terça-feira, 11 de março de 2008

TOLERANTE COM VENDEDORES ASIÁTICOS, POLÍCIA INVESTE CONTRA ZUNGUEIROS ANGOLANOS

Fonte: VOA

O coordenador da Comissão dos Direitos Humanos de Angola, FranciscoTunga Alberto considera uma vergonha nacional a perseguição que é feita diariamente às vendedoras ambulantes, vulgo zungueiras, pelas forças da Ordem Pública e por elementos da fiscalização de Luanda e de outras capitais do país.

Em declarações à Voz da América este responsável cívico disse que tal atitude é uma gritante violação dos direitos humanos que ocorre por falta de diálogo entre governantes e governados.
Para Tunga Alberto, os organismos estabelecidos não funcionam nem mesmo o parlamento tem tido esse tipo de debates ou consultar outras estruturas.

Tunga Alberto acrescentou que já se sente a ameaça de pobres de outros países, pois já se está a constatar nas ruas de Luanda a presença de cidadãos de outras nacionalidades.

Mas, segundo disse, para estes novos «zungueiros» as forças da ordem não estão a tomar iguais medidas.

«Falando em particular sobre a situação que as mulheres vivem em Luanda ou noutras grandes cidades, perseguidas pelos agentes da ordem pública, a situação é vergonhosa em relação ao poder instituído em Angola. Por um lado, porque essas senhoras não vieram para Luanda por vontade própria, mas foi pelas várias circunstâncias que o país viveu, a situação de guerra. Porque elas nem pensaram que um dia se haviam de deslocar das suas áreas de origem nas províncias, para virem para a capital como Luanda que ouviam falar mas não previam vir viver aqui nessas condições».


Tunga Alberto disse ainda que estas senhoras chegadas a Luanda, nem o Governo, nem outras organizações e instituições como religiosas criaram condições de instalação destas pessoas; não tiveram capacidade para acolher todas essas famílias deslocadas.

«Nenhuma instituição seja religiosa ou não governamental ou das agências das Nações Unidas, nenhuma organização teve capacidade de acolher estas senhoras, criar para elas oportunidade de negócios de se promoverem na vida, então optaram pela sobrevivência. Já viram violados os seus direitos de cidadania, de cidadãos angolanos por não encontrarem condições de acolhimento, porque o Governo não tem.»

Tunga Alberto lamenta o facto de apesar de a guerra já ter terminado ainda existam pessoas a viver em tendas, não havendo qualquer seguimento em termos de assistência. Para ele, as zungueiras, como são chamadas, estão a ser perseguidas pelo próprio Governo, que organiza as forças da Ordem Pública para perseguir a última categoria de pobres que constitui o tecido social de Angola.

Sustentou que esta situação vive-se em pleno coração da sede do Governo central e provincial que deveriam ter mais meios e mais organização em relação a outras administrações provinciais.

«Uma vergonha para todas as instituições que funcionam em Angola e é um crime não apenas de violação dos direitos humanos, estar a torturar os seus cidadãos em pleno ar livre e na presença de todas as forças sejam estrangeiros, missões diplomática. A pergunta que deve ser feita é sobre que cidadania os angolanos têm? Não penso que isso seja motivo de satisfação para o Presidente da República e muito menos para as forças políticas que constituem as organizações de massas do MPLA».

Com estes e outros problemas, Tunga Alberto considerou que o país e os homens angolanos estão doentes estão. Defende o diálogo entre governantes e governados porque «o direito não pode ser só para as elites mas tem de ser também para o povo e o diálogo pode ser feito através das Igrejas, das associações, das organizações de massas, dos partidos e este é um bom momento para isso.» (AMendes)



Comentário: Relativamente à pergunta " que cidadania os angolanos têm", a resposta é só uma.A cidadania dos angolanos passou a ser de 3ª categoria.Tal como acontecia no tempo colonial.As categorias da actual sociedade angolana, repartem-se entre :

1ª categoria : Governantes e respectiva corja de "subalternos e lambe-botas" (generais e respectivas famílias, massas do MPLA)

2ª categoria : Novos Pseudo Ricos da Sociedade Angolana e Comunidades estrangeiras

3ª categoria : Classes sociais desfavorecidas - os explorados e expoliados «O Poder Popular »

Angola pertence a uma miscelândia de povos, onde não estão incluídos na sociedade angolana, os angolanos desfavorecidos (3ª categoria), que vão continuar a sofrer na pele e na cidadania o "poder das riquezas de Angola e a ambição gananciosa de uma minoria da elite dos homens doentes (vladmiros ébrios) que governam o país, e que o repartem em fatias com as forças estrangeiras ".


Já não há volta a dar.Angola já está hipotecada a várias forças estrangeiras, as chamadas super potências como a China, que passou a controlar e a ditar as regras.Atrás de um angolano, estão dois ou três chineses a mandar.Antigamente, a esta situação chamavam "colonização, exploração e decapitação das riquezas".Actualmente chamam "Globalização".

Este é o preço a pagar pelos angolanos, após 27 anos de guerra e de sofrimento.

Este preço, valeu a pena para quem ?

HUAMBO EM ESTADO DE ALERTA COM FALSIFICADORES DE DÓLARES

Fonte: VOA


Um grupo de três cidadãos estrangeiros, dentre os quais, um ivoiriense e dois da República Democrática do Congo, introduziram-se na cidade do Huambo com uma soma não calculada de dólares americanos falsos.

O objectivo dos mesmos é de ludibriar cambistas e comerciantes para obtenção da moeda nacional. As notas faciais de que os expatriados são portadores, fabricadas, de acordo com os dísticos, em 2006, transforma-se, no espaço aproximado de três horas, em cinza.
Cipriano Paulo da Paixão, proprietário de uma lanchonete no bairro da Chivela, nesta cidade, e ligado ao câmbio de moeda estrangeira há 8 anos, e que perdeu 175 mil Kwanzas, conta-nos como tudo aconteceu no contacto com os falsificadores do dólar americano.

«Eu ontem, quando eram 7 horas, apareceram três senhores, um branco, com uma altura de aproximadamente 1 metro e 80 centímetros, que é ivoiriense e restantes são do Congo Democrático. Os mesmos não apareceram apenas ontem. Eles têm já convivido na mesma lanchonete. Um deles disse-me que levavam 50 mil dólares para cambiar e perguntaram-me se teria dinheiro suficiente para efectuar o câmbio. Eu respondi de que só tinha capacidade para comprar 2 500 dólares americanos. Eles concordaram e lá fizemos o câmbio. Os congoleses disseram que o ivoiriense acabava de chegar ao Huambo e serviram-se de tradutores para facilitar o negócio. Apesar da desconfiança, um deles transmitiam-me uma certa confiança, porque não era a primeira vez que o tinha visto. Efectuamos o câmbio e partiram ao encontro de outras lanchonetes e restaurantes, já que não pude adquirir os 50 mil dólares que traziam. Três horas depois, quando voltei a reparar os valores com a minha esposa, encontramos as notas todas em cinza».

A Polícia Económica do Huambo está ocorrente da situação e promete redobrar esforços no sentido de desmantelar mais um dos vários grupos que já apareceram nesta região com moeda estrangeira falsa para injectar no mercado financeiro local.


Comentário: Só não entendi neste embrólio dos dólares, o que é uma " lanchonete ".Será um "bazar chinês de câmbios " ?

DOENÇA ESTRANHA MATA DEZ PESSOAS NO HUAMBO


Fonte : o apostolado

Uma doença estranha matou dez pessoas em menos de cinco dias, no Huambo.

Regista-se desde o passado dia três do corrente, no bairro do Bom Pastor, arredores da cidade do Huambo e, os pacientes encontram-se internados no hospital central, submetidos a tratamento médico intensivo.

Segundo o soba do bairro de Bom Pastor, Israel Mandavela, a doença manifesta-se com intensa diarreia e vómitos e está a afectar habitantes da “Zona B”.

As autoridades sanitárias locais ainda não conseguiram identificar o tipo de patologia, tendo já enviado algumas amostras para laboratórios de Luanda.

“Estamos preocupados porque as amostras tiradas pelo hospital não permitiram identificar até ao momento a doença e as pessoas estão com medo de se aproximar dos cadáveres resultantes da mesma epidemia, temendo ser contagiosa", sublinhou o soba.



Comentário: Mais uma doença "estranha"?Já começam a ser muitas doenças " estranhas".Em tempos (recentes) a doença estranha aconteceu no Cacuaco com o famoso Sal (brometo de sódio), depois transitou para o Uíge, com um minério (cobre?)na origem, e ainda em Luanda com a famosa mosca Tsé Tsé de uma estirpe diferente da comum.

Repentinamente Angola é invadida por doenças estranhas e (des)conhecidas, começa a ser muito estranho (anormal) que estas doenças estranhas, começarem a ser " moda " e coincidirem com o alastramento dos chineses nas várias províncias de Angola.Pode ser que estas estranhas coincidências, não passem disso mesmo " coincidências made in China ".

Será uma nova " moda " de " Extremínio colectivo " ?

Angola: Tecnovia nega versão da Polícia Nacional sobre português baleado em Cabinda


Lisboa(Lusa) - A Tecnovia desmentiu hoje que o seu funcionário baleado há uma semana em Cabinda tivesse sido assaltado quando transportava o dinheiro dos salários dos restantes trabalhadores, conforme o que defendeu hoje a Polícia Nacional (PN) angolana.


Segundo Cristina Madaleno, directora do Departamento de Recursos Humanos da Tecnovia, empresa portuguesa ligada à construção civil e obras públicas, António Carapinha, a vítima portuguesa, é o encarregado de equipamentos e que nada tem a ver com o pagamento de vencimentos.

"Aliás, os nossos pagamentos não são feitos sequer dessa forma. O nosso trabalhador nada tem a ver com o pagamento de salários", disse aquela responsável da Tecnovia, adiantando que António Carapinha, ferido num braço e numa perna, abandonou sábado o hospital local onde foi assistido.

Hoje, em declarações à Lusa, o porta-voz da PN, 1º superintendente Carmo Neto, afirmou que o cidadão português baleado em Cabinda foi alvo de um assalto à mão armada, do qual lhe foi roubado dinheiro que se destinava ao pagamento de salários, e que a corporação continua no encalço dos assaltantes.

"É suposto que os criminosos tivessem conhecimento de que a vítima transportava muito dinheiro. Deve ser esse o móbil do crime", salientou Carmo Neto, que se escusou a quantificar os valores roubados e prometeu que, nas próximas horas, fornecerá mais detalhes sobre a ocorrência.


Segundo Cristina Madaleno, as circunstâncias que rodeiam o "incidente" estão ainda a ser alvo de uma investigação das Forças Armadas Angolanas (FAA), que, numa incursão realizada posteriormente, detiveram um suspeito nas matas do enclave.

"Mas não sabemos mais nenhum desenvolvimento. Aliás, nada nos leva a crer que este atentado tenha a ver com qualquer questão pessoal ou política", sublinhou a directora dos Recursos Humanos da empresa.

Cristina Madaleno afirmou, por outro lado, que as autoridades angolanas garantiram à empresa "toda a segurança" para continuar a trabalhar nas várias frentes dos diferentes projectos em Cabinda, sendo o mais importante o da construção da via rodoviária que liga o enclave à cidade congolesa de Ponta Negra.

A Tecnovia, empresa portuguesa ligada às obras públicas, está presente em várias frentes em Angola, indicou Cristina Madaleno, adiantando que nela trabalham cerca de 600 funcionários, 80 deles portugueses, divididos entre Luanda e Cabinda.

António Carapinha foi alvejado a 03 deste mês na província de Cabinda, sendo atingido por disparos de uma arma automática vindos do mato contra a viatura que conduzia.

Quatro dias mais tarde, contactado telefonicamente pela Lusa a partir de Lisboa, o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas de Cabinda - braço armado da FLEC (Forças de Libertação do Enclave de Cabinda) - reivindicou o "atentado", desencadeado na sequência de avisos às empresas estrangeiras que laboram em Cabinda para não ajudarem a economia de Angola.

"Quem disparou foram as FAC e vamos neutralizar tudo o que sustente a economia angolana", esclareceu Estanislau Miguel Boma.

No mesmo dia, o ministro sem pasta angolano António Bento Bembe negou à Lusa que António Carapinha tenha sido alvejado por elementos das FLEC/FAC, a quem acusou de "aproveitamento político", atribuindo a acção a delinquentes.

Bento Bembe indicou que, desde que a paz foi instaurada no enclave, se tem assistido a uma entrada "desordenada" de empresários que investem na região, mas sem obedecer às tradições locais, o que tem provocado descontentamento das populações.

Foi enquanto presidente do Fórum Cabindês para o Diálogo que, a 01 de Agosto de 2006, Bento Bembe assinou com o governo angolano um Memorando de Entendimento para a Paz e reconciliação na província de Cabinda.

O enclave de Cabinda, de onde provém a maior parte da produção petrolífera de Angola, é palco desde 1975 de uma luta armada independentista liderada pela FLEC, que alega que o território ainda é um protectorado português nos termos do Tratado de Simulambuco, assinado a 01 de Fevereiro de 1885.

Fonte do gabinete do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, António Braga, indicou hoje à Lusa que o governo Lisboa está a acompanhar a evolução da situação, estando desde já garantida a segurança dos cerca de 50 cidadãos portugueses que se encontram em Cabinda.



Comentário: As autoridades angolanas, estão a tentar tapar o " sol com a peneira", sacudir a água do capote, acusando os estrangeiros de entrada e ocupação desordenada do território, e ainda, tentar atribuir as culpas aos " delinquentes/marginais humildes" que andam "alvejar humildemente as viaturas que circulam nas estradas, carregadas de dinheiro".Esta teoria das autoridades angolanas, não tem pés nem cabeça, quem está em Angola, principalmente na zona de Cabinda, sabe, se não sabe devia saber, que a FLEC é uma realidade, e que a qualquer instante pode sofrer uma emboscada.Logo, não vai arriscar, fazer o transporte de avultadas quantias de dinheiro, que nem superintendente Carmo Neto, sabe precisar o seu valor.Não sabe, porque esse valor provávelmente não existe, e está a ser usado, para de uma forma "airosa" sacudir a água do capote, e negar uma evidência.A existência Activa da FLEC, e as suas emboscadas em Cabinda.

A directora do Departamento de Recursos Humanos da Tecnovia,esclareceu por A mais B que a empresa operar em Angola, a vítima portuguesa, é o encarregado de equipamentos e que nada tem a ver com o pagamento de vencimentos, e que os pagamentos não são feitos dessa forma.

Os pagamentos só são feitos dessa forma, quando se tratam de empresas angolanas, daí pairar a confusão na cabeça do superintendente, que manda fazer os pagamentos aos seus "camaradas de serviço" fazendo transportar dinheiro vivo e distribuí-lo de mão em mão, pelas diversas capelinhas.

Um aviso ao superintendente, é melhor tomar providências, se a FLEC tem conhecimento que anda muito dinheiro "vivo" nas estradas de Cabinda, o senhor ainda pode ficar sem o pagamento do seu vencimento.

Senhor superintendente, segundo um dos seus colegas da capital - Luanda, os delinquentes/marginais são humildes.Fique sentado no seu posto, pode ser que o delinquente dê uma "prova viva da sua humildade" e apareça de forma voluntária num posto de comando para "pedir desculpas humildemente e entregar a quantia (que nem o Sr sabe qual é) " dos vencimentos dos trabalhadores da Tecnovia.


segunda-feira, 10 de março de 2008

Alemanha com interesse no turismo angolano

Empresários alemães manifestaram-se interessados em investir no sector do turismo em Angola, depois de terem obtido informações sobre as potencialidades do país durante a Bolsa Internacional de Turismo, cujos trabalhos encerraram esta segunda-feira em Berlim.

De acordo com o director nacional das actividades turísticas, Januário Marra, a participação de Angola em mais uma edição da Bolsa Internacional de Turismo – ITB foi proveitosa, porque serviu para informar à classe empresarial alemã sobre as grandes potencialidades e as oportunidades que se oferecem no sector turístico angolano.

Mais de 300 pessoas visitaram a exposição angolana nos primeiros três dias do ITB (5, 6 e 7 de Março), reservados aos homens de negócios, número que nos dias subsequentes foi aumentado.

O número de visitantes ao stand angolano registou um aumento considerável, após a abertura ao público, nos dias 8 e 9, destacando-se a presença de sete antropólogos que pretendem obter informações sobre povos de Angola, a fim de servir de objecto de estudo.

Sustentou que o interesse dos alemães em investir no turismo em Angola decorre da participação constante do país no ITB, facto que tem permitido divulgar as potencialidades turísticas do país em solo germânico.

Em termos de perspectivas para a edição de 2009 da ITB, Januário Marra informou que se vai trabalhar no sentido de alargar a área de exposição dos actuais 24 para 50 metros quadrados e fazer-se algumas alterações no design do stand.

Na feira, aberta dia 4 de Março, a representação angolana expôs, através de mapas e vídeos, informações diversificadas sobre a realidade turística do país. Folhetos e CD com informações sobre Angola esgotaram-se, devido ao interesse manifestado pelos germânicos em conhecer o país.


Participaram na Bolsa Internacional de Berlim/2008, que durou cinco dias, mais de 10 500 expositores dos cinco continentes, representando pelo menos 200 países.





Comentário: Felizmente que os responsáveis pelo Turismo em Angola, começam aprender as estratégias de marketing que devem ser utilizadas em eventos Internacionais, adoptando outra postura na sua forma de "estar" na dinâmica dos eventos relativos ao Turismo.

Quem conhece Angola mínimamente, conhece bem as potencialidades que o país apresenta, para oferecer um TURISMO de elevada qualidade, atractico e rentável, para todas as partes envolvidas.O turismo moderno, não " vive da carolice de alguns ".O turismo moderno, é cada vez mais exigente e competitivo, necessita de quadros médios e superiores altamente profissionalizados e qualificados.O turismo da carolice, só permite a sobrevivência de quem o gere, cuja a rentabilidade e oferta é reduzida, não favorecendo as potencialidades que um país como Angola necessita e possuí.

O turismo em Angola, tem potencialidades para ser direccionado, em várias vertentes.Turismo social ( abrangendo todas as classes, pequena, média e alta), turismo de negócio, turismo gastronómico, turismo cultural e patrimonial, turismo de lazer, turismo de praia, turismo desportivo, turismo de aventura, turismo de eventos, etc,.

A qualidade e preço, a competividade dos outros países, é muito importante na procura dos destinos, por parte do turista.Nem sempre um preço elevado, corresponde a uma qualidade de oferta elevada.O turista procura sobretudo, um equilibrio entre a acomodação (quarto) e a oferta de infraestruturas razoáveis fora da unidade hoteleira.Qual o interesse para um turista ter uma acomodação de " luxo " se no seu exterior não encontra condições nem infraestruturas de igual nível.

Se Angola continuar a insistir em praticar elevados preços, vai ter muitas dificulades em captar turismo, em países com elevadas culturas para a prática do turismo.Simplesmente, porque as ofertas e a concorrência ao nível do preço/qualidade, por parte dos países potenciais destinos turísticos, são cada vez mais competitivas e atractivas para o potencial turista.

Government - Angola

President of the Republic - H.E José Eduardo dos Santos

Phones:Office- PBX: 37 01 50/37 02 30/37 03 73/69 31 14/69 30 00
Fax: 37 03 66
Civil House: 69 32 74
Spokesman: 69 30 69
Ceremonial: 33 29 3



Prime Minister – Mr.Fernando da Piedade Dias dos Santos

Deputy Prime Minister – Mr.Aguinaldo Jaime

Minister of foreign Affairs – Mr.João Bernardo de Miranda


Deputy Ministers
Mr.George Rebelo Chicoty
Mrs.Irene Alexandre da Silva Neto

Rua Major Kanhangulo - Luanda
Office of the Minister: 39 74 90
Chief of Staff: 39 57 78
Deputy Minister: 39 65 25- Chief of Staff: 39 60 38
Deputy Minister: 39 62 76 - Director: 39 73 93
Public Relations and Protocol: 39 58 26/39 51 74
Spokesman: 39 77 76

Minister of Finance – Mr.José Pedro de Morais

Deputy Ministers
Mr.Eduardo Leopoldo Severim de Morais
Mr.Job Graça
Mr.Arlindo Sicato

Minister’s office: phone/fax: 33 85 48
PBX: 33 85 40/1

Minister of Planning - Mrs.Ana Dias Lourenço

Deputy Minister- Mr.Carlos Alberto Lopes

Largo do Palácio - Cidade Alta – Luanda

Minister’s office: 33 86 86 - 39 64 82
Public Relations and Protocol: 39 01 88
Fax: 33 95 86
e-mail: lourenco@compuserve.com

Minister of Defence - Mr.Kundy Pahiama

Deputy Ministers
Mr.Demóstenes Amos Chilungutila
Mr.Gaspar Santos Rufino
Mr.Agostinho Nelumba “Sanjar”

Rua 17 de Setembro - Luanda
Minister’s office: 33 75 30/33 35 56
Public Relations and Protocol: 33 90 51
Fax: 33 42 76

Minister of Interior – Mr.Roberlo Leal Monteiro “Ngongo”

Deputy Ministers
Mr.Sebastião José António Martins
Mr.Kamutali Wandick Kanavanack
Mr.Ângelo da Veiga Tavares

Av. 4 de Fevereiro - Luanda
Minister’s office: 39 10 79
Public Relations and Protocol: 39 10 49
Fax: 39 51 33
Chief of Staff: 39 10 49

Minister of Petroleum - Mr.Desidério da Graça Veríssimo da Costa

Deputy Minister
Mr.Aníbal Silva

Av. 4 de Fevereiro - Luanda
Minister’s office: phone/fax: 38 58 47
PBX: 33 74 48 - 33 74 92/3

Minister of Industry – Mr.Joaquim Duarte da Costa David

Deputy Ministers
Mr.Sapalo António
Mr.Abraão Pio dos Santos Gourgel

Rua Sequeira Lukoki, 25 - Luanda
Minister’s office: 39 07 28
Fax: 39 24 00
e-mail: gmi@ebonet.net

Minister of Justice - Mr.Manuel Miguel da Costa Aragão

Deputy Ministers
Mrs.Guilhermina Patra
Mr.João Alves Monteiro

Rua 17 de Setembro - Luanda
Tel/fax: 33 99 14
PBX: 39 39 91
Deputy Ministers’ Office: 33 29 71 - fax: 33 52 82


Minister of Territorial Administration - Mr.Virgílio Ferreira de Fontes Pereira

Deputy Ministers
Mr.Luís Assunção Pedro Mota Liz
Mr.Edeltrudes Costa

Av. Comandante Gika - Luanda
Minister’s office: 32 17 29
Spokesman: 32 13 00/32 06 22/32 15 99/32 41 32

Minister of Social Communication - Mr.Manuel Antonio Rabelais

Deputy Ministers
Mr.Manuel Miguel de Carvalho Wadijimbi
Mr.Fonseca Emanuel Chindondo

Av. Comandante Valódia - Luanda
Minister’s office: phone/fax: 44 34 95
e-mail: mcs@netangola.com

Minister of Public works – Mr.Francisco Higino Carneiro

Deputy Ministers
Mr.Armindo Kopingo
Mr.José dos Santos da Silva Ferreira

Rua Friendrich Engels, 92 - Luanda
Minister’s office: 33 67 15
Fax: 39 25 39
Bureau of Studies, Planning and Statistics 33 32 26

Minister of Urbanism and Environment - Mr.Diakunpuna Sita José


Deputy Ministers
Mr.Graciano Francisco Domingos
Mr.Carla Leitão Ribeiro

Minister of Transport - Mr.André Luís Brandão

Deputy Minister
Mr.Hélder Gonçalves de Moura Preza

Av. 4 de Fevereiro, 42 - Luanda
Minister’s office: 31 13 03
Fax: 31 15 82

Minister of Geology and Mines - Mr.Manuel Africano

Deputy Ministers
Mr.Mankenda Ambroise

Av. Comandante Gika - Luanda
Minister’s office: 32 27 66
Fax: 32 16 55
E-mail: min.geominas@ebonet.net

Minister of Water and Energy – Mr.Botelho de Vasconcelos

Deputy Minister
Mr.Rui Tito

Av. 4 de Fevereiro - Luanda
Tel/fax: 39 36 87
Secretariat: 39 36 81

Minister of posts and Telecommunications – Mr. Licínio Tavares

Deputy Minister
Mrs.Ana Maria Guimarães

Rua Major Kanhangulo - Luanda
Minister’s office: 31 18 03
Secretary: 31 10 04
PBX: 31 12 38
General Secretarial: 31 01 04
e-mail: sg_mct@snet.co.ao

Minister of Commerce - Mr. Joaquim Ekuma Muafumua

Deputy Minister
Mr.Manuel da Cruz Neto

Largo 4 de Fevereiro - Luanda
Minister’s office: 31 06 26
Fax: 31 03 35
e-mail: gab.min.com@ebonet.net

Minister of Hotels and Tourism - Mr. Eduardo Jonatão Chingunji

Deputy Minister
Mr.Paulino Baptista

Largo 4 de Fevereiro - Luanda
Minister’s office: 31 08 99
Chief of Staff: fax - 31 06 29

Minister of Agriculture and Rural Development – Mr.Afonso Canga

Deputy Ministers
Mr.Dário Daniel Katata
Mr.Zacarias Sambeny
Mrs.Maria Filomena Delgado

Av. Comandante Gika - Luanda
Minister’s office: 32 26 94
Public Relations and Protocol: 32 38 57
Fax: 32 05 53
e-mail: gabminander@netangola.com

Minister of Fisheries - Mr.Salomão Luheto Xirimbimbi

Deputy Minister
Mrs.Victoria Francisco Lopes de Barros Neto

Av. 4 de Fevereiro, 25 - Luanda
PBX: 31 14 20

Minister of Science and Technology - Mr.João Baptista Ngandajina

Deputy Minister
Mr.Pedro Sebastião Teta

Minister of Public Administration, Employment, And Social Security- Mr.Pitra Neto
Deputy Minister
Mr.Sebastião Constantino Luquinda

Rua 17 de Setembro, 32 – Luanda
Minister’s office: phone/fax - 33 96 56
Public Relations and Protocol: 33 60 95/6

Minister of Youth and Sports - Mr.José Marcos Barrica

Deputy Minister
Mr.Gonçalves Manuel Muandunba
Mr.Malungo Belo
Mr.Albino da Conceição

Av. Comandante Valódia, 299 - 4º - Luanda
PBX: 32 11 18
Fax: 32 11 18

Minister of Health
Mr.Ruben Sicato

Deputy Ministers
Mrs.Evelize da Cruz Frestas
Mr.Jose Vieira Dias Van-Dunem

Rua 17 de Setembro – Luanda
Minister’s office:tel/fax - 39 12 81
office of the Deputy Minister: 37 27 90
Secretariat: phone/fax - 33 80 52
PBX: 32 15 92

Minister of Education - Mr.António Burity da Silva

Deputy Ministers
Mr.Pinda Simão
Mr.Alexandra Simiao

Av. Comandante Gika - Luanda
Minister’s office: 32 05 82
Office of the Deputy Minister: 32 20 50
Public Relations and Protocol : 32 06 53
Fax: 32 15 92

Minister of Culture – Mr.Boaventura Cardoso

Deputy Ministers
Mr.André Rodrigues Mingas Júnior
Mr.Virgílio Rodrigues Coelho

Minister’s office:323979
Public Relations and Protocol :
Fax:323979
e-mail: mincultura@mincultura.gv.ao

Minister of Assistance and Social Rentegration – Mr.João Baptista Kussumua

Deputy Ministers
Mr.Clarisse Matilde Munga Kaputu
Mr.Maria da Luz Cirilo Sá Magalhães
Mr.Mateus Miguel Ângelo “ General Vietname”

Av. Hoji ya Henda, 117
Minister’s office: 44 29 49
Chief of Staff: 34 14 60
National Bureau of Assistance and Social Promotion 44 03 70
National Infancy Bureau: 44 33 01

Minister of Family and Woman Promotion - Mrs.Cândida Celeste da Silva

Deputy Ministers
Mrs. Ana Paula do Sacramento Neto

Largo 4 de Fevereiro - Luanda
Minister’s Office - Tel.: 31 11 71 - fax: 31 00 57
Secretary: 31 04 09
e-mail: miniterio.mulher@netangola.com

Minister of Former Combatant and Veterans of War - Mr. Pedro Van-Dúnem

Deputy Ministers
Mr.Lourenço Diogo
Mr.Contreiras Neto

Av. Comandante Gika - Luanda
Minister’s office: tel.:32 38 65 - fax: 32 08 76
Minister’s office: 32 25 34

Secretary of State for the Public Business Sector - Augusto da Silva Tomás

Secretary of State for the Education – Adão do Nascimento

OFFICE OF THE PRESIDENT OF THE REPUBLIC

Secretary of the Council of Ministers - Mr. Joaquim António Carlos dos Reis Júnior

Deputy Secretary - Ms. Ana Maria de Sousa e Silva

Chief of Militar House- Mr. Manuel Hélder Viera Dias "Kopelipa"

Chief of Civil House - Mr. Américo Maria de Morais Garcia

General Secretary of Support Services- Mr. José Mateus Peixoto

Economic Advisor- Mr. Archer Mangueira

Legal Advisor – Florbela de Jesus Araújo

Diplomatic Advisor- Mr. Carlos Alberto Fonseca

Press Advisor - Mr. José Mena Abrantes

Spokesman - Mr. Aldemiro Vaz da Conceição

Special Counselor for Political Issues - Mr. Santan André Pitra "Petrof"

Chief of Office - Mr. Manuel Paulo da Cunha Neto

Special Advisor to the Regional Affairs – Mrs. Albina Faria de Assis Pereira Africano

Advisor to the Former Combatant and Veterans of War – Mr. Luís Neto Kiambata


Comentário : Este é o elenco dos que " governam Angola "

MOÇAMBIQUE: Polícia detém cerca de 50 garimpeiros

Fonte: angolapress

Maputo, 09/03 - A Polícia moçambicana deteve cerca de 50 estrangeiros que exploravam ilegalmente pedras preciosas no distrito de Mogovolas, na província de Nampula (norte), informou o diário de Maputo "Notícias".

Um jazigo de pedras preciosas foi descoberto em Fevereiro em Aveira, a cerca de 16 quilómetros da cidade de Nametil e desde o anúncio da notícia várias pessoas de nacionalidade moçambicana e estrangeira envadiram o local.


Quando a Polícia chegou ao local, havia cerca de mil pessoas envolvidas na exploração ilegal, de acordo com o jornal, e Aveira tornou-se "uma pequena cidade iluminada", graças à electricidade fornecida por dezenas de pequenos grupos geradores.

O tráfico de pedras preciosas era suposto ser praticado por um grupo de cidadãos zimbabweanos, que haviam sido antes expulso de Barue, na província central de Manica, onde foi descoberto um jazigo similar.

O chefe do departamento dos Recursos Humanos de Nampula, Candeeiro Bacalhau, declarou que desde que a sua intituição descobriu o que se passava em Aveira, apelou ao Governo da província para restabelecer a ordem e cerca de 35 agentes da Polícia e dos Serviços de Emigração foram enviados à zona.

A Polícia declarou ter desmantelado a rede que dirigia a operação e confiscou uma quantidade importante de pedras preciosas que estão a ser examinadas.

Bacalhau indicou que os agentes dos Serviços de Emigração estão a verificar se os 50 estrangeiros detidos entraram no país de maneira legal.

O administrador do distrito de Mogovolas, Armando Muiaquinte, avisou que esta exploração ilegal corre o risco de poluir os rios da região.


Comentário: A confirmar-se a existência destes jazigos de pedras preciosas, um bem necessário, podendo ajudar a economia moçambicana, e podendo por outro lado, tornar-se num pesadelo.O conteúdo da notícia fala por si só, dando uma ideia da dimensão do afluxo de gente em busca da sua pedrinha da sorte, amontoando-se dia e noite.Alegar que a exploração ilegal, contribui para a poluição dos rios, é algo surrealista num país cujo o remuneração mínima mensal ronda os 50 euros.Quando a fome aperta, nem os rios se salvam.

domingo, 9 de março de 2008

Tráfico de armas na fronteira entre Angola e o Congo Democrático é uma das fontes de armamento da população civil.

NOTÍCIAS SOBRE ARMAS E ARMAMENTO EM ANGOLA


Este é o título principal do jornal Angolense e surge na senda de uma entrevista com o comissário Paulo da Veiga que foi o responsável pela organização do seminário sobre desarmamento da população civil e é o comandante geral adjunto da polícia nacional para a ordem pública.


O comandante diz na entrevista que este é um dos factores que contribui para a instabilidade naquele país e aponta outras fontes de venda de armas como o mercado Roque Santeiro.

Na entrevista com o comissário Paulo de Almeida, segundo Comandante Geral da Polícia, diz entre outras coisas, que as armas ligeiras que serão recolhidas da população serão posteriormente vendidas em lojas próprias criadas para o efeito para defesa pessoal dos cidadãos e serão autorizadas pela polícia.


O comandante provincial da polícia em Luanda, Eduardo Mingas «Panda», disse :“Os nossos marginais não são profissionais, felizmente, os nossos marginais são humildes ....



Comentário:
Os marginais são humildes e lutam pela sua sobrevivência " vendendo ARMAS no Roque Santeiro".

Se os responsáveis, sabem que a origem das "armas" encontra-se no Roque Santeiro, porque razão não tomam medidas no sentido de irem ao local, e confiscarem as ditas armas?

Ironizando com malícia, segundo Comandante Geral da Polícia "armas ligeiras que serão recolhidas da população serão posteriormente vendidas em lojas próprias criadas para o efeito para defesa pessoal dos cidadãos e serão autorizadas pela polícia.".Será que as ditas lojas que o Comandante fala, serão no Roque Santeiro, cujos os gestores poderão ser militares do exército e policiais camuflados através de familiares próximos dos mesmos, para defesa pessoal.

Angola é um país, muito sue-generis, sabem as fontes das vendas das armas, mas não mexem " um dedo" para irem lá buscá-las.Ficam nos gabinetes e postos de comandos, à espera que os voluntários humildes, apareçam para entregarem as suas armas.Desta forma, não serão recebidos a tiro, pelos marginais humildes.

Entrar no Roque, não é para qualquer um.Até o diabo tem medo de lá entrar.

Fotos - No Comment

Proibido " Mijar aqui " - Angola

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Chineses à pesca no Rio Kwanza - Observar os chapelinhos

sábado, 8 de março de 2008

ELEIÇÕES SIM! DEMOCRACIA DE FACHADA NÃO!


Fonte: o apostolado

Por: Pe. Maurício A. Camuto, CSSP

O discurso do Presidente da República anunciando a realização
das eleições em Setembro de 2008 foi colhido com muito entusiasmo em Angola e no mundo. Está dado o tiro da largada. A separação das Legislativas das Presidenciais também parece colher algum consenso. Entretanto, a indicação de dois dias para o pleito já leva alguns a torcer o nariz, pois a noite parece ser má conselheira em matéria de escrutínios. Mas esta luz no fundo de um túnel de 16 anos (as primeiras e últimas eleições aconteceram em 1992) traz algumas sombras e apreensões. É certo que o registo eleitoral foi feito – era fundamental. O mês indicado, Setembro, um mês seco e sem chuvas, parece ser bom. Mas aos espíritos mais abertos e atentos preocupa o facto de não haver no Orçamento Geral do Estado para 2008 fundos destinados aos partidos políticos para levarem avante as suas campanhas. E isto num país onde a sede de um partido ocupa sempre os melhores edifícios das praças centrais das cidades e municípios. Uma situação que leva a supor que o partido no poder usará a máquina administrativa do país para fazer a sua campanha e os restantes partidos ficarão a ver navios, sem qualquer hipótese de concorrência e muito menos de vitória. Portanto o ponto de partida apresenta-se já ensombrado, porquanto os meios materiais são desiguais. Outros aspectos que ensombram a corrida ao pleito são as divisões e rixas partidárias, meios de comunicação e seus profissionais limitados ou manietados, intolerância política, armamento em posse de civis, etc.

Para que as eleições sejam livres e justas há que criar condições de igualdade de oportunidade para todos os partidos políticos, pois as vitórias dos Davides contra os Golias raramente (senão mesmo nunca) acontecem em política.
Aqui há que se salientar sobretudo a necessidade de uma pluralidade informativa – peça chave de uma democracia saudável. Neste domínio há que se investir ainda muito e com seriedade, sem receios ou medos de fantasmas. A justeza e credibilidade das eleições vai ter muito a ver com a pluralidade e seriedade dos meios de informação.


Como cidadão sinto-me feliz e entusiasmado com o anúncio das eleições, embora partilhe algumas apreensões e me preocupe com as condições reunidas para que elas mereçam o tão necessário título de “Livres e Justas”. Depois de tanto sofrimento os angolanos merecem uma VERDADEIRA DEMOCRACIA e não aquela de fachada com a qual nos temos acomodado.


Comentário: Penso que todos os cidadãos democráticos, terão as mesmas apreensões e sensibilidade que ao autor deste artigo demonstra, relativamente às eleições previstas para Angola.A desigualdade de meios e a máquina partidária à disposição do partido do poder, poderá condicionar " em muito " o verdadeiro "acto em si", e o alcance da democracia será uma utopia, uma vez que a concorrência será desigual, sem equidade nem equílibrio de forças.


Para os cidadãos cujos os valores democráticos ou os programas apresentados pelas forças partidárias, não sejam fundamentais para alcançar a "Democracia Plena e Justa", o importante será, a "Vitória Partidária", a continuidade do mesmo "estado de coisas", muda-se o papel de embrulho, mas o conteúdo vai continuar a ser o mesmo, com a agravante de puderem justificar que " foram eleitos por surfrágio do povo" como tal, a democracia "Venceu" mas não será "Plena".Foi atingida à custa das desigualdades, cujo o futuro da democracia, poderá ficar " hipotecado" e limitar-se a uma operação de "fachada", que em nada contribuirá para o futuro de Angola e dos angolanos.Ao contrário, da comunidade internacional de estrangeiros a operar e com interesses em Angola, sairão beneficiadas e reforçadas, onde os esquemas e lobbies dos mais fortes ditarão as suas regras, através do valor das quotas a pagar, aos que governam em nome de uma " democracia de fachada".A "gasosa" será substituída por um nome mais pomposo, mais democrático, tipo " taxas de negócios do colarinho branco".Onde será interdito ao povo o acesso, limitando-o através de penas e sanções, consideradas "crimes" com direito à "cadeia".

O povo, que optar por roubar um " kwanza ", será considerado "ladrão" perigoso para a sociedade e democracia.

Os democratas eleitos por surfrágio, se roubarem um "milhão de dólares", serão considerados "Barões", dignos defensores da sociedade e da democracia.Estão acima de qualquer suspeita e da própria lei.
A democracia, também arrasta este tipo de inconvenientes.Principalmente em países cujos os antecedentes assentam ou assentaram as suas bases na " corrupção e favorecimento de interesses"


Francamente e honestamente, não revejo nesta geração de políticos angolanos, capacidades para de um momento para o outro abdicarem de um sistema e de uma filosofia de vida e negócios que durante anos foi o seu ganha pão mais valioso com elevados lucros pessoais.


Acredito sim, que uma nova geração de políticos jovens, com vivências noutras democracias no exterior de Angola, consigam " um dia ", fazer de Angola um país democrático, minímamente " Livre e Justo"

Enquanto os velhos barões do "restelo", os tais vladmiros ébrios, existirem dentro dos quadros partidários, será muito difícil que as novas mentalidades e filosofias dos jovens políticos angolanos, consigam impôr-se, numa tentativa de mudança de mentalidades e democracia.

Angola tem gente capaz de injectar um novo "oxigénio" de ideias para alcançar a democracia.Gente, altamente qualificada, cujo a linha de pensamento deveria ser debatida e reflectida por todos os angolanos interessados no bem estar do seu país.

Gente, que pode debater e reflectir essa linha, no espaço : http://maisangola.wordpress.com/

" Temos gente, vontades, valor e ambição.Vamos construir a nossa estrela no universo dos Países Africanos.
Eu tenho uma ambição! E vocês?
Angola há-de inquietar, seduzir, cativar, prometer e cumprir!Seremos um País de referência no Mundo.
Vamos construir a nossa estrela no firmamento! "
( autor do espaço Mais Angola)

Angola precisa de gente qualificada com este nível.
Os angolanos não devem ter receio de debater e participar.

Angola, é para todos os angolanos e para todos aqueles que " a amam com defeitos e qualidades"