Fonte: Jornal de Notícias
A eliminação portuguesa nos quartos-de-final do Euro 2008 é um mau resultado. Aliás, até o próprio seleccionador português já o disse, logo após a derrota com a Alemanha. Agora que a equipa das quinas já voltou a casa, há que fazer uma viagem ao que não correu bem.
Falta de físico
A altura, a robustez física e, consequentemente, a capacidade de choque não são atributos desta selecção. Os médios titulares, por exemplo, tinham, em média, 1,74 metros de estatura e 70 quilogramas de peso. Os dois centrais da equipa inicial padeciam do mesmo mal. E isso acabou por ser decisivo diante da Alemanha.
Sem trabalho de casa
É um mal que não é de agora. Coincide, precisamente, com a entrada de Scolari na selecção. O brasileiro é um mestre na motivação dos futebolistas, mas continua a não preparar os jogos da melhor forma, sobretudo em matéria defensiva. E a equipa das quinas continua a ser vítima das bolas paradas. Em 2004, com a Grécia, foi na sequência de um canto. Em 2006, frente à França, num penálti. Agora, diante da Alemanha, por duas vezes na marcação de livres. Não é coincidência…
Falta de lateral esquerdo
A falta de um lateral esquerdo de raiz foi o outro grande problema da selecção. Paulo Ferreira fez o que pôde e o que não pôde, mas, mesmo assim, percebeu-se desde o primeiro jogo, com a Turquia, que era pouco para uma competição deste nível. Era, claramente, o elo mais fraco. Confirmado o afastamento de Nuno Valente, Scolari esteve dois anos a apostar no também improvisado Caneira, para, na fase final, avançar para o futebolista do Chelsea. Incompreensível.
Anúncio de Scolari
O momento do anúncio da saída de Scolari foi cirurgicamente pensado pelo treinador. Confirmado o apuramento para os quartos-de-final, após a vitória sobre a República Checa, o Chelsea teve luz verde para revelar o acordo com o ainda seleccionador português. Se esse momento não afectou o técnico, o mesmo não se poderá dizer da equipa e da própria FPF. Os jogadores nunca esconderam a surpresa da notícia, ao passo que Madail esteve até ao final da prestação portuguesa remetido ao silêncio e escondido num comunicado emitido no site da FPF. Coincidência ou não, desde que a saída de Felipão foi oficializada, a equipa das quinas somou por derrotas os dois jogos disputados.
Cristiano Ronaldo
Apesar da dura época que teve pela frente, apareceu em excelentes condições físicas. No entanto, o seu rendimento acabou por ficar aquém do desejado. A partir do momento em que a mais do que provável transferência para o Real Madrid passou a andar nas bocas do mundo, o extremo do Manchester United nunca mais foi o mesmo. Havia sempre qualquer coisa que não saía bem. Houve pouco Ronaldo e muito Real Madrid.
Eternos suplentes
Um banco que tem Meira, Bruno Alves, Raul Meireles, Veloso, Nani e Quaresma não pode ser desprezado. Se é verdade que, diante da Suíça, nenhum deles agarrou a titularidade com as duas mãos, não é menos verdade que Scolari é um treinador "quadrado" na forma de pensar. É incapaz de mudar a equipa em função do adversário. Quem não entra de início no onze, sabe que vai passar ao lado da competição. É sempre assim…
Os erros de Ricardo
É, claramente, o calcanhar de Aquiles da selecção. Capaz de defesas fantásticas entre os postes, foi, mais uma vez, uma pobreza nos cruzamentos. Ficará para sempre ligado à eliminação com os alemães. Em 2004 e 2006, escondeu essa intranquilidade com actuações empolgantes em vitórias no desempate por grandes penalidades. Desta vez, não houve Inglaterra para esconder o que todos sempre viram e que Scolari nunca quis ver.
Falta de físico
A altura, a robustez física e, consequentemente, a capacidade de choque não são atributos desta selecção. Os médios titulares, por exemplo, tinham, em média, 1,74 metros de estatura e 70 quilogramas de peso. Os dois centrais da equipa inicial padeciam do mesmo mal. E isso acabou por ser decisivo diante da Alemanha.
Sem trabalho de casa
É um mal que não é de agora. Coincide, precisamente, com a entrada de Scolari na selecção. O brasileiro é um mestre na motivação dos futebolistas, mas continua a não preparar os jogos da melhor forma, sobretudo em matéria defensiva. E a equipa das quinas continua a ser vítima das bolas paradas. Em 2004, com a Grécia, foi na sequência de um canto. Em 2006, frente à França, num penálti. Agora, diante da Alemanha, por duas vezes na marcação de livres. Não é coincidência…
Falta de lateral esquerdo
A falta de um lateral esquerdo de raiz foi o outro grande problema da selecção. Paulo Ferreira fez o que pôde e o que não pôde, mas, mesmo assim, percebeu-se desde o primeiro jogo, com a Turquia, que era pouco para uma competição deste nível. Era, claramente, o elo mais fraco. Confirmado o afastamento de Nuno Valente, Scolari esteve dois anos a apostar no também improvisado Caneira, para, na fase final, avançar para o futebolista do Chelsea. Incompreensível.
Anúncio de Scolari
O momento do anúncio da saída de Scolari foi cirurgicamente pensado pelo treinador. Confirmado o apuramento para os quartos-de-final, após a vitória sobre a República Checa, o Chelsea teve luz verde para revelar o acordo com o ainda seleccionador português. Se esse momento não afectou o técnico, o mesmo não se poderá dizer da equipa e da própria FPF. Os jogadores nunca esconderam a surpresa da notícia, ao passo que Madail esteve até ao final da prestação portuguesa remetido ao silêncio e escondido num comunicado emitido no site da FPF. Coincidência ou não, desde que a saída de Felipão foi oficializada, a equipa das quinas somou por derrotas os dois jogos disputados.
Cristiano Ronaldo
Apesar da dura época que teve pela frente, apareceu em excelentes condições físicas. No entanto, o seu rendimento acabou por ficar aquém do desejado. A partir do momento em que a mais do que provável transferência para o Real Madrid passou a andar nas bocas do mundo, o extremo do Manchester United nunca mais foi o mesmo. Havia sempre qualquer coisa que não saía bem. Houve pouco Ronaldo e muito Real Madrid.
Eternos suplentes
Um banco que tem Meira, Bruno Alves, Raul Meireles, Veloso, Nani e Quaresma não pode ser desprezado. Se é verdade que, diante da Suíça, nenhum deles agarrou a titularidade com as duas mãos, não é menos verdade que Scolari é um treinador "quadrado" na forma de pensar. É incapaz de mudar a equipa em função do adversário. Quem não entra de início no onze, sabe que vai passar ao lado da competição. É sempre assim…
Os erros de Ricardo
É, claramente, o calcanhar de Aquiles da selecção. Capaz de defesas fantásticas entre os postes, foi, mais uma vez, uma pobreza nos cruzamentos. Ficará para sempre ligado à eliminação com os alemães. Em 2004 e 2006, escondeu essa intranquilidade com actuações empolgantes em vitórias no desempate por grandes penalidades. Desta vez, não houve Inglaterra para esconder o que todos sempre viram e que Scolari nunca quis ver.
Comentário: Desculpem-me todos os apoiantes de Scolari, mas sem dúvida nenhuma que o único trabalho de mérito que ele conseguiu desenvolver não só ao nível dos jogadores mas também ao nível do país, foi únicamente elevar aos níveis da auto-estima.
À custa dessa fraqueza, Scolari foi subindo os níveis da fasquia na admiração por parte dos portugueses.Factos como este são um mau indicador para o estado em que Portugal se encontra nos sectores, sociais, económicos, políticos e desportivos.De costas voltadas para estes problemas em que o povo não vê nem sente melhorias, o escape concentra-se na selecção de futebol, nas bandeirinhas do Scolari como se ele fosse um salvador que aterrou em Portugal para salvar esta nação desorientada e afundada desde há muito tempo em políticas de governação assentes na hipocrísia e mentira.Os próprios políticos eram apoiantes incondicionais de Scolari, pois este veio resolver um problema que eles nunca conseguiram e tiveram capacidade para resolver, visto eles serem os únicos culpados do estado depressivo dos portugueses e do marasmo profundo em que se encontram.Quantas mais bandeirinhas o Scolari pedisse para os portugueses colocaram à janela, mais aplausos recebia por parte da classe política eufórica.Scolari olheiro e viseiro, analisou a situação e pegou no elo mais fraco dos portugueses naquele e neste momento.O elo, da auto-estima deplorável que a selecção e o país atravessavam e atravessam.
Scolari soube aproveitar-se dessa situação, e quando começou a presentir que as suas filosofias não acompanhavam certos resultados dentro das quatro linhas, começou a procurar outras alternativas fora delas e a tirar altos dividendos.Era previsível que este casamento fosse terminar da maneira como terminou.
Para quem tem memória curta, Portugal foi o organizador do Euro 2004, teve todas as condições para alcançar o título, perante um adversário como a Grécia sem pregaminhos futebolísticos e no entanto não conseguiu o tão desejado título, tudo devido à má preparação e falta de conhecimentos da cultura táctica de Scolari (sempre na defensiva).Os resultados positivos que foi obtendo deveu-se exclusivamente a jogadores como Figo e Rui Costa.Estes dois símbolos do futebol português desfraudados por não terem conseguido o título do Euro 2004, tomam a decisão de abandonar a selecção, pois só assim os fanáticos e seguidores de Scolari iriam perceber que a falta de êxito nos resultados deve-se exclusivamente à má preparação do seleccionador para nos momentos críticos saber encontrar e tomar as decisões tácticas acertadas onde era pago a peso de ouro num país afundado num défice estrondoso.
É inegável o mérito de Scolari para analisar e avaliar até onde poderia ir e o que poderia ganhar com a situação.
É impensável, alguém ter a coragem para chamar Burro ao Scolari.
A existirem burros, eles serão exclusivamente a Federação Portuguesa de Futebol que para além de o ter contratado a peso de ouro, tolerou e consentiu situações a Felipão que não tolaria a um seleccionador português.Os outros burros que acompanham a FPF, são o próprio povo português que deixou-se ir na "onda " da lábia maliciosa de Scolari.
Provávelmente Scolari não vai ter a mesma sorte de conseguir enganar e de levar na onda os ingleses.
Os ingleses, já começam a reclamar pelas suas atitudes e comportamentos evasivos às questões fundamentais, e ele ainda nem sequer começou a treinar.
À custa dessa fraqueza, Scolari foi subindo os níveis da fasquia na admiração por parte dos portugueses.Factos como este são um mau indicador para o estado em que Portugal se encontra nos sectores, sociais, económicos, políticos e desportivos.De costas voltadas para estes problemas em que o povo não vê nem sente melhorias, o escape concentra-se na selecção de futebol, nas bandeirinhas do Scolari como se ele fosse um salvador que aterrou em Portugal para salvar esta nação desorientada e afundada desde há muito tempo em políticas de governação assentes na hipocrísia e mentira.Os próprios políticos eram apoiantes incondicionais de Scolari, pois este veio resolver um problema que eles nunca conseguiram e tiveram capacidade para resolver, visto eles serem os únicos culpados do estado depressivo dos portugueses e do marasmo profundo em que se encontram.Quantas mais bandeirinhas o Scolari pedisse para os portugueses colocaram à janela, mais aplausos recebia por parte da classe política eufórica.Scolari olheiro e viseiro, analisou a situação e pegou no elo mais fraco dos portugueses naquele e neste momento.O elo, da auto-estima deplorável que a selecção e o país atravessavam e atravessam.
Scolari soube aproveitar-se dessa situação, e quando começou a presentir que as suas filosofias não acompanhavam certos resultados dentro das quatro linhas, começou a procurar outras alternativas fora delas e a tirar altos dividendos.Era previsível que este casamento fosse terminar da maneira como terminou.
Para quem tem memória curta, Portugal foi o organizador do Euro 2004, teve todas as condições para alcançar o título, perante um adversário como a Grécia sem pregaminhos futebolísticos e no entanto não conseguiu o tão desejado título, tudo devido à má preparação e falta de conhecimentos da cultura táctica de Scolari (sempre na defensiva).Os resultados positivos que foi obtendo deveu-se exclusivamente a jogadores como Figo e Rui Costa.Estes dois símbolos do futebol português desfraudados por não terem conseguido o título do Euro 2004, tomam a decisão de abandonar a selecção, pois só assim os fanáticos e seguidores de Scolari iriam perceber que a falta de êxito nos resultados deve-se exclusivamente à má preparação do seleccionador para nos momentos críticos saber encontrar e tomar as decisões tácticas acertadas onde era pago a peso de ouro num país afundado num défice estrondoso.
É inegável o mérito de Scolari para analisar e avaliar até onde poderia ir e o que poderia ganhar com a situação.
É impensável, alguém ter a coragem para chamar Burro ao Scolari.
A existirem burros, eles serão exclusivamente a Federação Portuguesa de Futebol que para além de o ter contratado a peso de ouro, tolerou e consentiu situações a Felipão que não tolaria a um seleccionador português.Os outros burros que acompanham a FPF, são o próprio povo português que deixou-se ir na "onda " da lábia maliciosa de Scolari.
Provávelmente Scolari não vai ter a mesma sorte de conseguir enganar e de levar na onda os ingleses.
Os ingleses, já começam a reclamar pelas suas atitudes e comportamentos evasivos às questões fundamentais, e ele ainda nem sequer começou a treinar.



































