua viagem e pelos mais diversos motivos não conseguir concretizar o seu objectivo”.
Senhor Ministro, há um ditado que diz: Quem está dentro do Convento, é que sabe o que lá se passa.
Sendo assim, o Ministro prestaria um óptimo serviço à Nação e à TAAG se estivesse calado, porque o ministro não consegue resolver os problemas domésticos (internamente) dos transportes, quanto mais fora do seu quintal (exteriormente).
Entre o que diz o ministro e a directora, eu escolho a segunda.



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