Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

Luanda deverá entrar em recessão

Fonte: Rádio Renascença

Depois de anos de prosperidade, a economia angolana deverá contrair este ano devido à baixa no preço do Petróleo, prevê a “Economist Intelligence Unit”.

A consultora espera que a quebra nas vendas e no preço do petróleo, aliadas a menores investimentos estrangeiro e público, arrastem o Produto Interno Bruto (PIB) angolano para um crescimento negativo, segundo o relatório a que a Agência Lusa teve acesso.

A confirmarem-se estas previsões, será a primeira vez que a economia de Luanda perde terreno, desde 1993


Comentário:Como é que vai ser?

Angola, tem gestores capazes e capacitados à altura, para gerir esta crise ?

Não me parece.Antes pelo contrário, lá como cá, vai existir muito oportunismo de todas as partes, para usarem a "crise" para justificarem os desgovernos em alguns sectores importantes (imcumprimento de promessas eleitorais), principalmente naqueles sectores dirigidos ao povo e de carácter social, como a melhoria de qualidade de vida.

Os novos ricos, vão-se aproveitar para enriquecerem ainda mais, à custa do pobre.

Veja-se o exemplo da exploração diamanterífera da «Catoca».Suspendeu a sua exportação, devido à fraca procura dos "ditos cujos-diamantes".

Poste trava fuga de prisioneiros algemados

Fonte: Jornal de Notícias

A polícia neozelandesa conseguiu capturar dois fugitivos com a ajuda de um poste. Na fuga, os prisioneiros esqueceram-se que estavam algemados um ao outro e tentaram passar pelo poste, um de cada lado... Veja o vídeo.

Como as leis da física são imutáveis e não permitem que se atravesse sólidos, a fuga acabou por ali e a polícia capturou-os facilmente.



Sábado, 24 de Janeiro de 2009

OS 100 PRIMEIROS DIAS DA DUPLA “DOS SANTOS-KASSOMA”

Fonte: o apostolado

A 13 de Janeiro corrente, o Governo da dupla José Eduardo Dos Santos-Paulo Kassoma perfez cem dias.

O prazo representa, na tradição dos países democráticos, um marco.

Em Angola, cuja sociedade dá passos tímidos neste caminho, a data passou despercebida. O impacto da demorada quadra festiva de fim de ano, provavelmente, desviou as atenções.

Nos países democráticos, dizíamos, o prazo, em concreto, baliza o chamado período de graça de todo governo novo. Por isso, à data, o poder, abertamente, balanceia a execução dos seus passos iniciais e desenha os seguintes. A Oposição, em paralelo, age de igual modo.

Atitude similar, observa a sociedade civil, com os seus segmentos mais vivos a assinalarem-se.

O semanário “Agora”, nesta esteira, ostentou esta postura, merecendo vénia para tal. Uma vénia sem juízo de valor, evidentemente, sobre a qualidade com a qual a publicação o fez, recomendando performance no futuro. O jornal realizou o elementar dever profissional de dar voz aos actores desejosos de avaliar o período.

Os pronunciamentos, entre a bajulação ardilosa de uns e a crítica frouxa de outros, deixaram muito a desejar.

Faltou e falhou o questionamento sério, metódico e sistematizado do objecto.

A lisonja ocultou até a retrospectiva dos compromissos como que para não facilitar a sua conferência pelos eleitores.

Os críticos caíram na armadilha ou acomodaram-se em pegar os slogans da sua propaganda.

A bem da democracia e do desenvolvimento, todos haveremos de rectificar o tiro na próxima oportunidade.

Há um programa governamental exposto. O chefe do governo resumiu-o densamente no dia em que empossou os seus membros.

Foi a 3 de Outubro de 2008, diante de si próprio e não no parlamento (órgão representativo dos eleitores), num procedimento protocolar sobre o qual convirá debruçar-se.

Teríamos, como órgão de informação, prestado um bom serviço público aos cidadãos, ao recordar aquele discurso ou os seus tópicos salientes no termo dos cem dias.

Basicamente, o mesmo destacou a causa da boa governação, o lema de “mais trabalho menos discursos” e o rol das tarefas genéricas, vulgo, programa.

Por ocasião dos cem dias, a presença do programa então apresentado impunha-se na mente colectiva. O programa exaustivo, é claro, nesta circunstância. Não para colher somente as flores maçadoras dos engraxadores ou as críticas levianas, mas, também, as análises sérias e progressistas.

Por “progressistas” não entendemos o chavão gasto de certa politiquice, mas, sim, as observações portadoras de alternativas ao chumbado no período findo. São análises assentes na ciência e que vão na consciência do público, isolando, inclusive, os teimosos da incúria.

O desenvolvimento exige esta postura. A força da democracia é de proporcionar ao povo e seus múltiplos representantes esta ferramenta. Mais e melhor a usamos, mais e melhor Angola acertará o novo rumo. O rumo que consolida a paz, tal como o Papa Paulo VI dimensionou este termo no século passado, com o avisado alvitre, sempre actual, que citamos:

«O desenvolvimento é o novo nome da paz» (Carta encíclica Populorum Progressio, 26 de Março de 1967).

Bem-haja aos governantes, opositores, cristãos, activistas da sociedade civil (incluindo os jornalistas) e homens de boa vontade, que procuram viabilizar este entendimento.

(Uma co-produção de Siona Casimiro e P. Maurício Camuto, apresentada por Margaret Nanga no programa “Visão Jornalística” da Rádio Ecclesia, na quinta-feira 22 de Janeiro de 2009)


Comentário:O tempo vôa.Já lá vão 100 dias, quase 120.Resultados, igual a Népias.Com tanto que há para fazer num país desorganizado.Acreditem, que se eles tivessem feito alguma coisa de concreto, usariam imediatamente a data e os médias para enaltecerem os seus feitos e méritos.

Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

Angola: Raiva já matou 42 crianças em Luanda

Fonte: Lusa


Luanda,(Lusa) -- O surto de raiva que assola a capital angolana já provocou a morte a 42 crianças desde Outubro, revelou hoje à Agência Lusa Luís Bernardino, director geral do Hospital Pediátrico de Luanda.

Os serviços sanitários do Governo Provincial de Luanda não disponibilizaram ainda dados sobre o número total de vítimas, incluindo adultos.

Luís Bernardino adiantou à Lusa que o número de mortes corresponde à totalidade de crianças que deram entrada no hospital infectadas pelo vírus da raiva.

O médico descreveu ainda que a maior parte das vítimas são crianças dos sexo masculino, com idades entre os quatro e os 10 anos.

O elevado número de vítima, segundo o director geral do Hospital Pediátrico de Luanda, deve-se ao facto de estas darem entrada na unidade "demasiado tarde", quando "já não é possível" serem salvas.

Por isso, o clínico aconselha a que, "logo que exista o conhecimento de que uma criança, mas também adultos, foi mordida por animais -- essencialmente cães, gatos ou macacos -- se dirijam a um posto médico para serem vacinadas e acompanhadas".

"As vacinas só são eficazes se forem administradas nas 24 horas a seguir ao contágio", sublinhou.

Para combater este surto de raiva, o Governo Provincial de Luanda colocou no terreno, desde o passado dia 12, uma campanha de vacinação massiva dos animais com dono, e a recolha de animais vadios.

Esta campanha termina na próxima sexta-feira e os dados actuais apontam para um número superior a 50 mil animais vacinados.

Em declarações à Lusa, a directora provincial da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Maria Galeia da Paz, disse que a campanha está a decorrer bem, tendo já sido atingido, em oito dias, o número de animais que, em campanhas normais, se tem vacinado em 45 dias.

Para o processo de vacinação foram montadas 25 brigadas com 100 vacinadores para cada município, à excepção do município da Maianga que tem apenas 80 vacinadores. Luanda tem nove municípios.

Para a recolha de animais, adiantou, já estão no terreno nove viaturas, uma para cada município, adaptadas para se fazer a recolha.

Cada administração municipal tem a missão de preparar um local, onde provisoriamente se encaminharão os animais, para efeitos de reclamação.

"As pessoas têm no máximo 24 horas para procederem às reclamações, só depois disso os animais que não tiverem dono serão abatidos", frisou.




Comentário: Até os cães, sentem a miséria que os rodeia.Com muita ou pouca "raiva", aqui e ali, vão soltando e espalhando o seu grito de revolta pela linda cidade de Luanda, mordendo com raiva as vítimas de sempre.Aquelas vítimas, que em todas as guerras, sejam elas de que âmbito fôr, são as mais vulneráveis e o alvo apetecível dos agressores.Refiro-me às crianças.Que no caso de Angola, coabitam e dividem as montanhas de "lixo" com os animais, à procura de alimentos e outros meios de subsistência.Este problema não é de agora.É já muito antigo.Está a ter maior ênfase neste momento, porque Angola está a pagar o preço da democracia.Outrora este tipo de acontecimentos e flagelos eram escondidos e camuflados pelos orgãos do poder.

Nem tudo é mau, se tivermos em conta que as vítimas são maioritáriamente crianças.Pena os cães da cidade de Luanda, não pensarem em largar as suas "mordidelas de raiva" lá para as bandas da Cidade Alta, Assembleia Nacional, Futungo etc,.Prestavam um grande serviço ao país e aos angolanos.

Amanhã, terei um cão made in MPLA, plantado à porta da minha casa pronto para ferrar-me umas quantas "mordidelas com muita raiva".

Não se esqueçam, o cão (dog) das filhas de Barak Obama é de fabrico made in Portugal.Consequentemente, será um animal, sem raiva, dócil, compreensivo e amigo das crianças americanas.

Sábado, 17 de Janeiro de 2009

Angola: Proibida manifestação que pretendia exigir a Portugal indemnizações pelos mortos de Cassanje


Fonte: Expresso

Luanda,(Lusa) - O Governo da província de Luanda proibiu a realização de uma manifestação prevista para hoje, que tinha como objectivo exigir a Portugal indemnizações para os familiares das vítimas da revolta da Baixa de Cassanje.

Segundo José Fufuta, presidente da Associação de Apoio para o Desenvolvimento da Baixa de Cassanje (AADBC), organização que promovia a manifstação, a proibição do Governo da capital angolana foi feita através de uma carta, em resposta ao pedido de autorização apresentado pela associação.

"Vamos nas próximas horas recorrer ao Tribunal Constitucional para fazer valer os nossos direitos contidos na Constituição de Angola, de nos manifestarmos pacificamente, porque o que pretendíamos era junto do Governo português obter as nossas compensações pelos danos causados", salientou o líder da AADBC.

A 04 de Janeiro de 1961 as tropas coloniais portuguesas reprimiram uma revolta de camponeses dos campos de algodão na Baixa de Cassanje, entre as províncias de Malanje e Lunda-Norte, provocaando centenas de mortos.

Inicialmente considerada uma luta reivindicativa por melhores condições de trabalho nos campos algodoeiros da empresa Cotonang, que monopolizava o sector, o levantamento do Cassanje foi depois integrado na luta clandestina pela independência de Angola,pasando a data a ser feriado nacional.

Em Junho de 2003, a Associação de Apoio para o Desenvolvimento da Baixa de Cassanje remeteu ao Governo de Portugal um pedido de indemnização para as famílias das vítimas das forças armadas portuguesas, sem que até agora a petição merecesse resposta.

Em sinal de protesto, a ADBC pretendia realizar hoje uma manifestação partindo do largo do Kinaxixi, no centro de Luanda, com destino à embaixada de Portugal, onde seria entregue uma misiva às entidades diplomáticas portuguesas.

A lei angolana não prevê a realização manifestações durante os dias normais de expediente mas apenas aos sábados, depois das 13:00, o que não interessava à ADBC, já que nesse período a representação diplomática portuguesa está encerrada.



Comentário: é preciso ter lata.Pedir indemnizações para os familiares das vítimas da revolta da Baixa de Cassanje.E quem é que paga as indemnizações aos milhões de angolanos que foram FORÇADOS ABANDONAR O SEU PAÍS, devido às atordoadas do MPLA, representadas pelas FAA, assim como, aos outros movimentos pseudo- libertadores, que segundo diziam, seria para libertarem a terra dos opressores. O que conseguiram, foi fomentar uma guerra, criar o pânico e afugentar os angolanos, espoliando-os de todos os seus bens morais e materiais.Quem é que paga as compensações a estes danos?

Quem ?

Cambada de oportunistas.Se pretendem ser indemnizados que o façam junto do Governo de Angola, que durante mais de trinta anos não só roubou o país como enganou o povo, que hoje vive miserávelmente e tenta por todos os meios conseguir obter meios materiais em nome de supostas vitimas para poderem sobreviver.O número de vítimas provocados pela guerra do MPLA/UNITA foi superior à provocada pela guerra colonial.

Já agora, a quem é que os familiares das vítimas do 27 de Maio de 1977 devem recorrer para serem indemnizadas pelos danos causados pelo MPLA ?
Por favor, não venham dizer que o 27 de Maio não existiu, que foi tudo inventado pelos inimigos do MPLA e do Agostinho Neto.

A quem de direito, que tome providências, para na elaboração da futura Constituição de Angola, incluir estes casos e outros semelhantes no referido documento, a fim de pagarem os respectivos danos às vítimas forçadas, criadas pela guerra de libertação.Angola é um país com meios para poder cumprir esta obrigação, o povo e as organizações não necessitam de andarem a pedir esmolas quer a Portugal quer a outro país qualquer.

O povo angolano, perante tanta riqueza nas mãos de um só partido está desesperado e desgovernado, que nem consegue ver, o papel rídiculo que faz para conseguir uns kwanzas (ou serão dólares/euros) como esmolas em nome de vítimas que existiram de ambos os lados.

Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

Deputados com remunerações aumentadas

Fonte:Club-k

Luanda - O valor médio mensal das remunerações dos deputados angolanos (vencimento base+subsídios) foi elevado para c USD 10.000 c três vezes mais que na legislatura anterior. A medida terá sido influenciada por critérios políticos, entre os quais o de tornar atractivo o cargo de deputado, de modo a acomodar grupos internos do regime.



Ao vencimento base de um deputado, aumentado de c USD 1.250 para c USD 5.000, por votação em plenário, acrescem subsídios vários, tais como os seguintes:
- Subsídio de instalação: c USD 35.000 (ocasional).
- Subsídio para aquisição de viatura de função: c USD 75.000 (ocasional).
- Subsídio para manutenção de viatura: n/c
- Subsídio de manutenção de residência: c USD 35.000 (anual).
- Subsídio mensal de renda de casa: c USD 1.500 (mensal).
- Subsídio de atavio (vestuário): c USD 1.500 (mensal).
- Subsídio para pagamento de empregados domésticos: c USD 1.600 (mensal).

Uma nova modalidade de usufruto dos subsídios foi também adoptada. Os valores correspondentes passaram a ser depositados em contas dos deputados, cabendo aos mesmos a sua administração. Anteriormente era o Parlamento que processava pagamentos de aquisições e serviços prestados aos deputados, mediante apresentação de facturas.

A acomodação da elite política e da classe média ligada ao regime, ocorrida no seguimento das eleições de Set.2008, é considerada imperativo do esvaziamento a que o “desmesurado” resultado do MPLA sujeitou a UNITA e a oposição em geral, (a lógica foi a de colmatar o desaparecimento de um factor de coesão com a criação de outro).

O fraco resultado obtido pela UNITA fez esbater a “ameaça” que desde sempre lhe esteve associada (AM 340), tendo-se dissipado assim um factor de coesão de grande utilidade na manutenção da coesão interna do regime. As novas e mais compensadoras oportunidades de acomodação no poder, Governo, Assembleia, diferentes escalões da administração, foram calculadas para servir de novo factor de coesão.

A nova Assembleia Nacional, é na sua composição dominada pelo MPLA, com mais de 80% dos lugares. A UNITA tem apenas 16 deputados – quatro vezes menos que na anterior legislatura. Perdeu visibilidade ao ser-lhe atribuída a terceira vice-presidência (que nunca tem lugar na mesa) e esteve mesmo destinada a ocupar os lugares do fundo da sala de sessões.




Comentário: Cá(Tuga) como lá(Mwangolê) a vida é TÃO BELA para os DEPUTADOS.

EU JURO QUE CUMPRIREI FIELMENTE E DEDICAMENTE O CARGO PARA O QUAL FUI NOMEADO PELO VALOR DE 5.000 USD MENSAIS, ACRESCIDO DAS RESPECTIVAS AJUDAS DE CUSTO.

Viva o POVO que anda CEGO !!


Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009

Luisete Araújo - Pré-candidata a Presidente da República Popular de Angola


2009 LUISETE ARAÚJO A ESCOLHA DO POVO

Luisete Macedo Araújo, em entrevista a uma das rádios da capital considerou que: “ ainda me falta apoio massivo mas o povo tem que me ajudar a escrever o próximo capítulo da história de Angola; a minha candidatura é para o povo. Estamos a criar já um amplo movimento de apoio a minha candidatura e todos aqueles que queiram fazer parte da mesma deverão dar a fotocópia do cartão eleitoral para poder na hora certa apresentar Ao Tribunal Constitucional. Podemos ver em cada esquina do nosso país as várias crises em que vivemos por isso temos que mudar o quadro cruel do país.

LUISETE ARAÚJO PODERÁ SER PAIXÃO DO ELEITORADO

As pessoas não escondem simpatia por Luisete. A candidata do povo como é conhecida e única mulher na corrida presidencial deixa bem claro que quer milhões de votos dos Angolanos, sente-se confortável quando é entrevistada pela imprensa. A Pré-candidata não tem currículo politico é cara nova no mercado isto agrada o povo e trás curiosidade. Luisete Macedo Araújo é neta materna de António Pedro Benje natural de Cabinda, preso político no então processo 50 e sobrinha de João Pedro Benge assassinado na rua Senado da câmara logo após o 25 de Abril de 1974.

MULHERES QUASE SEM DIREITOS

Luisete Araújo quer proteger as mulheres se for eleita presidente de Angola em 2009, com posições claras contra os maus tratos que as mesmas têm vivido em Angola. “ Vou envolver os media num crescente e ruidoso movimento, para que as mulheres conquistem espaço e dignidade de vida no país inteiro.
Luisete Araújo, desperta entusiasmo e amor ao próximo quando fala aos micros das rádios, diz que ama o país e que os governantes deveriam fazer o mesmo dando dignidade de vida ao povo, afirma ainda que: “Temos que tirar os nossos jovens do mundo das drogas e do alcoolismo, devemos acabar com a violência mental através de bons programas televisivos e criação de emprego.

TRAGO POLITICAS CLARAS PARA O POVO

Uma das primeiríssimas coisas que farei se for eleita presidente de Angola é tirar todos os doentes mentais e crianças da rua, dar-lhes uma nova oportunidade de vida através de um serviço médico de especialidade, fico com o coração partido quando vejo os doentes mentais – temos que tratar os nossos doentes. Que crescimento económico é este que deixa-os a viverem como animais? Trago políticas claras para o povo – temos esta tarefa de servir quando somos puder e não nos servirmos do povo.

LUISETE MACEDO ARAÚJO PROMETE:

Se for eleita presidente de Angola, quero ser uma presidente bem entrosada com o povo, saber como eles vivem, estar presente e sermos todos abençoados.

Folha 8 – Como se sente a entrada do ano das Eleições Presidenciais 2009?

Luisete Macedo Araújo – Estou consciente que terei muito trabalho pela frente, mas sinto-me motivada pois, enquanto existir a miséria nas proporções que se verifica em Angola, batalharei por esta causa. Angola é um super país, com riquezas imensas, mas com um índice de corrupção altíssimo. Ora, nós andamos aqui a confundir crescimento com a exploração de petróleo e desenvolvimento com a construção de casas. Pelo que sabemos, o desenvolvimento mede-se com um bom nível de vida do povo na sua maiorianão é o que acontece em Angola. “Quero fazer de Angola uma grande nação com ajuda de todos”.



Ler mais aqui : http://luisetearaujo.blogspot.com/



Comentário:Mulher de coragem.

É preciso ter coragem para enfrentar a máfia do MPLA, chefiada através do actual presidente ZeDu dos Santos e da sua respectiva família.

Vamos a ver, se o desejo de Luisete Araújo, não morre antes mesmo de se ter iniciado, com o aparecimento de entraves e o envolvimento de esquemas pouco claros, por parte de outras figuras que fazem parte da actual governação angolana.

É por este tipo de candidaturas, que eu alinho e denomino de partido " NOVO OXIGÉNIO PARA ANGOLA ".Novas pessoas, novas mentalidades, novas filosofias políticas e económicas, dirigidas para a unificação do povo angolano.É tempo de dizer BASTA, à governação e à manipulação da família Dos Santos durante 34 anos.

Tinta quatro anos, é tempo mais que suficiente para considerarmos a permanência de um presidente no poder, como sendo um regime de Ditadura/Dinastia familiar dos Santos.

Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

Angola: Polícia nega recrutamento à força de jovens para conflito na RDCongo

Fonte: Jornal de Notícias

Luanda, 07 Jan (Lusa) - A Polícia Nacional (PN) de Angola rejeitou hoje o alegado recrutamento de jovens nas províncias do Moxico, Lunda-Norte e Lunda-Sul para se envolverem directamente no conflito da República Democrática do Congo, como denunciou a Associação Mãos Livres.


Em declarações à Agência Lusa, o comissário-geral da PN, Ambrósio de Lemos, referiu que a polícia não tem competência para fazer recrutamentos militares.

A denúncia de que as Forças Armadas e a PN estavam a fazer "rusgas" para recrutar à força jovens para alegadamente enviar para a República Democrática do Congo (RDCongo) foi feita pela Associação Mãos Livres, uma organização que se dedica à defesa dos Direitos Humanos em Angola.

Refutando a acusação, Ambrósio de Lemos sublinhou à Lusa que "a Polícia Nacional não recebeu nenhuma orientação do Governo para que assim procedesse", acrescentando que já entrou em contacto com os comandantes provinciais da polícia do Moxico e das Lundas, e que "nenhum deles afirmou ter feito qualquer acção nesse sentido".

A Associação Mãos Livres, que congrega juristas e se dedica à defesa dos Direitos Humanos, especialmente na área da Justiça, fez esta denúncia salientando que durante as rusgas eram revistadas casas para a localização de jovens entre 14 e 30 anos para integrarem os efectivos militares angolanos que iriam combater na RDCongo.

"Não sei onde é que surgiu esse boato de que alguns elementos estariam a ser perseguidos para serem enquadrados na polícia ou nas forças armadas", frisou o oficial da PN.

Segundo o comissário-geral da polícia, a situação foi "categoricamente desmentida", quer pelo comandante provincial do Moxico, da Lunda-Sul e da Lunda-Norte, quer pelos governos locais.

"Não há qualquer acção nesse sentido. A polícia está a fazer recrutamentos na base de concursos públicos, tendo até excedentes de efectivos", afirmou Ambrósio de Lemos.

"Não foi a polícia nem as forças armadas mandatadas para fazer isso", reiterou.

Segundo relatos de fontes das FAA, divulgados pela imprensa angolana, a origem desta acusação poderá estar relacionada com algumas acções dos militares angolanos com o objectivo de evitar a infiltração em território angolano de elementos ligados a organizações separatistas da RDCongo, país que vive actualmente uma situação de conflito armado no Leste e que tem uma extensa fronteira com Angola.

As autoridades de Kinshasa já pediram a intervenção do Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos, no sentido de encontrar uma solução para o conflito que opõe Kinshasa ao general rebelde Laurent Nkunda, no Kivu-Norte.

Pedido que Luanda sempre rejeitou directamente, alegando que só no âmbito das organizações internacionais seria possível enviar tropas para o território.

Angola combateu ao lado das forças de Kinshasa contra os rebeldes durante a guerra civil na RDCongo (1998-2002).



Comentário:Simplesmente direi: "Não há fumo sem fogo".Tratando-se de uma organização composta por juristas, não é credível nem para essa organização nem para o impacto que esta acusação possa ter ao nível interno e externo.Não é credível, uma organização que se dedica à defesa dos Direitos Humanos fomente e alimente um boato.Quem conhece como funciona a estratégia política e militar em Angola, sabe que a contra-informação é a melhor arma dos governantes e militares.

Vamos aguardar pelo tempo.Ele dará as respostas necessárias.

Domingo, 4 de Janeiro de 2009

Convite para festa de revellion de Isabel dos Santos custou 800USD por casal

Fonte: Club-k

Luanda - A badalada festa de “réveillon 2008-2009” promovida pela empresária Isabel dos Santos, é até agora tida como a mais cara das festas que ocorreu em Luanda. O preço inicial dos convites por cada pessoa custava 150 dólares americanos.

Em última da hora os mesmos bilhetes/convites chegaram a ser vendidos por 400USD por cada pessoa. (Quer dizer que um casal pagava 800 USD).




O local foi o habitual “Miami Beach”, restaurante pertencente a empresária localizado na Ilha de Luanda. Para aquisição de convites vendidos, em última da hora (comprados na porta do recinto) os organizadores com realce a Isabel dos Santos adoptaram como critério de selecção a exigência de exibição da cópia de um documento de identificação.

Isabel dos Santos terá sido mal interpretada pelos pressentes porque houve quem julgasse que ela estava pedir identificação para certificar se as pessoas fossem da designada “família nobre” próxima ao poder político/económico no país.

As festas de passagem de ano organizada por Isabel dos Santos tornaram-se tradicional devido a sua concorrência e selecção de “bom pessoal” (designação usada para descrever a juventude próxima a elite política/económica).

Festa também badalada ocorreu no restaurante Caribe e Chill out também situados na ilha de Luanda cujos convites chegaram ser comercializados por 200 dólares americanos. O Chill out e o Caribe restaurantes separados por um muro. Os organizadores colocaram uma espécie de ponte que facilitava a circulação dos convidados de uma festa para outra.


A festa no cine tropical, algures próximo a Avenida Lenine foi também bastante falada pela sua fineza. Os convites custaram 150 UDS por cada casal.



Comentário:Este tipo de festanças faz lembrar aquela canção, que diz:

"Eles comem tudo!Eles comem tudo! E não deixam nada!

Dedico essa canção a todos os angolanos que pactuam e acarinham este tipo de comportamentos e festanças organizadas pela família real "Dos Santos".

Continuem a apostar neles.Continuem os angolanos a achar que esta "corja mplista made in Santos" é o máximo e a ideal para governar o destino de Angola.

Compreendem agora, a razão porque o MPLA do Dos Santos teve receio do Voto da Diáspora.Porque os angolanos que estão na diáspora não pactuam nem toleram com este tipo de comportamentos corruptos contra a dignidade da maioria do povo angolano que continua a viver abaixo dos índices toleráveis de pobreza.Os corruptos pertencentes à corja Dos Santos, vão comer tudo e não vão deixar nada para o povo.