Sábado, 28 de Março de 2009

Sócrates processa Smithe pondera acção contra a TVI

A TVI emitiu ontem o filme, de que se falava há semanas, em que Charles Smith acusa Sócrates de ser "corrupto". O primeiro-ministro reagiu imediatamente anunciando que irá processar os "autores desta difamação".


Fonte:DN

O processo contra Charles Smith já está decidido - vai avançar; mas contra a TVI ainda não, estando a ponderação a cargo do advogado Daniel Proença de Carvalho.

José Sócrates reagiu assim, ontem, à transmissão pela estação de Queluz de imagens de uma gravação de 3 de Março de 2006 em que Charles Smith, intermediário no processo de licenciamento do Freeport, afirma que o primeiro-ministro "é corrupto".

Num comunicado emitido a seguir ao noticiário (ver caixa), Sócrates anunciou já ter dado "orientação" ao seu advogado para "agir judicialmente contra os autores desta difamação".

A gravação terá sido efectuada, sem o conhecimento de Charles Smith, por Alan Perkins, antigo administrador da Freeport durante uma reunião nos escritórios da empresa Smith&Pedro. Um encontro onde alegadamente participou ainda João Cabral, engenheiro que trabalhava para a empresa de Charles Smith e de Manuel Pedro.

Em 17 de Julho de 2007, Smith foi confrontado pela PJ com o conteúdo da gravação. Negou a existência de qualquer pagamento. E terá dito dito o mesmo quando foi ouvido pelo escritório de advogados inglês Decherts, que estava a fazer uma investigação para a Freeport. Os advogados concluiram, então, que a referência de Smith a pagamento não era mais do que, alegadamente, uma estratégia comercial, de forma a aumentar a avença com a empresa inglesa. E a garantir o pagamento de IVA em Portugal dos serviços prestados pela consultora. Algo que a Freeport não teria regularizado.

Face à lei portuguesa, o conteúdo do DVD não pode ser utilizado nos tribunais como prova, uma vez que se trata de uma gravação feita sem autorização judicial. E, ao que tudo indica, à revelia de pelo menos um dos participantes, Charles Smith.

No DVD que a TVI ontem pôs no ar começa por ouvir-se uma pergunta de Alan Perkins: "O que desencadeou a acção da polícia? A queixa era sobre corrupção". Charles Smith responde: "O primeiro-ministro, o ministro do Ambiente é corrupto". A partir daqui desenvolve-se um diálogo entre os dois, com João Cabral pelo meio, continuando Perkins a inquirir Smith. "Quando tudo estava a ser construído qual era a posição dele?"

Smith, neste DVD, afirma que "este tipo, Sócrates, no final de Fevereiro, Março de 2002, estava no Governo. Era ministro do Ambiente. Ele é o tipo que aprovou este projecto. Ele aprovou na última semana do mandato, dos quatro anos. Em primeiro lugar, foi suspeito que ele o tenha aprovado no último dia do cargo... E não foi por dinheiro na altura, entende?Isto foi mesmo ser estúpido".

No noticiário da TVI falou-se a seguir de números e de pagamentos, com Perkins a perguntar "quando foram feitos os pagamentos? Como estava em posição de receber pagamentos se aprovou o projecto no último dia do cargo?" Charles Smith diz que os pagamentos "foram feitos depois. Ele pediu dinheiro a dada altura, mas não... João, foi aprovado e os pagamentos foram posteriormente?"

João Cabral intervém nesta altura, referindo que "houve um acordo em Janeiro. Eles tinham um acordo com o homem do Sócrates, penso que é em Janeiro". Charles Smith acrescenta que "Sean (Collidge) reuniu-se com o tipo. Sean reuniu-se com funcionários dele, percebe?" A seguir a isto Alan Perkins pergunta se o acordo era para pagar e Smith responde: "Para pagar uma contribuição para o partido deles". Charles Smith, que já foi constituído no âmbito deste caso, ainda diz que foi "o correio": "Apenas recebemos o dinheiro deles. Demos o dinheiro a um primo... a um homem"...


Comentário: Sócrates, não é corrupto.Corruptos somos nós, que nos deixamos corromper pela lábia dos políticos militantes dos partidos políticos em época de eleições.Na hora do voto, somos corrompidos, porque votar é um acto cívico, alegam eles.Entre uns e outros, venha o diabo e escolha.Para cumprir o dever cívico temos que votar num desses diabos cheios de lábia.Nenhum deles, é corrupto.São todos santos, gente honesta.Por serem tão honestos, é que todos ocupam cargos relevantes nas grandes empresas e grupos empresariais.E porquê? Porque as empresas e os grandes grupos, preferem contratar e pagar a peso de ouro a um ex-político, porque ele é perito na "arte de manusear influências" conhece de singeira, os locais e os lugares certos onde a corrupção (influências) deve ser exercida.

Nenhum político é corrupto (repito).

Nós, o Zé povinho, é que somos.A culpa deles serem corruptos é nossa, porque lhes damos de mão beijada os altos cargos onde a corrupção é exercida.Dizem os experts, onde circulam elevadas somas de dinheiro, é onde tem origem a corrupção.

Nas próximas eleições, eu já sei, em que local e lugar devo exercer o meu direito cívico como cidadão eleitor, para ajudar a combater a corrupção na classe política.

O local que melhor se adequa para eleger um político, é o caixote do lixo.


Quarta-feira, 25 de Março de 2009

China agradece África do Sul por negar visto ao dalai lama


Governo chinês diz que todos os países devem respeitar a soberania e a integridade territorial da China e se opor à independência do Tibete.

Fonte: África 21

Pequim - O Governo da China agradeceu hoje (24) à África do Sul por negar o visto de entrada ao dalai lama, embora o país africano ainda não tenha confirmado se a recusa foi devido a pressões de Pequim.

"Todos os países devem respeitar a soberania e a integridade territorial da China e se opor à independência do Tibete. Apreciamos as medidas de outros países neste sentido", assinalou o porta-voz da Chancelaria chinesa Qin Gang, em coletiva de imprensa.

Qin reiterou que o dalai lama é "um exilado político envolvido há longo tempo em atividades separatistas sob o pretexto da religião" e destacou que a China se opõe a que qualquer país dê abrigo ao líder tibetano.

O dalai lama tinha sido convidado a uma conferência internacional sobre a paz e o esporte que será realizada esta semana em Johannesburgo, mas o Governo sul-africano decidiu não autorizar a entrada do líder tibetano.

Porta-vozes da Presidência sul-africana alegaram que a participação do monge budista "poderia ofuscar os preparativos para a Copa do Mundo de Futebol", que acontece em 2010 no país.


Comentário:Simplesmente direi « a África do Sul, foi arranjar uma desculpa esfarrapada e pouco convincente para justificar a sua aliança à China».

Até 2010, muita água ainda vai correr debaixo das pontes.Longe vão os tempos, que na África do Sul, pelos vistos actualmente ninguém dá importância, lutavam contra o desrespeito, contra a descriminação, apelavam para defesa dos direitos humanos.A hipocrísia, tomou conta da racionalidade.

Pelos vistos, para a maioria dos países que se encontram com a corda no pescoço, devido à tal crise mundial, a resolução para ela (crise), passa por serem amigos e aliados da super poderosa China, outrora inimiga.

O mundo, está cada vez mais a ser gerido por loucos, possuídos pelo diabo que eles carregam(poder económico-gerador de crises).Inclusive, até o próprio Papa, anda baralhado ao condenar o uso do preservativo em África.Será, que a crise também está afectar os cofres e os neurónios de alguns, lá para as bandas do Vaticano.Será, que África, de repente também se tornou para o Vaticano numa rota preferencial para a resolução da sua crise.Não me espantaria, ver o Papa ser convidado para conselheiro de José Eduardo dos Santos, um dos ditadores africanos, e que o mesmo (Papa) viesse a aceitar o cargo. Rezava umas quantas avé-maria e uns padre-nosso, ficavam todos perdoados e esquecidos.

Todos os dias, somos surpreendidos com loucuras que nem ao diabo lembraria.O melhor é nem sabermos delas, pois podemos dar em loucos.O povo precisa de estar calmo.Para conseguir detectar no meio de tanta crise (algumas bem inventadas), os aldarbões bem falantes que por aí andam

Lembram-se da subida do «arroz» que originou a escassez, ocasionando a fome nos países cuja a sua base de alimentação está dependente dele (arroz)

Lembram-se, o que é que os senhores detentores do poder económico andaram a fazer ?

Andaram, a jogar nas «Bolsas mundiais» com a base de sustento dos povos, inflacionando o produto.Andaram a enriquecer à custa do pobre e da sua fome.

Qual foi o resultado ?

O resultado, está à vista.

Uma crise mundial

Por culpa de quem ?

Do pobre, não foi de certeza.

Ao pobre, raramente sobra uns cêntimos para andar a jogar na bolsa

E quem é que, está a pagar a crise ?

O mesmo de sempre.

O pobre, que não foi culpado da crise, mas é ele que está a pagá-la.

O pobre coitado, que vive mal e miserávelmente, mas no entanto, é muito útil para os políticos e governantes na caça ao voto, sendo muitíssimo mais útil para os detentores do poder económico, nos ganhos que estes obtêm nos seus viciosos jogos nas bolsas mundiais, inflaccionando os produtos e bens de primeira necessidade, já para não falar dos outros jogos, como os de off-shore, falências técnicas, aproveitamento da crise para despedimentos, ofertas de «magalhães», etc e tal.

Afinal quem tem o poder do dinheiro e das decisões políticas nas mãos, é quem sai, sempre a ganhar. Então eles, que trabalhem para justificarem os ordenados e os lucros milionários que arrecadam.Afinal, o pobre não pode ficar em casa a receber subsidio de desemprego, fruto do seu trabalho precário, que é logo considerado um malandro e os políticos e os poderosos económicos podem originar crises e são considerados honestos e mal pagos, e se, necessário fôr, ainda pedem subsídios para ajudar a levantar o que eles devido a má gestão deixaram cair

O melhor mesmo, é os pobres como ocupação durante o desemprego, ficarem em casa, arranjarem uma hortinha para cuidarem e gerirem, ao menos essa, não encerrará, por má gestão e garantirá alguma comida à mesa.A melhor forma de contornar a crise, é borrifar para o que os políticos dizem.Deixá-los a falar para o marketing e para o boneco, enquanto cuidamos da nossa horta.Conforme o tempo fôr passando, vai ser pior.As eleições estão à porta.Vão-se pôr a vender banha da cobra e a culpar a crise aos «berros» para mais uma vez enganarem o pobre, pedindo-lhe a maioria, para garantirem o «tacho» para eles.

Estamo-nos a ralar com eles, para quê?

Na casa dos políticos e governantes, não há crise.Não lhes falta nada.Alguns até recebem três reformas milionárias, e aguardam pela quarta.Cobram por cada reunião em que participam, 5.000 euros, coisa pouca.Eles têm emprego certo e garantido (maioria absoluta), com ordenados de luxo, tudo à custa do pobre coitado, que acredita que o seu «VOTO» é a sua arma mais poderosa, para garantir a existência da democracia e da igualdade de direitos e deveres.

É tudo uma grande treta.

Treta por treta, prefiro ir cuidar da minha horta, porque essa é garantida pró meu sustento, do que estar a perder tempo a aturar pinóquios e sócretinos, estejam eles onde estiverem a venderem «carradas de magalhães, carregados com carradas de erros».

Façam como eu..

Ide cuidar da horta.

Terça-feira, 24 de Março de 2009

China volta a impedir acesso ao YouTube


Tibete ou incidente com navios americanos podem estar na origem do bloqueio

Fonte:Público.PT

O Governo chinês voltou a tornar inacessível o site de partilha de vídeos You Tube, num bloqueio que dura desde ontem. Não foram ainda avançadas razões oficiais para o corte de acesso ao site.



A Marinha dos Estados-Unidos teria publicado vídeos que registavam o incidente entre um navio americano e oito pescadores chineses que ocorreu este mês no Mar da China - esta é a causa possível avançada pelo jornal espanhol "El País".

Já a BBC avança a hipótese de o bloqueio ser a resposta à publicação de um vídeo por parte de um grupo de exilados do Tibete, onde estaria registado um espancamento de monges e outros tibetanos por parte de forças militares chinesas. Não é possível precisar, no entanto, o local e a data deste vídeo.

O porta-voz do Ministério dos Assuntos Estrangeiros chinês assegurou, em declarações citadas pelo "El País", que a constituição da China “ estipula claramente a liberdade de expressão”, mas estabelece certos limites. “Alguns acreditam, erradamente, que o Governo chinês teme a Internet”, disse, rebatendo este argumento com o número de internautas chineses -300 milhões, a maior comunidade a nível mundial -, como demonstração de que aquelas afirmações não correspondem à realidade.


Domingo, 22 de Março de 2009

Ao fim de alguns meses após as eleições em Angola, o Esquerda.net entrevistou uma vez mais Luis Araújo, director da Associação cívica angolana SOS Habitat.

Terça-feira, 17 de Março de 2009

PROFESSORES PORTUGUESES, UMA MAIS VALIA E NÃO CARÊNCIA DE NACIONAIS

Fonte: o apostolado

Sindicato dos professores do ensino superior contesta vinda de professores portugueses a Angola.

“ É uma mais valia mas não representa uma carência de docentes nacionais” – comenta o Presidente do Sindicato, Heitor Timóteo.

Segundo o docente, Angola tem quadros para suprir esta carência. O que acontece é que não existe salário e condições combatíveis para os angolanos.

“ Se o Governo colocar à disposição de que quem quiser entrar na universidade ou dar aulas para minimizar a insuficiência destes docentes, dando um salário digno, comparável ao dos magistrados e uma casa, tenho a certeza que muitos professores vão aparecer”- referiu.

Cerca de 20 docentes universitários portugueses estão já a caminho de Angola, para leccionar nas universidades públicas angolanas, ao abrigo dos acordos bilaterais entre os Governos de Angola e de Portugal.

O analista político e docente universitário, Justino Pinto de Andrade considera a contratação de professores portugueses como um dos ganhos mais significativos dos acordos entre os dois países.

“Eu acho que isso é muito importante para Angola, isto é ter a cooperação de professores vindos de várias origens, sobretudo vindos de Portugal, uma vez que sabemos que o domínio da língua portuguesa está muito difícil aqui em Angola” – sustentou.


Comentário: Estão-se todos aproveitar.

Como diz DogMurras, na sua canção,
"Bom emprego para os estrangeiros, portugueses, chineses, etc, e para o angolano hum hum hum "

O ensino em Portugal, está de rastos.Tudo por culpa das más políticas do governo/desgovernado dos Sócretinos.Os efeitos dessas más políticas estão à vista, com a criação de parcerias, cujo objectivo é exportar os excedentários para Angola, baixar os números na taxa de desemprego ao nível da UE, principalmente no sector do ensino.Tentar tapar o sol com a peneira.

Tudo vai depender da qualidade dos professores eleitos para irem para Angola.

Na volta, os eleitos são os amigos, dos amigos do grupo de Sócretinos, que vêm na ida para Angola uma oportunidade para subirem na vida e fazerem carreira.

Ver para crer, como em São Tomé.

Sexta-feira, 13 de Março de 2009

BANCOS ESTRANGEIROS «CÚMPLICES» DA FALTA DE TRANSPARÊNCIA EM ANGOLA


Fonte:Lusa

A falta de transparência do Governo angolano na gestão do erário público volta a ser rebatida pela Organização Não Governamental “ Global Witness”.

Um relatório da organização divulgado ontem, refere que a “ má gestão e corrupção nas finanças públicas angolanas, particularmente no sector petrolífero, está bem documentada”.

De acordo com o documento, “ o regime angolano está a ser financiado por bancos estrangeiros com empréstimos garantidos por petróleo da Sonangol, sem considerar a transparência no uso do dinheiro ou benefícios para a população.

"Ao disponibilizar empréstimos com garantia petrolífera à Sonangol, grandes consórcios bancários fizeram com que o país hipotecasse a sua futura riqueza petrolífera, em troca de dinheiro sem qualquer transparência sobre a forma como o dinheiro é usado", afirma a organização não-governamental no relatório "Undue Dilligence:
Como os Bancos Fazem Negócios com Regimes Corruptos", que documenta também casos como os da Guiné Equatorial, Congo Brazzaville ou Turquemenistão. Angola e a sua "companhia petrolífera opaca", adianta, é "exemplo chave" de receitas petrolíferas desbaratadas e "postas ao serviço de um Estado-sombra onde o único resultado real para a maioria da população é a pobreza", sendo os bancos "cúmplices" no esquema, "parte da estrutura que permite que isso aconteça". As contas da Global Witness, com base apenas em informação tornada pública, indicam que nos últimos cinco anos Angola recebeu pelo menos 13,9 mil milhões de dólares em empréstimos financiados por petróleo - BNP Paribas, Commerzbank, Banco Espírito Santo, Barclays, Deutsche Bank, Millennium Bcp ou Banco de Desenvolvimento da China ou China Exim são alguns dos credores.

"Na realidade, o sistema de finanças públicas angolano ainda mantém duas vias de despesa. Uma é o orçamento oficial, gerido pelo Tesouro; o outro é um sistema "não convencional" via Sonangol, que não está sujeito a escrutínio público". Segundo a análise da organização, com base em relatórios do Fundo Monetário Internacional, todos os anos ficam por contabilizar em média 1,7 mil milhões de dólares do Tesouro angolano. A média, calculada no período entre 1997 e 2001, equivale a 23 por cento do PIB angolano. "Os bancos podem separar-se dos riscos financeiros, mas fazendo estes empréstimos estão na realidade a contribuir para a própria situação que faz de Angola um investimento arriscado", refere a ONG. A Global Witness recorre ao epíteto de "Estado falhado de sucesso" - da autoria do académico português Ricardo Soares de Oliveira, da Universidade de Oxford - para enquadrar uma situação de aflição social em que "em vez de contribuir para o desenvolvimento, o sucesso da Sonangol tem estado sobretudo ao serviço da presidência e das suas ambições". A ONG abordou todos os bancos envolvidos nestes empréstimos - 12 (em 31) responderam, e o Standard Chartered aceitou mesmo reunir-se para explicar os seus critérios de concessão de crédito. O "sub-texto das respostas é que `há sistemas de controlo implementados", mas "a crise bancária global, que pôs a nú que os bancos não têm meios para controlar a extensão dos seus próprios compromissos financeiros, demonstra a falsidade destas alegações", acusa. "É altura de os bancos terem de verificar o uso dos empréstimos que fazem (...) Quando uma empresa pública não disponibiliza contas independentemente auditadas e publicadas para assegurar que é feita uma avaliação de risco séria, os bancos devem ser obrigados a comunicar aos seus accionistas qual a base em que foi feita a avaliação de risco", defende.


Comentário: A Sonangol anda na boca do mundo, na mesma proporção que anda Angola.Falar de Angola, é o mesmo que estarmos a falar da Sonangol.Falar da Sonangol, é o mesmo que estarmos a falar do governo (MPLA), cujo o seu representante máximo é o Presidente José Eduardo dos Santos.

Com este tipo de acusações, compreende-se, onde e como, a família dos Santos, conseguiu fazer avultadas fortunas, encabeçada pelo Presidente de Angola, e pelos respectivos membros da sua família.Entre os seus membros, podemos destacar, a sua filha Isabel dos Santos (a crioula russa), detentora de uma fortuna e de um império, dentro e fora de Angola, com a cumplicidade dos bancos praticada pelo facilitismo à lavagem de dinheiro através de investimentos.Coitada da rapariga, com tanto dinheiro nas mãos, ela tem que o saber guardar e esconder em algum lugar.De preferência, longe da vista e da cobiça do povo angolano.Portugal, é um bom destino, para investir com garantias.Os banqueiros e os governantes portugueses, agradecem, acarinham e aplaudem essa escolha, por parte da rapariga e sua família.

Está para nascer, o melhor banco, para acelerar e facilitar ainda mais a falta de transparência e ajuda à corrupção.Esse banco, foi anunciado e aplaudido a viva voz, tanto por governantes portugueses como angolanos, na recente visita de José Eduardo dos Santos a Portugal.Até tiveram direito, a repetir o cálice do melhor vinho do Porto.Lá fora e lá longe, ambos os povos amorfos, assistem impávidos à cena da ceia do cálice.Ambos, estão a ser vendidos, e desconhecem o «preço - números exactos» da transacção que os envolve.

O banco da parceria Angola/PT, segundo os argumentos apresentados por eles, vai facilitar as negociatas entre os dois países.

Sem dúvida nenhuma que vai facilitar ainda mais o facilitismo, que este tipo de corjas utilizam para branquear a verdade dos factos iludindo os povos de ambos os países.Vendendo-lhes mentiras.É sabido, que os cofres das finanças em Portugal, encontram-se na banca rôta.Em algum lado, eles terão que ir buscar o «guito», para taparem os buracos, que andaram a fazer, usando e culpando a «crise mundial» para justificar os desvios e desvaneios governativos.Esta parceria com os «irmãos de África» é uma benção caída do céu, para banqueiros, políticos e governantes corruptos.Nada melhor, que fazer parcerias com os irmãos da Sonangol/MPLA/Família dos Santos e tornarem-se cúmplices deles, abrindo-lhes os cofres para depositarem o espólio do roubo ao povo angolano e as portas para a entrada do seu investimento na europa(lavagem de dinheiro.A ocasião faz o ladrão.

Já agora, apetece perguntar:

Porque razão, Portugal não faz parcerias bancárias, com os outros países pertencentes às ex-colónias?

Nomedamente Moçambique.Também, são «povos irmãos».

Ou, já não são?

Será, porque são países pobres e débeis, onde a única oportunidade e oportunismo que encontram é vender-lhes o «Dr.Magalhães cheio de erros».

Mal vamos nós, se pensarmos, que os políticos e governantes, em particular de Angola e de Portugal, são todos uma cambada de anjinhos, honestos e inocentes, quando o que está em jogo, são «pipas de guito», que fazem gerar riquezas (particulares) e golpes de oportunismo e corrupção, entre as partes envolvidas.

Bem haja, a existência das ONG.

Eu pessoalmente, acredito no trabalho denunciador que as ONG's desenvolvem.Principalmente, no que diz respeito aos aspectos que envolvam a política, os políticos e governantes.Os principais responsáveis pela fomentação e propagação da corrupção no povo.

Terça-feira, 10 de Março de 2009

Cavaco não comenta democracia em Angola



Fonte:IOL

Após as declarações dos presidentes de Angola e Portugal, no Palácio de Belém, só dois jornalistas de cada país tiveram direito a colocar perguntas aos chefes de Estado. Na última delas, Cavaco Silva foi questionado sobre o processo democrático em Angola e Eduardo dos Santos em relação a um eventual compromisso para uma data de eleições presidenciais no seu país. O português não respondeu; o angolano disse que não sente falta de legitimidade e explicou que um escrutínio para o cargo que ocupa, só com uma nova constituição.

Seria talvez a questão mais sensível para o chefe de Estado português, que esteve sempre à-vontade nos temas económicos – chegou mesmo a fazer um resumo da actual crise mundial durante uma resposta a um jornalista angolano. Nessa área Cavaco exprimiu o desejo de se estabelecer entre os dois países uma «verdadeira parceria estratégica».

Eduardo dos Santos também apontou nesse sentido. Disse que as relações entre os dois países são «excelentes», porém, com um desafio: «Há muito que fazer». E por isso manifestou a necessidade de se «estabelecer um quadro financeiro que permita a expansão do investimento público e privado entre os dois países».
«Não sinto falta de legitimidade»
Negócios à parte, Cavaco Silva simplesmente passou a palavra ao seu homólogo angolano, quando foi instado a comentar o processo de democratização em Angola. Apesar de, anteriormente, na sua declaração, ter dito que «José Eduardo dos Santos desempenhou um papel muito importante para a paz, a estabilidade, a reconciliação dos angolanos».

Já o presidente angolano, que tinha sido questionado sobre se sente falta da legitimidade do voto e se se compromete com uma data para a realização de eleições presidenciais, não hesitou em responder.
No poder sem interregnos desde 1979, Eduardo dos Santos disse: «Eu não sinto falta de legitimidade». E explicou: «O meu nome foi o primeiro da lista de vários deputados que o MPLA apresentou às últimas eleições legislativas, em que o MPLA saiu vencedor com mais de 81 por cento dos votos. Portanto, enquanto chefe do executivo, pelo menos, sinto-me perfeitamente à-vontade».

Já no que diz respeito a uma data de eleições, o governante angolano disse que «é evidente que falta». A justificação para que não haja agenda deve-se, segundo apontou, à falta de um novo texto constitucional, que esteve a ser negociado - mas sem sucesso - antes das legislativas, realizadas em Setembro do ano passado. «As negociações foram inconclusivas», disse o presidente angolano, frisando que «o parlamento criou uma comissão constitucional que vai elaborar um novo texto da constituição».

Depois, esse texto será submetido à «consulta pública» e «após a sua aprovação pela assembleia nacional será a base para a realização das eleições presidenciais». José Eduardo dos Santos disse que pretende que haja um novo texto este ano, mas não apontou para quando um escrutínio com data marcada para o cargo que ocupa há 30 anos.



Comentário: Não consigo resistir, a este comportamento do Presidente Cavaco Silva.
Quem cala, consente...Dá a bola para o adversário marcar golo, como ele bem entender.

O que anteriormente, era considerado como dado adquirido em Angola, falta de condições para a garantia do investimento português, entre elas a democracia e a corrupção, rápidamente os governantes e políticos portugueses, viraram o seu discurso do «avesso».Adoptando pela velha estratégia, de passarem uma «esponja» sobre o passado, como se o mesmo, não tivesse tido importância ou até existido, com um elevado número de vítimas, de ambas as partes, merecedoras de mais respeito, por parte dos políticos portugueses, principais causadores dos danos provocados às vítimas.

Ainda hoje, muitas das vítimas, das apelidadas «democracias da treta - de fachada» aguardam pelas indenminizações a que deveriam ter tido direito, e que todos os culpados hipócritamente ignoram, e passam «esponjas» carregadas de falsidades e falta de coragem.O valor humano, deixou de ter valor.Substituído pelo valor económico.

Não se admirem, que os povos de Angola e de Portugal, no futuro, voltem a pegar as «catanas» escondidas, e comecem uma nova guerra, contra este tipo de políticos e governantes, cujos interesses deveriam ser de estado, e passaram a ser interesses dos lobies particulares das suas carreiras e carteiras.

Que o Presidente José Edurado dos Santos, é um ardiloso mentiroso, já o mundo sabe.

O que o mundo, não sabia, e ficou a saber, é que o presidente dos portugueses, também é um ardiloso hipócrita.

Não se iludam, todos aqueles que pensam, que a parceria para a abertura de um Banco em Angola e Portugal, com investimentos de ambas as partes, vai beneficiar os povos de ambos os países.Essa parceria, tem contornos promíscuos para «lavagem de dinheiro e outras negociatas da família dos Santos».É, mais uma porta, que se vai abir na Europa para esta família Dos Santos.Os amigos portugueses, que estão de tanga, são os parceiros ideiais, para a lavagem.

Portugueses e angolanos na diáspora, ide para Angola «já!».

É um óptimo país, para os «oportunistas económicos»

Ide, todos aqueles, que pensam em Angola, em termos económicos dos seus bolsos e do seu bem estar particular.

Os que, «amam verdadeiramente Angola», não se deixam enganar

Metem nojo

Segunda-feira, 9 de Março de 2009

Visita de Eduardo dos Santos

Fonte: O Sol

Angola quer mais investimento português

Os interesse angolanos em Portugal e os investimentos portugueses em Angola estarão no centro da visita de Eduardo dos Santos. A possibilidade da existência em Portugal de um banco angolano estará em cima da mesa. Dos Santos reservou dois andares no Hotel Ritz e a visita, feita a convite de Cavaco Silva, foi cuidadosamente preparada e alvo de rigorosas medidas de segurança



Comentário: Quem tem cú ! Tem medo, das «catanadas».

Tudo, tem que ser cuidadosamente preparado com rigorosas medidas de segurança, não vá a catana «escorregar» de uma mão mal intencionada.


Segunda-feira, 2 de Março de 2009

Presidente da Guiné-Bissau assassinado por militares


Fonte: O Sol

O Presidente da Guiné-Bissau, Nino Vieira, foi assassinado num ataque à sua própria casa, informação já confirmada oficialmente. A morte do presidente estará ligada ao atentado desta noite que vitimou o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas



Atentado à bomba mata chefe do Estado-Maior das Forças Armadas O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas de Guiné-Bissau, o general Tagmé Na Waité, foi morto nesta madrugada num atentado contra o quartel-general do Exército em Bissau, anunciou o seu chefe de gabinete, o tenente-coronel Bwam Nhamtchio

Comentário:Simplesmente direi: Quem com ferros mata.Com ferros morrerá

Quanto ao que os sócretinos dizem por aí, é tudo mera hipocrísia de circunstâncias.Quem está dentro do «convento» é que sabe o que por lá se passa.Certamente, que não se mata alguém porque ele foi um «santo/inocente».

É menos um ditador.Sigam-se os outros.

Domingo, 1 de Março de 2009