segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Imagem de Nossa Srª da Muxima em Angola danificada após ataque durante a missa

 

 
 
 
A imagem de Nossa Senhora na igreja da Muxima, maior centro mariano de África, foi danificada domingo em consequência do ataque à paulada por um grupo de pessoas, noticia, esta segunda-feira, o diário "Jornal de Angola".

O ataque, levado a cabo por seis homens e uma mulher - que foram detidos imediatamente a seguir -, provocou danos na imagem de madeira, mas as autoridades eclesiásticas e civis acreditam que será possível recuperar a imagem que foi danificada.

Os autores do ataque entraram na igreja da Muxima, que dista cerca de 130 quilómetros de Luanda, quando se celebrava a missa dominical e, armados de varas, aproximaram-se do altar onde tentaram destruir a imagem.

Citado pelo Jornal de Angola, o reitor do Santuário, padre Albino Reis, caracterizou os atacantes como "fanáticos religiosos" que "atacaram com raiva, a imagem da Mamã Muxima que sofreu danos, mas podem ser recuperados".

Testemunhas do incidente disseram que os atacantes justificaram a ação dizendo que a imagem de Nossa Senhora não tinha significado religioso, pelo que tinha de ser destruída.
Após a tentativa de destruição, o interior da igreja e o átrio exterior foram palco de trocas de insultos e agressões, tendo a polícia posto cobro à confusão, detendo os responsáveis da ação e isolando-os dos fiéis, que queriam fazer justiça pelas próprias mãos.


Fonte:JN

 

 

domingo, 27 de outubro de 2013

O céu está a cair-lhes em cima da cabeça


 
 
As elites angolanas e os seus negócios escuros envolvendo os ministérios públicos de Portugal e Brasil, países irmãos de Angola.

A negação do sobrinho do presidente de Angola, general Bento dos Santos Kangamba, procurado por tráfico de mulheres, é um acto de contradição ao positivismo da questão.Admitir a acusação, seria o mesmo que fazer explodir uma "bomba atómica" no seio das elites angolanas, que últimamente deram origem à rotura nas parcerias entre Angola e Portugal, devido às suspeitas de corrupção de algumas elites angolanas em Portugal, envolvendo o ministério público português.Não é por nada, o dito general é um dos patrocionadores do Vitória de Guimarães (clube Português).

"Porque, de um modo geral, se cria a imagem, de que o africano rico é corrupto ou suspeito de corrupção", adiantou o Presidente angolano no seu discurso.

Sustentou ainda :"Isto não tem nada a ver com a corrupção, nem com o desvio de bens públicos para fins pessoais. Há que separar o trigo do joio"
Será que o Presidente angolano tem coragem para ir à assembleia nacional de Angola, anunciar aos angolanos a rotura nas parcerias com o Brasil ?

É que segundo o comissário chefe Paulo de Almeida disse que a Polícia não foi notificada e que tomou conhecimento do caso através da imprensa. “Tomámos conhecimento desta notícia pela Globo”, referiu Paulo de Almeida. Tendo em conta as boas relações entre as polícias dos dois países, continuou, “estamos a trocar informações para sabermos concretamente que dados têm”.

Segundo se sabe, o executivo angolano ficou melindrado com Portugal e anunciou o fim das parcerias, devido às declarações públicas do ministro dos Negócios Estrangeiros Rui Manchete, onde os angolanos tomaram conhecimento através da imprensa portuguesa.Dois pesos e duas medidas.O Brasil é uma potência, depois da maka que os angolanos fizeram com Portugal, chantagiando o ministério público português, para o fim das investigações às elites angolanas, ameaçando com o fim das parcerias, convêm que o Presidente angolano, e o seu pasquim Jornal de Angola não cometam o mesmo erro com o Brasil, engolindo em seco a imagem que o africano rico é corrupto e arrogante.
 

Brasil Sobrinho do Presidente de Angola procurado por tráfico de mulheres

 
 



O sobrinho do Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, está a ser procurado pela polícia brasileira por ser considerado o principal suspeito de uma rede de tráfico de mulheres. Porém, escreve o Expresso na sua edição online, o general Kanganba nega qualquer tipo de envolvimento nessa rede que levava mulheres brasileiras para a Europa, Angola, Áustria e África do Sul.
O general Bento dos Santos Kanganba, sobrinho do Presidente angolano, está na mira da polícia brasileira como principal suspeito de uma rede de tráfico de mulheres brasileiras para a Europa, África do Sul, Angola e Áustria.
A rede foi desmantelada ontem e o familiar de José Eduardo dos Santos é considerado o principal suspeito, sendo grande a probabilidade de ser detido assim que pise o solo brasileiro.
Segundo a edição online do Expresso, o general encontra-se no Gana e um dos seus porta-voz, em declarações à Angola Press, já desmentiu qualquer tipo de envolvimento com esta rede de tráfico feminino.
Bento dos Santos é casado com uma das sobrinhas de Eduardo dos Santos e é empresário no ramo do futebol, sendo um dos principais patrocinadores do Vitória de Guimarães.
Fonte:Notícias ao minuto
Brasil acusa "Kangamba" de ser principal financiador de tráfico de mulheres
O Ministério Público Federal do Brasil divulgou, sexta-feira, a denúncia a Bento dos Santos "Kangamba", sobrinho por afinidade do Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, como o principal financiador de uma rede de tráfico de mulheres brasileiras.
Na denúncia feita pela Promotoria e aceite pela Justiça Brasileira, Bento dos Santos "Kangamba" é acusado de ter cometido quatro crimes: associação criminosa, favorecimento da prostituição, tráfico internacional de pessoas e cárcere privado.
O suspeito teve seu nome incluído na "difusão vermelha" de procurados pela Interpol (polícia internacional criminal) e pode ser preso se for ao Brasil. Além dele, outro angolano, Fernando Vasco Republicano, responde pelos mesmos crimes, divulgou hoje o Ministério Público brasileiro.
"Kangamba" negou as acusações, segundo um despacho da agência angolana Angop que cita fonte oficial não identificada, afirmando que não recebeu nenhuma notificação policial sobre o caso e que nunca "manteve quaisquer contactos nesse sentido com cidadãos dos países mencionados".

Esta não é a primeira vez que o nome do empresário aparece nas páginas dos jornais internacionais, que o dão como envolvido em casos de polícia: em junho, foi também notícia em França por envolvimento numa investigação em curso sobe a posse de elevadas quantias de dinheiro não declarado, e nesse mesmo mês foi também noticiado que comprou uma casa no mesmo condomínio privado do futebolista português Cristiano Ronaldo, em Madrid.
A Lusa tentou contactar o empresário, mas sem sucesso.


Fonte : JN

lzheimer no discurso do Presidente angolano

 
 
Estará o presidente angolano a sofrer de alzheimer ao esquecer-se dos biliões de dólares que a China leva para fora de Angola, comparados com os países mencionados pelo presidente no seu discurso à nação.
 
Será que o presidente angolano tem medo das campanhas de intimidação feitas a partir de Angola contra a China ?
 
Ao deixar a China de fora desta lista, o presidente angolano, de um modo geral, está a criar essa imagem, que tudo tem a ver com a corrupção, e com o desvio de bens públicos para fins pessoais, nomeadamente de, com, e para a China.Há que separar o trigo do joio.Há que separar, os que levam e roubam mais riqueza, como a China, e usar os que roubam menos, para fazer um escandâlo dentro da sanzala, tapando o sol com a peneira aos angolanos.Nenhum dos citados, são santos, só o presidente de nome.


Empresas estrangeiras levam "biliões de Angola" todos os anos

O Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, acusou hoje, em Luanda, empresas portuguesas, americanas e francesas de anualmente levarem biliões de dólares de Angola.
Na denúncia, feita no discurso sobre o Estado da Nação proferido hoje de manhã no parlamento, José Eduardo dos Santos acusou ainda a existência de "campanhas de intimidação" contra os africanos, neste caso angolanos, porque os empresários estrangeiros "não querem ter concorrentes locais".
"E querem levar cada vez mais riqueza para os seus países", acrescentou.
Em causa está o que José Eduardo dos Santos classificou como "confusão deliberada feita por organizações de países ocidentais para intimidar os africanos que pretendem constituir ativos e ter acesso à riqueza".
"Porque, de um modo geral, se cria a imagem, de que o africano rico é corrupto ou suspeito de corrupção", adiantou.
Depois de vincar não haver razão para que os africanos se deixem intimidar, José Eduardo dos Santos comparou a diferença entre a riqueza acumulada nos países ocidentais, feita há centenas de anos, com a que se verifica atualmente em África, e que, defendeu, "deve ser adequada à realidade" africana.
"Um simples levantamento dos resultados das empresas americanas e francesas no setor dos petróleos ou das empresas e bancos comerciais com interesses portugueses em Angola mostrará que eles levam de Angola todos os anos dezenas de biliões de dólares", acusou.
Para contrapor aos empresários estrangeiros, José Eduardo dos Santos defendeu a necessidade de se criarem empresas e grupos económicos angolanos "fortes" e de "elites capazes em todos os domínios" para, frisou, "sairmos progressivamente da situação de país subdesenvolvido".
"Isto não tem nada a ver com a corrupção, nem com o desvio de bens públicos para fins pessoais. Há que separar o trigo do joio", sustentou.
 
Fonte:DN Economia
 

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Imagens de Luanda

 
 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

Cacimbo

 




 Desceu o cacimbo sobre a minha terra,
  Deixei d’a ver, perdi a noção como era,
Só sei que é linda, sua gente e história
Não sairão jamais desta boa memória.
 
    O cacimbo é cerrado, como noite escura,
  Assim permanece há muito tempo, cego
  Como eu que mergulhei nesta clausura,
   Perdi a noção do tempo, meu pobre ego.
 
  Tenho inda esperança que este cacimbo
  Levante e ajude a apagar as queimadas,
 E poupar assim as árvores derrubadas.
 
   Que o Sol surja p’ra iluminar o caminho,
   Eu voltar à minha terra p’rá contemplar,
      E o chão poder com carinho pisar e beijar.
 
(Ruy Serrano)
 
 

Mujimbo: Fim das parcerias entre Angola e Portugal (Parte I)

 
 



 
O mujimbo do fim das parcerias entre Angola e Portugal tem outros contornos, que o Zedu e as elites angolanas com a ajuda do Jornal de.Angola, querem abafar e omitir aos angolanos.O principal objectivo é desviar a atenção dos angolanos de outros mujimbos internos.Este mujimbo Angola/Portugal já é muito antigo, e envolve a troca de mimos entre a imprensa angolana e a portuguesa, ambos têm conceitos de liberdade de expressão diferentes.A imprensa e os governantes angolanos não aceitam a excessiva liberdade de alguns orgãos de comunicação social portuguesa (TV e jornais), principalmente o tempo de antena/atenção que dispensaram ao jornalista angolano Rafael Marques fora do espaço angolano, onde o jornalista acusa os governantes e elites angolanas de roubo descarado ao povo angolano, sendo Portugal um dos principais refúgios/depósito desses roubos, e que nada faz para contrariar esse roubo.Estas acusações do jornalista angolano, são para os governantes e elites angolanas um incómodo com muitas dores de cabeça.O desabafo do ministro dos negócios estrangeiros português Rui Manchete, e a investigação do ministério público português a alguns govenantes e elites angolanas, vieram tão só, dar razão ao jornalista angolano Rafael Marques.Ferindo o regime angolano que lida muito mal com a critica (próprio dos regimes onde imperam as ditaduras), não aceitando com bons olhos a liberdade de expressão e a separação de poderes, neste caso, o poder judicial português, para investigar e julgar cidadãos de outras nacionalidades, quando principalmente esses cidadãos são angolanos, considerando-se ameçados na sua dignidade humana e interesses financeiros.A democracia angolana(?), coloca todos os interesses e poderes no mesmo saco, melhor dizendo, na mão de um só homem, Zedu, que faz uso deles, conforme os ventos e as marés.O regime angolano está habituado a controlar tudo e todos, e quando não consegue fazê-lo, porque esse mesmo controle e poder se encontra no exterior, recorre ao Jornal de.Angola como pombo correio das suas intenções, através dos seus artigos inflamados, ameaçadores e chantagistas,

O Jornal de .Angola, é um excelente incendiário com a proteção do regime vai lançando "fogo à sanzala", e alimenta o incêndio, e não vai descansar, até que Portugal e os portugueses se verguem/cedam à vontade do regime angolano, aproveitando-se do facto de Portugal e os portugueses estarem atravessar momentos dificeis de crise (fraqueza).É, nos momentos de fraqueza, que os falsos amigos se revelam e atacam de má fé (à traição), para imporem a sua vontade, recorrendo ao mesmo tempo, ao papel de vitimas, tentando esconder/camuflar os seus problemas internos junto do povo angolano e simultâneamente tentar limpar a imagem junto da comunidade internacional.Que como se sabe, não é nada abonatória devido ao elevado índice de corrupção reinante em todos os níveis.Este sistema incendiário de guerrilha, aprende-se nos manuais de guerra e propaganda de esquerda, e nele os angolanos são peritos e implacáveis.Tantos anos de guerra devem e têm que servir para alguma coisa.Cortar as munições ao inimigo (parcerias), contra-atacando com os berros inflamados de ódio do Jornal de Angola.


Convêm não esquecer que Rafel Marques, é uma pedra dolorosa no sapato do regime angolano, desde há muito tempo.Dar voz e tempo de antena a este jornalista no exterior, é considerado pelo regime, pelas elites angolanas e Jornal de Angola, como uma traição - ameaça.Zedu sabe bem o impacto, que esse tempo de antena pode ter na opinião pública, ainda recentemente fez uso dele, ao dar uma entrevista a uma televisão em Portugal, com um discurso pré fabricado e propagandista, dirigido ao investimento português e estrangeiro/marketing.Portugal está na Europa, é um bom parceiro estratégico para atrair investimentos europeus.Inclusive, até apaparicou os portugueses com mimos, dizendo que eles eram bem-vindos e bem recebidos em Angola.De repente, mudou o discurso, porque o advogado português(ministro MNE) das elites angolanas descaiu-se públicamente.As elites angolanas arrogantes não gostaram do descuido.O advogado/ministro português pediu desculpas, mas de nada serviu.A bomba desflagrou, Rafael Marques tinha razão nas acusações que faz às elites e governantes angolanos.Será fácil de imaginar a cara das elites e governantes, quando ouviram o ministro/advogado a falar deles públicamente sem papas na língua.Devem ter ficado com a sanzala arder, com a bunda a tremer.O pior disto tudo, é a falta de pudor e respeito das elites e governantes angolanos para evitarem o falatório da opinião pública nos dois países, usam os dois povos de Angola e de Portugal, colocando-os numa situação incómoda, isto é, uns contra os outros, colocando os seus interesses privados acima de tudo e todos.Resta saber, se o ministro MNE/ advogado dos angolanos, não foi nomeado para o cargo, por indicação do regime angolano, numa das tais parcerias estratégicas.É que o ministro estando próximo do poder, pode ser um boa fonte  de informação para os angolanos, sobre o decorrer das investigações no ministério público português.Lobies políticos(parcerias), com ingerência camuflada.Se assim fôr, o ministro MNE deveria ter-se demitido.Não andar a brincar aos cow-boys com assuntos sérios e acima de tudo, continuar a dar motivos ao Jornal de Angola, para continuar a escrever artigos inflamados/incendiários contra Portugal e portugueses.Alimentar a cowboyada.


Há mais mujimbos na Parte II

Mujimbo: Fim das parcerias entre Angola e Portugal (Parte II)

 



 
Os problemas internos de Angola e dos angolanos, não passam exclusivamente pelo incómodo de Rafael Marques, ou pelas relações com os portugueses, existe outro problema interno na actualidade, bem mais grave e de dificil resolução para o regime angolano, causada pela detenção do jovem Nito Alves(17 anos, menor de idade) acusado de elaborar t-shirts com mensagens difamatórias contra o regime.O caso deste jovem, tornou-se conhecido internacionalmente, e só por isso, o regime ainda não mandou acabar com ele/silenciar.O regime angolano está neste momento com pés de barro, sem saber o que fazer ao jovem, com receio que a Sanzala chamada Angola, pegue fogo, ao ponto de poder provocar um banho de revolta/indignação nacional e internacional.Perante, tanta agitação interna, e depois da bomba explodir em Portugal, dando razão às acusações do jornalista William Tonet, nada melhor que o presidente da Sanzala Angolana no seu discurso anual à nação na assembleia nacional, ter virado a sua artilharia /atenção contra Portugal, com a ajuda do Jornal de.Angola.

Na minha modesta opinião, a melhor forma de acabar com estes ataques odiosos/inflamados/incêndiários no que diz respeito a Portugal, é a imprensa portuguesa e o povo português não publicarem artigos ou comentarem/dar opinião sobre o que o Jornal de Angola escreve nos seus artigos em relação a Portugal e aos portugueses.Sempre ouvi dizer, que o silêncio e o desprezo eram as melhores armas.


Portugal não deve nada aos angolanos.Antes pelo contrário, os angolanos é que devem a Portugal a conquista da sua liberdade, Se depois de os portugueses sairem de Angola, decidiram andar aos tiros, uns com os outros por causa da riqueza da banana, criando um problema entre os angolanos, destruindo o país, partindo as infra-estruturas (algumas eram tão boas que conseguiram resistir à força dos morteiros, e durante décadas, foram o suporte de sobrevivência para milhões de angolanos).Não basta fazer a guerra, partir tudo, sem pensar nas consequências dos danos.Destruiram, vão ter que pagar um bom preço pela destuição, ainda mais, tratando-se de um país rico, com imensas riquezas naturais.Angola está a ser reconstruída, e muito deve à mão de obra especializada dos portugueses e outros cidadãos estrangeiros. Os angolanos, neste momento, ainda não se encontram em condições para andarem a mandar arrufos de arrogãncia, como estão a tentar demonstrar, em relação a Portugal e aos portugueses.Até porque, a língua que eles falam é a portuguesa, para além dos dialectos nativos. Por muito que desejem os angolanos, mesmo recorrendo à arrogância, não se podem esquecer que o factor da língua, será sempre um elo de ligação entre os dois povos através das gerações passadas, presentes e futuras.Os homens morrem, a língua permanece.
 
Ao invés de tentarem meter o bedelho em casa alheia com pressões ao ministério público português, ocasionada por uma minoria/elite angolana, que supostamente dizem andar a desviar fundos, tratem de cuidar da própria sanzala angolana, melhorar as condições para a MAIORIA do  povo, aproveitem também, para dedicarem mais do vosso tempo e esforço, à resolução dos graves problemas internos que atravessam no que diz respeito à liberdade de expressão do povo.A liberdade do povo começa, quando terminar a liberdade dos governantes opressivos.É com receio dessa liberdade, que as elites, os governantes e o Jornal de Angola receiam, recorrendo ao clima de ameaças e de terror.

Daí ser imperativo por parte de todos os angolanos  mais empenho na resolução dos seus problemas internos, antes, que chegue o dia, em que as relações com  os outros parceiros estratégicos, por exemplo a China, também dê origem a uma maka da grossa para o regime da sanzala resolver.Sem nunca esquecerem que, a China não é Portugal (que atura as birras arrogantes dos angolanos), nem o poder dos interesses económicos e financeiros são comparáveis.Angola, só é dos angolanos, de boca.Económicamente e financeiramente, Angola pertence e depende da China e de outras potências semelhantes.

Os governantes e as suas elites angolanas, estão conscientes que esse dia (maka com a China) pode vir acontecer.Sabem também, que é no exterior de Angola que têm que criar as bases e garantias do seu sustento/fortuna, quando o povo angolano despertar para essa dura realidade, onde a sua liberdade ficou dependente de terceiros, porque o país foi hipotecado e vendido/mal gerido.Quando esse momento chegar, as elites saqueadoras, já estarão salvaguardadas e bem longe do problema que causaram.Quiçá na terra dos portugueses que tanto amor/ódio desperta nos angolanos.Quiçá no Algarve/Alvor, em banhos de sol.


Angola é um jovem país, como tal, ainda tem muito que aprender, com a lição que os outros países prestam e oferecem na sua ajuda à reconstrução, erguendo o país das cinzas e traumas da guerra.A caminhada dos angolanos, ainda vai no adro e vai ser muito longa.Ainda há muito trabalho para fazer.Não percam o vosso tempo e energias a cuspirem no prato de quem vos ajuda a comer/levantar, mesmo que o preço a pagar seja elevado e crie desigualdades.Angola é um país com riquezas suficientes, para aguentar e suportar todas as despesas.A não ser, que, algumas elites andem a desviar os seus fundos para outras origens/paraísos fiscais.

Sejam humildes, deixem-se de hipocrísia, de arrogância, de jogos políticos, recorrendo a golpes baixos, como a chantagem e o medo.Esses jogos, podem ter resultados dentro da sanzala Angola, porque o povo não está ainda suficientemente esclarecido.Fora da sanzala, não têm hipóteses.E esse, é o vosso maior receio, serem julgados por fraudes/desvios ilícitos dos bens dos angolanos, em proveito próprio, perante o povo e a opinião pública internacional - quebra de confiança.


Trabalhem mais, em prol do país.Protestem contra os políticos obsecados pelo poder alicerçado em ideologias kasseteiras do poder eterno, virada para o culto e bajulação de uma personalidade.Exigam a vossa liberdade total para  mudar as fraldas, quando a porcaria já começa a ser longa demais e a cheirar mal por todos os cantos da sanzala.Nenhum homem é eterno, assim como, eterno não é o poder.Só Deus é que é eterno, e Ele, é um ser universal e globalizante, não pertence a uma só ideologia partidária.Mandem o Jornal de Angola fechar a matraca odiosa inflamada/incendiária.Uma vez, que é do conhecimento de toda a comunidade internacional, que o Jornal de.Angola, TPA  estão ao serviço dos governantes e das elites angolanas.Da fama não se livram.E são estes pequenos/grandes promenores que fazem com que, a comunidade internacional, não acredite na honestidade democrática do regime angolano e nos angolanos.




 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

IPGUL e Ordem dos Arquitectos analisam situação urbanística de Luanda


O Instituto do Planeamento e Gestão Urbana de Luanda (IPGUL) e a Ordem dos Arquitectos de Angola (OA) analisaram dados técnicos ligados a situação urbanística e o exercício da arquitectura e urbanismo na capital do país. De acordo com o director-geral do IPGUL, Hélder da Conceição José, o encontro permitiu divulgar as realizações da instituição no domínio do ordenamento do território, sobretudo as executadas nos últimos cinco anos. “Hoje apresentamos a informação territorial que temos estado a organizar na perspectiva de organizar o território, que infelizmente apresenta problemas graves”, afirmou o arquitecto. Por seu turno, o presidente da Ordem dos Arquitectos, Victor Leonel Miguel, informou que o encontro permitiu tomar conhecimento das acções que a IPGUL tem estado a desenvolver em termos de planeamento urbano e gestão Urbana. “Nós a ordem dos arquitectos percebemos os critérios usados na aprovação de projectos, bem como o tempo que levam os processos para a sua anuência,” disse. O Instituto de Planeamento e Gestão Urbana de Luanda foi criado a 6 de Fevereiro de 2007 para responder às necessidades de regulação urbanística da província de Luanda, face aos problemas de sobrecarga demográfica e o caos urbano provocados pela ausência de instrumentos de planeamentos e gestão urbana. Parte do troço pólvora/Gamek com nova camada de asfalto Pelo menos 300 metros dos seis quilómetros do troço entre a antiga fábrica de pólvora (Cacuaco) e o bairro da Gamek (Viana) receberam a primeira camada da sub-base de asfalto e rede de drenagem, no quadro da reabilitação das vias secundárias e terciárias da capital do país. Em declarações hoje (sexta-feira) à Angop, o responsável da empreiteira Aglobal, Cláudio Mateus, informou que os trabalhos na via estão subdividido em três lotes e consistem na terraplenagem, criação de valas de drenagem, colocação de redes técnicas, lancis, asfaltamento, sinalização e iluminação pública. Após terminar, a via, de acordo com o responsável da construtora Aglobal, terá duas faixas de rodagem de 3,5 metros cada e um metro de bermas em cada sentido. O troço mereceu a visita recentemente do secretário de Estado da Construção, António Flor e de um grupo de técnicos do Instituto de Estradas de Angola (INEA), no quadro da constatação das obras rodoviárias em curso naquela circunscrição.

Um total de 23 trabalhadores, na sua maioria jovens locais, trabalham na recuperação do troço.

Fonte:Governo Provincial de Luanda

Angola Não é de Ninguém

Angola Não é de Ninguém, é um filme documentário que narra aspectos da história colonial e contemporânea de Angola, sob a perspectiva de João Cristóvão António, angolano nascido em 1930, ou seja, 45 anos antes da Independência do país.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Lobito, 100 anos sem nada

 

 
A cidade do Lobito está em plena comemoração dos seus cem anos, alguém já reparou? Mas é isso mesmo, se não se nota pelo menos o marco é este mesmo.
A cidade fecha-se por volta das vinte horas, nada de espectáculos.No fim-de-semana nada de festas de rua, nem teatro de rua, nem corridas de sacos, nem rali-papers, nada.Pelos vistos, o programa previsto está mesmo previsto (porque não se vê) apenas para ser executado pela administração, ou controlado, quando nestas coisas a actividade deve ser da comunidade.Não acredito que as associações de estudantes, culturais e recreativas estejam tão secas de imaginação.Nem concurso de melhor jardim há.Aí as casas ficariam mais bonitas.Há habitantes da cidade que nem suspeitam do centenário que se “vive”.
As exposições de arte, os saraus culturais, as sessões de poesia, a mostra fotográfica sobre a urbe, as actividades para as crianças das escolas, como sessões de contos infantis… onde está aquilo que mostra que uma cidade está a viver a festa dos seus cem anos?Que grande desperdício. Nem grandes outdoors, enfim…
Mas esta crónica não pretende desmoralizar quem queira visitar a cidade, haverá certamente espaço para as raves e maratonas.Há hotéis novos, as ruas estão limpas, continua a beber-se muito - o emprego falta.Como uma boa programação das festas poderia ocupar muita gente…As praias mantêm-se convidativas.Há encantos do Lobito que nem a inércia cultural (ou incompetência?) da administração consegue apagar.Quanto ao resto, tipo programação cultural e roteiros, arranje-se.
No entanto, escolha bem o seu hotel.Caros são todos, é normal em Angola.Os empresários angolanos da hotelaria resolveram que cada cliente traz diamantes nos bolsos e é um excelente alvo a assaltar. Aliás, acho que eles julgam que as pessoas se sentirão ofendidas se os preços forem pelo menos razoáveis.E agora então que têm de pagar a “consultores” aqueles preços….Um destes dias o negócio fale e o consultor vai embora com o seu pé-de-meia feito. O resto que vá para o desemprego.
O nosso empresário hoteleiro prefere ter a casa às moscas a fazer promoções que atraiam jovens estudantes, por exemplo.As férias, época baixa e época alta são coisas que não lhes dizem nada.No limite poderemos dizer que esta malta está a sabotar qualquer esforço para que os jovens viagem pelo país, para que descubram oportunidades noutras regiões e busquem fixar-se nelas.
Se os preços são altíssimos, já o serviço prestado, por favor, é absolutamente sofrível. No fim-de-semana passado estive num hotel do Lobito onde se alguém solicitar o serviço de quarto paga o alimento que pede e o serviço.Então, para uma tosta que custa oitocentos kwanzas (vejam o absurdo), se o empregado a for levar ao quarto a taxa é de dois mil kwanzas.
Neste mesmo hotel uma refeição feita de um prego no pão (um pão pequenino) e um galão vai aos três mil kwanzas.E não é que no balcão estavam umas baratas todas dengosas a passear a sua imundice?Calma, diz o empregado, isso é normal, qualquer hotel do mundo tem baratas e ratos, é por isso que temos aqui esta lata de insecticida.
 
José Kaliengue

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Estarão os angolanos a serem roubados pelas elites corruptas ?


Are Angolans being robbed by corrupt elite? por presstv

Acácia


O sítio da acácia
No lugar onde aprendi a dizer o teu nome
Abri um buraco fundo e plantei uma acácia,
Que cresceu até o infinito.
Vieram as aves em sucessivas primaveras
E fizeram ninhos quentes e macios
E criaram os filhotes,
Como se do alto daquela acácia florida
Fosse possível alcançar o céu.
Hoje, que o céu ficou plúmbeo,
Duma angústia com lágrimas de chuva
Nos olhos,
Já não me lembro que nome era o teu...
Sei apenas que a acácia está velha,
Como eu!

(Paulo César)

Luanda

 
 
 

Luanda


Nova Marginal de Luanda

                                                                  
 
Imagem Osbabacas