sábado, 31 de maio de 2008
O que se pode ler na imprensa estrangeira sobre Angola
Nota: O artigo não foi traduzido propositadamente, para evitar más interpretações, devido à tradução.Assim, fica o seu registo na íntegra.
Peço desculpa pelo inconveniente que o artigo pode acarretar para todos aqueles que não dominam a língua inglesa
Destaque: África Minha no Global Voice
Sub-Saharan Africa
Cazimar divulga a notícia de que o navio chinês An Yue Jiang teve autorização para atracar no porto de Luanda para descarregar mercadorias que eram destinadas a Angola. A blogueira então pergunta ao presidente angolando José Eduardo dos Santos para que ele precisa de armas e chama o povo para a reação: “Angolanos, cuidado com a entrega das armas.O feitiço pode estar prestes a virar-se contra o feiticeiro.As armas, são a única garantia da vossa independência (pela qual lutaram ), contra esta corja de ditadores e negociadores corruptos.Eles estão a desamar-vos, para puderem massacrar-vos.A arma do voto, vai ser uma FARSA.Um espectáculo de circo made in China, idêntico ao Zimbabu e Quénia”.A mesma versão em Inglês
Cazimar [pt] echoes the news that the Chinese An Yue Jiang ship was allowed to dock in Luanda only to unload merchandise destined for Angola. The blogger asks Angolan president José Eduardo dos Santos why he wants weaponry and call people to react: “Be careful with this delivery of weapons. You may be backfired. The weapons are your only guarantee of your independence (for which you fought), against this gang of dictators and corrupt negotiators. They'll try to disarm you, so that they can massacre you. The voting weapon will be a farce. A circus made in China, similar to Zimbabwe and Kenya.”
Públicamente deixo aqui expresso, os meus agradecimentos a Paula Góes e ao Global Voices pela atenção dispensada a este espaço.Prometendo continuar a divulgar para o bem e para o mal, todos os factos que entender ser relevantes no sentido de contribuir para uma visão de Angola, sem restrições à liberdade de expressão e livre circulação de opinião.Sem tabús e esquemas de marketing partidários.
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Designações e aparências

NOVAS QUALIFICAÇÕES (CENTROS NOVAS OPORTUNIDADES)
*- Especialista de Fluxos de Distribuição (paquete)
*- Supervisora Geral de Bem-Estar, Higiene e Saúde ( mulher da limpeza)
*- Coordenador de Fluxos de Entradas e Saídas (porteiro)
*- Coordenador de Movimentações e Vigilância Nocturna ( segurança)
*- Distribuidor de Recursos Humanos ( motorista de autocarro)
*- Especialista em Logística de Combustíveis ( empregado da bomba de gasolina)
*- Assessor de Engenharia Civil ( trolha)
*- Consultor Especialista em Logística Alimentar ( empregado de mesa )
*- Técnico de Limpeza e Saneamento de Vias Públicas (varredor)
*- Técnica Conselheira de Assuntos Gerais ( cartomante/taróloga )
*- Especialista em Logística de Produtos Químico-Farmacêuticos (traficantede droga )
*- Técnico de Marketing Direccionado ( vigarista)
*- Técnica Especialista em Terapia Masculina (prostituta)
*- Técnica Especialista em Terapia Masculina Sénior ( prostituta de luxo )
*- Coordenador de Fluxos de Artigos (receptor de artigos roubados )
*- Técnico Superior de Distribuição de Artigos Pessoais (carteirista)
*- Técnico de Redistribuição de Rendimentos ( ladrão)
*- Técnico Superior Especialista de Assuntos Específicos Não Especializados ( político)
Faça a sua escolha no quadro de qualificações que melhor se adequa ao seu perfil.Inscreva-se no Centro de Oportunidades da sua área de residência.
Boa sorte !!!
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Ulrich diz que não há corrupção em Angola
O presidente do BPI, banco presente em Angola desde 1996, diz que não há corrupção no país. Em entrevista ao "Diário Económico", Fernando Ulrich considera que as declarações polémicas de Bob Geldof "não têm sentido nenhum".Questionado sobre a polémica recente à volta das declarações de Bob Geldof, que num envento promovido pelo BES em Lisboa disse que "Angola é um país gerido por criminosos", Ulrich diz que as declarações "não têm sentido nenhum".
O BPI tem em Angola o Banco Fomento e Angola, sendo este o seu principal activo internacional. Actualmente, o banco está em negociações com a empresa estatal angolana Sonangol para a venda de uma posição de 49% no BFA.
Fernando Ulrich diz que a experiência do BPI em Angola não mostra um país corrupto.
"O BPI nunca pagou nada a ninguém para obter nada em troca como nem nunca ninguém nos pediu nada para fazer o que quer que fosse em troca", disse ao "Diário Económico".
Ulrich desvaloriza também o facto da petrolífera estatal Sonangol ter tirado as contas do BFA por este não ter suportado as condições de uma operação de financiamento para o Estado angolano.
"Isso também já me aconteceu em Portugal com entidades públicas e privadas que não gostaram de alguma coisa que eu fiz ou que não fiz", conta o responsável.
Comentário:Mais um lambe botas do tapete que pisa o poder em Angola.Estes presidentes pensam que o povo português e o povo angolano (já para não falar dos outros povos) são todos uma cambada de ignorantes e cegos, ao prestar este tipo de declarações, mais não está a querer passar um atestado de insenilidade a si próprio e aos interesses que ele está a defender em Angola desde 1996, tão sómente porque Angola é o seu PRINCIPAL ACTIVO INTERNACIONAL encontrando-se neste momento em negociações com a Sonangol/Estatal que é tão só, a companhia mais produtiva na economia angolana, mas também cujos os poderes administrativos pertencem a José Eduardo dos Santos e à sua filha.Portanto este tipo de presidentes, não precisa de baixar as calças até ao limite do ridículo, para vir para a praça pública mostrar o fundilho das suas cuecas impergnadas de corrupção e demasiadamente fedorentas.Só não sente o cheiro, quem comer e deixar-se cegar com tanta porcaria junta.
Compreende-se, que este tipo de presidentes queira vender o seu "peixe corrupto" aos amigos que detêm o poder económico em Angola.Mas ultrapassa a barreira do razoável, ao querer tentar vender esse mesmo peixe noutros mercados, pois corre o risco de ser catalogado como um reles feirante "cigano" a tentar vender gato por lebre.
Senhores presidentes dos bancos, vendam os vossos peixes podres aos vossos amigos criminosos angolanos, e façam um favor a eles "representem o melhor que podem e sabem, os vossos papéis de palhaços em nome dos corruptos angolanos".
Senhores presidentes dos bancos, a Sonangol/Estatal tirou as suas contas dos vossos bancos, onde os senhores nunca viram acções de corrupção, mas que agora os senhores necessitam de baixar as cuecas para "mendigar" uma posição priveligiada, cujo alguns dos vossos bancos já ocuparam.Porque será ?
Se usam a praça pública para mendigar e tentar lavar a opinião corrupta que Angola ocupa, é fácil de imaginar os níveis de corrupção que os vossos bancos devem previlegiar aos depósitos da Sonangol/Estatal e respectivas famílias.
Senhores presidentes dos bancos, graças a muitos dos senhores e à filha do presidente JES e do seu amigo Amorim, estes abriram um banco (BIC) só para eles (fintaram-vos).Nesse banco privado, só para eles, podem lavar o dinheiro da corrupção com a conivência do tráfico de influências de grandes grupos empresariais exercida em Portugal.Antes da existência deste banco (BIC), era nos vários bancos que estas transacções eram feitas.Só os ignorantes e ciganos como os senhores é que pensam e julgam que a opinião pública adormece em cima das vossas larachas de mendigos.
Senhores presidentes dos bancos, na vossa maneira de verem e pensarem em Angola não há corrupção, provávelmente ela existirá em Portugal, onde os vossos bancos ou são parte integrante ou pretendem ser integrados.Coisa que os senhores nunca viram, nem sequer sabem que somas avultadas de dinheiro, geram corrupção.
Chorem filhos!!! Chorem pela Mãe África
Nunca viram corrupção em Angola, e agora aparecem muitos presidentes e accionistas dos bancos a chorarem na praça pública a pedirem aos corruptos da Sonangol/Estatal « Voltem para os nossos bancos !!! Estão perdoados !!!»
Cambada de corruptos.Até nas palavras se nota quem eles são.
RELATÓRIO DA AMNISTIA INTERNACIONAL RECONHECE PROGRESSOS MAS...
A Amnistia Internacional (AI) reconheceu melhorias em Angola, mas voltou a constatar que defensores e organizações de direitos humanos foram vítimas de ameaças e de crescente intimidação.O último relatório desta organização independente, referente ao ano de 2007, refere que a liberdade de expressão foi restringida e que um jornalista foi preso enquanto que outros dois ficaram detidos quando faziam uma reportagem sobre desalojamentos forçados no bairro Iraque .
A (AI) constata ainda que houve casos de expulsões forçadas e de violações de direitos humanos cometidas pela Polícia embora reconheça que tenha sido em níveis menos elevados do que em anos anteriores.
Reporta a rebelião na Cadeia Central de Luanda que deixou mortos e feridos, sobre a qual diz que «houve controvérsias sobre o número de mortos». Sobre este assunto a AI diz que os familiares dos presos que tentaram fazer uma passeata até ao Palácio Presidencial, « impedidos pela Polícia».
Para a AI, não obstante ter havido uma diminuição no número de vítimas de desalojamentos forçados «o risco dessas expulsões continuou a existir». Reconhece que algumas das pessoas despejadas à força em 2007 foram realojadas, mas mesmo assim afirma que o Governo se «empenhou muito pouco e, em alguns casos, nem tentou realojar ou oferecer compensação às centenas de famílias que foram expulsas.»
Segundo a AI, as mesmas pessoas continuaram desabrigadas, vivendo nas ruínas de suas casas e correndo o risco de serem novamente expulsas.
O relatório constata ainda que a Polícia cometeu diversas violações de direitos humanos, como detenções e prisões arbitrárias, torturas e maus-tratos, que ocasionaram a morte de pessoas sob custódia.
Reporta o caso do cidadão Francisco Levi da Costa acusado de tentar roubar três caixas de peixe que teria sido golpeado na cabeça tendo morrido dentro da cela A AI diz que «ninguém foi preso em conexão com sua morte».
Os defensores de direitos humanos, refere o relatório, enfrentaram crescente intimidação e ameaças bem como diversas ONG’s que foram acusadas de incitar a violência pondo em causa o exercício de suas actividades.
São os casos da Associação de Justiça, Paz e Democracia (AJPD), a Mãos Livres, a Fundação Open Society e a SOS-Habitat.
O relatório denuncia também que as autoridades angolanas expulsaram «com violência milhares de imigrantes congoleses, das áreas de extracção de diamantes no norte de Angola para a República Democrática do Congo». Segundo a AI «muitas das mulheres imigrantes expulsas foram estupradas pelos militares angolanos durante a expulsão».
Comentário: O lado negro do cardápio do progresso de marketing de Angola.
Paradigma, um cidadão anónimo rouba três caixas de peixe, e é morto, inclusive ninguém é culpabilizado ou responsabilizado pela sua morte.A máfia dos criminosos que ocupam e convivem (generais das FAA e forças policiais) com o poder, roubam e matam dessenfreadamente e descaradamente pessoas e os cofres e riquezas de Angola, todo o povo sabe quem são.Uma dessas pessoas, dá pelo nome Isabel dos Santos filha do Presidente JES, e ninguém a prende nem a condena à morte por roubos a milhões de angolanos. Sem falar da restante filharada e mulherada que compõe o reino de JES.
A justiça em Angola, é feita na base de « uns serem filhos - pertencentes às boas famílias e ao poder - demasiadamente ricos que roubam para investir em bancos privados e outros serem enteados - pertencentes ao povo - demasiadamente pobres que roubam para sobreviver e alimentar os seus filhos e família ».
Outra situação alarmante do cardápio negro do progresso de Angola, é constatarmos que as « autoridades angolanas TAMBÉM EXPULSAM OS CONGOLESES das áreas de extracção de diamantes no norte de Angola», à semelhança do que está acontecer na África do Sul.Provávelmente o ANC de Zuma, seguiu as indicações do seu amigo JES, colaborante e pagante activo da campanha de Zuma, na subida ao poder na África do Sul.
O resumo deste cardápio negro do progresso de Angola, elaborado pela AI, pode ajudarmos a concluir, que todas as barbariedades, violações, ameaças, intimidações, perseguições, expulsões etc., têm um rosto.Um rosto militar, vestido com as fardas das FAA dos generais da corrupção, e das forças policiais (comandantes).O rosto que protege o poder dos ataques do povo, à ganância presidencial.O rosto, que recebe e manda executar as ordens de José Eduardo dos Santos, pois como é sabido, o presidente controla todos os poderes do país do Progresso só para os ricos
É por estas e por outras que o poder JES, manda encerrar ou manda perseguir todas as delegações pertencentes a organismos humanimários nacionais e internacionais que estejam a trabalhar directamente com o povo, onde a sua visão é real e cruel, e segundo JES e o MPLA estão apostados em DENEGRIR A IMAGEM DE ANGOLA, tal como fez Bob Geldof ao dizer "Angola é gerida por criminosos".
Ainda acreditam, que em Angola as eleições vão ser Justas e Democráticas ?
quarta-feira, 28 de maio de 2008
É tudo uma cabala montada para denegrir os governantes e o MPLA
Rita Gonçalves
Fonte de recolha: angolaxyami
Luanda cidade miserável e a milionária, condomínios de luxo e musseques
Bob Gedolf veio a Portugal dizer que as casas em Luanda são mais caras do que em Londres. As autoridades angolanas ripostaram violentamente. O BN foi saber de que fala o cantor irlandês.
Empreendimentos de luxo nascem ao lado dos musseques
Indiferente à pressão dos musseques (bairros de lata) que cercam a cidade, nasce mais um prédio de luxo no centro de Luanda. Com 24 andares e 150 metros de altura, o edifício Espírito Santo custou ao grupo português liderado por Ricardo Salgado 115 milhões de euros. Tem uma zona comercial, com lojas e esplanadas, e escritórios, entre o quarto e o décimo sexto andares. No topo, com vista privilegiada sobre a baía de Luanda, foram construídos quatro apartamentos. Para já, sabe-se que Ricardo Salgado deverá ficar com uma dessas casas cujos valores oscilam entre os 625 mil e um milhão de euros. O preço dos escritórios é ainda mais elevado: três vezes o preço do andar mais caro. Estão todos vendidos.
Apenas dois tipos de pessoas têm acesso a estes empreendimentos que proliferam pela capital angolana: os ricos, altos cargos de empresas estrangeiras, e os muito ricos, nomenclatura do MPLA e generais que subiram na vida à custa da guerra civil. A sua identidade não é segredo para ninguém. Em Fevereiro de 2003, o jornal O Angolense publicou os nomes dos angolanos com fortunas superiores a 32 milhões de euros, num artigo intitulado "Os nossos milionários". A ousadia de escrever a verdade valeu aos dois editores do jornal perseguições a ameaças, segundo o que contaram ao Human Rights Watch, e o jornalista Graça Campos acabou oito meses fechado numa prisão.Também no centro da cidade, no famoso bairro de Miramar - onde o Presidente José Eduardo dos Santos tem uma das suas residências não oficiais -, ergue-se mais uma torre imponente. Em breve, será ocupada pela Wayfield, holding empresas de fabrico e comércio de produtos alimentares, como a Refriango. Para os últimos andares foram projectados dois duplexes de 1100m2 com casa de banho revestidas de pedras semi-preciosas. Um deles já tem dono: o líder do grupo, o português Luís Vicente.
Ali bem perto, em Alvalade, o bairro mais caro da cidade, onde o preço do aluguer de uma moradia não é menos do que dez mil euros por mês, vive Fernando Teles, presidente do BIC (Banco Internacional de Crédito) numa moradia com todas as comodidades, incluindo piscina.A maioria dos empresários portugueses com negócios em Angola, como Américo Amorim, prefere, no entanto, hospedar-se em hotéis ou em casas de amigos. "Luanda é demasiado perigosa e assusta muitos destes empresários, que evitam comprar uma casa e preferem a comodidade e segurança de se instalarem um hotel", contou ao DN um angolano que pediu para não ser identificado.
Se comprar casa só está ao alcance de alguns, alugar também não é para todos.
A invasão de estrangeiros endinheirados numa cidade sobrelotada (Luanda foi projectada para receber 500 mil habitantes, hoje tem cinco milhões) fez com que os preços dos arrendamentos disparassem nos últimos cinco anos. Um português expatriado em Angola contou ao DN que o grosso dos engenheiros, advogados e arquitectos estrangeiros estão instalados no centro da cidade, na zona de Kinaxixi. onde pagam em média dois mil euros por mês por um T2 num prédio com mais de 30 anos, sem elevador e com constantes infiltrações, entupimentos e falhas de energia.
Já os altos quadros de empresas estrangeiras e os angolanos milionários vivem barricados em condomínios de luxo em Luanda Sul a 17 km do centro da cidade, resguardados dos musseques que os cercam. Seguranças armados à porta 24 horas por dia, piscina nas traseiras e heliporto no quintal isolam os muito ricos do resto da paisagem decadente. Deslocam-se em seus, jipes e Porsches de vidros fumados indiferentes a que 80% da população da cidade não tenha energia eléctrica (segundo um estudo da UNICEF) e que 11 milhões de pessoas vivam abaixo da linha da pobreza. Uma visita ao Google Earth é esclarecedora das assimetrias abissais.Condomínios em forma de trevo com as suas piscinas de um azul profundo destacam-se entre a imensidão do musseque que do céu parece um amontoado de lata velha.
O fosso entre os muitos ricos e os muito pobres escava-se diariamente. Em breve, outro condomínio irá nascer em Luanda Sul. Da responsabilidade do maior consórcio diamantífero de Angola, o Catoca/Endiama, as casas estão a ser comercializadas em segredo, apenas através de contactos pessoais. Ao mesmo passo a que a cólera invade os musseques e as barracas invadem a cidade, constrói-se mais um bunker para os milionários.
O luxo na baía
Na baía de Luanda os novos prédios que se erguem com vista sobre o mar são luxuosas sedes de grandes empresas corno a BP e a Exxon Mobil. A requalificação da marginal é uma iniciativa do consórcio Luanda Waterfront Corporation, do empresário português José Récio. muito próximo de José Eduardo dos Santos. O projecto, aprovado pelo Governo em 2005, inclui a construção de parques de estacionamento, de uma nova ponte de acesso à ilha de Luanda, a criação de espaços verdes, a par da construção de hotéis e prédios de escritórios. Inicialmente, foi também aprovada a construção de uma ilha artificial (ver em cima desenho do projecto), inspirada na fanhosa Palm do Dubai. mas os veementes protestos de ambientalistas deram os seus frutos e, por agora, o projecto parece ter sido abandonado.

Comentário:Já escrevi muito sobre este assunto.O fosso e a disparidade que está a ser (re)construído para a "Cidade de Luanda só para Ricos", em paralelo tentam afastar as classes desfavorecidas, para kilómetros de distância da capital, com o acarretar de custos elevados para estas classes, por si só, já muito carenciadas e sem recursos para suportar os custos das deslocações à capital, onde se encontram as melhores condições e a maioria das ofertas de emprego.
Ou seja, os ricos amigos dos criminosos estão apostados " a comerem e a usufruirem da carne e dos ossos " deitando as sobras no lixo, para o verdadeiro e miserável povo angolano, dono da sua terra, do seu país, pelo qual foram vítimas de uma guerra, julgando eles (povo) que estariam a lutar e a guerrear pela sua libertação das mãos dos capitalistas.
O tempo e a história estão a encarregar-se de provar através dos factos, que tudo não passou de uma "cabala" bem montada pelos criminosos do MPLA, que durante muitos anos, acusavam os colonos e Jonas Savimbi de serem os causadores e os almadiçoados das desgraças dos angolanos e de Angola.
Por muitas campanhas de marketing que possam encomendar, como tentativa de virarem o bico ao prego ou de encomendarem milhões de óculos escuros de baixo custo e de má qualidade à China, como tentativa de cegarem o povo angolano, na voz das classes desfavorecidas, jamais vão conseguir enganá-los, até porque as evidências estão à mostra e os ricos vão querer pagar sempre preços de baixos custos aos pobres.Só dessa forma é que eles enriquecem.Não dividem nada com ninguém.Antes pelo contrário, quanto mais pisarem (afundarem) os pobres, mais eles enriquecem os seus bolsos com fortunas incalculáveis.
Vai chegar o dia, que o feitiço vai-se virar contra o feiticeiro.
Vai chegar o dia, que o povo cansado de tanta injustiça e sofrimento, será obrigado a soltar o seu grito de revolta - "BASTA".
Quando esse dia chegar, esperemos que os responsáveis e o grupo dos "riquinhos" não sejam cobardes e mantenham-se firmes nos seus postos de comandos trancados com barras de ferro e protegidos com material bélico made in China, dentro dos seus condomínios e quintais luxuosos.É um acto de cobardia refugiar-se em hóteis e em casas de amigos.Quem não deve, não teme.Quem não deve, expôe-se e mistura-se com todas as classes que fazem parte integrante de uma sociedade.
Vai chegar o dia, que a natureza encarrega-se de "afundar" a Baía de Luanda, e com ela afundam os sonhos dos criminosos, dos oportunistas, dos chupistas e outros que tais, pertencentes à máfia do tráfico de influências e corrupção - Sócretinos.
Enquanto essse dia não chega.Tudo não passa, de uma CABALA montada para denegrir os governantes e o MPLA, pois o momento do ROUBO vive-se neste instante, quem vier a seguir que feche a porta e seja "anjinho suficiente" para resolver os problemas do povo constantemente adiados, com obras de baixo custo made in China.
Rico não encomenda obras de construção à China, pois sabe que são de má qualidade e de curta duração.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Corrupção, suborno, burocracia e crime organizado impedem investimentos
- Revela um estudo recentemente apresentado em Maputo efectuado pela KPMG-Moçambique, CTA (Confederação das Associações Económicas de Moçambique), e CCIMOSA (Câmara de Comércio e Indústria Moçambique Africa do Sul).
Maputo - Uma pesquisa baseada numa amostra considerada representativa, por ter sido marcada por uma pesquisa onde participaram cerca de seiscentas empresas de seis províncias do país nomeadamente Maputo, Inhambane, Sofala, Manica, Nampula e Niassa indica que os esforços desenvolvidos pelo Governo de Moçambique no sentido de se criar, no país, um ambiente de negócios cada vez mais competitivo com o objectivo de melhor fazer face à globalização poderão redundar num fracasso devido aos níveis acentuados de corrupção, burocracia, suborno e crime organizado nas instituições do Estado que inibem a entrada de mais investidores.O estudo que estamos a citar foi elaborado a partir de Setembro de 2007 e concluído em Janeiro deste ano e baseou-se nas preocupações dos actores económicos e suas expectativas para 2008.
Os sectores económicos abrangidos na pesquisa são a Agricultura e Pescas; Alimentação e Bebidas; Banca, Leasing e Seguros; Comércio e Serviços; Comunicação, Informação; Construção e Materiais de Construção; Energia e Comercialização de Combustíveis; Hotelaria e Turismo; Indústria; Transportes e Terminais de Serviços.
O mesmo relatório reporta as preocupações do sector empresarial que respondeu ao inquérito confidencial da pesquisa.
Fazendo uma análise do ambiente de negócios em Moçambique, complementada com o conhecimento de certos analistas, conclui-se que o mesmo não é saudável dado o facto de estar a ser prejudicado por excesso de corrupção, suborno, burocracia e crime organizado.
A corrupção é tida como estando aliada ao crime organizado e à burocracia e suborno que normalmente é prática nas instituições de Estado onde se processa a tramitação da documentação empresarial.
As empresas inquiridas têm uma longevidade que varia dos 5 aos 25 anos.
Citando uma observação do USAID (Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional), o relatório aponta que aquela organização é de opinião de que a corrupção em Moçambique é um problema tanto na administração pública, como nas empresas.
“A atitude repressiva combinada com a falta de transparência e algumas arbitrariedades no tratamento de certas violações, como é o caso de infracções fiscais dos contribuintes, favorecem a percepção da existência de corrupção e a fraqueza generalizada dos agentes económicos analisados em duas vertentes: Por um lado os contribuintes não vêm o benefício prático dos pagamentos legais e por outro lado as empresas sentem-se vítimas da opressão de certas autoridades”, diz o relatório citando a USAID.
O relatório diz a dado passo, citando aquela agência americana, que se considera existir no país uma ligação entre a corrupção e o crime organizado em que “os níveis da corrupção alcançaram pontos alarmantes e representam um risco para a governação democrática nascente no país”.
“A corrupção no sector público tem consequências devastadoras na vida económica, política e social do país. Mesmo entre firmas tradicionais do sector privado no sector formal, estas enfrentam burocracia, empecilhos e corrupção em todos os estágios da condução de negócios”, lê-se no relatório.
Entretanto, a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) é citada no relatório a dizer que a nível governamental a burocracia excessiva é identificada como um dos principais problemas em assuntos relacionados com o trabalho e a falta de poderes dos governos regionais. “Quanto à flexibilidade e cordialidade, a indiferença constitui a maioria das respostas. A implementação das reformas governamentais com vista à remoção das barreiras da burocracia é a chave para a criação de um ambiente de negócios mais competitivo em Moçambique”, refere-se também no relatório da KPMG-Moçambique elaborado em coordenação com a CTA e a CCIMOSA com o financiamento da embaixada da Irlanda e Cooperação Alemã.
Comentário: Podem estar aqui, as várias causas para a emigração moçambicana em massa para a África do Sul.Tal como em Angola e na maioria dos países africanos, Moçambique não foge à regra.Perante este estudo, detectados os sintomas, como sempre e para não fugir à regra, as populações é que são as maiores vítimas deste flagelo da corrupção e da desgovernação por parte dos orgãos do poder.Os investidores fogem destes destinos e ambientes, impossibilitando o progresso e o desenvolvimento económico, e consequentemente arrastam problemas de insatisfação de índole social, reinando a precariedade de emprego e a pobreza.Outra, das eventuais causas, poderá ser também a má preparação e qualificação dos detentores dos cargos públicos e políticos com relevância e influência na governação e nos destinos do país.
Enquanto esta geração, referindo simplesmente os países africanos pretencentes aos PALOPS, pós colonização não desaparecerem do mapa destes países, difícilmente estes flagelos e sintomas de desgovernação a curto prazo desaparecerão da cultura governativa africana.Foi, e é, um poder versus status, instituído por uma maioria que a seu bel prazer, põe e dispõe das peças no tabuleiro de xadrez, e faz o seu jogo sujo em nome de terceiros.
São as modernices das novas democracias do faz de conta, que é, mas não é.
Portugal é também um bom exemplo, ao nível europeu, desta nova democracia.Democracia do marketing.Rapando com a colher no fundo do tacho, só encontramos restos para as minorias (povo - pobres) e muito blá blá para as maiorias do tráfico de influências (deputados, ministros, grupos empresariais etc, e tal).
Assim, apetece perguntar:
- Onde vamos parar, com a corrupção a comandar e a governar os destinos do mundo ?
(Talvez para um mundo cada vez mais imoral, sem valores, feito de atropelos e criminalidade).
quinta-feira, 22 de maio de 2008
A história da Maria
Era uma vez uns meninos que estavam a brincar no jardim. O dia estava cinzento e não havia sol.Enquanto brincavam, apareceu uma menina diferente deles. Aproximaram-se dela, perguntaram-lhe o nome e ela disse que se chamava Maria Castanha.
Os meninos começaram a jogar à apanhada, mas ninguém conseguia apanhar a nova amiga, ela corria mais do que todos. Tanto brincaram que foram esbarrar com o vendedor de castanhas. Ficaram as castanhas espalhadas pelo chão, mas todos resolveram ajudá-la.
O vendedor decidiu fazer uma festa de castanhas. A menina não sabia se gostava porque no país dela nunca tinha comido.
Quando as castanhas começaram a estalar ao lume, a Maria Castanha teve medo porque pensava que eram tiros, pois estava habituada a ouvi-los no país onde morava. Todos a acalmaram e disseram que eram as castanhas a estalar no lume. Ela percebeu e até gostou muito de as comer assadas.
A Maria Castanha ficou a ajudar o vendedor, fazendo cartuchos de papel de jornal, para ele meter as castanhas assadas que estava a vender ao público.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Um bom exemplo de publicidade enganosa
O fim da guerra civil, a estabilidade política e a previsão das eleições permitiram a Angola tornar-se num dos países que mais subiram na classificação dos países pacíficos no mundo em 2008.Divulgada ontem e obra conjunta do grupo de reflexão “Instituto de Economia e Paz” e “Economist Intelligence Unit”, a tabela destaca, além de Angola, a Indonésia, Índia e Uzbequistão.
O estudo teve a primeira edição em 2007 com 121 países, tendo apontado a Noruega como o país mais pacífico do mundo.
Na presente, a liderança passou para Islândia num conjunto de 140 Estados considerados.
Parâmetros de análise
Os parâmetros de análise vão desde o número de presos, de polícias e de militares por 100 mil habitantes, até às estatísticas económicas, passando pela participação cívica, cultura política e liberdades civis.
As relações com os países vizinhos, o número de crimes, a população prisional e as potenciais ameaças terroristas são outros itens considerados para a elaboração da tabela.
Nas tabelas de 2007 e na deste ano, o último lugar é ocupado pelo Iraque, devido à continuação da violência,
Nos primeiros 20 lugares figuram 16 democracias europeias, a maior parte das quais membros da União Europeia.
Caso a União Europeia fosse considerada em bloco, ficaria no quarto lugar.
Lusófonos, USA, Rússia
Na edição de 2007, Portugal figurou em nono lugar, e este ano subiu dois lugares.
Entre os países considerados, o Global Peace Index analisa mais dois países lusófonos: o Brasil, que em 2007 estava no 83º lugar e este ano desceu sete posições, e Moçambique, que manteve o 50º lugar alcançado em 2007.
Os Estados Unidos ocupam o 97º lugar dos Estados Unidos (96º em 2007) devido ao nível de gastos militares, efectivos militares no exterior e maior número de presos.
A Rússia, que desceu 13 lugares relativamente a 2007, figura este ano no 131º devido à crescente instabilidade na Tchetchénia.
Comentário:Tal como sugere o "título" deste artigo, aqui está um bom exemplo de publicidade enganosa utilizado pelo "marketing" das imagens viradas do avesso.
Lendo atentamente o artigo, ele começa por referenciar o seguinte :« O fim da guerra civil, a estabilidade política e a previsão das eleições permitiram a Angola tornar-se num dos países que mais subiram na classificação dos países pacíficos no mundo em 2008».
Mais adiante, refere que o estudo envolve 140 países, e faz a descrição dos factos de alguns deles.
Em que circunstâncias, é que entra a publicidade enganosa (marketing) relativamente a Angola.
Entra, pelo simples facto de em momento algum, não revelar a verdadeira posição, e a subida de quantos degraus que Angola ocupa na dita tabela DO PELOTÃO DE TOPO DOS ESTADOS PACÍFICOS EM PROGRESSO.
Isto é, ficamos todos a "alhar" a tentar descurtinar, onde começa o topo do pelotão, se é a contar do fim, do meio ou do ínicio do mesmo.
À primeira vista, quem ler este artigo, até vai pensar que Angola fez um grande progresso. Na volta não saiu do mesmo sítio, quanto muito progrediu 1 a 4 lugares a contar do final da tabela.Se na verdade o progresso tivesse sido, como tentam publicitar, não teriam omitido a posição (lugar) de Angola na tabela.
Imagino internacionalmente, esta notícia deve ter um efeito "bombástico", mas na prática está tudo igual, basta estarmos atentos ao aumento dos índices de criminalidade, e à qualidade de progresso, cuja a sua visibilidade real no terreno, só acontece no seio das classes sociais média/alta.O povo assiste pacíficamente à evolução do progresso do rico, e as suas dificuldades, como os índices da pobreza não entram para os resultados da dita lista dos 140.
O mais caricato, é a divulgação dos lugares ocupados pelo Brasil (90º) e Moçambique (50º).
Cadê (novo acordo ortográfico) a posição de Angola ?
Temos que ir investigar para saber, e confirmar esta publicidade enganosa ?!?!
Mas também, não será necessário perder tempo com investigações e pesquizas, num país onde a falta diária de água, de luz eléctrica, de combustível ( um dos maiores produtores de África), de materiais de construção, de comida no super do pobre, etc., falar em PROGRESSO só pode mesmo ser uma UTOPIA PUBLICITÁRIA DE MARKETING.
domingo, 18 de maio de 2008
Desfile de moda selvagem africana
Na África Oriental entre Quênia, Etiópia e Sudão, regiões que sofrem com o tráfico ilegal de marfim e com a violência. As tribos que as habitam possuem um costume ancestral que faz parte também da natureza humana há milênios, a busca pela beleza. As pessoas que as habitam enfeitam-se e adornam os seus corpos, porém para esses povos ao contrário do que pode-se imaginar, esse ritual não é para festas ou cerimónias mas sim uma celebração da vida, uma diversão e uma disputa entre as tribos para ver qual delas fica mais bela aos olhos do outro.O mais fascinante desta tradição é o capricho, o cuidado com os detalhes e a harmonia de cores e tons, dignos de um grande estilista num desfile de moda.
Como todos os bons estilistas, também é necessário um fornecedor de matéria-prima de qualidade, e nessas regiões a natureza encarrega-se disso, a vegetação tropical exótica e exuberante contibui com fartura tudo que precisam para fazerem os seus adereços. Ramos e arbustos transformam-se em adornos perfeitos para a cabeça, flores e sementes das mais diferentes cores e variedades servem como colares, brincos ou gargantilhas, os frutos realçam os contornos dos rostos e a argila e outras tintas naturais embelezam a face como se fosse maquilhagem.sexta-feira, 16 de maio de 2008
SONANGOL COM METADE DO CAPITAL SOCIAL DO MILLENIUM ANGOLA
A Sonangol passou a ser dona de cerca de metade do capital do banco Millenium Angola.
Um acordo de parceria estratégica foi rubricado hoje entre a petrolífera angolana, o Banco Comercial Português e o Banco Privado Atlântico (BPA).O entendimento visa a aquisição por parte da companhia nacional de petróleos e do BPA de 49,9 porcento do capital social do Millennium Angola.
Foram signatários do acordo os presidentes dos conselhos de administração da Sonangol, BCP e BPA, respectivamente, Manuel Vicente, Carlos Santos Ferreira e Carlos José da Silva.
O Millennium Angola manterá a sua actual configuração de subsidiária do Banco Comercial Português, mas passará a beneficiar das participações de referência da Sonangol e do Banco Privado Atlântico.
O conselho de administração do Millennium Angola será formada por nove elementos, dos quais cinco integrarão a comissão executiva.
Segundo o acordado, o presidente da comissão executiva será nomeado pelo BPC e mais dois vogais, enquanto a Sonangol indicará o vice-presidente e um vogal.
Comentário: Portugal está a ser colonizado pela força do petróleo, pelo tráfico de influências que essa força tem nas economias dos países pobres ( sem riquezas), mas também pela força da corrupção e lavagem de dinheiro.Consta em surdina entre os angolanos, que a família do Presidente de Angola Dos Santos, escolheu Portugal como destino preferencial para depositar todo o espólio roubado ao povo angolano durante os 34 anos de governação/desgovernada por parte dos criminosos angolanos.
Isto é, a história da descolonização está-se a repetir virada do avesso.A família dos Santos aprendeu a lição com o que fez aos espoliados portugueses da desconolização, está adoptar as medidas de prevenção, a colocar e a lavar todos os seus bens na Europa, com a conivência de Portugal, caso o povo angolano se revolte, e obriguem estes criminosos a prestarem contas e a entregarem o espólio incalculável de algumas das fortunas dos herdeiros jovens da familia dos Santos, dos generais, e outros que tais.Estão-se a percaver e a proteger os seus bens.Seria bom, que muitos que foram para Angola investir atrás de um sonho, tomassem atenção a certos promenores vindos da parte do poder(governa).Promenores esses que no futuro podem, fazer a diferença, entre os espoliados pela força da revolta popular.Os grandes malandros criminosos safam-se, os pequenos é que levam na tromba, e ficam com o pesadelo das marcas dos prejuízos, à mercê da revolta.Com agravante, de os traficantes de influências tanto em Angola como em Portugal, se tal vier acontecer, lavarem as mãos, comer e beber na mesma mesa, como fez Judas com Pilatos.
Portanto meus amigos, não se deixem cegar (enganar), pelos números que os orgãos de comunicação portugueses estão apresentar relativamente ao desenvolvimento e investimento em Angola.Tudo pode não passar de uma campanha de marketing bem encenada, com objectivo de esconder os problemas internos da economia portuguesa, e da governação desastrosa dos Sócretinos, que em desespero de causa estão a vender a Angola, o nosso belo quintal turístico, para as férias da familia dos Santos e seus generais, fugidos da revolta popular da maravilhosa Angola, que tudo lhes deu, e que em contrapartida recebeu em troca a herança da miséria, fome, doenças como HIV,malária, cólera, mosca tzé-tzé etc,.
Quem vos avisa, amigo é ... (diz o ditado)
Estes sinais são muitos importantes.Sonangol pertence ao Estado Angolano, que por sua vez é controlado ao nível de todas as decisões pelo Presidente da Nação José Eduardo dos Santos e da sua família.Isabel dos Santos ( a filha do casamento com a rússia) é accionista em 25% do Banco BIC, cuja a inauguração da sua dependência em Portugal aconteceu no passado dia 8 de Maio, com a conivência do Banco de Portugal, e de Vítor Constâncio, também ele pertencente ao partido socialista dos Sócretinos, que estão a governar e a cozinhar a venda de Portugal aos ditadores angolanos e suas respectivas famílias.
Uma pergunta para os ditadores angolanos e sócretinos portugueses.
- Qual vai ser, a próxima empresa portuguesa que vai ser comprada pelos ditadores angolanos detentores do petróleo - Sonangol e dos diamantes de sangue ?
(Aposto na EDP )
quinta-feira, 15 de maio de 2008
quarta-feira, 14 de maio de 2008
A quadrilha dos Abusadores
Fonte: Jornal de Angola
Luanda - A liberdade de Imprensa teve sempre inimigos confessos e alguns idiotas úteis que, mesmo sem o saberem, são os inimigos mais difíceis de conter ou de enfrentar. São aqueles que os patrões usam para todos os abusos, para todos os fins, para todas as manobras.O jornal “Público”, propriedade de Belmiro de Azevedo, está cheio desses idiotas úteis que vêem defeitos em tudo e em todos, menos no dono. O império mediático de Francisco Balsemão é servido por inúmeros idiotas úteis que abusam da liberdade de imprensa, convencidos de que assim são a perfeita voz do dono. As vítimas destes abusadores, regra geral, ignoram-nos e falam directamente com os donos. Às vezes resulta e eles são silenciados com um açaime ou um corte na ração. Outras vezes, os donos assumem um ar sério e dizem que nada podem fazer, em nome da liberdade de imprensa.
Imaginemos que na última edição do “Eixo do Mal”, na SIC-Notícias, os alarves que lá montam a banca dos abusos, diziam que Pinto Balsemão é o capitão de uma quadrilha, que é ladrão, que é cleptomaníaco. Imaginemos que algum daqueles idiotas exigia ao Governo de Angola que pusesse na ordem o proprietário da SIC. Ou, imaginemos, que um qualquer empregado do jornal “Público” ia para o “Eixo do Mal” dizer que Belmiro de Azevedo roubou uma fortuna ao banqueiro Afonso Pinto de Magalhães, enganou a sua viúva e restantes herdeiros do falecido banqueiro. E que à custa dessa actividade de capitão de gang ou de chefe de quadrilha, construiu o império SONAE.
Imaginemos que o pobre idiota servidor do “Público”, e que recebe mais uns trocos para ser abusador no “Eixo do Mal”, apelava ao Governo de Angola para denunciar o ladrão do banqueiro e seus pobres e inconsoláveis familiares. Os idiotas úteis que abusam da liberdade de imprensa no “Eixo do Mal”, jamais se atreveriam a cuspir no prato dos donos. Eles sabem o que aconteceu ao jornalista João Carreira Bom por ter ousado escrever umas palavrinhas que indispuseram Pinto Balsemão.
E o que aconteceu a vários jornalistas do “Público” quando o patrão os considerou indesejáveis. Aliás, quando um pobre diabo que fingia ser jornalista do “Público” foi processado por ofender gravemente um político angolano, ele arrojou-se aos pés do ofendido e pediu perdão porque o patrão lhe garantiu que não pagava um tostão de indemnização em caso de condenação.
Clara Ferreira Alves precisa de acumular uns dinheiros para fazer uma plástica. Vai daí insulta e calunia quem o capitão da sua quadrilha soarista manda. Mas parece que dali já pouco pinga dos diamantes de sangue, ela tem de arranjar outro quadrilheiro. Daniel Oliveira, um pobre diabo sem profissão, funciona com moedas na boca. É como os telefones das cabines públicas. José Júdice é um boneco que se perdeu do ventrículo salazarista e agora só grunhe disparates. Pedro Nunes, empregado de Belmiro de Azevedo, faz pela vida no “Eixo do Mal” para compor a ração de dinheiro que, pelos vistos, no “Público” já está ao nível das rapariguinhas das caixas do supermercado Continente.
Aqueles quatro miseráveis mentais estão apostados em levar os abusos de liberdade de imprensa aos níveis mais aberrantes dos tempos em que a PIDE destruía a honra dos oposicionistas ao regime fascista no jornal “Diário da Manhã”, uma espécie de “Eixo do Mal” mas um pouco mais civilizado.
Os idiotas úteis do “Eixo do Mal”, no meio dos seus delírios, fizeram um apelo à intervenção do Governo Português em Angola, porque, disseram eles, Portugal tem muitas responsabilidades com o Povo Angolano. Esta gente parou no tempo. O poder de Portugal em Angola começou a ser contestado, de armas na mão, em 4 de Fevereiro de 1961. Em 11 de Novembro de 1975 expirou o poder colonial. Nenhuma portuguesa ficou em Angola, fosse capitaneada por Mário Soares ou por um qualquer patrão da Comunicação Social. O império colonial acabou mesmo.
E os angolanos são senhores dos seus destinos. E porque são os angolanos que decidem do seu presente e do seu futuro é que a quadrilha de Mário Soares foi estrondosamente derrotada em Angola. Os governantes angolanos, ao longo de décadas, tiveram de dedicar larguíssimos recursos ao combate sem tréguas a Jonas Savimbi, o lugar-tenente da quadrilha soarista em Angola. Para liquidar esses salteadores, os angolanos deram tudo o que podiam. Mas hoje somos livres e senhores dos nossos destinos. É por isso que os derrotados, hoje, nos soltam os Bob Geldof, os idiotas úteis do “Eixo do Mal” e outros serventes menores que nem merecem que citemos os seus nomes.
Os angolanos hoje vivem com muitas dificuldades, é verdade. Foi preciso gastar biliões e biliões de dólares para desmantelar a quadrilha que em Angola operava ao serviço dos quadrilheiros que hoje nos soltam os cães do “Eixo do Mal” e outras vozes de outros donos. Mas se em Portugal alguns órgãos de Informação estão ao serviço das mais desvairadas quadrilhas, nós aqui vamos enfrentá-los. Por uma questão de decência e como forma de nos solidarizarmos com o Povo Português, que merece uma imprensa livre e responsável. E se o regabofe continua, se calhar um dia destes publicamos as listas com os nomes dos quadrilheiros portugueses que foram capturadas no bunker de Jonas Savimbi no Andulo. Basta de abusos e insultos!
(clicar na foto para ampliar)
Comentário: Temos que reconhecer e agradecer a Bob Geldof a origem de todo este veneno (eixo do mal) made in Jornal de Angola. Bem hajas Bob, conseguiste colocar o JA a vomitar toda a sua raiva e ódio que transpiram dentro das gavetas cerebrais dos jornalistas e dos governantes criminosos delapidadores das riquezas angolanas.O jornalista do JA, está bêbado de raiva e ódio, e já não sabe para onde deve virar as suas setas venenosas.Já não sabe, quem deve usar para limpar a imagem dos CRIMINOSOS angolanos governantes, a quem ele todos os dias, limpa e lambe o traseiro com o papel onde escreve os artigos do JA.
Seria bom, que ele no lugar de Mário Soares colocasse o nome do seu filho, João Soares.Como é sabido, foi a Unita que lhe salvou a vida, na queda do avião.E qualquer um de nós, por gratidão temos obrigação e o dever de estar ao lado daquele(s) que nos salvam a vida.Se o JA não sabe o significado da palavra gratidão, não deveria ser INGRATO com Mário Soares, pois foi ele que deu uma ajudinha para o MPLA ficar com o poder em Angola desde 1975.Só que Mário Soares e o próprio MPLA não contavam que a Unita iria atravessar-se nos seus destinos de uma forma brutal, ao ponto de salvar a vida do filho a quem hoje o MPLA atira as culpas e acusa de ter virado a casaca.No lugar deles, quem não teria motivos, mais que suficientes, para adoptar pela mudança da casaca (devem a vida)?
Na verdade o jornalismo do JA tresanda a ... (imaginem)
Bem hajas Bob Geldof, graças a ti, conseguimos comprovar que o MPLA e os criminosos ainda têm muitos recalcamentos, saudades dos ex-colonialistas (casamento de Tchizé dos Santos com um português).Passam a vida a justificar o presente, com o passado dos colonizadores e com Savimbi, não conseguem olhar para o umbigo deles, pois está infestado de lixo.O lixo é tanto, que lhes provoca a cegueira e consome os neurónios, vomitando ódio e raiva em forma de xenófobia.
Esperemos que o delírio dos quatro miseráveis idiotas do eixo do mal, continuem a ensinar a este tipo de jornalistas anónimos e ao jornal que representam, o que é na verdade "LIBERDADE DE EXPRESSÃO E DE IMPRENSA".
Para finalizar uma pergunta ao(s) jornalista(s) do Jornal de Angola
-Quanto custa ao orçamento geral do Estado de Angola, sustentar a quadrilha dos familiares do Presidente da Nação?
Conhecidos na quadrilha oficial, são 7 filhos, de 4 mulheres.
Desconhecidos devem ser uma mão cheia delas...Eu pelo menos conheci uma, que andava aos caídos pelas terras de Portugal.
Senhores jornalistas de meia leca, investiguem e apresentem aos angolanos um artigo sobre o orçamento do Estado, necessário para sustentar esta cambada de criminosos.Investiguem, que os angolanos são bem capazes de terem uma surpresa da vossa parte.Investiguem com isenção, apresentem os números da roubalheira mensal, vezes o número de anos, que esta quadrilha governa Angola.
Se fizerem essa investigação ISENTA, talvez comecem a ter moralidade e credibilidade para falarem em liberdade de imprensa e em nome de todos angolanos.Enquanto não fôr feita e tornada pública, remetam-se à vossa ignorância e insignificância sem autoridade para falar em nome dos angolanos que não se revêm no Jornal de Angola.
MAIS NOTÍCIAS SOBRE O MESMO ASSUNTO
Angolanos na diáspora condenam linguagem de José Ribeiro Director do Jornal de Angola
Fonte:Club-k
Luanda - «Na sua qualidade de parte integrante do povo angolano, as organizações e personalidades angolanas residentes no estrangeiro esclarecem a opinião publica nacional e internacional que não se revêem na linguagem imprópria (em fase de paz para um órgão servidor do publico) nem no teor dos últimos editoriais publicados pelo Jornal de Angola e não reconhecem mandato popular aos seus responsáveis para assinar tais textos em nome do povo de que fazemos parte.
Os subscritores do presente comunicado solicitam a Sua Excelência o Ministro da Comunicação Social de Angola Dr. Manuel Rabelais para que em nome da honra e da estabilidade/reconciliação nacional, dê 72 horas ao Senhor José Ribeiro para fazer o favor de avançar com o pedido de demissão das funções de Director do Jornal de Angola. Em caso de desobediência, o Senhor Ministro terá o nosso incondicional apoio para expulsar o Senhor José Ribeiro do Ministério da comunicação social.
Os mesmos subscritores expressam solidariedade ao Jornalista Ernesto Bartolomeu recentemente suspenso da Televisão Publica de Angola por manifestar opinião contra a linha editorial da mesma estação em favorecer excessos de noticias sobre o MPLA em detrimento dos restantes partidos políticos em Angola.
Feito no exterior de Angola aos 13 de Maio de 2008
Diário de Notícias
A notícia não surpreendeu António Martins da Cruz, antigo ministro dos Negócios Estrangeiros do governo de Durão Barroso: "Não é desconhecido o apoio político que o dr. Mário Soares e o seu filho deram à UNITA durante a guerra civil em Angola. Isso deixou traumas, ainda não superados, em alguns opinion makers angolanos. E não me refiro à classe política."
Nos outros partidos, o Bloco de Esquerda não poupa nas críticas às acusações publicadas no Jornal de Angola. "A voz oficial das autoridades angolanas que, com o governo à cabeça, são o centro da cleptocracia angolana, o centro do sistema de toda a corrupção que mina a democracia de Angola e atira os angolanos para a pobreza", critica João Semedo, deputado bloquista. Assim sendo, conclui, "não admira que vomite insultos sobre a democracia portuguesa e os seus protagonistas". Para João Semedo, as reacções no Jornal de Angola às críticas feitas em Portugal, na sequência das afirmações de Bob Geldof - que disse que o país é gerido "criminosos" - são uma "tentativa de condicionar a liberdade de imprensa e opinião" em Portugal. "Não reconhecemos nenhuma autoridade política nem moral [ao Jornal deAngola] para fazer esse tipo de comentários", diz o deputado do Bloco de Esquerda.
O PCP e o CDS/PP não quiseram comentar os artigos do periódico angolano, que visa o Expresso e o Público, assim como os comentadores do Eixo do Mal, na SIC Notícias, acabando por atingir o ex-Presidente da República Mário Soares - apontado como capitão de uma "quadrilha" que, diz o jornal, teria Jonas Savimbi, o ex-líder da UNITA, como "lugar-tenente".
ler aqui : http://dn.sapo.pt/2008/05/14/nacional/mario_soares_defesa_governo.html
Comentário II - A noticia não surpreendeu ninguém, porque é sabido que mais uma vez o Partido Socialista em nome de José Sócrates, está a vender caro o nome de Portugal em Angola, devido às negociatas obscuras exercidas através do tráfico de influências que o PS está a estabelecer no favorecimento entre os criminosos de Angola e os grandes grupos empresariais portugueses.
Lembram-se da promessa do Sócrates dos 150 mil postos de trabalho?
Pois é, esses postos de trabalho foram criados em Angola à custa da emigração suportada pelos grandes grupos empresariais.Ajuda essa, que ao nível do mercado interno ajuda o Sócretino a baixar a taxa do desemprego, para mais tarde vir a usá-la em campanha eleitoral.As negociatas não se fazem só ao nível dos negócios económicos, fazem-se também nos bastidores dos gabinetes dos estudos estatísticos.
Não admira, que nenhum representante do governo ou do PS esteja disponível para comentar ou envolver-se nesta contenda.O futuro ninguém sabe.Até pode passar por Angola ou por um dos grandes grupos empresariais, em que não se incluam Belmiro de Azevedo ou Pinto Balsemão.Todos os restantes são uma hipótese em aberto, para a familia de administradores Sócretinos.
Defender o bom nome de Portugal.Nem pensar!
O caminho do futuro passa por África-Angola ( filosofia do Sócretino antes da sua viagem a Angola e na cimeira UE/ÁFRICA)
Ver vídeo anexo - Os sonhos de Mário Soares para África com Clara Ferreira Alves do eixo do mal

