Fonte:Jornal de Angola
(Foto:Senhor Engº Político José Eduardo dos Santos, cuja a sua maior obra de engenharia, foi a destruição e desabamento colectivo do país do Progresso.Qualquer semelhança entre este engº e o engº Sócretino é pura ilusão óptica ou lavagem de roupa suja, com intuito de denegrir a imagem dos Srs. Engº ao invés dos países que eles representam)
O país formou apenas 107 engenheiros civis, desde 1964 até à data de hoje. Este dado foi revelado ontem, em Luanda, pelo reitor da Universidade Agostinho Neto (UAN), João Teta, na abertura do 2º seminário de avaliação interna da instituição.
Segundo João Teta, este número, que é claramente reduzida, representa um problema sério para o país. Para ele, o número de engenheiros civis formados até agora pela UAN se for comparado a outros quadros, como os licenciados em física, química, matemática, electrotecnia ou geologia, por exemplo, notamos que há uma grande diferença.
«Notamos que precisamos de formar muitos mais engenheiros civis», realçou o reitor da UAN. Ele informou, a propósito, que a Universidade Agostinho Neto está a avaliar neste momento o seu desempenho, para apurar, com propriedade, as virtudes e os constrangimentos, tendo em conta a preparação do plano geral de desenvolvimento até ao ano 2025.
O reitor da UAN, João Teta, deu a conhecer que a nível das faculdades de Engenharia e de Ciências a avaliação está a ser feita com apoio de três docentes da Universidade Técnica de Lisboa (IST), que, desde ontem, coordenam e orientam o trabalho, em estreita ligação com docentes das respectivas faculdades.
Entretanto, com a realização deste seminário sobre a avaliação interna, a UAN pretende ainda dar continuidade ao processo de criação, em cada uma das suas unidades orgânicas, de comissões técnicas de apoio ao escalão organizacional mais baixo.
João Teta esclareceu, no entanto, que tudo está a ser feito no âmbito das reformas em curso na instituição. A faculdade de Medicina, segundo o interlocutor, foi a que mais subsídios deu a este processo.
Comentário: O país do progresso vive dependente da mão de obra europeia, chinesa, cubana, brasileira, russa, americana como quem espera que o pão chegue à sua boca matreira e ansiosa.
Desde 1964 até à data só conseguiu formar no seu mercado interno 107 engenheiros.Feitas as contas um engenheiro acabado de formar em 1964, cuja a idade tenha sido 23 anos à data da conclusão da sua formatura, terá hoje, se fôr vivo 64 anos.Terão sido estes engenheiros os encarregados pela elaboração do relatório das causas do desabamento do edífico da DNIC ?
É uma possibilidade a ter em conta.
Outra possibilidade poderá passar, pelo facto que mesmo relatório (DNIC) tenha sido elaborado por engenheiros angolanos cuja a sua formação terá acontecido no decorrer da guerra que assolou o país durante 32 anos.Atendendo que os quadros superiores com habilitação credível para integrarem os quadros do ensino Superior em Angola (Faculdades ) a fim de leccionarem Engenharia, ABANDONARAM O PAÍS fugindo da guerra.Fixando-se no exterior de Angola.
Sendo assim, a formação dos 107 engenheiros angolanos durante o período da guerra, não poderá ser nunca de boa qualidade, pelos motivos que todo mundo conhece, quando um país vive em constante ambiente de guerra.A formação obtida direcciona-se para desenrascanço. Consequentemente de má qualidade.
Por outro lado, feito um filme virado para o passado, cuja a elaboração de relatórios pertencem ao presente, podemos questionar uma situação do filme.
Um engenheiro angolano nascido em 1975, à data terá 33 anos. Atendendo que a sua formação tenha sido integralmente obtida numa Faculdade Angolana, sob ambiente de guerra, quais serão as suas aptidões e qualificações credíveis para poder elaborar relatórios sobre derrocadas, desabamentos de edíficios em Angola ?
É por causa destas lacunas, que a maioria dos angolanos duvidam do relatório conclusivo das causas ambíguas do desabamento do edíficio da DNIC.Representando um sério problema para o país em termos de credibilidade para elaboração de relatórios onde deve imperar a seriedade e profissionalismo, sem deixar quaisquer tipo de suspeição na opinião pública.
Não haverá problema de maior, como também não será pelo facto de os engenheiros angolanos permitirem execução de obras semelhantes às fotos que acompanham este comentário, que os edíficios e relatórios angolanos por eles elaborados, deixarão de ter credibilidade na cabeça dos governantes/desgovernados do país do progresso.
(Foto:Senhor Engº Político José Eduardo dos Santos, cuja a sua maior obra de engenharia, foi a destruição e desabamento colectivo do país do Progresso.Qualquer semelhança entre este engº e o engº Sócretino é pura ilusão óptica ou lavagem de roupa suja, com intuito de denegrir a imagem dos Srs. Engº ao invés dos países que eles representam)
O país formou apenas 107 engenheiros civis, desde 1964 até à data de hoje. Este dado foi revelado ontem, em Luanda, pelo reitor da Universidade Agostinho Neto (UAN), João Teta, na abertura do 2º seminário de avaliação interna da instituição.Segundo João Teta, este número, que é claramente reduzida, representa um problema sério para o país. Para ele, o número de engenheiros civis formados até agora pela UAN se for comparado a outros quadros, como os licenciados em física, química, matemática, electrotecnia ou geologia, por exemplo, notamos que há uma grande diferença.
«Notamos que precisamos de formar muitos mais engenheiros civis», realçou o reitor da UAN. Ele informou, a propósito, que a Universidade Agostinho Neto está a avaliar neste momento o seu desempenho, para apurar, com propriedade, as virtudes e os constrangimentos, tendo em conta a preparação do plano geral de desenvolvimento até ao ano 2025.
O reitor da UAN, João Teta, deu a conhecer que a nível das faculdades de Engenharia e de Ciências a avaliação está a ser feita com apoio de três docentes da Universidade Técnica de Lisboa (IST), que, desde ontem, coordenam e orientam o trabalho, em estreita ligação com docentes das respectivas faculdades.
Entretanto, com a realização deste seminário sobre a avaliação interna, a UAN pretende ainda dar continuidade ao processo de criação, em cada uma das suas unidades orgânicas, de comissões técnicas de apoio ao escalão organizacional mais baixo.
João Teta esclareceu, no entanto, que tudo está a ser feito no âmbito das reformas em curso na instituição. A faculdade de Medicina, segundo o interlocutor, foi a que mais subsídios deu a este processo.
Comentário: O país do progresso vive dependente da mão de obra europeia, chinesa, cubana, brasileira, russa, americana como quem espera que o pão chegue à sua boca matreira e ansiosa.
Desde 1964 até à data só conseguiu formar no seu mercado interno 107 engenheiros.Feitas as contas um engenheiro acabado de formar em 1964, cuja a idade tenha sido 23 anos à data da conclusão da sua formatura, terá hoje, se fôr vivo 64 anos.Terão sido estes engenheiros os encarregados pela elaboração do relatório das causas do desabamento do edífico da DNIC ?
É uma possibilidade a ter em conta.
Outra possibilidade poderá passar, pelo facto que mesmo relatório (DNIC) tenha sido elaborado por engenheiros angolanos cuja a sua formação terá acontecido no decorrer da guerra que assolou o país durante 32 anos.Atendendo que os quadros superiores com habilitação credível para integrarem os quadros do ensino Superior em Angola (Faculdades ) a fim de leccionarem Engenharia, ABANDONARAM O PAÍS fugindo da guerra.Fixando-se no exterior de Angola.Sendo assim, a formação dos 107 engenheiros angolanos durante o período da guerra, não poderá ser nunca de boa qualidade, pelos motivos que todo mundo conhece, quando um país vive em constante ambiente de guerra.A formação obtida direcciona-se para desenrascanço. Consequentemente de má qualidade.
Por outro lado, feito um filme virado para o passado, cuja a elaboração de relatórios pertencem ao presente, podemos questionar uma situação do filme.
Um engenheiro angolano nascido em 1975, à data terá 33 anos. Atendendo que a sua formação tenha sido integralmente obtida numa Faculdade Angolana, sob ambiente de guerra, quais serão as suas aptidões e qualificações credíveis para poder elaborar relatórios sobre derrocadas, desabamentos de edíficios em Angola ?É por causa destas lacunas, que a maioria dos angolanos duvidam do relatório conclusivo das causas ambíguas do desabamento do edíficio da DNIC.Representando um sério problema para o país em termos de credibilidade para elaboração de relatórios onde deve imperar a seriedade e profissionalismo, sem deixar quaisquer tipo de suspeição na opinião pública.
Não haverá problema de maior, como também não será pelo facto de os engenheiros angolanos permitirem execução de obras semelhantes às fotos que acompanham este comentário, que os edíficios e relatórios angolanos por eles elaborados, deixarão de ter credibilidade na cabeça dos governantes/desgovernados do país do progresso.

























