Fonte: o apostolado
Ernesto Bartolomeu, vedeta do telejornal na TPA, está suspenso desde 5 de Maio último por alegada quebra do «sigilo profissional».
«Foi-lhe instaurado um processo administrativo interno», segundo a chefe do gabinete jurídico da TPA, Antónia Pacavira, negando a versa da «suspensão» referida na média privada no último fim-de-semana.
A mesma responsável indicou no entanto que não aceitava entrar mais em pormenores «num processo que está a correr os seus trâmites».
De facto, o jornalista em causa há mais de uma semana não aparece no écran a apresentar, o noticiário televisivo, com o seu singular estilo empolgante, voz metálica, vestido a rigor elegante com gravata cada dia variada a gosto dos jovens telespectadores.
Também, desligou o seu telemóvel, por verosímil cautela para com sua delicada condição conjuntural.
Indignação
O processo instaurado contra si deveu-se a esta saída, tendo já provocado a indignação do secretário para a organização do Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA), Mário Maiato.
«A direcção da TPA evocou a insubordinação do jornalista com base no artigo 46, alínea d da Lei Geral do Trabalho, acusando-o de ter violado “o sigilo profissional”. Já com esta acusação, a direcção da TPA admite a existência a existência da censura», lamentou o sindicalista.
Reforçou, focando «o decreto-lei 16 A/95 das disposições administrativas, que desobriga o trabalhador a obedecer a uma instrução que infringe a lei como a censura, claramente condenada pela lei constitucional e a lei de imprensa.»
Ernesto Bartolomeu agradece o apoio que recebeu
O dia 5 de maio de 2008 ficará marcado para angolano como o dia do “afunda”. É isso mesmo! Jogar bem lá no fundo a auto-estima do telespectador que já se encontrava em níveis baixíssimos e, naturalmente, aumentar a melancolia da população.
A Direção da Televisão Pública de Angola (TPA), que deveria ser educativa, mas que adora passar telenovelas, esse poderoso programa de aculturação, que violenta as leis de boa educação e serve como instrumento de manipulação e desviar atenção de problemas vitais, suspendeu, nessa data, Ernesto Bartolomeu, vedeta do telejornalismo, só porque, durante uma sessão enquadrada na celebração do dia mundial de imprensa, ficou subentendida, na sua intervenção, nas entrelinhas, a censura reinante na Televisão Pública Angolana (TPA). Na verdade todo mundo já disso!.
Ernesto Bartolomeu fazia a alegria dos jovens e adultos. Muitos o classificam como possuidor de “estilo singular, empolgante, voz metálica, sempre vestido a rigor, de forma elegante, com gravata cada dia variada a gosto de jovens telespectadores”. Agora, os telespectadores, aqueles que ainda conseguem se ligar nela, depois do telejornal, ficam com cara de quem comeu funge com beringela e não gostou.
Ontem, os angolanos na diáspora (só os da diáspora mesmo) expressamos a solidariedade ao jornalista, que foi publicada no portal de notícias Club-k-net-angola.com e ele acusou a recepção da mesma e de outras também. Já que Bartolomeu não possui mais espaço na TV, aqui, entretanto, no espaço democrático, é diferente. Reproduzimos a mensagem vibrante e comovente de agradecimento pela solidariedade recebida de todos angolanos "do eixo do bem". O bem sempre triunfará.
Caros Compatriotas
Em meu nome e dos milhares dos que como eu pensam venho manifestar a minha eterna gratidão, por todas as mensagens de solidariedade que me têm chegado de todos os sectores da sociedade angolana e em particular do mundo acadêmico e dos órgãos de comunicação social angolanos nesta hora em que os meus direitos descritos na constituição Angolana estão a ser violados, esperando que o bom senso venha a prevalecer, e que sejamos respeitados como homens e servidores públicos. Ainda não está concluído o inquérito que me foi instaurado pelo aguardo com ansiedade o seu desfecho. De qualquer forma não posso deixar de agradecer uma vez mais a solidariedade que vem de todo o lado. Que Deus vos abençoe e vos guie.
ERNESTO BARTOLOMEU
Fonte: http://cangue.blogspot.com/
Comentário:Esta notícia caiu como uma BOMBA na redacção do EIXO DO MAL do Jornal de Angola.Perante tudo que foi dito na troca de acusações entre o Jornal de Angola e orgãos de comunicação portugueses, como o Jornal Público, Expresso e SIC através do programa eixo do mal, onde o inúti jornal angolano acusava-os de serem uns jornalistas idiotas a mando de uma quadrinha de patrões, como Belmiro de Azevedo e Pinto Balsemão, a situação do jornalista angolano Ernesto Bartolomeu, surgiu em boa hora para o esclarecimento da opinião pública e em má hora para o jornalista como profissional com direito exprimir a sua opinião.
Num país, segundo o jornaleco angolano todos têm a liberdade de expressão, e conforme os factos comprovam, o dito jornaleco MENTE COM TODOS OS DENTES QUE TEM NA BOCA, os quais, já não devem ser nenhuns, pois as mentiras já são tantas, já devem estar desdentados.Daí provávelmente a origem do veneno odioso e raivoso com que certos jornalistas subjugados ao poder, usam e servem-se da imprensa para lançar as suas flechas venenosas, contra todos aqueles que têm a coragem de públicamente e mundialmente (Bob Geldof) afirmarem que em Angola são todos uma cambada de Criminosos, onde não há liberdade de opinião e restrições à liberdade de imprensa e cívica.
Num país, onde todos os poderes de decisão passam pelo controle do poder do Presidente da Nação José Eduardo dos Santos, será para todos nós mais fácil, saber quem foi o autor mandatário da suspensão do jornalista da TPA Ernesto Bartolomeu, e quais os motivos que levaram a tomar tal decisão.
Chegou a hora de dizer basta, a esta cambada de criminosos ditadores, de democráticos não têm nada.Muito menos, sabem qual é o significado da palavra DEMO CRACIA.Muito menos, jamais algum dia, com este tipo de orgãos de decisão, que não sabem aceitar uma crítica, Angola alcançará a DEMOCRACIA.Tudo que disserem para venderem ao povo angolano, através dos orgãos de comunicação como o J.A e a TPA, é uma FRAUDE, é um acto de insubordinação e de violação dos direitos e do dever de informar o povo angolano independentemente das diferenças apresentadas. Todo o cidadão tem o direito e o dever de manifestar-se livremente contra quem desgoverna e corrompe em prol de uma minoria, no lugar de governar em prol do povo na sua maioria.
Provávelmente certos orgão de comunicação social angolanos, não devem saber o que significa " serviço público de informação".Alguém do jornal Expresso ou do Jornal Público deveria ir Angola dar umas acções de formação sobre a liberdade de imprensa.Porque não, aproveitarem a onda, e convidarem os idiotas do eixo do mal, para uma série de programas, cujo objectivo era ensinarem e educarem o povo angolano relativamente ao serviço público de informar a que todos têm direito.
Estes criminosos deviam sentar-se no banco dos réus, num julgamento popular.
Votem nesta cambada e vão continuar a sofrer, na miséria, na escravatura...
Diz o velho ditado:Pau que nasce torto, tarde ou nunca se endireita...
Em Angola o pau (J.E/MPLA) nem tarde nem nunca se endireitarão (desgovernam)...São muitos anos de VÍCIOS dos VICIOSOS
Ernesto Bartolomeu, vedeta do telejornal na TPA, está suspenso desde 5 de Maio último por alegada quebra do «sigilo profissional».«Foi-lhe instaurado um processo administrativo interno», segundo a chefe do gabinete jurídico da TPA, Antónia Pacavira, negando a versa da «suspensão» referida na média privada no último fim-de-semana.
A mesma responsável indicou no entanto que não aceitava entrar mais em pormenores «num processo que está a correr os seus trâmites».
De facto, o jornalista em causa há mais de uma semana não aparece no écran a apresentar, o noticiário televisivo, com o seu singular estilo empolgante, voz metálica, vestido a rigor elegante com gravata cada dia variada a gosto dos jovens telespectadores.
Também, desligou o seu telemóvel, por verosímil cautela para com sua delicada condição conjuntural.
Indignação
O processo instaurado contra si deveu-se a esta saída, tendo já provocado a indignação do secretário para a organização do Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA), Mário Maiato.
«A direcção da TPA evocou a insubordinação do jornalista com base no artigo 46, alínea d da Lei Geral do Trabalho, acusando-o de ter violado “o sigilo profissional”. Já com esta acusação, a direcção da TPA admite a existência a existência da censura», lamentou o sindicalista.
Reforçou, focando «o decreto-lei 16 A/95 das disposições administrativas, que desobriga o trabalhador a obedecer a uma instrução que infringe a lei como a censura, claramente condenada pela lei constitucional e a lei de imprensa.»
Ernesto Bartolomeu agradece o apoio que recebeu
O dia 5 de maio de 2008 ficará marcado para angolano como o dia do “afunda”. É isso mesmo! Jogar bem lá no fundo a auto-estima do telespectador que já se encontrava em níveis baixíssimos e, naturalmente, aumentar a melancolia da população.
A Direção da Televisão Pública de Angola (TPA), que deveria ser educativa, mas que adora passar telenovelas, esse poderoso programa de aculturação, que violenta as leis de boa educação e serve como instrumento de manipulação e desviar atenção de problemas vitais, suspendeu, nessa data, Ernesto Bartolomeu, vedeta do telejornalismo, só porque, durante uma sessão enquadrada na celebração do dia mundial de imprensa, ficou subentendida, na sua intervenção, nas entrelinhas, a censura reinante na Televisão Pública Angolana (TPA). Na verdade todo mundo já disso!.
Ernesto Bartolomeu fazia a alegria dos jovens e adultos. Muitos o classificam como possuidor de “estilo singular, empolgante, voz metálica, sempre vestido a rigor, de forma elegante, com gravata cada dia variada a gosto de jovens telespectadores”. Agora, os telespectadores, aqueles que ainda conseguem se ligar nela, depois do telejornal, ficam com cara de quem comeu funge com beringela e não gostou.
Ontem, os angolanos na diáspora (só os da diáspora mesmo) expressamos a solidariedade ao jornalista, que foi publicada no portal de notícias Club-k-net-angola.com e ele acusou a recepção da mesma e de outras também. Já que Bartolomeu não possui mais espaço na TV, aqui, entretanto, no espaço democrático, é diferente. Reproduzimos a mensagem vibrante e comovente de agradecimento pela solidariedade recebida de todos angolanos "do eixo do bem". O bem sempre triunfará.
Caros Compatriotas
Em meu nome e dos milhares dos que como eu pensam venho manifestar a minha eterna gratidão, por todas as mensagens de solidariedade que me têm chegado de todos os sectores da sociedade angolana e em particular do mundo acadêmico e dos órgãos de comunicação social angolanos nesta hora em que os meus direitos descritos na constituição Angolana estão a ser violados, esperando que o bom senso venha a prevalecer, e que sejamos respeitados como homens e servidores públicos. Ainda não está concluído o inquérito que me foi instaurado pelo aguardo com ansiedade o seu desfecho. De qualquer forma não posso deixar de agradecer uma vez mais a solidariedade que vem de todo o lado. Que Deus vos abençoe e vos guie.
ERNESTO BARTOLOMEU
Fonte: http://cangue.blogspot.com/
Comentário:Esta notícia caiu como uma BOMBA na redacção do EIXO DO MAL do Jornal de Angola.Perante tudo que foi dito na troca de acusações entre o Jornal de Angola e orgãos de comunicação portugueses, como o Jornal Público, Expresso e SIC através do programa eixo do mal, onde o inúti jornal angolano acusava-os de serem uns jornalistas idiotas a mando de uma quadrinha de patrões, como Belmiro de Azevedo e Pinto Balsemão, a situação do jornalista angolano Ernesto Bartolomeu, surgiu em boa hora para o esclarecimento da opinião pública e em má hora para o jornalista como profissional com direito exprimir a sua opinião.
Num país, segundo o jornaleco angolano todos têm a liberdade de expressão, e conforme os factos comprovam, o dito jornaleco MENTE COM TODOS OS DENTES QUE TEM NA BOCA, os quais, já não devem ser nenhuns, pois as mentiras já são tantas, já devem estar desdentados.Daí provávelmente a origem do veneno odioso e raivoso com que certos jornalistas subjugados ao poder, usam e servem-se da imprensa para lançar as suas flechas venenosas, contra todos aqueles que têm a coragem de públicamente e mundialmente (Bob Geldof) afirmarem que em Angola são todos uma cambada de Criminosos, onde não há liberdade de opinião e restrições à liberdade de imprensa e cívica.
Num país, onde todos os poderes de decisão passam pelo controle do poder do Presidente da Nação José Eduardo dos Santos, será para todos nós mais fácil, saber quem foi o autor mandatário da suspensão do jornalista da TPA Ernesto Bartolomeu, e quais os motivos que levaram a tomar tal decisão.
Chegou a hora de dizer basta, a esta cambada de criminosos ditadores, de democráticos não têm nada.Muito menos, sabem qual é o significado da palavra DEMO CRACIA.Muito menos, jamais algum dia, com este tipo de orgãos de decisão, que não sabem aceitar uma crítica, Angola alcançará a DEMOCRACIA.Tudo que disserem para venderem ao povo angolano, através dos orgãos de comunicação como o J.A e a TPA, é uma FRAUDE, é um acto de insubordinação e de violação dos direitos e do dever de informar o povo angolano independentemente das diferenças apresentadas. Todo o cidadão tem o direito e o dever de manifestar-se livremente contra quem desgoverna e corrompe em prol de uma minoria, no lugar de governar em prol do povo na sua maioria.
Provávelmente certos orgão de comunicação social angolanos, não devem saber o que significa " serviço público de informação".Alguém do jornal Expresso ou do Jornal Público deveria ir Angola dar umas acções de formação sobre a liberdade de imprensa.Porque não, aproveitarem a onda, e convidarem os idiotas do eixo do mal, para uma série de programas, cujo objectivo era ensinarem e educarem o povo angolano relativamente ao serviço público de informar a que todos têm direito.
Estes criminosos deviam sentar-se no banco dos réus, num julgamento popular.
Votem nesta cambada e vão continuar a sofrer, na miséria, na escravatura...
Diz o velho ditado:Pau que nasce torto, tarde ou nunca se endireita...
Em Angola o pau (J.E/MPLA) nem tarde nem nunca se endireitarão (desgovernam)...São muitos anos de VÍCIOS dos VICIOSOS



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