Breves passagens do artigo
“Aviões suspeitos forçados a aterrar. Um avião NA-124 (de fabrico russo de longo alcance de transporte pesado) dos EUA alterou o seu sinal de chamada de civil para militar, algo que despoletou uma resposta da Força Aérea da Índia, ao entrar no espaço aéreo do Paquistão, obrigando o avião a aterrar em Mumbai, enquanto um segundo avião foi forçado a aterrar por aviões a jacto nigerianos e que prenderam a tripulação”.
“Consta que a Força Aérea do Exército de Libertação da República da China contactou os Serviços Secretos da Índia e da Nigéria, quanto à presença destes aviões ucranianos operados pelos EUA, muito preocupados de os Estados Unidos estarem a espalhar ‘agentes biológicos’ na atmosfera terrestre, algo que certas entidades chinesas acreditavam ser uma tentativa maciça de genocídio, através do alastramento da gripe A/H1N1.”
Estes aviões “transportavam sistemas de ‘eliminação de lixo’ que podiam deixar até 45.000 kg de produto através de sofisticados nano-tubos” colocados nas suas asas – chamados chemtrails (rastos químicos na atmosfera).
Sabemos que a Baxter International Pharmaceuticals enviou 72 quilos de material para vacinas contra a gripe humana H3N2 para 16 laboratórios de países europeus que continha o vírus activo H5N1 da gripe das aves. Sabemos que isto apenas foi descoberto depois que um laboratório checo ter testado o material em furões (os furões têm um sistema respiratório similar aos humanos) e estes terem morrido num curto espaço de tempo. Sabemos a Baxter ter declarado tratar-se de erro humano. Também sabemos que ‘erro humano’ é algo impossível, com os protocolos de restrição existentes na Baxter ou em quaisquer outros laboratórios modernos que utilizam a tecnologia Biosafty Level 3 (BLS-3).
Sabemos que, em meados de Agosto, Joseph Moshe, um perito da guerra biológica da Mossad, ligou para o Dr. A. do True Ott’s talk-show da rádio nacional e disse que a Baxter estava a preparar-se para lançar uma peste mortífera, dos seus laboratórios na Ucrânia, e que ele iria encontrar-se, dentro em breve, com advogados norte-americanos, em Los Angeles, para falar sobre este assunto. Sabemos que pouco mais tarde, Moshe foi detido por agentes federais e pela polícia de Los Angeles e levado para o Consulado de Israel. Sabemos que foi rapidamente enviado para Israel e que não voltou a fazer declarações.
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