sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Eleições em Angola: CANDIDATO PRESIDENCIAL QUESTIONA CAMPANHA DO PR


Fonte:VOA

(foto: compadrio entre o poder político e militar.O que será, que JES, estará a colocar na mãozinha do general?)

O candidato às eleições presidenciais, João Camboela considera que o Presidente Eduardo dos Santos, não devia aproveitar as obras realizadas por instituições do Governo para favorecer a campanha do seu partido, o MPLA.

O político considera «uma vantagem desnecessária» a utilização de meios do Estado para a promoção da campanha do partido governamental.

«Nenhum meio do Estado devia ser utilizado por nenhum dos partidos nesta fase de campanha política eleitoral. Porque isto chama-se vantagem desnecessária porque outros partidos ficam simplesmente a perder com isso.»

João Kamboela disse nos próximos tempos a deverá haver uma lei que impeça que o presidente da República seja também líder de um partido político. Ele disse que esta atitude do Presidente Eduardo dos Santos põe claramente em vantagem o partido no poder em relação a outros concorrentes às legislativas de 5 de Setembro.

«A maior parte da obras foram programadas para terminarem nesta altura.Obviamente que isto é uma grande vantagem que o MPLA leva em relação aos outros partidos porque tenta confundir as tarefas do Estado com a actividade de um partido político.»

Tal como em 1992, o Presidente da República entrou na campanha do seu partido com a inauguração de vários empreendimentos realizados pelo Governo nas províncias de Benguela, Lunda-Sul e Huambo.

Em todas as suas intervenções Eduardo dos Santos tem estado a pedir os eleitores a votarem no «partido do coração», numa referência implícita ao MPLA.

Comentário: Num regime cleptocrático, como o angolano, publicitar as eleições legislativas, como livres e pluralistas, é pura utopia.Porque livres, não serão certamente.A prova está à vista, com a programação da finalização das obras, tarefa que pertence ao Estado (de todos angolanos), misturada com as actividades de campanha do partido político que se encontra no poder, onde o Presidente da República é simultâneamente o seu líder.Venha quem vier, tentar contornar e abafar esta promiscuidade, não vai consegui-lo.Embora, a maioria dos parceiros económicos, tente atirar "areia para os olhos ".A base e a tendência, de uns e de outros, é a cleptomania.São todos farinha do mesmo saco.São todos diabos, camuflados de anjos protectores e salvadores, quando se trata de limpar as borradas.Quando se trata de camuflar a verdade.

Em Angola, a pior das mentiras, é considerada, como a verdade mais pura e genuína.

O povo angolano, deveria exigir, uma audotoria às fortunas do José Eduardo dos Santos e respectivas familias, sejam elas públicas, cidadãos civis ou militares, que ocupam os lugares cimeiros das maiores fortunas.Muitas das verdades, seriam descobertas.O problema, é, quem vai julgar estes bandidos, num regime judicial mafioso e corrupto.O general Miala, bem que tentou, com o controverso caso CHINA/GATE, vejam onde ele está.Atrás das grades.Há quem diga, que teve muita sorte.Pois podia, ter sido pior.Podia ter aparecido com as goelas a esbanjar sangue, a rôdos.Servindo de esxemplo, perante todos aqueles, que sonhem ou se atrevam a pisar os terrenos da máfia instalada no poder político, social (classe média e alta), judicial e militar.

Eleições livres e pluralistas em Angola.Só na cabeça dos corruptos, é que elas vão existir.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Curiosidades das eleições em Angola

Fonte: o apostolado

INTOLERÂNCIA POLÍTICA NO ‘PROJECTO NOVA VIDA’, HUAMBO E CABINDA




O PRS denunciou à Policia os actos de intolerância dirigidos contra si por alegados activistas do MPLA na moderna área residencial do ‘Projecto Nova Vida’, em Luanda.

Segundo a queixa, anunciada na ´Rádio Despertar’ pelo coordenador da Juventude do PRS no local, os membros da sua formação têm sido perseguidos «casa a casa», parafraseando, quase que alegoricamente, a propalada expressão de “campanha porta a porta”, posta em voga pelos partidos com modestas capacidades de convocar multidões.

Os activistas do MPLA arrancam tudo que é material de propaganda do PRS, deixando no campo apenas o seu, acrescentou a fonte à emissora, que não passou nem a versão contraditória, nem sequer a da Polícia.

Ordem de retirar propaganda da UNITA no Huambo

Na mesma emissora, o secretário geral da UNITA, Camalata Numa, denunciou a ordem dada pelo administrador municipal adjunto de Huambo no último fim-de-semana.

De acordo com esta ordem, a UNITA deve retirar todo o seu material de propaganda espalhado por aquela cidade no âmbito da sua campanha eleitoral.

Numa não assinalou outra reacção do seu partido, além desta lamentação na média.

Viatura da campanha eleitoral do MPLA em Cabinda

Por seu lado, a guerrilha independentista em Cabinda anunciou que alvejara uma viatura da campanha eleitoral do MPLA na passada terça-feira, 19 de Agosto, por volta das 19h00.

A acção ocorreu entre as aldeias de Kungo Thadi e Kikuanga, no Alto Sundi, na região de Miconje, Nordeste do enclave petrolífero, e fez, disse a guerrilha citada pela imprensa internacional, «vários mortes e feridos».

O esforço de se obter a versão governamental e dos observadores independentes ainda não resultou, pelo que o Apostolado voltará ao assunto tão cedo obtenha estes dados.



Comentário: Para todos os interessados nesta matéria da contra-informação em Angola, fica o aviso: Não se passa nada.A campanha eleitoral, está a decorrer às mil maravilhas, lá para as bandas das " Aldeias Novas do MPLA ".

Afinal, a reconstrução e a construção de Angola, deveu-se e foi acelerada pelos ébrios governantes e responsáveis do MPLA, pelos motivos que eram evidentes.Apresentar " obras feitas ", para a propaganda eleitoral, com os fundos provenientes das receitas das riquezas de Angola, colocadas ao serviço do MPLA.O desequílibrio de forças entre os partidos da oposição e o MPLA, é abismal.Mesmo assim, o militantes do MPLA, receiam a liberdade de expressão dos PEQUENOS = POVO.Uma pedra no sapato incomodativa.

A bem da verdade, eu não acredito nas informações dos observadores internacionais, encarregues de supervisionar o acto eleitoral em Angola.Pelos motivos que todos os angolanos conhecem.Os interesse económicos dos países aos quais pertencem os observadores, falam mais alto (maior peso), que os próprios interesses dos angolanos.Corrupção ao mais alto nível das relações entre países.

Corrupção na estratégia económica, entre as partes envolvidas.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Angola é um país "entre a Disneyland e o wild west" no caminho de quatro expatriados

Fonte: açoreano

A reconstrução de Angola está à frente dos seus olhos mas a "dureza nas relações humanas", a carência de quadros e o contraste entre ricos e pobres levam quatro estrangeiros residentes no país a encarar o futuro com reservas.



A viver em Angola há 13 anos, Nancy Gottlieb, fica surpreendida todos os dias "com o que está a acontecer" quando sai de sua casa em Benguela. "Foram 13 anos a sair daqui, sempre na mesma estrada péssima, os mesmos buracos, todos os dias, nada muda... até que depois começou a mudar um pouco e, de repente... tudo mudou", conta esta norte-americana de 53 anos, que dirige uma escola de inglês com o seu nome.

Angola , descreve, "é actualmente uma mistura de Disneyland e wild West".

No sonho, ela vê a reconstrução, a sua escola cheia de alunos sedentos de aprendizagem, o mesmo nas universidades, com os alunos perfilados nas salas de aula com os seus 'laptops', pessoas nas praias a ler e a melhorar a sua formação. "Não estava acostumada a ver isto, toca-me profundamente", confessa.

Pelo lado contrário pressente que os milhões do petróleo está a fazer do país "uma espécie de Koweit, onde o interior é vazio". Em todo o caso, Angola vive "um momento precioso" e a norte-americana tenciona aproveitá-lo como se fosse uma "lua de mel" de um casamento que não sabe se vai ser feliz.

"Há várias Angolas" e Camil Bitar, 29 anos, continua a tentar descodificar cada uma delas. Engenheiro na Sonamet, a empresa criada pela angolana Sonangol e pela francesa Acergy para a criação de infra-estruturas de extracção de petróleo off-shore, partiu de Marselha para se estabelecer durante pelo menos três anos na elegante Restinga do Lobito,

"Há a Angola da Restinga, com casas coloniais bonitas, e há a Angola do interior", prossegue o francês. "Aqui há indústria e comércio, lá fora, e basta fazer 30 quilómetros, só se vende comidas e bebidas e é tudo."

Camil Bitar também viu escolas a nascer em cada aldeia, o que conduz a conversa para "o baixo nível de formação" dos angolanos. "Vejo isso pelas pessoas que trabalham comigo, têm de mandar gente para o estrangeiro e voltar - só assim o país progride".

A escassa formação dos recursos humanos também foi um dos aspectos que mais impressionou Alessandro Bavcar, 37 anos, médico italiano no Huambo. "As infra-estruturas são fáceis de fazer. Há petróleo, os chineses constroem e acaba aí", opina. "Mas para ter um médico angolano são precisos anos, é preciso criar a instituição que vai criar essa formação e depois formar esse especialista, são anos...".

No Huambo, exemplifica, está a ser construído um hospital provincial com dinheiro chinês, e a grande preocupação é a higiene: "Vão trabalhar ali, numa instalação nova, as mesmas pessoas dos centros de saúde, que estão sujos", assinala o italiano com experiência em Uganda, Somália, Sudão e Moçambique. "Angola será a última em África", diz.

Também proveniente de Itália, Claudia Antonelli, 31 anos, lamenta a "inexistência de uma sociedade civil em Angola"."Não há reivindicação, não há debate e nada é questionado", refere a técnica de uma ONG inglesa envolvida num programa de agricultura e alimentação na província de Benguela.

"Na superfície as coisas funcionam, mas no dia a dia, na atitude face ao trabalho, a regra aqui é o deixa-andar, do dinheiro agora e já e pouca gente se responsabiliza", explica. "Então é difícil pensar em serviços públicos que funcionem."

Também com experiência em outros países africanos, a italiana diz-se "chocada" com Angola. "Por um lado tem dinheiro, não é como outros países que estão a lutar para criar uma riqueza nacional, e tem também um dinamismo que não se vê noutros países de África", defende.

"Só que aqui vi os constrates na riqueza e uma dureza nas relações humanas que nunca tinha visto", continua. "É um país muito duro e que não me dá vontade de ficar".



Comentário:Estes depoimentos, são de cidadãos estrangeiros.A maioria deles, a trabalhar e a conviver com as populações do interior de Angola - A verdadeira Angola.

Fica aqui o testemunho, para todos reflectirem e analisarem ...

sábado, 23 de agosto de 2008

Mercado angolano é disputado por 150 empresas


Fonte: Lusa

O mercado publicitário em Angola está a aumentar significativamente e a acompanhar o pujante crescimento económico do país, com o sector a ser já disputado por mais de 150 empresas.

Segundo o presidente da Associação Angolana de Publicidade e Marketing (AAPM), José Guerreiro, estão incritas nesta organização 66 empresas colectivas e 96 individuais.Tendo em conta que não existe obrigatoriedade de inscrição na associação, calcula-se que tenham actividade no mercado angolano pelo menos 150 empresas, algumas sem exclusividade no ramo.

José Guerreiro, que também é director geral da TVC, empresa comercial concessionária dos espaços publicitários da Televisão Pública de Angola, assinala que a concorrência "é forte" nos sectores das telecomunicações, banca, alimentação e bebidas e construção e imobiliária.

Relativamente aos anunciantes, José Guerreiro reconhece a existência de "alguma limitação", fruto da "relativa redução" de consumidores com poder de compra para produtos de largo consumo.

"Apesar da reduzida oferta de televisão face à dimensão do país - dois canais de sinal aberto e alguns por assinatura, mas com reduzida penetração -, em termos absolutos do volume de investimentos, a televisão ainda é o principal veículo", afirma.

José Guerreiro diz que para o futuro, após as legislativas de 05 de Setembro, resta a consolidação das tendências actuais e o provável alargamento dos veículos, com o recente lançamento de vários jornais, as perspectivas de diversificação da estação pública de televisão, o previsível aparecimento de outros canais televisivos e de mais gráficas, bem como a exploração da internet.

Por sua vez, o director da Artimagem, Victor Aleixo, diz que a publicidade em Angola "vai dando os primeiros passos", acompanhando o desenvolvimento do país, mas poderá conhecer resultados "mais positivos" quando os sectores produtivos tiverem "resultados mais saudáveis".

"Desde o início da década de 1990 podemos dizer que temos publicidade comercial em Angola, antes disso havia propaganda política", disse Victor Aleixo, acrescentando que as agências brasileiras e portuguesas a trabalhar no país são o "fio condutor" para que comece haver a verdadeira publicidade angolana.

Nos próximos anos, defende ainda Aleixo, "Angola vai registar um incremento muito grande nos sectores produtivos e as agências brasileiras e portuguesas são as grandes escolas para a verdadeira publicidade angolana".

"Neste momento ainda temos imitações destes dois países adaptadas à realidade do país", frisa.

As primeiras iniciativas no ramo da publicidade começaram a surgir em Angola no início no início da década de 1970, quando foram criados os primeiros estúdios e agências.

Na altura, estes centralizavam o seu trabalho na produção de "spots" e "jingles" de rádio e anúncios gráficos para jornais, os órgãos de comunicação social mais comuns na então colónia portuguesa.

Com a proclamação da independência de Angola, em 1975, e a opção estratégica de desenvolvimento - economia planificada e centralizada - os investimentos nesta área deixaram de existir, tendo sido retomados nos anos 1980, com as reformas políticas e económicas feitas pelo Governo.

Desde essa altura, a indústria publicitária não parou e, em 1999, quando foi criada a Associação Angolana de Publicidade e Marketing (AAPM), aderiram 27 empresas, valor que mais do que duplicou em 2008.


quinta-feira, 21 de agosto de 2008

UMA CAMA ARTICULADA URGENTEMENTE...EMPRESTADA

Aqui deixo a carta por mim escrita a alguns canais televisivos, que não sei se irá ou não ter resposta...




E carta dita assim:

Vou ser, o mais directa possível, pelo o urgente que me leva escrever-lhes. É um caso de extremos…
De momento, até as possíveis ideias se atropelam em minha mente, dado ás dificuldades do caso que tenho em mãos, e nem sei muito bem por onde começar, por isso peço desculpa pelo desalinho desta minha carta.
Começo por lhes dizer que minha mãe, que é sem dúvida um dos seres que mais amo, e porque sempre prometi a mim mesma nunca lhe faltar com nada, dado também ao historial de vida dela, encontra-se numa situação desesperada e de sofrimento insustentável para o mais comum dos mortais, e para mim incomportável de a ter comigo, por todos e mais alguns motivos ( a história levaria horas a contar-lhe, e a complexidade da mesma dificulta-me a discrição da mesma aqui por carta, e já que é tão urgente a questão). Para lhes dizer que é uma pessoa que pesa cerca de 200 quilos, o que e com o corpo imóvel passa a ser quase o dobro, e não mexe uma parte pequenina sequer de seu corpo…
Esteve hospitalizada até esta segunda-feira, devido a problemas de respiração e outros problemas mais… mas teve alta e teve de vir para minha casa (pequenina e sem condições para tal problema) dado que o Lar onde ela estava que é particular e por falta de meu pagamento pelas dificuldades financeiras que atravesso de muito graves (actualmente, e para ajudar desempregada de um emprego que a proprietária da empresa simplesmente não paga, e por eu reclamar me deu carta de despedida e sem direito a fundo de desemprego pelos poucos meses que lá estive a trabalhar), não a aceitou de volta e vai processar-me pela minha falta de pagamento, ou seja por não estar regularizado, o que entendo e nunca reclamei, bem como nunca disse que não pagaria o montante em dívida, mas actualmente é-me impossível, já que não possuo bens e estou a vender até possíveis tarecos e até já no chão durmo, mas quando estamos no fundo do poço todas as portas se nos fecham e com a idade de apenas 49 anos, já fazem de mim velha, em possíveis empregos que tiraria de letra e experiência de vida, os menininhos que as empresas julgam ser os profissionais excelentes, não querendo tirar o lugar a ninguém como é óbvio, mas não me passem o diploma de incompetente, só porque no meu curriculum tem lá explicito 49 anos de idade, em vez de 19 ou 29. E isso sei que não sou, bem pelo contrário sempre fui uma excelente profissional e com inteligência suficiente para abraçar qualquer desafio que em mãos me pusessem.
Peço desculpa por este desabafo desalinhado e conturbado, mas estou a roçar a loucura, se não resolvo isto. E isto e principalmente, é a situação de minha mãe que está aqui ao meu lado farta de gritar, por não estar minimamente e condignamente acomodada… Ela não pode estar num divã onde nem 10cm de cada lado tem para possíveis almofadas serem colocadas para a poder posicionar, ela não pode estar num divã deitada só de barriga para o ar e sem que eu a possa mover sequer uma perna porque sou sozinha, vivo sozinha e simplesmente não consigo forma de nem uma rastadeira lhe conseguir colocar, estou aqui com ela há cinco dias e parecem-me séculos, e de sofrimento muito mais para ela, mas também para mim e sem descanso, estou à 48 horas sem dormir, bem como ela… isto é só um pequenino capitulo de uma imensa história que por certo até já comecei a escrever da vida dela…não tenho conseguido sequer uma cama articulada porque tudo neste país é complicado, tudo tem rótulo de retardadoe eu não posso esperar, não por mim mas por ela… ela se continua assim vai acabar por sucumbir a tanto sofrimentopor favor, dêem-me a chance pelo menos de lhes mostrar a minha história… nunca os aborreceria se o caso não fosse de extremos e de tão graveeu não posso esperar a ver minha doce mãe a viver este inferno… ela simplesmente não se pode mover sem ser pelo menos 3 a 4 pessoas, como faço eu sozinha???? Estou num desespero de quase loucura… ajudem-me por favor…. A divulgar este caso para que possa dar um pouco de bem-estar a quem toda uma vida foi uma doçura mesmo dentro de tantos problemas e que nunca negou um sorriso, mesmo que a sofrer estivesse… e a quem sempre teve, e tem uma linda lição de vida, a dar a tanta gente, de valentia, por todos os problemas que teve desde os seus 4 anitos de vida, o inicio de para ela, ser de quase o inferno em vida… durante uns anos…
Não adianto mais, já que não tenho sequer discernimento claro, perante este terramoto que sobre mim caiu nestes últimos tempos…No entanto, falarei tudo o que for necessário, se me derem esse privilégio…
Fico a aguardar uma qualquer resposta, mas por favor não me ignorem…

Por favor ajudem-me, pelo menos s conseguir uma cama articulada e emprestada já que a segurança social com certeza que me irá fornecer uma outra mas demorará algum tempo, tempo esse em que ela não pode estar aqui desta forma...


Peço desculpas

Adelaide Campinos

Telemóvel 933 521 919


*Nota suplementar da minha autoria

Se existir algum coração sensível, com poses materiais e que queira ajudar esta mulher, deixo aqui uma informação suplementar, para ajudar a resolver a sua aflição.

A cama pretendida (semelhante à da foto em anexo) encontra-se á venda em :

http://www.prosavos.com/loja/product_info.php?products_id=444

(eventualmente poderão existir outros locais de venda do mesmo produto)


Preço: 320.00EUR
A LOJA
A Prós-Avós Unipessoal, Lda. está localizada em Vila do Conde, no edifício verde junto à Biblioteca Municipal

Governo desmente rumores sobre eventual encerramento das fronteiras

Fonte: angop

Luanda – Com a campanha eleitoral a acalorar, a cada dia que passa, o ministro angolano do interior, Roberto Leal Monteiro “Ngongo”, apaziguou quarta-feira a população, ao considerar infundado o rumor segundo o qual a Polícia Nacional iria interditar a saída de qualquer cidadão do país a partir do mesmo dia, por causa das eleições.

O ministro pediu, com efeito, aos cidadãos para ignorarem tal rumor dada a inexistência de qualquer instrução no sentido do encerramento das fronteiras nacionais, nem sequer no dia das eleições, sublinhando mesmo que cidadãos nacionais registados para as eleições e que se encontram no exterior de Angola estão a chegar ao país para no dia cinco de Setembro exercerem o seu direito de cidadania.

De igual modo, o director nacional da Polícia Económica, sub-comissário Alexandre Canelas, desmentiu que comerciantes estrangeiros estejam a abandonar o país por alegadamente recearem a eclosão de uma crise pós-eleitoral, hipótese já afastada de forma categórica pelos líderes dos partidos políticos concorrentes ás eleições, o que poderia resultar na dificuldade do abastecimento do determinados bens a população.

O chefe da Polícia Económica referiu que, pelo contrário, tem-se registado a entrada massiva de comerciantes o que pode “ser visto a olhos nus, pois grande parte deles está a participar da campanha dos partidos políticos”.

Por sua vez, o director nacional do comércio, Gomes Cardoso, sossegou a apreensão de alguns populares ao afastar qualquer possibilidade de uma falta de produtos básicos durante o período eleitoral, garantindo que o governo tem um programa de abastecimento a todo país, traçado para curto, médio e longo prazos.

Informações que circulam nos últimos dias dão conta de alguns cidadãos que têm aprovisionado quantidades excessivas de mantimentos temendo uma ruptura de stock de víveres, como a registada em 1992 na sequência do conflito surgido logo após o anúncio dos resultados das primeiras eleições legislativas ganhas pelo MPLA, por maioria absoluta, entretanto contestadas pela UNITA.

Gomes Cardoso disse que a Direcção Nacional do Comércio está a trabalhar no sentido de reforçar o abastecimento da rede comercial retalhista em todas as províncias e a mobilizar os grossistas para comercializarem os produtos onde for necessário.

Mas se alguns eleitores ainda nutrem algum medo quanto ao desfecho das eleições, o bispo coadjutor da arquidiocese do Lubango, Dom Gabriel Bilingue, considera que, 16 anos depois do primeiro pleito eleitoral, os angolanos estão agora em condições de acautelar situações embaraçosas e promover a estabilidade e a reconstrução.

No entender do prelado, a realização das eleições são “uma oportunidade impar” para Angola mostrar a Africa e ao mundo, a sua disposição de viver na normalidade, apesar das diferenças políticas e os angolanos são suficientemente adultos para levar o país no caminho do progresso e do bem-estar.

Disse que os angolanos têm agora uma oportunidade “para dizer que aprendemos com o passado e que somos suficientemente adultos e responsáveis” para conduzir o processo “debaixo da bandeira da tolerância” e num clima de paz e harmonia.

Dom Gabriel Bilingue distanciou-se, no entanto, do padre Benedito Kapingala, que no passado domingo, no espaço de antena cedido pela TPA a UNITA, apelou aos fiéis a votarem neste partido.

O bispo coadjutor disse a postura assumida pelo padre era da sua “inteira e exclusiva responsabilidade e não vincula a Igreja Católica” cujos fiéis rezam a Deus para que as eleições decorram num clima de paz e tranquilidade e devem pautar pela harmonia e pela verdade, em primeiro lugar.

No mesmo diapasão pronunciou-se a pastora da Igreja Metodista Unida Central de Luanda, Beatriz Adão Pascoal, ao afirmar, num culto que contou com a presença de membros da direcção do MPLA, que não é intenção da sua congregação apoiar algum partido, pois a escolha é livre e ninguém deve ser pressionado a votar para determinada formação política.

Bento Bento, primeiro secretário do MPLA, que assistiu ao culto, disse que graças ao trabalho de oração realizado pelas igrejas o povo angolano tem alcançado patamares de paz, reconciliação e de tranquilidade.

Por seu lado, a directora-geral do Instituto Nacional para os Assuntos Religiosos (INAR), Fátima Viegas, apelou aos pastores e entidades ligadas a religião a contribuírem activamente no processo eleitoral com consciência e responsabilidade, para a tranquilidade e desenvolvimento do país, durante um encontro sobre valores éticos e morais do religioso no processo eleitoral
assistido por políticos, empresários e religiosos.

O coordenador adjunto da campanha eleitoral do MPLA, João Lourenço, elogiou, no entanto, o espírito de civismo e patriotismo demonstrados no decurso da campanha eleitoral que, conforme disse, vai de encontro ao apelo feito pelo chefe de estado angolano, presidente José Eduardo dos Santos, no seu discurso à nação pronunciado no passado dia quatro de Agosto, véspera do seu início.

O mesmo espírito de civismo e patriotismo foi também reclamado pelo músico angolano Barceló de Carvalho “Bonga”, que no final de uma audiência com o presidente dos Santos, considerou ter chegado “o momento de todos angolanos, a começar pelos líderes partidários, portarem-se de forma cívica, responsável e ter sempre em conta os interesses nacionais”.

O cantor vê nas eleições, previstas para dentro de duas semanas, a soberana oportunidade dos angolanos mostrarem a comunidade internacional a sua maturidade e senso de responsabilidade e de afirmarem-se perante o mundo que são responsáveis e capazes de conduzirem os seus destinos sem interferências externas.



Comentário: A contra-informação é uma arma muito poderosa em Angola.No passado, muitos foram lubridiados por causa dela.Não há fumo, sem fogo.Todo e qualquer boato, vindo da boca do povo, tem quase sempre um fundamento.Inclusive o ministro afirma: " cidadãos nacionais registados para as eleições e que se encontram no exterior de Angola estão a chegar ao país para no dia cinco de Setembro exercerem o seu direito de cidadania".

Alguém saberá responder, quais as razões pelas quais, os cidadãos angolanos que se encontram no exterior de Angola estão a chegar ao país?

Deixo a pergunta suspensa no "ar", para que todos possam fazer o seu juízo de apreciação.

É preciso ter atenção, ao pretender-se fazer um juízo convincente, ser necessário ter um conhecimento muito profundo de como funcionam os meandros da repressão do MPLA.Também eu, se estivesse acorrentado ao partido dos pés à cabeça, mesmo que não desejasse, teria que regressar a tempo e horas de poder exercer o meu direito de cidadania.Caso contrário, sofria na pele a minha falta de cumprimento ao meu dever perante o MPLA.Para evitar, fugas e surpresas ao acto eleitoral, nada melhor que prevenir.Encerrando as portas maliciosamente, longe das vistas dos observadores. Negando, perante a opinião pública o fundamento de um boato (rumor) popular.

Mais vale prevenir que remediar.São, cerca de trinta e três anos (33) de vícios, assentes na corrupção a todos os níveis. Incluindo os discursos políticos.Os maiores ladrões de Angola, durante estes trinta três anos, foram os governantes, os políticos e os militares e suas famílias.

José Augusto fica 'preso' em Angola

Fonte: Globo

O cantor José Augusto, que viajou para a África em turnê, está detido em Angola. Segundo a assessoria de comunicação do cantor, tudo é um mal-entendido.

Ele chegou na África no dia 14 para fazer dois shows. Na terça-feira (19), ele embarcou num avião da companhia de Transportes Aéreos Angolanos (Taag), quando foi impedido de viajar . Dentro da aeronave ele foi chamado para pagar taxas de embarque no valor de US$ 550, que já estariam quitadas.

Ainda de acordo com a assessoria, José Augusto se recusou a pagar as taxas e teve de sair do avião.

Ele está acompanhado da mulher, do filho Cristiano, de 18 anos, e de outras dez pessoas envolvidas na produção do seu show. Todos foram impedidos de embarcar para o Brasil.

A assessoria imforma também que o cantor, seus familiares e sua equipe estão em um hotel aguardando providências do consulado brasileiro para serem liberados


terça-feira, 19 de agosto de 2008

Morreu embaixatriz de Angola em Portugal


Fonte: África21


Lisboa - Os serviços de imprensa da Embaixada de Angola em Portugal anunciaram, nesta terça-feira (19), a morte por doença da embaixatriz Maria Antonieta Azancot de Menezes Medeiros dos Anjos, esposa do embaixador Assunção dos Anjos, ocorrida domingo, em Londres.

Licenciada em Matemática aplicada pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Maria dos Anjos desempenhou, entre outras funções, o cargo de directora de gabinete do secretário de Estado da Cooperação de Angola.

O funeral de Maria dos Anjos, de 55 anos de idade e natural do Lobito (província de Benguela), será realizado em Luanda, em data a anunciar.

Morreu Presidente zambiano

Fonte: panapress

Lusaka, Zâmbia (PANA) - O Presidente da Zâmbia, Levy Mwanawasa, morreu terça- feira de manhã no Hospital Militar de Percy em Paris (França), onde estava internado devido a um derrame cerebral, anunciou o Vice-Presidente Rupiah Banda.

"É com profundo pesar que informo o povo da Zâmbia que o nosso Presidente, Dr. Levy Mwanawasa, morreu esta manhã no Hospital Militar de Percy em Paris, França, às 10 horas e 30 minutos", disse Banda num discurso transmitido em directo pela rádio e pela televisão estatais.

"O luto nacional começa hoje e vai durar sete dias. Apelo a todos os cidadãos a manter-se calmos e a prantear o nosso Presidente com dignidade", afirmou Banda.

Mwanawasa, de 59 anos de idade, sofreu um derrame cerebral a 29 de Junho no Egipto, onde participava na Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana (UA).

Posteriormente, o Presidente zambiano foi evacuado a 1 de Julho para o Hospital Militar de Percy onde ficou internado até a sua morte.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Desentendimento assustador entre Higino Carneiro e Kopelipa, muitas obras em risco


Fonte: Africa Monitor

Empresas estrangeiras de construção implantadas em Angola,em especial as brasileiras Odebrecht e Andrade Gutierrez consideram que algumas das suas empreitadas têm sido prejudicadas por reflexo do clima de disputas e tensões
existente entre Higino Carneiro, ministro das Obras Públicas, e M H Vieira Dias “Kopelipa”, chefe da Casa Militar e director do GRN-Gabinete de Reconstrução Nacional.

Ambas as empresas estão a construir dois grandes troços da nova via rápida Cacuaco-Viana.A empreitada tem sido perturbada por decisões de ambas as entidades que se contradizem ou anulam reciprocamente.

Exemplos concretos: o GRN proíbiu a extracção de inertes (areia e burgau) numa vasta área circundante da obra (proibição posteriormente levantada em relação ao burgau); em razão disso a Odebrecht, que constrói o troço Viana-Benfica, obteve autorização do Ministerio das Obras publicas para instalar uma potente britadeira no Dondo, a cerca de 150 kms da obra; o GRN ordenou a paragem da mesma e forçou a sua instalação em Cabo Ledo.



Comentário: Este problema das disputas, trata-se de uma questão do enchimento particular, do SACO AZUL dos dois intervenientes envolvidos na contenta do monopólio e controle dos fundos e receitas, que as grandes empresas internacionais, têm que pagar, para poderem efectuar as suas obras de construção em Angola.

Qual terá sido, o valor que a empresa que vai construir o novo Shoping do Kinaxixe, pagou em lobies, para ter conseguido a destruição de uma das maiores obras de arquitectura existente em Angola?


Terá sido, com o pagamento das gasosas (disputas), que o general Kopelipa comprou as vinhas no norte de Portugal ?

Até porque, a desconfiança aumenta, a partir do momento que um militar (general) ocupa um cargo com competências civis.Isto é, um indíviduo que é, chefe da Casa Militar e director do GRN-Gabinete de Reconstrução Nacional.



Apetece perguntar, o que é que, o fundo do traseiro do militar, tem a ver com o peso das divisas(patente) militares, colocadas nos ombros?
Cada macaco no seu galho.Um militar, é para tratar dos assuntos que dizem respeito ao exército, como o armamento, segurança e defesa do país, etc,.

Cheira a corrupção que tresanda, com a conivência do chefe da nação.Uma vez que, a Casa Militar está agregada à competência do Presidente do país.

Minha terra é linda...Todos gostam tanto dela...Para roubar !!!Seja angolano, brasileiro, português, chinês, americano etc,. Nova geração de colonos imperialistas, made in - Fidel de Castro/1975


domingo, 17 de agosto de 2008

72 mil Congoleses expulsos de Angola em 2 meses

Fonte: panapress

Kinshasa, RD Congo (PANA) - Um total de 72 mil cidadãos congoleses foram expulsos de Angola em dois meses na perspectiva da realização das eleições legislativas neste país a 5 de Setembro próximo, noticiou sábado o diário congolês "L'Avenir", próximo do poder.

As expulsões são feitas de forma brutal, incluindo violências sexuais contra Congolesas, denuncia o jornal, afirmando que 500 mulheres expulsas pela província de Kasai Oriental já apresentaram queixa por estes crimes.

De acordo com estimativas do Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação dos Assuntos Humanitários (OCHA), mais de 150 mil cidadãos congoleses poderão ser alvos desta vaga de expulsões antes de Setembro de 2008, ou seja Angola poderá expulsar cerca de 70 mil outros Congoleses em menos de um mês.

O jornal nota que a comunidade internacional, que pede à RD Congo para moderar a sua política de expulsão de estrangeiros, nomeadamente de Mbororos e Ruandeses, é menos crítico face aos procedimentos das forças angolanas.

A Missão das Nações Unidas na República Democrática do Congo (MONUC), por intermédio do seu chefe, Alan Doss, lamentou esta situação e exprimiu-se preocupada pelas violências contra as Congolesas expulsas de Angola.


Comentário: No comment

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

VIOLÊNCIA POLÍTICA FAZ NOVE FERIDOS NO HUAMBO

Fonte: o apostolado

A comuna de Tchipeio, município de Ecunha, na província do Huambo, registou anteontem o maior incidente de percurso da campanha eleitoral, com o balanço de nove feridos.

A ocorrência deu-se no princípio da tarde, de acordo com a “Rádio Despertar”, repercutindo a participação do chefe da bancada parlamentar cessante da UNITA, Alcides Sakala.

O deputado cessante contou que a peripécia acontecera na altura em que uma delegação içava a bandeira do seu partido, no âmbito de um programa de reimplantação em certas localidades.

«Os nossos membros ali presentes foram agredidos por elementos afectos ao partido no poder, dos quais tivemos nove feridos», reportou Sakala.

Uma das vítimas destas brutalidades, acrescentou, foi uma senhora que baixou no hospital central da cidade do Huambo, em estado grave.

Na localidade de Galanga

Sakala citou outro incidente, que ele próprio presenciou na mesma quarta-feira, desta vez, no município de Londuimbali, 90 km a Noroeste de Huambo, na localidade de Galanga.

Ele chefiava a comitiva da sua formação, que foi â zona levar a cabo a campanha eleitoral.

A comitiva, disse Salaka, «foi atacada com muita agressividade na comuna da Galanga por cerca de cem elementos, entre homens e mulheres vestidos com camisolas e chapéus do MPLA

«Os agressores usavam pedras, paus e catanas e danificaram a viatura da nossa delegação e só foram dispersos com tiros disparados pela Polícia que acompanhava a nossa delegação», especificou.

Em virtude de todos estes incidentes, a delegação da UNITA na província pediu e manteve um encontro de trabalho com o comando regional da Polícia.

No encontro, explicou Salaka, a sua organização exigiu um esclarecimento e o processamento sumário dos agressores em tribunal.

Alertou contra o drama a que conduz o efeito em bola de neve de incidentes do género, reiterando o apelo à serenidade dos seus partidários e não responder às provocações.

Sakala ressalvou a hipótese de os autores de todos os referidos actos não serem de facto membros do MPLA, mas realçou a urgência da investigação policial.

Indignou-se, na mesma linha, face ao silêncio das autoridades locais e regionais contra atitudes que beliscam na prática a mensagem presidencial de 4 de Agosto passado.


Andulo

Na mesma emissora, o secretário para a Comunicação e Marketing da UNITA no município do Andulo, Manuel Sicana, denunciou acção protagonizada pela Polícia.

O caso começou, disse, por volta das 11 horas e 30 minutos quando um homem trajado a civil encontrou um militante nosso em baixo de um guarda-sol de campanha da UNITA e ele mandou retirar sem nenhuma causa.»

«A Polícia apareceu em peso e maltratou os nossos militantes recolhendo os guarda-chuvas. Neste momento estão quatro elementos sob custódia da Polícia», prosseguiu o responsável da organização do galo negro.

O episódio causou um surto de tensão na vila e uma reunião estava prevista ontem à tarde entre os responsáveis da UNITA, da Polícia e a administradora municipal, Maria Lúcia Chicapa, para debelar a situação.


Porta-voz do comando nacional da Polícia

O porta-voz do comando nacional da Polícia, superintende Carmo Neto, reconheceu o episódio, desdramatizando os aspectos alarmistas.

A Polícia interveio para manter a ordem na sequência da desordem provocada pela troca de palavras entre dois indivíduos a partida, explicou.

No seu ponto de vista, não se registou, até aqui, um incidente relevante em todo o processo, estando as unidades da corporação a bem acompanharem as diversas manifestações de campanha eleitoral dos 14 partidos.

Carmo Neto prometeu um pronunciamento sobre os casos do Huambo para mais tarde, assim que conseguir todos os dados.



Comentário:Começou a contra-informação.A confusão do jogo do empurra.Os dados a retirar, é que existiu confronto, mas como sempre acontece, nestas situações, o resultado final, são as vítimas que pagam os prejuízos, e os autores vão continuar a sua campanha de terror.

Até porque, estas situações, normalmente acontecem com maior frequência no interior de Angola, ao qual o partido do poder, conhece e reconhece, inclusive, recomendou aos representantes das comunidades estrangeiras estacionadas em Angola, a não viajarem para o interior.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

VIOLAÇAO AO AMBIENTE NAS ZONAS COSTEIRAS DE LUANDA


Fonte: o apostolado

A “Rede Terras” denuncia a violação de direitos fundiários nas zonas costeiras da província de Luanda.
Os dados do estudo de caso apresentados recentemente, revelam algumas preocupações que afectam o ambiente. O director em exercício da “Rede Terras”, afirma que nos últimos anos áreas como Mussulo, Ilha do Cabo e algumas zonas de Cacuaco têm sido as mais afectadas pelo abate de árvores e construção de grandes edifícios de betão armado.

“No próprio Mussulo o habitat das aves foi destruído e essas aves já não existem mais no Mussulo. Quem vai a Cacuaco, as árvores que ali se encontravam foram derrubadas, são estas violações para além de outros conflitos propriamente que tem a ver com o direito à terra.

Bernardo Castro considera que o reforço da fiscalização poderia inverter toda esta situação. O director em exercício da organização, que trabalha em defesa do ambiente e direitos fundiários, fala em consequências graves para a vida ambiental.

Quando o meio é agredido violentamente e o estado neste caso é permissivo e porque frágil é o seu sistema fiscal, neste caso se está a agredir o ambiente se está também a degradar a qualidade das próprias pessoas, da própria cidade de Luanda.

Para Bernardo Castro, entidades públicas e privadas são as principais violadoras dos direitos fundiários.

“As violações que estamos a ver que as pessoas vão para lá, são pessoas singulares mas também pessoas colectivas quer de direito público ou de direito privado que lá vão edificar construções que ferem aquilo que a própria lei prevê. De uma ou de outra maneira a última responsabilidade do estado”.




Comentário:De acordo com o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea:
“Ordenamento do Território é a política que gere a organização do meio físico e dos recursos das diferentes regiões de um país, com vista ao seu desenvolvimento harmonioso”.

Segundo, documentos existentes sobre esta matéria, escritos por pessoas com conhecimentos e formação na área em questão, passando a citar um desses conhecimentos, onde consta, que:

- O ordenamento do território é, fundamentalmente, a gestão da interacção homem/espaço natural. Consiste no planeamento das ocupações, no potenciar do aproveitamento das infra-estruturas existentes e no assegurar da preservação de recursos limitados.

- Os diferentes planos, para serem eficazes, têm que ser enquadráveis a diversas escalas de análise, dependendo a efectividade de todos eles da coerência dos restantes.Um plano nacional de ordenamento do território tem que se basear na lógica dos planos das diferentes regiões; estes, por sua vez, têm por base planos municipais que definem o uso dos solos e estabelecem princípios para a gestão das cidades e das aldeias do local; os aglomerados deverão ser organizados por planos operativos que regulem e ordenem a sua estrutura construída, os seus edifícios, e que definam coerências para a localização das diferentes funções que neles coexistem – a indústria, o comércio, a habitação ou a agricultura. São os Planos de Urbanização, os de Pormenor ou de Salvaguarda que, e mais uma vez a escalas diversas, delimitam e desenham as malhas que estruturam e definem a urbe.

É a interacção destas escalas que permite a determinação de estratégias de planeamento coerentes: a definição de princípios para o uso de um certo recurso a uma escala maior condiciona os planos que dele dependem; no entanto, a possibilidade de compreender com a devida profundidade as questões que a gestão desse recurso levanta só poderá ser aferida a escalas menores; e como estabelecer prioridades sem compreender as dinâmicas existentes no terreno? Como tentar definir opções sem conhecer a realidade das populações?

O planeamento tem que ser pensado compreendendo a estrutura das ocupações humanas: a sua diversidade, as suas inter-relações e interacções e a complexidade das razões que justificam cada uma delas.


Poderemos acrescentar a este conhecimento, um outro, do destacado professor angolano Peixoto Alves, também ele conhecedor desta área, onde ele elabora algumas linhas e sugestões, como: Contributos, para Construir a Ambição Angola 2022: Uma Angola para nós e para os Nossos filhos

O referido professor, com o seu contributo, pretende " explicitar a necessidade de um contributo substantivo para a reflexão sobre a nossa importância e responsabilidade enquanto geração herdeira do sonho dos “libertadores” e construtores de uma ambição de País onde seja bom viver, trabalhar e que possamos deixar como herança aos nossos filhos. A concretização dessa ambição passa por uma política de cidades, reabilitação e ordenamento do território nacional, numa lógica de suporte do ciclo de vida da criação e consolidação do desenvolvimento social e económico do País e dos Angolanos".



Poderão ler mais, aqui: http://maisangola.wordpress.com/



quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Angola: Intimidação da oposição e dos media ameaçam eleições livres - organização de direitos humanos

Fonte: Lusa

Lisboa (Lusa) - A organização de defesa dos direitos humanos "Human Rights Watch" avisou hoje que a intimidação dos partidos da oposição e dos media em Angola ameaçam as perspectivas de uma votação livre e justa nas eleições de Setembro.
Num documento hoje divulgado na Internet, a "Human Rights Watch" acusa o Governo angolano de não cumprir "plenamente" o seu dever de garantir o direito de eleições livres, bem como os direitos de expressão e de reunião.

"As condições para os eleições livres e justas começam muito antes do dia eleitoral", afirma Georgette Gagnon, directora para África da organização Humam Rights Watch.
"Mas menos de um mês antes das eleições está claro que os angolanos não podem fazer campanha eleitoral sem intimidações ou pressões. A não ser que esta situação mude agora, os angolanos não serão capazes de exercer o seu voto de maneira livre", declara a mesma responsável.


terça-feira, 12 de agosto de 2008

Governo angolano limita circulação de diplomatas ao interior

Fonte: Lusa

Luanda - Os diplomatas estrangeiros radicados em Angola estão obrigados a informar o governo, com dois dias de antecedência, sobre quaisquer deslocações ao interior do país, confirmou nesta segunda-feira à Agência Lusa uma fonte do Ministério das Relações Exteriores de Angola.

A circular divulgando o aviso foi enviada às representações diplomáticas no início de julho, durante o período da pré-campanha para as eleições legislativas de 5 de setembro.

O semanário angolano Novo Jornal, que divulgou a nota ministerial em sua última edição, cita fontes diplomáticas em Luanda para noticiar que o embaixador norte-americano, Dan Mozena, já exprimiu suas reservas diante da decisão ao chanceler angolano, João Miranda.

Para justificar a medida, o documento emitido pelo Ministério das Relações Exteriores recorre à Convenção de Viena, lembrando que os diplomatas têm a obrigação de não se intrometerem nos assuntos internos do Estado.

Fonte do gabinete do chanceler de Angola disse à Agência Lusa que este procedimento "é legal e prático" e "normal ao abrigo das convenções internacionais".

A fonte considerou "necessário" lembrar os diplomatas desta disposição internacional por não existirem "condições para garantir sua segurança em um raio de ação territorial muito alargado".

A fonte do gabinete de João Miranda garantiu ainda que as restrições não estão relacionadas com a proximidade das eleições legislativas, mencionando apenas que os diplomatas têm um "ângulo de movimentação limitado".

"Não é uma situação provocada pela realização das eleições, mas, talvez pela delicadeza que o momento pode exigir, era necessário lembrar tal procedimento", frisou a mesma fonte.



Comentário: Já se encontra a correr por aí, um "boato?", segundo o mesmo, foram dadas indicações para o encerramento e controle das fronteiras, desta forma, dificultar a saída dos angolanos de Angola.Segundo o mesmo boato (não há fumo sem fogo), a Embaixada de Portugal em Angola, está a dificultar os pedidos de " vistos " para a entrada em Portugal, dos angolanos.Acrescenta o mesmo boato, a existência, de uma forte intenção no controle ao voto, relativamente a todos aqueles que não exercerem o seu acto de cidadania.Este controle (perseguição), obriga que todos os angolanos com direito a voto, e que se encontrem ausentes de Angola, RETORNEM ao seu país a tempo de votarem.Caso contrário, poderão sofrer as consequências.

Limitar a circulação das pessoas, é uma medida dos estados autoritários - regimes de ditadura.

Quem não deve.Não teme.Não impõe restrições.

"Alguns sentem-se mais angolanos do que os outros" - Isaías Samakuva


Fonte: Lusa

Luanda (Lusa) - O presidente da UNITA afirma em entrevista à Agência Lusa em Luanda que persiste a ideia de que os apoiantes do seu partido não são angolanos, faltando "um longo caminho para completar a identidade nacional".

A menos de um mês das eleições legislativas de 05 de Setembro, Isaías Samakuva diz que "é costume ainda falar dos angolanos e os da UNITA, como se os angolanos da UNITA não fossem angolanos".

Centrando a mensagem da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) na mudança, Samakuva refere que é preciso modificar os dirigentes do país e também "a forma como o angolano encara o outro angolano".

"As diferenças políticas em Angola, na mentalidade actual, separam as pessoas", afirma o líder da oposição.

"Ainda não podemos dizer que todos os angolanos se identificam como angolanos, alguns sentem-se mais angolanos do que os outros. Tudo isso tem de mudar", defende.

Isaías Samakuva refere que o país ainda tem "um longo caminho para completar a sua identidade nacional", propondo uma "mudança estrutural, cultural, onde as prioridades têm de ser outras".

Em Angola, sustenta, "a prioridade não parece ser o Homem, parece ser a riqueza que não resulta do trabalho das pessoas, mas da corrupção, que beneficia apenas o homem que detém o poder e não o cidadão na sua generalidade".

"A atitude hoje dos governantes é pensar em enriquecer primeiro e não como servidores do povo mas de si próprios", acusa.

"Temos que operar essa mudança antes de pensar em mudanças de políticas, na economia, saúde e educação", sublinha.

A UNITA tem denunciado "a transferência de dinheiros públicos para indivíduos que são do regime e que se servem do erário público para benefício privado", refere Samakuva.

"Até o Presidente da República afirma que a corrupção é o segundo mal em Angola depois da guerra", diz.

Se for Governo, "a UNITA agirá de forma diferente" e compromete-se a combater a corrupção, "um mal endémico", que, no seu entender, "não melhora, está a piorar".

Em caso de vitória nas legislativas, a UNITA, garante o seu presidente, não cairá na tentação de substituir o aparelho de Estado com os seus apoiantes, propondo uma "mudança suave, que mantenha o que funciona bem e que respeite os construtores e a construção", tendo em conta "a estabilidade do país".

Nesse sentido, diz que a maior garantia que pode dar é que "a UNITA acredita em mandatos de quatro em quatro anos, acredita em eleições" e que "não haverá mais um governo de 30 anos sem eleições".

O presidente da UNITA demonstra não estar impressionado com o trabalho do executivo angolano, no âmbito das obras de reconstrução nacional, referindo que "qualquer governo que se preze não poderia fazer menos do que aquilo que está a ser feito".

"Difícil era o Governo não fazer o que fez", afirma.

"Os dinheiros que hoje se utilizam nas obras de caça ao voto poderiam ter sido aplicados há pelo menos quatro anos", afirma Samakuva, expressando a ideia de que "são obras que ainda não têm impacto real na qualidade de vida desejada pelas populações".

Reconhecendo que "a melhoria das estradas vai permitir maior circulação de pessoas e de bens", o presidente da UNITA diz que, "se esta azáfama se verificasse há quatro anos, haveria mais áreas do país a beneficiar do trabalho", em vez de existirem regiões que "ainda estão como no tempo da guerra".


Comentário:Longo e árduo, vai ser o caminho, até que um "dia" no tempo, os angolanos sejam todos iguais, em todas as vertentes.Esta mentalidade, não é de agora.Esta mentalidade, foi criada na própria capital, onde se situa o poder central.

Relativamente ao facto do presidente da UNITA, salientar que o próprio Presidente da República, afirma que a corrupção é o segundo pior flagelo de Angola, depois da guerra, não é novidade para ninguém, pois tanto a corrupção como a guerra, tiveram o seu ínicio, dentro da própria casa (paredes) do Presidente de Angola e do seu partido.Não será necessário ser-se sábio, para constatar esta realidade, uma vez que a família dos Santos, é detentora de uma das maiores fortunas mundiais.Estas fortunas, foram conseguidas através do tráfico das armas ( angola-gate), que serviram para fomentar uma guerra, matando, derramando e espalhando o sangue dos angolanos por Angola inteira.Savimbi, foi um bom pretexto para a família Dos Santos enriquecer e corromper Angola inteira.Assim como, o fenómeno da reconstrução de Angola, está a ser uma boa "arma - bandeira" eleitoralista para a família Dos Santos e seu MPLA perpetuarem o poder, com a ajuda e colaboração das chancelarias e comunidades internacionais, que estão operar no país, cujos os interesses são mais importantes que o povo angolano.Se necessário, até em cima do lixo, erguem alicerces, para edíficios megalômanos.Tudo ao molhe e fé em Deus.Um dia, a casa vem abaixo, e a culpa morre solteira, dentro dos bolsos dos generais e outros que tais.

Após as eleições, veremos se a loucura pela reconstrução do país, será para manter-se ao mesmo ritmo, ou se sofrerá do síndroma (viroses) de abrandamento, como o " deixa andar " o "ainda ...não fez" o "No stress".O importante, é que o tacho já está garantido, agora só têm que o manter e prolongar, durante a vigência do mandato, paralelamente aos negócios particulares empresariais dos respectivos deputados e governantes, dentro e fora de Angola.

Não liguem, às minhas palavras.Devo estar, a divagar ou a vegetar fora da realidade angolana ...

Certo, é que os meus olhos, não ficam empoeirados com tanta poeira no ar, como a que existe actualmente em Angola, que diáriamente cega os angolanos dentro do seu próprio país, impedindo-os de ver e alcançar, outras realidades e mentalidades de mudança.Esta poeira, é benéfica para o partido actualmente no poder - MPLA, cujo o presidente é simultâneamente Presidente do país.