Sábado, 31 de Maio de 2008

O que se pode ler na imprensa estrangeira sobre Angola

(clicar em cima das imagens para ampliar facilitando a leitura)




Nota: O artigo não foi traduzido propositadamente, para evitar más interpretações, devido à tradução.Assim, fica o seu registo na íntegra.

Peço desculpa pelo inconveniente que o artigo pode acarretar para todos aqueles que não dominam a língua inglesa

Estudo do mercado - Sondagem

Destaque: África Minha no Global Voice


Sub-Saharan Africa

Cazimar divulga a notícia de que o navio chinês An Yue Jiang teve autorização para atracar no porto de Luanda para descarregar mercadorias que eram destinadas a Angola. A blogueira então pergunta ao presidente angolando José Eduardo dos Santos para que ele precisa de armas e chama o povo para a reação: “Angolanos, cuidado com a entrega das armas.O feitiço pode estar prestes a virar-se contra o feiticeiro.As armas, são a única garantia da vossa independência (pela qual lutaram ), contra esta corja de ditadores e negociadores corruptos.Eles estão a desamar-vos, para puderem massacrar-vos.A arma do voto, vai ser uma FARSA.Um espectáculo de circo made in China, idêntico ao Zimbabu e Quénia”.


A mesma versão em Inglês

Cazimar [pt] echoes the news that the Chinese An Yue Jiang ship was allowed to dock in Luanda only to unload merchandise destined for Angola. The blogger asks Angolan president José Eduardo dos Santos why he wants weaponry and call people to react: “Be careful with this delivery of weapons. You may be backfired. The weapons are your only guarantee of your independence (for which you fought), against this gang of dictators and corrupt negotiators. They'll try to disarm you, so that they can massacre you. The voting weapon will be a farce. A circus made in China, similar to Zimbabwe and Kenya.”

Públicamente deixo aqui expresso, os meus agradecimentos a Paula Góes e ao Global Voices pela atenção dispensada a este espaço.Prometendo continuar a divulgar para o bem e para o mal, todos os factos que entender ser relevantes no sentido de contribuir para uma visão de Angola, sem restrições à liberdade de expressão e livre circulação de opinião.Sem tabús e esquemas de marketing partidários.

Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

Produção de diamantes ultrapassa 10 milhões de kilates

Fonte: Jornal de Angola

A produção de diamantes no país poderá este ano ultrapassar os 10 milhões de kilates e dar receitas acima de 1,4 biliões de dólares ao Estado, contra os 9,7 milhões de kilates e 1,3 biliões de dólares produzidos o ano transacto.
O anúncio foi feito quarta-feira, na cidade japonesa de Yokhohama, pelo administrador de Planeamento Estratégico e Investimentos da Empresa Nacional de Diamantes (ENDIAMA), Tiago Dias.
Em declarações à imprensa angolana, que cobre a IV Conferência Internacional de Tóquio para o Desenvolvimento de África (TICAD IV), Tiago Dias disse que a sua missão no Japão tem, sobretudo, o objectivo de cativar o empresariado japonês a investir no sector diamantífero angolano, sobretudo ao nível das novas tecnologias de exploração de diamantes.
A ENDIANA abriu uma exposição, no stand de Angola em Yokohama, ilustrando uma série de produtos do sector. A feira está montada num dos pavilhões anexos ao local onde decorre a Conferência África/Japão.
“Esperamos que a nossa presença nesta feira possa incentivar parcerias no futuro com o Japão” afirmou Tiago Dias, que disse reconhecer no Japão um consumidor por excelência de diamantes.
A Komatsu e Hitachi, duas empresas japonesas com grandes tradições na construção de equipamentos muito utilizados na indústria diamantífera e no processo de desminagem, respectivamente, poderão estabelecer nos próximos tempos contratos para o fornecimento dos referidos equipamentos ao país.
A aquisição dos referidos equipamentos, segundo o responsável da Endiama, justifica-se pelo facto de estar em curso o processo de desminagem, de reconstrução de infra-estruturas, e também por haver perspectivas da actividade de prospecção e exploração diamantífera no país poder ser desenvolvida um pouco por todo o território nacional.
Tiago Dias disse que só o facto de Angola ser um país rico em diamantes e ocupar o 3º lugar na produção de diamantes a nível do continente, depois da África do Sul e Botswana, serve de garantia para que os empresários japoneses e não só venham ao país investir no sector.
“Num país virgem como é Angola temos necessidade de parceiros estrangeiros com capacidade, sobretudo financeira e técnica, para nos ajudarem a explorar os vastos campos de ocorrências diamantíferas”, afirmou Tiago Dias.
Sublinhou que contrariamente a outros países africanos concorrentes na exploração de diamantes (África do Sul e Botswana), Angola leva vantagem porque para além de se dedicar à exploração de kimberlitos (diamantes de pequenas dimensões utilizado para fins industriais), também detém a exploração dos diamantes jóia, bastante procurados por países ricos para satisfazer a demanda das celebridades.




Comentário:Ora aqui está, uma grande notícia.Daquelas de encher os olhos cheios de Brilhos e Brilhantes.Resta saber quais são os bolsos e cofres dos beneficiários directos de tanta produção e fortuna.Eu cá aposto, nos beneficiários do costume.Família real e seus herdeiros, os camaradas do MPLA, os generais da FAA, os amigos russos, os amigos israelitas, os amigos do Roque, os amigos banqueiros portugueses, entre muitos outros habituais nestas andanças dos brilhantes.Excluindo do lote dos "gatunos", os angolanos garimpeiros, donos do seu próprio país e terras, arriscando a vida em terras minadas (futuramente serão expropriadas pelo Estado) ao serem detectados são presos e mortos (segurança privada dos capitalistas) pela acusação de violação às riquezas dos cofres do Estado.

Concluindo, os engenhocas pensadores da ENDIANA, pretendem satisfazer os caprichos da demanda das celebridades dentro da elite angolana e fora dela.Os prejudicados de sempre, ficam a chuchar no dedo, caso portem-se mal, levam um tiro e vão directos para o inferno sem direito a apelo ou a julgamento.

Por falar em diamantes, uma curiosidade interessante, ao qual gostaria de estabelecer um paralelo: o tráfico de droga enche as páginas dos jornais e outros medias mundiais, ao contrário do tráfico dos diamantes, raramente se conhecem ou se divulgam notícias sobre o seu tráfico.

Por favor expliquem-me, pois eu sou muito ingénua nesse assunto.

Zimbabwe - Regime de Harare Condenado Universalmente

Fonte: Canal de Moçambique

Membros do MDC Raptados * Nações Unidas Chocadas com Onda de Violência e Intimidação * Imprensa Independente Alvo de Ataques * Zâmbia Adverte Regime da ZANU-PF

Joanesburgo - Shepherd Jani, tesoureiro provincial do Movimento para a Mudança Democrática (MDC) e candidato deste partido às eleições legislativas realizadas Março último no Zimbabwe, foi encontrado morto numa propriedade agrícola em Goromonzi, nas proximidades de Harare. Jani havia sido raptado há uma semana por 4 homens que o forçaram a entrar num veículo. Suspeita-se que a mesma viatura foi utilizada no rapto de Langton Mafuse, um outro candidato do MDC às eleições de 29 de Março. O paradeiro de Mafuse permanece desconhecido.
O rapto de Jani ocorreu dois dias após um comício político organizado pela ZANU-PF em Murehwa, durante o qual um membro do partido de Robert Mugabe no poder em Harare ameaçou matar os filhos de dirigentes do MDC. Falando em língua ciShonha, o responsável da ZANU-PF disse na ocasião que “os filhos das cobras também são cobras” (Vana ve nyoka inyoka wo futi). Discursando no mesmo comício, um veterano de guerra asseverou que “o MDC nunca iria governar o Zimbabwe”. A ZANU-PF é referida como tendo montado uma base em Murehwa, a partir da qual são organizadas campanhas de intimidação contra aldeões, e membros e simpatizantes do maior partido da oposição lisderado por Morgan Tsvangirai.

Nações Unidas, «Repórteres Sem Fronteira» condenam violência

Louise Arbour, alta comissária das Nações Unidas para os refugiados, condenou de forma vigorosa a matança de activistas da oposição no Zimbabwe, e a campanha de intimidação em curso contra pessoal ao serviço de organizações não-governamentais, defensores dos direitos humanos e outros membros da sociedade civil. Louise Arbour manifestou-se chocada pelas notícias que davam conta da descoberta dos corpos de activistas do MDC, incluindo o de Shepherd Jani. Ela instou o regime de Harare a “investigar e a processar judicialmente” os responsáveis pelas atrocidades que têm vindo a ter lugar em várias partes do Zimbabwe na sequência da derrota eleitoral sofrida pela ZANU-PF.
A organização, «Repórteres Sem Fronteira (RSF)», condenou o uso da violência contra a imprensa independente do Zimbabwe. A posição assumida pela RSF segue-se ao confisco de 60.000 exemplares do jornal «The Zimbabwean On Sunday», e que foram posteriormente destruídas pelo fogo no dia 24 do corrente. O jornalista Sydney Saize foi brutalmente agredido na cidade de Mutare no dia 18.
Aquela organização (RSF) acusou frontalmente o regime de Harare de violação de compromissos nacionais e internacionais, prendendo arbitrariamente jornalistas e agredindo outros. A RSF disse que os ataques contra a imprensa independente estavam a ser lançados por homens armados de espingardas automáticas AK-47, e que se faziam transportar em viaturas de tracção às quatro rodas.

Governo Zambiano adverte regime de Mugabe

Um porta-voz do governo zambiano manifestou “consternação e profunda preocupação pelos ataques desenfreados contra o chefe de Estado da Zâmbia e presidente em exercício da SADC” lançados pelo ministro da justiça do regime de Harare, Patrick Chinamasa, e amplamente divulgados pela imprensa tutelada pela ZANU-PF. De acordo com o porta-voz, “esses ataques contra a Zâmbia e os seus dirigentes, têm, lamentavelmente, o enorme potencial de prejudicar as calorosas e cordiais relações existentes entre as duas Repúblicas irmãs.”
O mesmo porta-voz zambiano disse que o regime de Harare “devia exercer o máximo de contenção, especialmente nos momentos difíceis da história do Zimbabwe, ao se relacionarem com os Estados membros da SADC, incluindo a Zâmbia, no tocante à manutenção da paz, da segurança e da estabilidade na região.”
Na sequência dos ataques verbais que o regime de Harare tem dirigido contra individualidades nacionais e estrangeiras, o referido ministro foi citado pelo matutino oficioso, «The Herald», a manifestar o seu “desapontamento em relação ao chefe de Estado zambiano, Levy Mwanawasa, por, alegadamente não ter solicitado à Inglaterra, enquanto presidente em exercício da SADC, a pôr termo às sanções decretadas contra o regime no poder no Zimbabwe. Anteriormente, o regime de Harare criticara a decisão do presidente zambiano em convocar uma cimeira de chefes de Estado e do governo da SADC para discutir a crise política no Zimbabwe depois das eleições de 29 de Março último.


Comentário:Relativamente a este assunto, sobre as loucuras do ditador não vou acrescentar mais nada, a não ser :

- Não se passa nada.Está tudo controlado nos países africanos progressistas onde imperam as "ditaduras democráticas de fachada".Comecem a contabilizar os mortos, perseguidos, desaparecidos, maltratados.Quando chegarem ao final da contabilização hão-de verificar que na verdade, internacionalmente andam todos a inventar imagens, sons e letras sobre os países dos ditadores.Especialmente para todos aqueles, que os seguem e acreditam cegamente nesses sistemas, o meu "bem hajam" por serem amigos e defensores deles, pois será um prazer ver-vos lado a lado com eles, na foto da vossa desgraçada maldição quando chegar o dia da "Derrocada do Inferno Mugabe".

Designações e aparências

(clicar na imagem para ampliar)




NOVAS QUALIFICAÇÕES (CENTROS NOVAS OPORTUNIDADES)



*- Especialista de Fluxos de Distribuição (paquete)

*- Supervisora Geral de Bem-Estar, Higiene e Saúde ( mulher da limpeza)

*- Coordenador de Fluxos de Entradas e Saídas (porteiro)

*- Coordenador de Movimentações e Vigilância Nocturna ( segurança)

*- Distribuidor de Recursos Humanos ( motorista de autocarro)

*- Especialista em Logística de Combustíveis ( empregado da bomba de gasolina)

*- Assessor de Engenharia Civil ( trolha)

*- Consultor Especialista em Logística Alimentar ( empregado de mesa )

*- Técnico de Limpeza e Saneamento de Vias Públicas (varredor)

*- Técnica Conselheira de Assuntos Gerais ( cartomante/taróloga )

*- Especialista em Logística de Produtos Químico-Farmacêuticos (traficantede droga )

*- Técnico de Marketing Direccionado ( vigarista)

*- Técnica Especialista em Terapia Masculina (prostituta)

*- Técnica Especialista em Terapia Masculina Sénior ( prostituta de luxo )

*- Coordenador de Fluxos de Artigos (receptor de artigos roubados )

*- Técnico Superior de Distribuição de Artigos Pessoais (carteirista)

*- Técnico de Redistribuição de Rendimentos ( ladrão)

*- Técnico Superior Especialista de Assuntos Específicos Não Especializados ( político)



Faça a sua escolha no quadro de qualificações que melhor se adequa ao seu perfil.Inscreva-se no Centro de Oportunidades da sua área de residência.

Boa sorte !!!

Quinta-feira, 29 de Maio de 2008

Ulrich diz que não há corrupção em Angola

Fonte:Jornal de Negócios


O presidente do BPI, banco presente em Angola desde 1996, diz que não há corrupção no país. Em entrevista ao "Diário Económico", Fernando Ulrich considera que as declarações polémicas de Bob Geldof "não têm sentido nenhum".

Questionado sobre a polémica recente à volta das declarações de Bob Geldof, que num envento promovido pelo BES em Lisboa disse que "Angola é um país gerido por criminosos", Ulrich diz que as declarações "não têm sentido nenhum".

O BPI tem em Angola o Banco Fomento e Angola, sendo este o seu principal activo internacional. Actualmente, o banco está em negociações com a empresa estatal angolana Sonangol para a venda de uma posição de 49% no BFA.

Fernando Ulrich diz que a experiência do BPI em Angola não mostra um país corrupto.

"O BPI nunca pagou nada a ninguém para obter nada em troca como nem nunca ninguém nos pediu nada para fazer o que quer que fosse em troca", disse ao "Diário Económico".

Ulrich desvaloriza também o facto da petrolífera estatal Sonangol ter tirado as contas do BFA por este não ter suportado as condições de uma operação de financiamento para o Estado angolano.

"Isso também já me aconteceu em Portugal com entidades públicas e privadas que não gostaram de alguma coisa que eu fiz ou que não fiz", conta o responsável.




Comentário:Mais um lambe botas do tapete que pisa o poder em Angola.Estes presidentes pensam que o povo português e o povo angolano (já para não falar dos outros povos) são todos uma cambada de ignorantes e cegos, ao prestar este tipo de declarações, mais não está a querer passar um atestado de insenilidade a si próprio e aos interesses que ele está a defender em Angola desde 1996, tão sómente porque Angola é o seu PRINCIPAL ACTIVO INTERNACIONAL encontrando-se neste momento em negociações com a Sonangol/Estatal que é tão só, a companhia mais produtiva na economia angolana, mas também cujos os poderes administrativos pertencem a José Eduardo dos Santos e à sua filha.Portanto este tipo de presidentes, não precisa de baixar as calças até ao limite do ridículo, para vir para a praça pública mostrar o fundilho das suas cuecas impergnadas de corrupção e demasiadamente fedorentas.Só não sente o cheiro, quem comer e deixar-se cegar com tanta porcaria junta.

Compreende-se, que este tipo de presidentes queira vender o seu "peixe corrupto" aos amigos que detêm o poder económico em Angola.Mas ultrapassa a barreira do razoável, ao querer tentar vender esse mesmo peixe noutros mercados, pois corre o risco de ser catalogado como um reles feirante "cigano" a tentar vender gato por lebre.

Senhores presidentes dos bancos, vendam os vossos peixes podres aos vossos amigos criminosos angolanos, e façam um favor a eles "representem o melhor que podem e sabem, os vossos papéis de palhaços em nome dos corruptos angolanos".

Senhores presidentes dos bancos, a Sonangol/Estatal tirou as suas contas dos vossos bancos, onde os senhores nunca viram acções de corrupção, mas que agora os senhores necessitam de baixar as cuecas para "mendigar" uma posição priveligiada, cujo alguns dos vossos bancos já ocuparam.Porque será ?

Se usam a praça pública para mendigar e tentar lavar a opinião corrupta que Angola ocupa, é fácil de imaginar os níveis de corrupção que os vossos bancos devem previlegiar aos depósitos da Sonangol/Estatal e respectivas famílias.

Senhores presidentes dos bancos, graças a muitos dos senhores e à filha do presidente JES e do seu amigo Amorim, estes abriram um banco (BIC) só para eles (fintaram-vos).Nesse banco privado, só para eles, podem lavar o dinheiro da corrupção com a conivência do tráfico de influências de grandes grupos empresariais exercida em Portugal.Antes da existência deste banco (BIC), era nos vários bancos que estas transacções eram feitas.Só os ignorantes e ciganos como os senhores é que pensam e julgam que a opinião pública adormece em cima das vossas larachas de mendigos.

Senhores presidentes dos bancos, na vossa maneira de verem e pensarem em Angola não há corrupção, provávelmente ela existirá em Portugal, onde os vossos bancos ou são parte integrante ou pretendem ser integrados.Coisa que os senhores nunca viram, nem sequer sabem que somas avultadas de dinheiro, geram corrupção.

Chorem filhos!!! Chorem pela Mãe África

Nunca viram corrupção em Angola, e agora aparecem muitos presidentes e accionistas dos bancos a chorarem na praça pública a pedirem aos corruptos da Sonangol/Estatal « Voltem para os nossos bancos !!! Estão perdoados !!!»

Cambada de corruptos.Até nas palavras se nota quem eles são.

RELATÓRIO DA AMNISTIA INTERNACIONAL RECONHECE PROGRESSOS MAS...

Fonte:VOA


A Amnistia Internacional (AI) reconheceu melhorias em Angola, mas voltou a constatar que defensores e organizações de direitos humanos foram vítimas de ameaças e de crescente intimidação.

O último relatório desta organização independente, referente ao ano de 2007, refere que a liberdade de expressão foi restringida e que um jornalista foi preso enquanto que outros dois ficaram detidos quando faziam uma reportagem sobre desalojamentos forçados no bairro Iraque .

A (AI) constata ainda que houve casos de expulsões forçadas e de violações de direitos humanos cometidas pela Polícia embora reconheça que tenha sido em níveis menos elevados do que em anos anteriores.

Reporta a rebelião na Cadeia Central de Luanda que deixou mortos e feridos, sobre a qual diz que «houve controvérsias sobre o número de mortos». Sobre este assunto a AI diz que os familiares dos presos que tentaram fazer uma passeata até ao Palácio Presidencial, « impedidos pela Polícia».

Para a AI, não obstante ter havido uma diminuição no número de vítimas de desalojamentos forçados «o risco dessas expulsões continuou a existir». Reconhece que algumas das pessoas despejadas à força em 2007 foram realojadas, mas mesmo assim afirma que o Governo se «empenhou muito pouco e, em alguns casos, nem tentou realojar ou oferecer compensação às centenas de famílias que foram expulsas.»

Segundo a AI, as mesmas pessoas continuaram desabrigadas, vivendo nas ruínas de suas casas e correndo o risco de serem novamente expulsas.

O relatório constata ainda que a Polícia cometeu diversas violações de direitos humanos, como detenções e prisões arbitrárias, torturas e maus-tratos, que ocasionaram a morte de pessoas sob custódia.


Reporta o caso do cidadão Francisco Levi da Costa acusado de tentar roubar três caixas de peixe que teria sido golpeado na cabeça tendo morrido dentro da cela A AI diz que «ninguém foi preso em conexão com sua morte».

Os defensores de direitos humanos, refere o relatório, enfrentaram crescente intimidação e ameaças bem como diversas ONG’s que foram acusadas de incitar a violência pondo em causa o exercício de suas actividades.

São os casos da Associação de Justiça, Paz e Democracia (AJPD), a Mãos Livres, a Fundação Open Society e a SOS-Habitat.

O relatório denuncia também que as autoridades angolanas expulsaram «com violência milhares de imigrantes congoleses, das áreas de extracção de diamantes no norte de Angola para a República Democrática do Congo». Segundo a AI «muitas das mulheres imigrantes expulsas foram estupradas pelos militares angolanos durante a expulsão».




Comentário: O lado negro do cardápio do progresso de marketing de Angola.

Paradigma, um cidadão anónimo rouba três caixas de peixe, e é morto, inclusive ninguém é culpabilizado ou responsabilizado pela sua morte.A máfia dos criminosos que ocupam e convivem (generais das FAA e forças policiais) com o poder, roubam e matam dessenfreadamente e descaradamente pessoas e os cofres e riquezas de Angola, todo o povo sabe quem são.Uma dessas pessoas, dá pelo nome Isabel dos Santos filha do Presidente JES, e ninguém a prende nem a condena à morte por roubos a milhões de angolanos. Sem falar da restante filharada e mulherada que compõe o reino de JES.

A justiça em Angola, é feita na base de « uns serem filhos - pertencentes às boas famílias e ao poder - demasiadamente ricos que roubam para investir em bancos privados e outros serem enteados - pertencentes ao povo - demasiadamente pobres que roubam para sobreviver e alimentar os seus filhos e família ».

Outra situação alarmante do cardápio negro do progresso de Angola, é constatarmos que as « autoridades angolanas TAMBÉM EXPULSAM OS CONGOLESES das áreas de extracção de diamantes no norte de Angola», à semelhança do que está acontecer na África do Sul.Provávelmente o ANC de Zuma, seguiu as indicações do seu amigo JES, colaborante e pagante activo da campanha de Zuma, na subida ao poder na África do Sul.

O resumo deste cardápio negro do progresso de Angola, elaborado pela AI, pode ajudarmos a concluir, que todas as barbariedades, violações, ameaças, intimidações, perseguições, expulsões etc., têm um rosto.Um rosto militar, vestido com as fardas das FAA dos generais da corrupção, e das forças policiais (comandantes).O rosto que protege o poder dos ataques do povo, à ganância presidencial.O rosto, que recebe e manda executar as ordens de José Eduardo dos Santos, pois como é sabido, o presidente controla todos os poderes do país do Progresso só para os ricos

É por estas e por outras que o poder JES, manda encerrar ou manda perseguir todas as delegações pertencentes a organismos humanimários nacionais e internacionais que estejam a trabalhar directamente com o povo, onde a sua visão é real e cruel, e segundo JES e o MPLA estão apostados em DENEGRIR A IMAGEM DE ANGOLA, tal como fez Bob Geldof ao dizer "Angola é gerida por criminosos".

Ainda acreditam, que em Angola as eleições vão ser Justas e Democráticas ?

Mais de 32 000 regressaram a Moçambique

Fonte: BBC

Mais de 32 000 pessoas regressaram já a Moçambique, fugindo à violência xenófoba que há duas semanas deflagrou na vizinha África do Sul.

O governo moçambicano, activou o Instituto Nacional de de Gestão de Calamidades Naturais para reponder ao êxodo dos seus cidadãos, tendo levantado campos de acolhimento transitórios e transporte áté ás suas aldeias de origem.

O governo sul-africano negou entretanto que esteja a montar imensos campos para imigrantes ou refugiados visando abrigar milhares de estrangeiros que fogem aos recentes ataques.

Agências de auxílio dizem que o governo vai anunciar planos para estabelecer sete campos para acolher 70 000 pessoas.

Mas uma porta-voz do Ministério do Interior disse que em vez disse vão ser erigidos abrigos temporários para albergar 2000 pessoas. Um anúncio formal será feito esta quinta-feira.

Entretanto, as Nações Unidas revelou que está a apoiar os esforços de assitência humanitária.

Adiantou estar a conduzir um uma pesquisa sobre as condições existentes nas esquadras da polícia e nas câmaras municipais onde presentemente vivem os deslocados, disse à BBC, George Nsiah, porta-voz da ONU.

Condições

Entretanto, a instituição médica internacional, Médicos Sem Fronteiras alertou que as condições sanitárias não são as adequadas.

A Directora de Comunicações da instituição Médicos Sem Fronteiras, Alexandra Vilas Boas, explicou à BBC para África em que condições vivem os emigrantes.

“As pessoas que fugiram da violência estão agrupadas em esquadras de polícia, igrejas e centros comunitários, sítios que não estão preparados para receber um grande número de pessoas”

“As condições são precárias, as pessoas dormem ao relento, as condições de higiene não são adequadas e o sistema de saneamento não adequado”.



Comentário:Onde foi que muitos de nós, já vimos e vivemos estas cenas deploráveis.Cenas que incomodam muita gente, mas ao que parece aos países onde reina a desgovernação, não só, não os incomoda, como ainda são capazes de atirar areia para os olhos, e dizer que « está tudo bem e tudo controlado», quando na prática é precisamente ao contrário.Pois a maioria destes países são os habituais violadores e desrespeitadores dos direitos humanos, mesmo contra o seu próprio povo.

Comparem o conteúdo do artigo da BBC com as imagens do vídeo em anexo.Verifiquem se o êxodo e os moldes da fuga de uns outrora, não é semelhante aos dos 32.000 moçambicanos no presente.Entre uma realidade e outra, só se passaram na medida do tempo, pouca coisa, como trinta e três (33) anos e ambas continuam actuais.Ironias e partidas do tempo dos homens desgovernados dos países africanos. Vamos lá gente, dançar o bailinho da madeira à moda dos ditadores africanos. «Hoje és tu.Amanhã sou eu...»





Colocado por kutemba

Quarta-feira, 28 de Maio de 2008

É tudo uma cabala montada para denegrir os governantes e o MPLA

Fonte original: Diário de Notícias (PT)

Rita Gonçalves

Fonte de recolha: angolaxyami

Img: Club-k

Luanda cidade miserável e a milionária, condomínios de luxo e musseques

Bob Gedolf veio a Portugal dizer que as casas em Luanda são mais caras do que em Londres. As autoridades angolanas ripostaram violentamente. O BN foi saber de que fala o cantor irlandês.

Empreendimentos de luxo nascem ao lado dos musseques

Indiferente à pressão dos musseques (bairros de lata) que cercam a cidade, nasce mais um prédio de luxo no centro de Luanda. Com 24 andares e 150 metros de altura, o edifício Espírito Santo custou ao grupo português liderado por Ricardo Salgado 115 milhões de euros. Tem uma zona comercial, com lojas e esplanadas, e escritórios, entre o quarto e o décimo sexto andares. No topo, com vista privilegiada sobre a baía de Luanda, foram construídos quatro apartamentos. Para já, sabe-se que Ricardo Salgado deverá ficar com uma dessas casas cujos valores oscilam entre os 625 mil e um milhão de euros. O preço dos escritórios é ainda mais elevado: três vezes o preço do andar mais caro. Estão todos vendidos.


Apenas dois tipos de pessoas têm acesso a estes empreendimentos que proliferam pela capital angolana: os ricos, altos cargos de empresas estrangeiras, e os muito ricos, nomenclatura do MPLA e generais que subiram na vida à custa da guerra civil. A sua identidade não é segredo para ninguém. Em Fevereiro de 2003, o jornal O Angolense publicou os nomes dos angolanos com fortunas superiores a 32 milhões de euros, num artigo intitulado "Os nossos milionários". A ousadia de escrever a verdade valeu aos dois editores do jornal perseguições a ameaças, segundo o que contaram ao Human Rights Watch, e o jornalista Graça Campos acabou oito meses fechado numa prisão.

Também no centro da cidade, no famoso bairro de Miramar - onde o Presidente José Eduardo dos Santos tem uma das suas residências não oficiais -, ergue-se mais uma torre imponente. Em breve, será ocupada pela Wayfield, holding empresas de fabrico e comércio de produtos alimentares, como a Refriango. Para os últimos andares foram projectados dois duplexes de 1100m2 com casa de banho revestidas de pedras semi-preciosas. Um deles já tem dono: o líder do grupo, o português Luís Vicente.


Ali bem perto, em Alvalade, o bairro mais caro da cidade, onde o preço do aluguer de uma moradia não é menos do que dez mil euros por mês, vive Fernando Teles, presidente do BIC (Banco Internacional de Crédito) numa moradia com todas as comodidades, incluindo piscina.

A maioria dos empresários portugueses com negócios em Angola, como Américo Amorim, prefere, no entanto, hospedar-se em hotéis ou em casas de amigos. "Luanda é demasiado perigosa e assusta muitos destes empresários, que evitam comprar uma casa e preferem a comodidade e segurança de se instalarem um hotel", contou ao DN um angolano que pediu para não ser identificado.

Se comprar casa só está ao alcance de alguns, alugar também não é para todos.

A invasão de estrangeiros endinheirados numa cidade sobrelotada (Luanda foi projectada para receber 500 mil habitantes, hoje tem cinco milhões) fez com que os preços dos arrendamentos disparassem nos últimos cinco anos. Um português expatriado em Angola contou ao DN que o grosso dos engenheiros, advogados e arquitectos estrangeiros estão instalados no centro da cidade, na zona de Kinaxixi. onde pagam em média dois mil euros por mês por um T2 num prédio com mais de 30 anos, sem elevador e com constantes infiltrações, entupimentos e falhas de energia.

Já os altos quadros de empresas estrangeiras e os angolanos milionários vivem barricados em condomínios de luxo em Luanda Sul a 17 km do centro da cidade, resguardados dos musseques que os cercam. Seguranças armados à porta 24 horas por dia, piscina nas traseiras e heliporto no quintal isolam os muito ricos do resto da paisagem decadente. Deslocam-se em seus, jipes e Porsches de vidros fumados indiferentes a que 80% da população da cidade não tenha energia eléctrica (segundo um estudo da UNICEF) e que 11 milhões de pessoas vivam abaixo da linha da pobreza. Uma visita ao Google Earth é esclarecedora das assimetrias abissais.

Condomínios em forma de trevo com as suas piscinas de um azul profundo destacam-se entre a imensidão do musseque que do céu parece um amontoado de lata velha.

O fosso entre os muitos ricos e os muito pobres escava-se diariamente. Em breve, outro condomínio irá nascer em Luanda Sul. Da responsabilidade do maior consórcio diamantífero de Angola, o Catoca/Endiama, as casas estão a ser comercializadas em segredo, apenas através de contactos pessoais. Ao mesmo passo a que a cólera invade os musseques e as barracas invadem a cidade, constrói-se mais um bunker para os milionários.


O luxo na baía

Na baía de Luanda os novos prédios que se erguem com vista sobre o mar são luxuosas sedes de grandes empresas corno a BP e a Exxon Mobil. A requalificação da marginal é uma iniciativa do consórcio Luanda Waterfront Corporation, do empresário português José Récio. muito próximo de José Eduardo dos Santos. O projecto, aprovado pelo Governo em 2005, inclui a construção de parques de estacionamento, de uma nova ponte de acesso à ilha de Luanda, a criação de espaços verdes, a par da construção de hotéis e prédios de escritórios. Inicialmente, foi também aprovada a construção de uma ilha artificial (ver em cima desenho do projecto), inspirada na fanhosa Palm do Dubai. mas os veementes protestos de ambientalistas deram os seus frutos e, por agora, o projecto parece ter sido abandonado.














Comentário:Já escrevi muito sobre este assunto.O fosso e a disparidade que está a ser (re)construído para a "Cidade de Luanda só para Ricos", em paralelo tentam afastar as classes desfavorecidas, para kilómetros de distância da capital, com o acarretar de custos elevados para estas classes, por si só, já muito carenciadas e sem recursos para suportar os custos das deslocações à capital, onde se encontram as melhores condições e a maioria das ofertas de emprego.

Ou seja, os ricos amigos dos criminosos estão apostados " a comerem e a usufruirem da carne e dos ossos " deitando as sobras no lixo, para o verdadeiro e miserável povo angolano, dono da sua terra, do seu país, pelo qual foram vítimas de uma guerra, julgando eles (povo) que estariam a lutar e a guerrear pela sua libertação das mãos dos capitalistas.

O tempo e a história estão a encarregar-se de provar através dos factos, que tudo não passou de uma "cabala" bem montada pelos criminosos do MPLA, que durante muitos anos, acusavam os colonos e Jonas Savimbi de serem os causadores e os almadiçoados das desgraças dos angolanos e de Angola.

Por muitas campanhas de marketing que possam encomendar, como tentativa de virarem o bico ao prego ou de encomendarem milhões de óculos escuros de baixo custo e de má qualidade à China, como tentativa de cegarem o povo angolano, na voz das classes desfavorecidas, jamais vão conseguir enganá-los, até porque as evidências estão à mostra e os ricos vão querer pagar sempre preços de baixos custos aos pobres.Só dessa forma é que eles enriquecem.Não dividem nada com ninguém.Antes pelo contrário, quanto mais pisarem (afundarem) os pobres, mais eles enriquecem os seus bolsos com fortunas incalculáveis.

Vai chegar o dia, que o feitiço vai-se virar contra o feiticeiro.
Vai chegar o dia, que o povo cansado de tanta injustiça e sofrimento, será obrigado a soltar o seu grito de revolta - "BASTA".

Quando esse dia chegar, esperemos que os responsáveis e o grupo dos "riquinhos" não sejam cobardes e mantenham-se firmes nos seus postos de comandos trancados com barras de ferro e protegidos com material bélico made in China, dentro dos seus condomínios e quintais luxuosos.É um acto de cobardia refugiar-se em hóteis e em casas de amigos.Quem não deve, não teme.Quem não deve, expôe-se e mistura-se com todas as classes que fazem parte integrante de uma sociedade.

Vai chegar o dia, que a natureza encarrega-se de "afundar" a Baía de Luanda, e com ela afundam os sonhos dos criminosos, dos oportunistas, dos chupistas e outros que tais, pertencentes à máfia do tráfico de influências e corrupção - Sócretinos.

Enquanto essse dia não chega.Tudo não passa, de uma CABALA montada para denegrir os governantes e o MPLA, pois o momento do ROUBO vive-se neste instante, quem vier a seguir que feche a porta e seja "anjinho suficiente" para resolver os problemas do povo constantemente adiados, com obras de baixo custo made in China.
Rico não encomenda obras de construção à China, pois sabe que são de má qualidade e de curta duração.



OFICIAL, ENFIM: A XENOFOBIA NA ÁFRICA DO SUL NÃO POUPOU OS ANGOLANOS

Fonte: o apostolado

Veio a passo de camaleão, mas chegou pela via oficial: há, sim, senhor, compatriotas entre os alvos da xenofobia em ebulição na terra de Mandela, mesmo sem registo de morto por enquanto.

De acordo com a embaixada em Pretória, mesmo os angolanos foram atingidos, ao inverso da versão que alimentou nos últimos dias, focalizada no registo a branco de mortos e feridos.

A embaixada angolana quebrou o silêncio, admitindo o regresso (já consumado ao país ou iminente, em virtude desta convulsão) de duas famílias por via área.

O adido de imprensa daquela embaixada, António Nascimento, indicou que a primeira família voltou sexta-feira passada, 23 de Maio, ida de Joanesburgo, onde a sua casa fora saqueada.

A segunda preparava-se a sair definitivamente hoje da mesma cidade, agastada com «a invasão» sofrida a domicílio.

A mesma fonte reforçou que o consulado na cidade de Cabo estava a preparar o repatriamento voluntário por via terrestre de um grupo de cinquenta outros angolanos.

Esta espécie de inversão do êxodo está programada para hoje, com rota da caravana integrada por trânsito a Namibia.

António Nascimento referiu estes dados ontem à Rádio Nacional de Angola, continuando a frisar que a missão diplomática não registou, ainda, nenhum morto ou ferido entre os compatriotas.

Salientou, ainda, que toda informação contrária à da sua embaixada não passa de «especulação».

Músico Tadeu

Apesar de a emissora pública dispor de um correspondente permanente na África do sul, foi a Voz da América o primeiro órgão que aludiu os angolanos entre os alvos da xenofobia.

A emissora americana entrevistou um angolano radicado na África do Sul, o qual assinalou que pelo menos três famílias de compatriotas viram as suas casas saqueadas na semana passada, no redemoinho desta violência até aqui mal dominada.

Falando ontem à Ecclesia, o músico angolano emigrado em Joanesburgo, Tadéu, corroborou o clima ruim do relacionamento vigente entre os autóctones e os estrangeiros africanos.

«( Os autóctones sul-africanos) acusam-nos de lhes roubarem empregos, mulheres, casas, dinheiro. Até aqui não temos muita confiança desta população e ele nunca teve aquele sentimento, nunca teve aquela caridade. Até aqui, não me sinto seguro», deplorou Tadéu, a voz embargada de emoção.

Na África do Sul, a missão diplomática de Angola desdobra-se em três consulados sediados em Pretória (sede da própria embaixada), Joanesburgo e a Cidade do Cabo, respectivamente.

A contradição da sua versão com o depoimento dos compatriotas parece traduzir uma vez mais a desarticulação entre as duas partes, um tanto afamada pelo mundo fora.

É voz corrente angolanos da diaspora criticarem as suas missões diplomáticas de serem muito fechadas, sectárias (adversas à proclamada democracia pluralista) e burocráticas ao cúmulo.


Comentário:A primeira questão que gostaria de evidenciar, é a seguinte:Com tanto dinheiro das receitas do petróleo a entrarem nos cofres do Estado da Sonangol (pertencente à família do Zedu), vão fazer o repartiamento dos cinquenta angolanos por via terrestre.Na debandada dos portugueses de Angola e de outros países que integram actualmente os PALOP, aquando da descolonização os meios à disposição eram outros, na ajuda á evacuação de pessoas e bens, tendo sido possível realizar pontes aéreas, atravessando oceanos e continentes, e na era actual com os cofres abarrotar de dinheiro, fazem o repartiamento por terra, sujeitando as pessoas (povo) a incómodos desnecessários.Se entre os cinquenta angolanos, estivessem alguns dos criminosos do governo e do MPLA, provávelmente o repartiamento seria de "luxo" ao invés de ser de "lixo".

Segunda questão, num post que se encontra mais abaixo, relativamente à morte do Diabo nº1 das Farc, onde só agora foi anunciada a sua morte, fiz referência que os seguidores dos regimes de ditaduras, é frequente tentarem esconder da opinião pública qualquer informação ou acto que não os dignifique ou que possa colocar em causa os seus regimes.Assim procederam os responsáveis angolanos na África do Sul, ou por não se encontrarem nos seus postos de trabalho pelo qual recebem fortunas em remunerações, ou porque receberam indicações vindas do poder central em Luanda, para abafarem os números ou supostas vítimas angolanas envolvidas nos conflitos.Não esquecer que Zedu apoiou financeiramente a campanha de Zuma à liderança do ANC.Não esquecer também, que estes conflitos, podem ter outra origem, com outros objectivos.Já li por aí, que ANC de Zuma pede a demissão do Presidente da África do Sul.

Na volta, meus amigos, esta violência foi incendiada precisamente para derrubarem o actual Presidente antes de terminar o seu mandato, cujo o próximo acto eleitoral está previsto para 2009.Não vá o actual presidente seguir os exemplos de Mugabe do Zimbabué e de José Eduardo dos Santos de Angola e alterar a lei, de forma a cumprir mais um mandato impondo uma ditadura.O que não seria anormal, pois em África o sistema ditatorial é o mais comum e normal.

Em África até o impossível é possível.

Terça-feira, 27 de Maio de 2008

Mugabe ameaça expulsar embaixador americano


Fonte:Canal de Moçambique


…e chama “prostituta” à a subsecretária de Estado norte-americana para os Assuntos Africanos, Jendayi Frazer

“Viram aquela pequena rapariga americana, saltando pelo Mundo fora como uma prostituta, a declarar que ‘o MDC ganhou, o MDC ganhou’!?!” – Robert Mugabe, líder da ZANU-FP


Joanesburgo - O líder da ZANU-PF, Robert Mugabe, advertiu o embaixador norte-americano acreditado no Zimbabwe, James McGee, de que está “à beira de ser expulso caso continue a interferir nos assuntos internos do país”. Mugabe, que falava no comício eleitoral junto da sede do seu partido, reagia à visita efectuada por McGee, na companhia de diplomatas de outros países, a uma região situada a cerca de 150 km a norte da capital zimbabweana e que tem sido palco de actos de violência política perpetrados contra membros e apoiantes da oposição.

No seu discurso, o chefe de fila do regime de Harare disse que “os embaixadores devem agir de acordo com certos princípios”, acrescentando que “por termos sido benevolentes, certos embaixadores julgam que podem impor regras.” Mugabe não fez qualquer referência específica aos diplomatas da Tanzânia (país que detém a presidência da União Africana), Japão, União Europeia, e Holanda, que integravam a comitiva que visitou a referida zona. A visita, que teve lugar a 13 do corrente mês, serviu para identificar agentes do regime de Harare que têm vindo a espalhar o terror entre aldeões suspeitos de terem votado a favor do maior partido da oposição, o Movimento para a Mudança Democrática, nas últimas eleições gerais em que a ZANU-PF foi arredada do poder. As viaturas que transportavam os embaixadores ostentavam matrícula diplomática, tendo sido interceptadas pela Polícia do regime sob a alegação de “estarem a obstruir o tráfego rodoviário”. A polícia ordenou aos diplomatas que se dirigissem a uma esquadra próxima, o que eles recusaram. A visita inscreve-se nos esforços da comunidade internacional de denunciar as manobras do regime liderado por Robert Mugabe nas vésperas da segunda volta das presidenciais.
No mesmo discurso, Mugabe recorreu a uma linguagem de arruaça, apelidando a subsecretária de Estado norte-americana para os Assuntos Africanos, Jendayi Frazer, de “prostituta”.
O jornal, The Herald, órgão oficioso do regime de Harare, cita Mugabe a dizer, “viram aquela pequena rapariga americana, saltando pelo Mundo fora como uma prostituta, a declarar que ‘o MDC ganhou, o MDC ganhou’!?!” (Redacção / The Herald)


Comentário: O louco do ditador foi à China fazer análises e exames à cabeça.Deve ter levado uma "lavagem cerebral" made in China de baixos custos.Mal chegou ao seu desgraçado território - país, começou a disparar diarreia cerebral de baixo nível, sobre todos aqueles que ainda vão tendo coragem, ainda que ligeira, para "desmascará-lo" perante a opinião pública mundial.
A loucura do velho, chegou ao ponto de ele ter baralhado a condição da subsecretária de Estado norte-amaericana, pela condição da sua mulher.Para este louco, todas as mulheres são equiparadas ao título que ele atribui áquela que supostamente divide os lençóis da cama com ele.Será que ela divide mesmo?É, que eu tenho sérias dúvidas que alguma mulher queira dividir a cama, com um louco como Mugabe.Na volta, divide os lençóis da cama com as maiores prostitutas do Zimbabué, e ainda é capaz de ter o descaradamento ou de não lhes pagar os honorários ou de as mandar matar com cianeto, torturas etc e tal.

Peço desculpa, pela minha diarreia cerebral ao analisar esta situação.Mas hão-de compreender, este velho só pode sofrer de graves problemas psíquicos.Necessita urgentemente de ser tratado ao pontapé e de ser enviado para uma clínica de baixos custos na China e deixar o seu povo e o mundo em paz, livre das suas loucuras.

Segunda-feira, 26 de Maio de 2008

Efeméride - Aniversário : 27 de Maio 1977



Em linhas gerais, o que foi o 27 de Maio.Porque razão, ele é comemorado e relembrado por milhares de angolanos espalhados pelo Mundo, onde em Angola as comemorações são excluídas pelos partidários criminosos e governantes pertencentes ao MPLA.




Historial

O regime angolano viveu há 31 anos a sua maior convulsão, quando parte da liderança se rebelou contra a chefia do Estado, numa luta fratricida ainda hoje mal esclarecida mas que provocou muitas centenas de mortos em poucas horas.

A 27 de Maio de 1977, vários ministros, membros do Comité Central do MPLA e oficiais superiores militares e das forças de segurança mobilizaram a população e unidades militares de várias cidades, com relevo para Luanda, para forçar a demissão do Presidente Agostinho Neto e do Governo e a destituição do Bureau Político do MPLA, no poder havia apenas uns 18 meses.

O golpe de força contra Neto gorou-se, pois os revoltosos tiveram contra si essencialmente forças militares estrangeiras, em particular as cubanas, que se colocaram ao lado do Presidente.

Este levantamento, cujos contornos e profundidade ainda hoje se desconhecem na sua totalidade, fez um elevado número de vítimas, incluindo políticos e governantes de primeiro plano, e deixou feridas profundas na classe política angolana.


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Por estes e outros motivos, ainda desconhecidos na sua totalidade por falta de coragem do interveniente principal, convêm sempre relembrar a data do 27 de Maio de 1977 sobretudo aos autores dos massacres, mais concretamente dizendo com todas as letras maiúsculas e minúsculas ao MPLA - Movimento Popular Libertação de Angola.

A Comemoração do 27 de Maio destina-se exclusivamente para fazer RELEMBRAR dois destinatários.
Em primeiro lugar ao MPLA e aos criminosos de que é composto. Em segundo lugar a todos as vítimas, que tiveram o "azar" de cair nas mãos destes criminosos, que por ironia do destino, continuam a governar os destinos dos angolanos e de Angola, como se uns (angolanos) e os outros (Angola como nação) ambos constituíssem parte de um negócio em que os carrascos do MPLA (comunista) julgam ser os únicos propriétários.Dizendo e escrevendo noutra versão «os partidários do MPLA, julgam que ao tomarem o poder e ao eliminarem os seus opositores através de chacinas, prisões, preseguições, lhes aufere o direito de consignarem-se proprietários eternos de um povo e de um país».Tentam por imposição e repressão, impôr-lhes um sistema com ideologias da treta, com um único objectivo de separarem o povo.

- Quem fôr a favor do MPLA, tem direito a ter acesso a todas as regalias.Tem direito a participar na divisão das riquezas de Angola, tem acesso aos melhores cargos políticos e públicos, consequentemente o acesso facilitado e desordenado em constantes atropelos ao enriquecimento fácil, dessa minoria.

- Ao invés, os opositores e considerados POPULARES, terão como castigo do não alinhamento ao MPLA, que submeter e sujeitar à sua insignificância na partilha das riquezas de Angola.Terão que comer o "pão que o diabo amassou".Terão que resignar-se à miséria e à pobreza.

Todos aqueles que tiverem a audácia de levantar a sua "VOZ " de descontentamento e de reprovação, serão sujeitos ao modelo do 27 de Maio de 1977.

Ironia, o MPLA oferece dias de gazeta aos angolanos para comemorar as vitórias em batalhas, que segundo alguns, nunca existiram a não ser nos sonhos e nas cabeças do MPLA.

Ironia, ontem 26 de Maio, foi feriado em Angola.Comemorou-se o Dia de África (25 de Maio) devido ao sistema instituído pelas cabecinhas do MPLA que governam o país do PROGRESSO, quando um feriado calha a um sábado ou domingo, transita ou para o dia anterior (caso do sábado) ou para o dia posterior (caso do domingo).Um país em constante progresso, é um dos recordistas em feriados e gazetas.Este sistema, é um quebra-cabeças para o investimento e produtividade dos estrangeiros a operarem em Angola. Alguns mais atentos e cépticos perguntam, donde advêm tanto progresso em Angola, com este sistema de gazetas?

Ironia, será que o MPLA (criminosos) vai algum dia ter a coragem de instituir o dia 27 de Maio como feriado Nacional, como a efeméride de todos os mártires e das milhares de vítimas angolanas caídas nas BATALHAS (malhas) do MPLA, como foi o 27 de Maio de 1977.

Para terminar, gostaria deixar aqui expresso um apontamento interessante : «a chamada “contestação nitista” baseava-se numa reivindicação ideológica: a realização de uma revolução marxista-leninista radical e pró-soviética, criticando o açambarcamento dos privilégios sociais por um pequeno número de pessoas.

Este ano, mais até que nos anos anteriores, convêm relembrar o 27 de Maio, até porque as eleições estão quase a bater à porta do MPLA.Convêm estarmos atentos às suas manobras internas e externas.Às suas PURGAS e HOLOCAUSTOS.Que truques é que o MPLA, vai usar para eliminar da cena política e partidária os opositores.

Para quem quizer saber mais sobre esta grande BATALHA INTERNA DO MPLA, pode ler mais em : http://27maio.com/efemeride-luanda-recorda-golpe-de-nito-alves/

Acabaram drogados e roubados por amores iniciados na Internet

Fonte: Jornal de Notícias

Carlos Varela

ilustração: Neno

A PSP está a investigar casos de furtos, cuja origem está em relações amorosas iniciadas na Internet, através de "chats" de conversação usados como armadilhas para apanhar os mais incautos, soube o JN junto de fontes policiais.
As situações ocorreram na Margem Sul do rio Tejo, este mês, mas as autoridades admitem que mais situações possam estar a ocorrer em outros pontos do país e que haja mais vítimas, que só não apresentam queixa por vergonha.

O primeiro caso ocorreu no passado dia 3, quando um indivíduo morador na zona da Reboleira concretizou um encontro com uma mulher que tinha conhecido através de um "chat" de conversação.

Encontraram-se num café em Paio Pires, no concelho do Seixal. Após tomarem uma bebida, o indivíduo começou a sentir-se mal e foi a própria acompanhante que o levou ao Hospital Garcia de Horta, em Almada, onde a vítima deu entrada ao fim da tarde.

Já então a mulher tinha na sua posse a carteira, com documentos e dinheiro, do "namorado", o que lhe permitiu levar-lhe o carro, um monovolume, que entretanto nunca mais apareceu. A vítima só deixou o hospital no dia seguinte e logo de seguida apresentou queixa na PSP de Almada.

As autoridades suspeitam que a mulher tenha deitado qualquer produto soporífero num alimento, uma possibilidade comum a um outro caso verificado sete dias depois no Barreiro.

A vítima marcou encontro junto ao Hospital do Barreiro, também através de um "chat" de conversação, mas o encontro acabou por ocorrer junto a um hipermercado na zona. A vítima entrou num estado de entorpecimento ainda no carro, já com a mulher dentro da viatura, através de uma droga que terá ingerido mercê do consumo de um alimento, oferecido pela "namorada". Entretanto, foram feitos vários levantamentos de multibanco da conta do incauto.

A vítima foi transportada para o Hospital do Barreiro, de onde saiu apenas no dia seguinte, a caminho da sua casa, na Venda Nova, onde veio a apresentar queixa na PSP.

Há suspeitas de que se possa tratar da mesma mulher a realizar ambas as operações e que haja, também, a conivência de outros indivíduos.

Ambos os casos estão sob investigação policial, mas de comum sabe-se que a mulher é de nacionalidade portuguesa.



Comentário:Finalmente começam "abrir os olhos".Este falgelo não é de agora.Há muito que ele existe, tal como o artigo refere as vítimas não se manifestam nem apresentam queixa por vergonha.
Na verdade, o " isco para atrair o peixe " são mulheres, por detrás dessa(s) mulheres poderá estar uma máfia organizada, chefiada por homens ou por mulheres tipo "machonas", infiltrando-se em chats e outros locais de conversação com a chancela de "amizades coloridas e amores arrebatadores à primeira vista".Organizados individualmente ou em grupos de espera, observam as potenciais vítimas, avaliam as suas fraquezas (casados com família) e respectivos recursos económicos.Um de cada vez (caso actuem em grupo), procuram a vítima seleccionada, para posteriormente confrontarem os dados obtidos de forma a desferirem o seu golpe fatal, com o minímo de riscos possíveis.No caso de actuarem sózinhos, o isco adopta várias "identidades e sexos" para confrontar a veracidade e os respectivos riscos possíveis.

Normalmente, as propostas giram à volta de sonhos fáceis sobretudo na conquista de um mundo de ilusão, de acordo com os objectivos de um e de outro, na procura e nos pontos fracos apresentados pela vítima.

Quanto à nacionalidade ser portuguesa, aconselhava os investigadores alargarem o seu campo de visão para as " duplas nacionalidades".Para aqueles que andam lá e cá.Por detrás deste mistério de "drogas e roubos" poderão estar outros tráficos, como por exemplo o "tráfico de mulheres, pombos correios, sacoleiras, trambiqueiras etc,", cujas as vítimas ficam agarradas de tal forma, ficando à mercê do isco, impotentes para reagirem no sentido de procurarem ajuda.

Touché !!!

Mugabe desvia Boeing 767 para ir à China

Fonte: Correio da Manhã (PT)

O presidente do Zimbabwe, Robert Mugabe, desviou um Boeing 767 da companhia aérea nacional para fazer uma viagem à China. Os passageiros do avião, com destino a Singapura, foram forçados a esperar por um voo alternativo, afirma o site de notícias independente ZimOnline.

"Não é claro se a viagem de urgência de quarta-feira à China se deveu a razões oficiais ou particulares", afirma o site, referindo que fontes governamentais terão dito que o presidente, de 84 anos, foi a Pequim "para um exame médico de rotina".

"A gerência disse-nos para prepararmos um Boeing 767 na quarta-feira de manhã para VIP. Isso implica, normalmente, fechar a classe executiva, remover os bancos e substituí-los por outros mais confortáveis e por uma cama", explicou uma fonte da Air Zimbabwe.

Um responsável da direcção da companhia, Peter Chikumba, confirmou a requisição do avião e considerou o caso "normal".

TSVANGIRAI REGRESSA

O líder da oposição, Morgan Tsvangirai, regressou, entretanto, ao país a fim de disputar a segunda volta das presidenciais com Mugabe.

O líder do Movimento para a Mudança Democrática (MDC) chegou ontem a Harare num voo das linhas aéreas da África do Sul, uma semana depois de ter cancelado o regresso devido a informações sobre um plano para o assassinar. O plano foi desmentido pelo governo, que o considerou um ardil político da oposição.


Comentário:Brada aos céus, ultrapassa os limites da senilidade do velho Mugabe.Só pode ter ido à China, fazer exames à "cabeça".Na verdade, o velho está "lélé da mona".Deixar os outros passageiros apeados e zarpar em fuga para a China, pode ser considerado como uma situação de aperto grave.O velho lélé, já não confia nos médicos nem nos exames do sistema de saúde do seu "Lindo e degradante país".Deve ter receio que façam com ele o que ele manda fazer com os opositores ao seu regime, nas câmaras reconditas e escuras dos calabouços dos hospitais e outros locais que tais.

Também lá, como cá (Poeira de fumarada do nosso Sócretrino a bordo de um boeing) a companhia aérea considerou a requisição do avião e a fuga do louco como normal.

Ainda dizem, que na nossa santa terrinha não há ditadores e corruptos.É só aparência.Eles fazem viagens aos países dos ditadores corruptos (Angola/Venezuela) para aprenderem os truques.
A malta por cá, a pagar do nosso precário bolsinho cada vez mais miserável, dia ápós dia, as jogadas dos mafiosos.
Porque será, que os ditadores fogem todos para a China, quando sentem apertos nos calos ?

Votem neles.Votem !!!

Domingo, 25 de Maio de 2008

FARC confirmam morte de Manuel Marulanda

ÚLTIMA HORA

Fundador da guerrilha terá morrido em Março






As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) confirmaram hoje a morte do seu líder histórico, Manuel Marulanda, um dia depois do Governo colombiano ter avançado que o guerrilheiro morreu no passado dia 26 de Março.

“O grande líder partiu”, afirmou Timoleon Jimenez, membro do Secretariado, o órgão dirigente das FARC, em declarações divulgadas no canal de televisão venezuelano Telesur. A confirmação foi depois repetida nos canais colombianos. De acordo com Timoleon Jimenez, Marulanda, de 80 anos, morreu de doença.

O membro do Secretariado avançou que Alfonso Cano, considerado o responsável ideológico da guerrilha, assumirá agora o comando das FARC.

Ontem, o ministro da Defesa colombiano, Juan Manuel Santos, avançava, citando os serviços secretos, que Marulanda tinha morrido a 26 de Março.

O Ministério da Defesa não apresentou, porém, nenhuma fotografia ou documento que prove a morte de Marulanda. O chefe guerilheiro "morreu de morte natural", adiantou por seu lado à televisão privada Caracol, o “número dois” do Exército colombiano, o almirante David René Moreno. "É a vez das FARC provarem que esta informação não é verdadeira", indicou.

Nascido a 12 de Maio de 1928, em Genova, na região de Quindio (produtora de café), Pedro Antonio Marin, de seu nome verdadeiro - também conhecido por Manuel Marulanda Velez (pseudónimo de homenagem a um dirigente colombiano da região de Antioquia, nos anos 30, e por "Tirofijo" - foi o fundador da primeira guerrilha civil da Colômbia.




Comentário:Finalmente o tempo começa a encarregar-se de tratar da saúde aos "bandidos e criminosos guerrilheiros das FARC".Para mim, não está em causa se o bandido morreu de morte natural ou de um ataque das forças militares da Colômbia.O importante para mim, é que os bandidos com ajuda do dedo de Deus, começam a pagar a sua factura.Menos um DIABO À SOLTA.

Esta morte, é um presente para todas as vítimas directas e indirectas dos bandidos das FARC.

Deus permita, que a seguir a este Diabo, outros como ele, comecem a sofrer de podridão e o mais rápido possível comecem a entrar no inferno.
Tanta hipocrísia, o diabo já morreu em Março e os bandidos só agora tiveram coragem para assumir a sua morte.Faz lembrar as fliosofias dos partidários da esquerda marxista e dos ditadores.Escondem as mortes dos seus líderes.

Sábado, 24 de Maio de 2008

DIA DE ÁFRICA



Celebra-se no dia 25 de Maio em todo o mundo o Dia de África

Propostas para uma África melhor e mais justa para os AFRICANOS...

Erradicar a pobreza extrema e a fome
A pobreza extrema e a fome crónica tornam o desenvolvimento de qualquer pessoa ou país muito mais difícil. A pobreza leva à subnutrição e a doenças várias, que reduzem o rendimento e a produtividade económica que, por seu turno, amplifica a pobreza e a fome



Alcançar a educação primária universal

A educação é fundamental para acabar com a pobrezaAumentar o nível de educação duma sociedade está positivamente correlacionado com padrões de vida mais elevados e melhores resultados em termos de saúde pública.


Promover a igualdade do género e capacitar as mulheres
As mulheres são cruciais em cada aspecto do desenvolvimento social e económico, mas muitas são impedidas de atingir o seu potencial.

Reduzir a mortalidade infantil
A sobrevivência de uma criança não deve depender do local onde ele ou ela nasce, mas essa é a realidade de milhões de crianças: 99% das mortes abaixo dos cinco anos acontece em países de rendimento baixo ou médio, a maior parte na África Subsariana

Melhorar a saúde materna
A probabilidade de morrer durante a gravidez é de 1 em 16 na África Subsariana, contra 1 em 3800 no mundo desenvolvido. Se uma mulher num país pobre consegue sobreviver, pode ainda assim estar sujeita a complicações pós-parto que ameaçam a sua saúde e a marginalizam ainda mais na sociedade.

Combater o HIV/SIDA, a malária e outras doenças
Nos países pobres, a falta de saúde reduz a produtividade e o rendimento, exacerbando os problemas de saúde, porque as pessoas não podem pagar uma alimentação, habitação e tratamento adequados. A SIDA, em particular, tem um impacto de grande alcance, modificando o tecido social e económico da sociedade africana, dado que as suas vítimas se encontram frequentemente nos seus anos mais produtivos.

Assegurar a sustentabilidade ambiental
A melhoria da vida dos habitantes dos países em desenvolvimento através de práticas de desenvolvimento sustentável porque os destinos das pessoas e do ambiente estão interligados.

Diminuir as diferenças sociais entre classes sociais menos favorecidas (pobres) e as mais favorecidas (ricos).
A criminalidade e a delinquência juvenil aumentam dia a dia porque as taxas de desemprego são elevadíssimas e a miséria é companheira de mais de 85% da população africana.

Diminuir os índices de corrupção activa e passiva entre os Estados e as populações.
A maior parte dos Países africanos arrastam-se mendigos e, evidentemente, dependentes, corruptos e inertes.

A democracia seja estabelecida e preservada com uma justiça independente que defenda a lei e uma imprensa livre e independente. Os líderes africanos devem permitir a alternância democrática, em vez de se perpetuarem no poder
Um exemplo de ditadura em África vem do Zimbabwe, onde o presidente Robert Mugabe se patenteia como um dos líderes mais ditadores do Continente, quiçá do Mundo. De 83 anos de idade, lançou o país, outrora promissor, na miséria extrema. Mugabe não dá mostras de deixar o poder e, contra todos os ventos da democracia e tolerância, aposta em políticas de repressão impiedosa do povo.

Impõe-se que se proporcione a todos os africanos em geral e aos angolanos em particular a alegria de viver quer bem merecem. Liberte-se a África das garras da ditadura. Promova-se a democracia, a paz e a unidade.

"Sabemos que o que fazemos não é mais do que uma gota no oceano, mas se essa gota não estiver no oceano fará lá falta!" (Madre Teresa de Calcutá)

Feliz Dia para África e para os Africanos, estejam onde estiverem !!

Relaxe

Bom fim de semana !!!




Sexta-feira, 23 de Maio de 2008

Nicolas Sarkozy reune-se com Isaías Samakuva

De visita a Angola, o Presidente Francês reuniu-se nesta sexta-feira, 23 de Maio de 2008 em Luanda com o presidente da UNITA Isaías Samakuva.

O encontro entre o chefe de Estado Francês e o líder do Galo Negro decorreu a porta fechada a partir das 10h00, nas Instalações da Escola da Aliança Francesa de Luanda, antes de Nicolas Sarkozy se reunir com a comunidade francesa residente em Angola, pelo que aguarda-se por uma comunicação oficial das duas partes para mais pormenores sobre a agenda da conversa entre o Presidente da República da França e Isaías Samakuva.

O líder da UNITA regressa ao interior do país para dar prosseguimento ao seu périplo, desta feita na província do Namibe, depois de visitar já a província do Cunene.


Comentário:Um político eficiente, tem tempo para tudo, em quatro horas de permanência e após dez ou mais horas de vôo entre a Europa e África.
Se fosse com os políticos do nosso quintalinho, aproveitavam a visita para fazerem corridinhas ao longo da marginal da Baía de Luanda, com os medias atrás, pois a eficiência também está nos gastos dos dinheiros públicos dos impostos dos cidadãos do quintal à beira mar implatado. Mas também nas campanhas de marketing e publicidade anti-tabaco para o "Zé povinho assistir na TV". Na prática estas corridinhas, já não têm efeito, pois a "vedeta que dá a cara à publicidade enganosa " foi apanhado a fumar atrás das cortinas da cabine de um avião (violando as regras de uma lei que aprovou, mas que desconhecia por completo) fretado e pago com o dinheiro dos impostos dos contribuintes do famoso quintal do faz que tem muito, mas não tem absolutamente nada.Como tal, as viagens em representação oficial dos quintaleiros, têm que ser ocupadas com corridinhas, não há oferta nem procura interessantes para ambas as partes.É tudo uma grande treta do grupo empresarial Sócretinos made in Portugal.
Senhor administrador Sócretino, faça o favor de aprender com o seu amigo pró emigrante Sarkozy.

Relatório “Muito Secreto” é autêntico e presidente Mbeki acreditou nele

Fonte: Canal de Moçambique

Divulgado há cerca de um ano e que se dizia ser falso...

* Conhece-se agora o nome do autor do documento que o «Canal de Moçambique» divulgou em primeira mão

Joanesburgo - O famoso relatório “Muito Secreto”, que há cerca de um ano circulou no «Canal de Moçambique» e no Semanário «Zambeze» bem como na imprensa sul-africana, e que alguns sectores designadamente angolanos consideravam de falso, acaba de se confirmar ser autêntico, estando o seu autor identificado assim como a instituição para quem trabalhava. Mais: O Presidente Thabo Mbeki da África do Sul até concordou com vários pontos focados no relatório, mormente aquele que dizia que o chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, e o dirigente líbio, Muammar Abu Minyar al-Gaddafi, estavam a financiar a campanha de Jacob Zuma para assumir o controlo do ANC e, eventualmente, a presidência da África do Sul.

O autor do relatório foi identificado como sendo Ivor Powell, que na altura desempenhava as funções de investigador da unidade policial popularmente conhecida por «Scorpions» (Escorpiões), cuja designação oficial é DSO ou Direcção de Operações Especiais.

Estas revelações foram feitas pelo antigo procurador-geral da República da África do Sul, Vusi Pikoli, perante uma comissão de inquérito instituída para apuramento das circunstâncias do seu afastamento daquele cargo.

De acordo com Pikoli, ele recebeu o relatório das mãos do director da DSO, Leonard McCarthy, em 2006, tendo-o depois encaminhado para duas unidades dos serviços de informações sul-africanos, o SASS (Serviços Secretos Sul-Africanos) e o NIA (Serviço Nacional de Informações).

O Presidente Mbeki viria a tomar conhecimento da existência do relatório através do antigo porta-voz da Presidência da República, Smuts Ngonyama. Em Maio de 2007, o relatório chegava às mãos do Congresso dos Sindicatos Sul-Africanos (Cosatu). Foi dos escritórios desta central sindical que o relatório viria a ser distribuído por diversos órgãos da comunicação social. O «Canal de Moçambique» foi dos primeiros jornais a noticiar a sua existência e a referir-se ao relatório tendo alguns órgãos, sobretudo angolanos, designadamente o Semanário «Angolense» que chegou ao ponto de opinar que a peça deste seu diário era “uma peça de amadores”.

Recorde-se, que entre outras coisas, o relatório procedia a uma análise das visitas ao estrangeiro efectuadas por Jacob Zuma, salientando que em Agosto de 2005 ele havia estado em Moçambique, em Angola em Junho, Outubro e Novembro, e na Líbia em Dezembro desse mesmo ano. Dizia o relatório que “estas visitas devem ser escrutinadas pois poderão estar relacionadas com a obtenção de fundos e angariação de apoio não oficial para as suas aspirações presidenciais, e também em conexão com a possível lavagem de dinheiros.”

Zuma acabou por ser eleito presidente do ANC em Novembro de 2007, destronando Thabo Mbeki da liderança do partido no poder na África do Sul.




Comentário: Este relatório secreto, talvez seja útil para analisarmos neste momento a situação da violência que está acontecer na África do Sul.Começando por reler um artigo do Diário Económico de 31/10/07, antes das eleições para a presidência do ANC, onde pode-se ler entre outros aspectos, os seguintes:

(...) «Em 2009, Thabo Mbeki não poderá recandidatar-se à presidência da África do Sul. Mas o actual chefe do Estado já se mostrou disponível para continuar à frente do partido.Os próximos dois anos serão decisivos para Thabo Mbeki. O Presidente da África do Sul, que sucedeu a Nelson Mandela como líder do partido do Congresso Nacional Africano (ANC) «em 1997, e como chefe do Estado em 1999, terá de decidir como quererá ficar para a História: “o homem mais poderoso de África”, de acordo com a revista “Time”, ou um líder africano igual a tantos outros, capaz de alterar a Constituição do país só para poder candidatar- se a um terceiro mandato presidencial.

Apesar de estar impedido por lei de se recandidatar à presidência em 2009, Mbeki já fez saber que está disponível para mais alguns anos como líder do ANC, numa tentativa desesperada de impedir que o seu rival político (até há bem pouco tempo seu vice-presidente)

No entanto, e apesar da popularidade que goza junto da população, Zuma foi afastado do cargo por causa de acusações de corrupção e violação (das quais foi posteriormente ilibado), que os seus apoiantes garantem serem resultado de uma “conspiração política” dos seus inimigos. “Não se esqueçam que Zuma foi responsável pelos serviços secretos do ANC. Ele conhece os podres de muita gente e não tem medo de usar os seus trunfos”, ameaçou um conselheiro de Zuma ... (...)»

Perante esta controvérsia, quem é ou não, o melhor ou pior, é interessante verificarmos, que em Outubro de 2007, Zuma era acusado de corrupto e violador, sendo posteriormente ilibado, mas simultâneamente foi responsável pelos serviços secretos do ANC, conhecedor dos podres de muita gente... Isto é, se ele conhece a podridão que reina no seu convento, nada melhor que também ele ser conhecedor da " arte do saber" e de como fazer, para obter fundos fazendo uso da corrupção e do tráfico de influências na lavagem de dinheiro.

A situação que se vive neste momento na África do Sul, relativamente aos emigrantes, poderá estar a ser camuflada, por outros interesses.Criar a instabilidade ao nível do poder, como medida de coacção ao actual Presidente da República, na eventualidade de ele querer alterar a Constituição (tal como já fez José Eduardo dos Santos, relativamente à afixação da data dos resultados eleitorais em Angola - conhecem os podres todos) para candidatar-se a um terceiro mandato.

Zuma, com ajuda dos seus financiadores secretos (Angola e Líbia) à presidência do ANC, poderão estar a usar os emigrantes para desencadear e fomentar a violência e o terror na África do Sul.

Sempre tenho dito por aqui... Em África até o impossível é possível.A mentira é a maior das verdades.

Eis a questão : "A quem interessa, a instabilidade na África do Sul ? "

Angola: Sarkozy em Luanda para arrefecer tensões do Angolagate

Fonte: Jornal Digital

Luanda – Com o objectivo de «ultrapassar os obstáculos» entre a França e Angola, o presidente francês Nicolas Sarkozy deslocou-se esta sexta-feira a Luanda. Em questão estão as tensões provocadas pelo Angolagate incompatíveis com interesses da petrolífera francesa, Total, de duplicar a sua produção em Angola, além dos objectivos dos principais grupos económicos franceses.

A visita presidencial francesa ocorre quando a 6 de Outubro estará de novo no tribunal de Paris o processo Angolagate referente a um gigantesco tráfico de armas para Angola entre 1993 e 2000, onde várias personalidades francesas e angolanas estariam envolvidas e o presidente José Eduardo dos Santos teria, supostamente, recebido cerca de 37 milhões de dólares de comissões.


Sem alusões directas ao Angolagate, que condicionou as relações diplomáticas entre Luanda e Paris, Nicolas Sarkozy, iniciou a sua primeira visita oficial de quatro horas a Angola sob os auspícios oficiais de «uma nova era nas relações bilaterais» após um decénio de tensão diplomática.

No entanto a «nova era das relações bilaterais» está directamente associada ao reforço dos interesses económicos franceses em Angola. O grupo francês Thales já assinou um contrato de 140 milhões de euros no fornecimento de equipamentos de telecomunicações civis e militares, o grupo Castel pretende reforçar em cerca de 300 milhões de euros o seu investimento, enquanto Christophe de Margerie, director geral da petrolífera Total, pretende duplicar a sua produção de bruto no país. Razões suficientes para transformar o Angolagate num «pormenor» que a politica externa Sarkozy pretende ultrapassar sem incidentes.

Após a imprensa angolana ter insinuado sobre um eventual implicação francesa no processo que levou à interdição da companhia aérea estatal angolana, TAAG, voar no espaço europeu, a delegação de Sarkozy, através de Jean-Cyril Spinetta, presidente da Air France, pretende agora colaborar estreitamente com a TAAG disponibilizando um Airbus 330 para garantir as ligações europeias na companhia angolana.

Em alusão à corrupção endémica do Estado angolano a presidência francesa preferiu apenas reconhecer que Angola ainda tem um longo caminho a percorrer. Segundo a organização «Transparency International» o regime angolano é um dos mais corruptos do planeta e encontra-se no 147/o lugar, entre 179 países, obtendo uma qualificação de 2,2 de uma escala de dez.

Nicolas Sarkozy convidou José Eduardo dos Santos, na qualidade de «visitante prestigioso e amigo», a visitar a França em 2009 nas vésperas das eleições angolanas.



Comentário:Isto é, o que se chama de uma visita relâmpago, tipo " Chegar, Ver e Vencer ".Quatro horinhas, foi suficiente, para dar o aperto e zarpar.Foi mais o tempo que Sarkozy passou no ar, dentro do aviãozinho, do que em solo angolano.Com os índices do progresso anunciados pelos media mundialmente, ao que parece Sarkozy não viu nada de interesse nesse Progresso tão mediatizado (pub enganosa). Assustou-se com a paisagem vista de cima e ao redor do aeroporto.Kilómetros de musseques a perder de vista, o chamdo progresso em marcha trás - pobreza.

Embora não transpareça, o fantasma do Angolagate sobrevoou as cabecinhas dos dois convivas.

Lucros de 37 milhões de dólares em comissões, grande obra progressista do nosso querido Zeduzinho.Faz-se pagar bem, e não é de cerimónias.

Sarkozy pôs-se ao fresco rápidamente antes que um dos maiores corruptos do mundo, se lembrasse de apresentar ao governo Francês a factura das comissões cobradas pelo Estado angolano, durante a visita do seu presidente ao país.Gato escaldado, tem medo de água fria - Angolagate.

(Vamos lá Zedu, um sorriso para a foto, seduzir o amigo francês, para que a política externa francesa, arquive o processo Angolagate, pois os 37 milhões de USD já cantam na tua precária conta bancária)

Cambada de hipócritas.Comem todos do mesmo prato.

Zimbabwe - Polícia detém diplomatas


Fonte : The Times

…por investigarem violência fomentada pelo Governo


Joanesburgo - O alto-comissário britânico em Harare, Andrew Pocock, foi detido pela polícia do regime da ZANU-PF este fim-de-semana último na companhia de quatro outros diplomatas, nomeadamente da Tanzânia, Japão, União Europeia, Holanda, e Estados Unidos.

De acordo com o correspondente no Zimbabwe do jornal londrino, «The Times», o incidente ocorreu numa região situada a cerca de 150 km a norte de Harare, quando os diplomatas procediam à investigação in loco de casos de violência política que têm vindo a ser perpetrada contra a população das zonas rurais desde as eleições gerais realizadas a 29 de Março. Acompanhados de jornalistas, os diplomatas viram um centro de interrogatórios dirigido por milícias do partido de Robert Mugabe, a ZANU-PF, e que funciona numa propriedade agrícola. Os diplomatas visitaram dois hospitais na mesma zona, e que albergam um largo número de pessoas vítimas de agressões físicas.

A coluna composta por 11 viaturas com matrícula diplomática foi interceptada num posto de controlo tendo a polícia informado os ocupantes de que “estavam a obstruir o tráfego rodoviário”. A polícia ordenou aos diplomatas que se dirigissem para uma esquadra próxima, o que eles recusaram.
Um agente da polícia política do regime de Harare, a CIO, questionou um diplomata americano sobre a razão da sua presença no local, ao que este respondeu: “Estamos a ver as pessoas que foram agredidas”. Em resposta, o agente da CIO disse, “também o vamos agredir”, afastando-se depois do local.
O embaixador americano, James McGee, fotografou agentes da CIO, mas estes ocultaram o rosto com as mãos.

Ao tentar entrar num dos hospitais, os diplomatas foram impedidos de o fazer por três indivíduos armados com espingardas automáticas. O embaixador americano ignorou a presença dos homens armados, tendo aberto o portão, permitindo que a coluna de viaturas diplomáticas entrasse.

Os diplomatas entraram numa casa transformada em “centro de comando” e de onde cerca de 100 jovens da ala juvenil do partido de Mugabe todas as noites se ausentam para aterrorizar as populações indefesas.

Em declarações a jornalistas no local, o embaixador americano, James McGee, disse que as ameaças das forças do regime de Harare não iriam impedir a missão diplomática de continuar com os seus trabalhos. “Estamos desejosos por continuar com este tipo de actividade para mostrar ao mundo o que é que está a acontecer aqui no Zimbabwe. É absolutamente urgente que o mundo inteiro veja o que se passa. A violência tem de parar.”

Segundo o correspondente do «The Times», a visita dos diplomatas constitui um caso inédito no Zimbabwe. Há ainda a salientar o facto da missão diplomática ter incluído um representante da Tanzânia, país que detém a presidência da União Africana,
Fontes hospitalares no Zimbabwe referem que foram assassinadas 24 pessoas e cerca de 1.000 ficaram feridas como resultado da campanha de intimidação política posta em prática pelo regime de Harare em antecipação da segunda volta das eleições presidenciais.


Comentário:Na verdade é uma missão corajosa, porque não dizer uma missão de "desafio" pisar os terrenos onde o Ditador Louco é senhor e Rei, perante uma impunidade mundial assustadora.Não se compreende o comportamento de alguns Estados que se dizem democráticos e defensores dos direitos humanos, particularmente os Estados Unidos habituado a auto denominar-se "Guardião do Mundo e do bem", perante este ditador, pois neste caso ao que parece a auto denominada Força de Paz Internacional, não vê nenhum motivo relativamente à infracção e violação dos direitos humanos, nem consequentemente há motivos para invadirem o país deste louco, e reporem a legalidade dos factos e a segurança das populações.Todos sabem, que o ditador com a cumplicidade da China, está armado até aos dentes, com material bélico novinho em folha, pronto a estrear contra a vontade expressa em sufrágio eleitoral.Todos ao que parece, estão à espera que a chacina comece.Para assistirem sentados confortávelmente em frente às televisões, na primeira fila ao desenrolar do filme das imagens de horror.

Todos aqueles que apoiam este (e outros) Ditador Louco, directamente ou indirectamente deveriam sentar-se no Tribunal Penal Internacional, como cúmplices activos na chacina de um povo.

Corrupção, suborno, burocracia e crime organizado impedem investimentos

Fonte:Canal de Moçambique

- Revela um estudo recentemente apresentado em Maputo efectuado pela KPMG-Moçambique, CTA (Confederação das Associações Económicas de Moçambique), e CCIMOSA (Câmara de Comércio e Indústria Moçambique Africa do Sul).


Maputo - Uma pesquisa baseada numa amostra considerada representativa, por ter sido marcada por uma pesquisa onde participaram cerca de seiscentas empresas de seis províncias do país nomeadamente Maputo, Inhambane, Sofala, Manica, Nampula e Niassa indica que os esforços desenvolvidos pelo Governo de Moçambique no sentido de se criar, no país, um ambiente de negócios cada vez mais competitivo com o objectivo de melhor fazer face à globalização poderão redundar num fracasso devido aos níveis acentuados de corrupção, burocracia, suborno e crime organizado nas instituições do Estado que inibem a entrada de mais investidores.

O estudo que estamos a citar foi elaborado a partir de Setembro de 2007 e concluído em Janeiro deste ano e baseou-se nas preocupações dos actores económicos e suas expectativas para 2008.

Os sectores económicos abrangidos na pesquisa são a Agricultura e Pescas; Alimentação e Bebidas; Banca, Leasing e Seguros; Comércio e Serviços; Comunicação, Informação; Construção e Materiais de Construção; Energia e Comercialização de Combustíveis; Hotelaria e Turismo; Indústria; Transportes e Terminais de Serviços.
O mesmo relatório reporta as preocupações do sector empresarial que respondeu ao inquérito confidencial da pesquisa.

Fazendo uma análise do ambiente de negócios em Moçambique, complementada com o conhecimento de certos analistas, conclui-se que o mesmo não é saudável dado o facto de estar a ser prejudicado por excesso de corrupção, suborno, burocracia e crime organizado.

A corrupção é tida como estando aliada ao crime organizado e à burocracia e suborno que normalmente é prática nas instituições de Estado onde se processa a tramitação da documentação empresarial.

As empresas inquiridas têm uma longevidade que varia dos 5 aos 25 anos.
Citando uma observação do USAID (Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional), o relatório aponta que aquela organização é de opinião de que a corrupção em Moçambique é um problema tanto na administração pública, como nas empresas.

“A atitude repressiva combinada com a falta de transparência e algumas arbitrariedades no tratamento de certas violações, como é o caso de infracções fiscais dos contribuintes, favorecem a percepção da existência de corrupção e a fraqueza generalizada dos agentes económicos analisados em duas vertentes: Por um lado os contribuintes não vêm o benefício prático dos pagamentos legais e por outro lado as empresas sentem-se vítimas da opressão de certas autoridades”, diz o relatório citando a USAID.

O relatório diz a dado passo, citando aquela agência americana, que se considera existir no país uma ligação entre a corrupção e o crime organizado em que “os níveis da corrupção alcançaram pontos alarmantes e representam um risco para a governação democrática nascente no país”.
“A corrupção no sector público tem consequências devastadoras na vida económica, política e social do país. Mesmo entre firmas tradicionais do sector privado no sector formal, estas enfrentam burocracia, empecilhos e corrupção em todos os estágios da condução de negócios
”, lê-se no relatório.

Entretanto, a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) é citada no relatório a dizer que a nível governamental a burocracia excessiva é identificada como um dos principais problemas em assuntos relacionados com o trabalho e a falta de poderes dos governos regionais. “Quanto à flexibilidade e cordialidade, a indiferença constitui a maioria das respostas. A implementação das reformas governamentais com vista à remoção das barreiras da burocracia é a chave para a criação de um ambiente de negócios mais competitivo em Moçambique”, refere-se também no relatório da KPMG-Moçambique elaborado em coordenação com a CTA e a CCIMOSA com o financiamento da embaixada da Irlanda e Cooperação Alemã.




Comentário: Podem estar aqui, as várias causas para a emigração moçambicana em massa para a África do Sul.Tal como em Angola e na maioria dos países africanos, Moçambique não foge à regra.Perante este estudo, detectados os sintomas, como sempre e para não fugir à regra, as populações é que são as maiores vítimas deste flagelo da corrupção e da desgovernação por parte dos orgãos do poder.Os investidores fogem destes destinos e ambientes, impossibilitando o progresso e o desenvolvimento económico, e consequentemente arrastam problemas de insatisfação de índole social, reinando a precariedade de emprego e a pobreza.Outra, das eventuais causas, poderá ser também a má preparação e qualificação dos detentores dos cargos públicos e políticos com relevância e influência na governação e nos destinos do país.

Enquanto esta geração, referindo simplesmente os países africanos pretencentes aos PALOPS, pós colonização não desaparecerem do mapa destes países, difícilmente estes flagelos e sintomas de desgovernação a curto prazo desaparecerão da cultura governativa africana.Foi, e é, um poder versus status, instituído por uma maioria que a seu bel prazer, põe e dispõe das peças no tabuleiro de xadrez, e faz o seu jogo sujo em nome de terceiros.

São as modernices das novas democracias do faz de conta, que é, mas não é.

Portugal é também um bom exemplo, ao nível europeu, desta nova democracia.Democracia do marketing.Rapando com a colher no fundo do tacho, só encontramos restos para as minorias (povo - pobres) e muito blá blá para as maiorias do tráfico de influências (deputados, ministros, grupos empresariais etc, e tal).

Assim, apetece perguntar:

- Onde vamos parar, com a corrupção a comandar e a governar os destinos do mundo ?

(Talvez para um mundo cada vez mais imoral, sem valores, feito de atropelos e criminalidade).