Fonte: TPA
O presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), Caetano de Sousa, instou ontem (quinta-feira), em Luanda, aos partidos políticos e jornalistas a utilizarem linguagem que consolida a paz e a unidade entre os angolanos durante a fase eleitoral.
"O processo eleitoral põe as pessoas e partidos políticos num estado de tensão psicológica muito forte. Por isso, qualquer palavra inconveniente ou mal pensada, de forma a pretender um dividendo político, que pareça oportuno explorar, ou até de forma leviana, pode dar lugar a um conflito", afirmou na abertura da conferência sobre "eleições, tolerância e mecanismos de prevenção de conflitos".
Deste modo, afirmou que os partidos políticos e jornalistas devem, nos seus discursos, comícios ou escritos, evitar publicitar opiniões susceptíveis de criar um conflito.
Para ele, acautelar, evitar e impedir conflitos eleitorais exige discernimento das pessoas, para antecipar as consequências dos juízos que fazem sobre os factos ou análises do processo em curso.
"O conhecimento antecipado das possíveis consequências do que se diz e se faz é como evitar o conflito. Isto impõe ponderação, reflexão e cautela", salientou Caetano de Sousa.
Comentário:Ora bem senhor presidente do CNE, exigir ponderação,e equílibrio à tentação da língua (imprensa falada e visual) e dos dedos ( imprensa escrita) só lhe fica bem, e é recomendável para o cargo que ocupa.No entanto senhor presidente, este seu discurso, traz água no bico.
Senão vejamos, o MPLA como partido do governo, horas antes, contratou um incendiário por via do Jornal de Angola (Jornal Oficial do Estado), para usar os seus dedinhos afiados e incontroláveis, elaborando um discurso editorial, no sentido de INCENDIAR A OPINIÃO PÚBLICA.Cujo o objectivo era DENEGRIR a Unita, e alguns SÍMBOLOS DA REVOLUÇÃO DE ABRIL, que só por acaso, contribuiram DIRECTAMENTE para OCUPAÇÃO DO PODER, POR PARTE DO MPLA em Angola.
O discurso é de tal forma Inflamado, que o autor do mesmo, não se coabiu de atirar TOCHAS em todas as direcções.Revelando um FORTE CARÁCTER DE TOTALITARISMO como tentativa desesperada de incendiar as florestas angolanas e portuguesas ( fragilizar as relações entre Angola e Portugal), trazendo e misturando na hasta pública, a família Soares, como bode espiatório para servir de argumento, às entrevistas que o representante da Unita, anda a distribuir em terras Lusitanas.
Senhor presidente, o seu discurso traz água no bico, porquê?
Porque, precisamente horas após o incendiário contratado pelo MPLA, ter lançado o incêndio na opinião pública e nas relações entre dois Estados, o mesmo MPLA contrata o Senhor para desempenhar o SEU PAPEL DE BOMBEIRO, no sentido de minimizar e dar outra FACHADA aos acontecimentos e danos causados pelo incendiário do MPLA ao serviço do Jornal de Angola.O importante é o primeiro acto(do incendiário) o essencial foi dito, na transmissão da mensagem.
Senhor presidente, só lhe fica bem, esse papel.Mas não se esqueça, a sua representação pode ser útil, para CONSUMO INTERNO.O mesmo já não se poderá dizer, quando se trata do consumo externo.O consumo externo, tem visões muito mais apuradas sobre as situações incendiárias(aprendizagens de outros tempos), que começam a surgir, e cada vez mais, vão-se intensificar.
Um bom exemplo do que acabei de dizer, o senhor pode encontrar no discurso do incendiário do Jornal de Angola, quando se refere e usa a familia Soares e os retornados extremistas, como tentativa de tapar o sol com a peneira e de denegrir não só a Unita, mas também um país - Portugal e os seus cidadãos, apesar do rótulo de retornado, muito bem usado e camuflado para atingir um povo e uma nação.Este tipo de obras com as palavras, só são conseguidas pelos DOUTORADOS NAS FACULDADES DA CORRUPÇÃO.
Seria bom senhor presidente, que o seu discurso de intenção, tivesse um nome e uma face, de forma a prestar um grande contributo, não só aos angolanos em geral como às chancelarias e comunidades internacionais.Contributo esse, visando alertar que os principais incendiários são contratados pelo MPLA, ao qual prestam serviço e vassalagem, desrespeitando e borifando para o que o Senhor presidente da CNE recomenda.
Faça também outro favor, use a imprensa e elabore um discurso no sentido de divulgar na praça pública a sua condenação à forma LEVIANA como o incendiário do Jornal de Angola usou um Jornal oficial do poder, para tentar tirar dividendos políticos inoportunos que podem originar conflitos.
Tenha a coragem e a honestidade de chamar os bois pelos seus próprios nomes.
Tenha a coragem de assumir como responsável directo no acto eleitoral, a sua ISENÇÃO POLÍTICA.
Caso contrário senhor presidente da CNE (volto a frisar) o seu discurso de intenções, cai em saco rôto, directamente para as montanhas de lixo, que fazem parte do ambiente social e político da SUA QUERIDA E AMADA ANGOLA.
Angola e os angolanos estão paiados.Começou a guerra das palavras.Depois segue, a guerra ... ?(adivinhem)
O presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), Caetano de Sousa, instou ontem (quinta-feira), em Luanda, aos partidos políticos e jornalistas a utilizarem linguagem que consolida a paz e a unidade entre os angolanos durante a fase eleitoral."O processo eleitoral põe as pessoas e partidos políticos num estado de tensão psicológica muito forte. Por isso, qualquer palavra inconveniente ou mal pensada, de forma a pretender um dividendo político, que pareça oportuno explorar, ou até de forma leviana, pode dar lugar a um conflito", afirmou na abertura da conferência sobre "eleições, tolerância e mecanismos de prevenção de conflitos".
Deste modo, afirmou que os partidos políticos e jornalistas devem, nos seus discursos, comícios ou escritos, evitar publicitar opiniões susceptíveis de criar um conflito.
Para ele, acautelar, evitar e impedir conflitos eleitorais exige discernimento das pessoas, para antecipar as consequências dos juízos que fazem sobre os factos ou análises do processo em curso.
"O conhecimento antecipado das possíveis consequências do que se diz e se faz é como evitar o conflito. Isto impõe ponderação, reflexão e cautela", salientou Caetano de Sousa.
Comentário:Ora bem senhor presidente do CNE, exigir ponderação,e equílibrio à tentação da língua (imprensa falada e visual) e dos dedos ( imprensa escrita) só lhe fica bem, e é recomendável para o cargo que ocupa.No entanto senhor presidente, este seu discurso, traz água no bico.
Senão vejamos, o MPLA como partido do governo, horas antes, contratou um incendiário por via do Jornal de Angola (Jornal Oficial do Estado), para usar os seus dedinhos afiados e incontroláveis, elaborando um discurso editorial, no sentido de INCENDIAR A OPINIÃO PÚBLICA.Cujo o objectivo era DENEGRIR a Unita, e alguns SÍMBOLOS DA REVOLUÇÃO DE ABRIL, que só por acaso, contribuiram DIRECTAMENTE para OCUPAÇÃO DO PODER, POR PARTE DO MPLA em Angola.
O discurso é de tal forma Inflamado, que o autor do mesmo, não se coabiu de atirar TOCHAS em todas as direcções.Revelando um FORTE CARÁCTER DE TOTALITARISMO como tentativa desesperada de incendiar as florestas angolanas e portuguesas ( fragilizar as relações entre Angola e Portugal), trazendo e misturando na hasta pública, a família Soares, como bode espiatório para servir de argumento, às entrevistas que o representante da Unita, anda a distribuir em terras Lusitanas.
Senhor presidente, o seu discurso traz água no bico, porquê?
Porque, precisamente horas após o incendiário contratado pelo MPLA, ter lançado o incêndio na opinião pública e nas relações entre dois Estados, o mesmo MPLA contrata o Senhor para desempenhar o SEU PAPEL DE BOMBEIRO, no sentido de minimizar e dar outra FACHADA aos acontecimentos e danos causados pelo incendiário do MPLA ao serviço do Jornal de Angola.O importante é o primeiro acto(do incendiário) o essencial foi dito, na transmissão da mensagem.
Senhor presidente, só lhe fica bem, esse papel.Mas não se esqueça, a sua representação pode ser útil, para CONSUMO INTERNO.O mesmo já não se poderá dizer, quando se trata do consumo externo.O consumo externo, tem visões muito mais apuradas sobre as situações incendiárias(aprendizagens de outros tempos), que começam a surgir, e cada vez mais, vão-se intensificar.
Um bom exemplo do que acabei de dizer, o senhor pode encontrar no discurso do incendiário do Jornal de Angola, quando se refere e usa a familia Soares e os retornados extremistas, como tentativa de tapar o sol com a peneira e de denegrir não só a Unita, mas também um país - Portugal e os seus cidadãos, apesar do rótulo de retornado, muito bem usado e camuflado para atingir um povo e uma nação.Este tipo de obras com as palavras, só são conseguidas pelos DOUTORADOS NAS FACULDADES DA CORRUPÇÃO.
Seria bom senhor presidente, que o seu discurso de intenção, tivesse um nome e uma face, de forma a prestar um grande contributo, não só aos angolanos em geral como às chancelarias e comunidades internacionais.Contributo esse, visando alertar que os principais incendiários são contratados pelo MPLA, ao qual prestam serviço e vassalagem, desrespeitando e borifando para o que o Senhor presidente da CNE recomenda.
Faça também outro favor, use a imprensa e elabore um discurso no sentido de divulgar na praça pública a sua condenação à forma LEVIANA como o incendiário do Jornal de Angola usou um Jornal oficial do poder, para tentar tirar dividendos políticos inoportunos que podem originar conflitos.
Tenha a coragem e a honestidade de chamar os bois pelos seus próprios nomes.
Tenha a coragem de assumir como responsável directo no acto eleitoral, a sua ISENÇÃO POLÍTICA.
Caso contrário senhor presidente da CNE (volto a frisar) o seu discurso de intenções, cai em saco rôto, directamente para as montanhas de lixo, que fazem parte do ambiente social e político da SUA QUERIDA E AMADA ANGOLA.
Angola e os angolanos estão paiados.Começou a guerra das palavras.Depois segue, a guerra ... ?(adivinhem)



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