terça-feira, 5 de novembro de 2013
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Empreendorismo
"Transformar idéias em projectos e estes em ações é para pessoas empreendedoras.Se não o fizeres, alguém o fará e tu passarás a ser um mero expectador do sucesso."
(Imagem:Lubango/Angola)
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Negócios da China em Angola:Petróleo por produtos de má qualidade
Parceria entre China e Angola aplica princípio 'oil for money'
A parceria estratégica sino-angolana, estabelecida em 2010, começou na passagem à prática do princípio "oil for money", em que às linhas de crédito chinesas correspondem as exportações de petróleo angolano.
Os efeitos desta parceria estratégica são evidenciados pelo formidável crescimento das trocas comerciais bilaterais, que aumentaram mais de 2 mil por cento entre 2002 e 2012, tornando no segundo país lusófono com relações comerciais mais intensas com a China.
"Novo ciclo, novas oportunidades" é também o lema da IV reunião ministerial do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial China-Países de Língua Portuguesa, que decorrerá na terça e quarta-feira naquela Região Administrativa Especial chinesa.
As trocas comerciais entre Angola e a China, que cresceram mais de 42 por cento em 2011, atingiram o valor de 37,5 mil milhões de dólares, em 2012, um aumento significativo comparativamente a 2002, quando era apenas de 1,8 mil milhões de dólares.
Os números mais recentes das trocas comerciais bilaterais, relativos aos primeiros nove meses do ano, demonstram que continuam a crescer.
Angola desenvolve com a China, seu parceiro privilegiado, uma parceria estratégica desde 2010, tendo-se tornado num dos principais parceiros comerciais do país asiático em África.
A assinatura da parceria estratégica foi então justificada com a necessidade de as partes "assegurarem em conjunto as oportunidades e enfrentar os desafios no novo contexto internacional".
A China foi o país que concedeu a Angola, com o fim da guerra civil em 2002, apoio financeiro para a reconstrução do país, destruído por um conflito fratricida de cerca de quatro décadas, compensando assim a falhada intenção do Governo angolano de realizar uma conferência internacional de doadores.
Recentemente, numa visita que efectuou à China, o ministro angolano das Relações Exteriores, Georges Chikoti, disse ao seu homólogo chinês, Wang Yi, que "os acordos de cooperação entre Angola e a República Popular da China demonstram uma trajectória de, cada vez mais, aproximação e crescente interdependência económica entre os dois países".
Inicialmente baseada em empréstimos monetários, pagos com o petróleo angolano, a cooperação bilateral entre os dois países ficou rapidamente marcada pela presença em Angola de várias empresas chinesas, a investirem nos projectos de reconstrução e de desenvolvimento, sobretudo no sector da construção de edifícios, estradas, pontes, escolas, instalação de fábricas e em outros sectores sociais e económicos.
(Kilamba Kiaxi/Cidade fantasma)
( Construção de uma estrada pelos chineses com pouca qualidade, não permitindo muita capacidade de trânsito.Como se pode ver na imagem não tem a base de pedra que é necessaria em qualquer boa estrada, em outras palavras, quando chover o povo fica sem estrada.)
O Governo angolano pretende ter como novas áreas de cooperação a agricultura, pecuária, exploração de jazigos e de pedras ornamentais.
No sector da agricultura, uma das apostas de Angola para a diversificação da sua economia maioritariamente sustentada pelas receitas petrolíferas, as prioridades vão para o desenvolvimento de pequenas e médias indústrias de transformação, o cultivo de cana-de-açúcar, algodão e café, à semelhança do que já acontece com o arroz.
Angola já manifestou interesse igualmente nas áreas do cruzamento e multiplicação de animais, além da piscicultura e fruticultura.
No campo da formação de quadros, o Governo chinês concede anualmente 160 vagas a Angola, mas as autoridades angolanas pretendem ver aumentado esse número.
Estima-se que residam em Angola cerca de 260 mil chineses, maioritariamente trabalhadores de empresas chinesas da construção civil.
Este mês, a transportadora aérea nacional angolana, TAAG, que iniciou as ligações cm Pequim em 2008, com um voo semanal, anunciou a realização de um segundo voo regular direto entre as duas capitais, e tenciona lançar um terceiro em 2014, tendo em conta o aumento das relações entre os dois países.
Angola, na voz do chefe da diplomacia angolana, manifestou o interesse do país lusófono "elevar a um novo patamar" as relações entre os dois países, estabelecidas em 1983.
"Promovendo, cada vez mais, acções no âmbito da economia, do comércio, das finanças, da construção civil, da agricultura, da justiça, da formação de quadros, entre outros", apontou Georges Chikoti.
A troca de visitas de dirigentes de ambos os países tem ajudado a fortalecer a cooperação económica, comercial e na área dos investimentos, que impõe a necessidade de estreitamento dos contactos ao mais alto nível.
O vice-presidente angolano, Manuel Vicente, foi convidado pelo seu homólogo chinês, Li Yanchao, a visitar a China "numa altura que convenha às duas partes".
As trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa (PLP) mais do que duplicaram nos últimos quatro anos, impulsionadas pelo Brasil e Angola, que valem mais de 100 dos 130 mil milhões de dólares movimentados nestes nove países.
De acordo com os dados da Alfândega Chinesa, a que a Lusa teve acesso, em 2009 o total das trocas entre a China e os PLP - Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, Timor-Leste e São Tomé e Príncipe - representavam 62,4 mil milhões de dólares, valendo no final do ano passado 128,5 mil milhões de dólares.
Portugal é o terceiro maior parceiro comercial da China no mercado lusófono, e está longe dos valores dos dois maiores, Brasil e Angola, com volumes na ordem dos 67 e 27 mil milhões de dólares, respectivamente. Portugal trocou com a China, nos primeiros nove meses do ano, bens e serviços no valor de 2,89 mil milhões de dólares, o que representa uma queda de 5,78% face aos valores do período homólogo de 2012.
A balança comercial é claramente favorável aos chineses, que venderam 1,83 mil milhões de dólares (uma descida de 2,2% face ao homólogo), ao passo que Portugal comprou à China bens e serviços no valor de 1,05 mil milhões de dólares, o que representa uma queda de 11,4% face às trocas feitas entre os dois países nos primeiros nove meses do ano.
Fonte:Lusa/SOL
Os edifícios mais excêntricos do mundo
Estes edifícios desafiam a arquitetura convencional e por vezes também a própria gravidade
Dog Bark Park Inn , é um complexo turístico em Idaho. Foi construído em 1997, por um artista autodidata e pela sua mulher com 71 e 62 anos, respetivamente. Se quiser saber o que é dormir dentro de um cão com 3.7 metros, pode fazê-lo por 70 euros por noite.
Os proprietários não quiseram revelar o seu valor mas afirmam que se o vendessem não seria por menos de 724.365 mil euros.
sábado, 2 de novembro de 2013
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Selvajaria.Um grupo de pessoas apedrejam um Somali até à morte numa rua de Pretória
Um grupo de negros sul-Africanos apedrejam um Somali até à morte numa rua em Pretoria
AVISO:Se é sensível não veja este vídeo
Como é possível que na África do Sul esteja institucionalizada a selvajaria e o silêncio do resto do mundo?
Os meios de comunicação internacionais recusam-se a escrever sobre a verdadeira história da África do Sul, após o apartheid, silenciando as atrocidades cometidas por pessoas de côr.Ninguém fala de racismo anti-branco na África do Sul, excepto alguns meios de comunicação críticos.As imagens do vídeo mostram o apedrejamento selvagem e à morte de uma pessoa, numa área urbana de Pretória.Aparentemente, trata-se de um homem um somali.
Ataques contra Afrikaners
Não é o único caso de violência.Henk van de Graaf , vice-presidente do Sindicato Agrícola Transvaal(África do Sul), lançou um SOS ao mundo contra os ataques planeados na política racial contra Afrikaners com o silêncio das organizações internacionais.
Mais de três mil agricultores euro-descendientes (conhecido como " Boer ") foram mortos e outros milhares sofreram ataques raciais, segundo Graaf, que pediu para investigar esses crimes hediondos, como os crimes cometidos contra a sua esposa e a sua filha de três anos, que foram torturadas até a morte.
O partido no poder na África do Sul é o ANC (Congresso Nacional Africano), cujo líder popular na sua juventude usava os slogans "Matar um Boer, é matar um agricultor " ou "Um Boer, uma bala" .
"Quando os agricultores chamam a polícia para denunciar uma tentativa de ataque, ela recusa-se a ir, sob qualquer pretexto, como por exemplo, estão sem combustível", disse ele.
O número de população europeia reduziu para metade, o que pode ser descrito como uma verdadeira limpeza étnica.As propriedades de brancos foi reduzida para 33%, estão a ser confiscadas as suas terras para dar à população negra.Actualmente, essas terras deixaram de ser produtivas.
A ironia é que a África do Sul tinha uma excelente produção, até uma década atrás, mas a produção de alimentos começou a diminuir à medida que foram confiscadas terras aos brancos, e agora é insuficiente.
Um relatório do Parlamento Europeu sobre os países emergentes, descreve a situação da seguinte forma:"A África do Sul tem uma história de sucesso e de transição pacífica para a democracia e um governo perfeito, que promove a integração económica regional apoiada na reconciliação nacional ...
Fonte:alertadigital
Fonte:alertadigital
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Proveniência do capital angolano «devia ser investigada»
Ideia é defendida por Paulo Morais, vice-presidente da associação «Transparência e Integridade» e ex-autarca do Porto
O vice-presidente da associação «Transparência
e Integridade» considerou hoje que seria «muito higiénico» para a democracia que
a justiça verificasse a proveniência do capital angolano que adquire
«participações relevantes» na banca portuguesa e nas empresas do PSI-20.
Paulo Morais, vice-presidente da associação «Transparência e Integridade», falava à agência Lusa sobre a investigação da justiça portuguesa a vários cidadãos e empresários angolanos - que são figuras de topo do regime angolano -, por suspeitas de branqueamento de capitais, no dia em que o Ministério Público (MP) anunciou o arquivamento do processo relativo ao procurador-geral da República de Angola (PGR), João Maria Moreira de Sousa.
O dirigente da associação cívica «Transparência e Integridade» reconheceu que o problema do branqueamento de capitais «não é só de Angola», mas observou que «os angolanos têm relevância neste dossier», cabendo à justiça portuguesa «avaliar da origem de muito do capital que anda a comprar participações em empresas portuguesas», nomeadamente de «alguns grupos económicos mais relevantes e empresas que estão cotadas no PSI-20».
«Não vejo, infelizmente, em Portugal esse tipo de preocupações, mas gostaria de ver a justiça a identificar com clareza qual a proveniência de algum do capital, nomeadamente angolano, que hoje representa participações na banca em Portugal, nos petróleos e em muitas das empresas do PSI-20».
Segundo o antigo vice-presidente da Câmara Municipal do Porto, era «muito interessante, importante e até higiénico» para a democracia portuguesa apurar a proveniência desse capital, porque «nem todo o capital é bem-vindo», numa democracia que se pretende «séria e europeia».O vice-presidente da «Transparência e Integridade» sublinhou ainda que grande parte desse capital «nem sequer cria riqueza», limitando-se a adquirir participações em empresas já existentes. «Não há novas fábricas, não há novas explorações agrícolas, não há criação de emprego por via da presença do capital angolano», disse.
Além de defender que a proveniência do capital angolano «deve ser mais escrutinado», Paulo Morais criticou ainda a «subserviência permanente dos políticos portugueses ao regime angolano», observando que chega a ser «patética».
Paulo Morais criticou neste aspeto o atual ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, assim como o seu antecessor, Paulo Portas, pela atitude evidenciada perante as autoridades angolanas face aos casos judiciais que envolvem cidadãos e empresários angolanos, ligados à esfera do poder em Luanda.
Paulo Morais, vice-presidente da associação «Transparência e Integridade», falava à agência Lusa sobre a investigação da justiça portuguesa a vários cidadãos e empresários angolanos - que são figuras de topo do regime angolano -, por suspeitas de branqueamento de capitais, no dia em que o Ministério Público (MP) anunciou o arquivamento do processo relativo ao procurador-geral da República de Angola (PGR), João Maria Moreira de Sousa.
O dirigente da associação cívica «Transparência e Integridade» reconheceu que o problema do branqueamento de capitais «não é só de Angola», mas observou que «os angolanos têm relevância neste dossier», cabendo à justiça portuguesa «avaliar da origem de muito do capital que anda a comprar participações em empresas portuguesas», nomeadamente de «alguns grupos económicos mais relevantes e empresas que estão cotadas no PSI-20».
«Não vejo, infelizmente, em Portugal esse tipo de preocupações, mas gostaria de ver a justiça a identificar com clareza qual a proveniência de algum do capital, nomeadamente angolano, que hoje representa participações na banca em Portugal, nos petróleos e em muitas das empresas do PSI-20».
Segundo o antigo vice-presidente da Câmara Municipal do Porto, era «muito interessante, importante e até higiénico» para a democracia portuguesa apurar a proveniência desse capital, porque «nem todo o capital é bem-vindo», numa democracia que se pretende «séria e europeia».O vice-presidente da «Transparência e Integridade» sublinhou ainda que grande parte desse capital «nem sequer cria riqueza», limitando-se a adquirir participações em empresas já existentes. «Não há novas fábricas, não há novas explorações agrícolas, não há criação de emprego por via da presença do capital angolano», disse.
Além de defender que a proveniência do capital angolano «deve ser mais escrutinado», Paulo Morais criticou ainda a «subserviência permanente dos políticos portugueses ao regime angolano», observando que chega a ser «patética».
Paulo Morais criticou neste aspeto o atual ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, assim como o seu antecessor, Paulo Portas, pela atitude evidenciada perante as autoridades angolanas face aos casos judiciais que envolvem cidadãos e empresários angolanos, ligados à esfera do poder em Luanda.
Hoje, a PGR anunciou o arquivamento do processo relativo ao PGR angolano, num caso alegadamente relacionado com um depósito de cerca de 70 mil euros na sua conta bancária em Portugal, dinheiro esse transferido de uma «offshore» nas ilhas Caimão, mas, segundo notícias publicadas na imprensa portuguesa, decorrem investigações a outros angolanos, designadamente Manuel Vicente, Helder Vieira Dias «Kopelipa» e Lepoldino dos Santos, todos figuras de topo do regime angolano.
Fonte:TVI
Processo do PGR de Angola arquivado
A averiguação do DCIAP ao procurador-geral da República de Angola está arquivada já desde 18 de Julho passado, tendo sido notificada ao próprio apenas este mês.
A Procuradoria-geral da República acaba de emitir um comunicado em que confirma o arquivamento relativo a João Maria Moreira de Sousa "Efectuadas diligências e recolhida a informação necessária o Ministério Público considerou esclarecida e justificada a operação financeira objecto de investigação e determinou o arquivamento do procedimento por decisão proferida a 18 de Julho de 2013, a qual foi notificada ao próprio, por carta registada, no corrente mês".
Isto quer dizer que o arquivamento ocorreu cerca de dois meses antes de o ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, deslocar-se a Luanda e dar a polémica entrevista à Rádio Nacional de Angola em que deixava subentendido que os processos envolvendo figuras angolanas não teriam grandes resultados. "Não há nada substancialmente digno de relevo e que permita entender que alguma coisa estaria mal, para além do preenchimento dos formulários e de coisas burocráticas", disse o ministro na entrevista, dada a 18 de Setembro mas que apenas foi conhecida em Portugal nos primeiros dias de Outubro.
A PGR recorda que "o processo administrativo foi aberto em Dezembro de 2011 na sequência de uma comunicação bancária efectuada ao Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) em cumprimento da lei de prevenção e repressão de branqueamento de capitais, Lei n.º 25/2008, que transpôs para a ordem jurídica interna Directivas da União Europeia".
A averiguação do DCIAP tinha sido aberta na sequência de um alerta do banco Santander Totta, de que o PGR angolano tinha recebido numa sua conta uma transferência de 93 mil dólares, com origem numa empresa offshore, em Dezembro de 2011. Pretendia-se averiguar a existência de eventuais indícios de crimes de branqueamento de capitais e de fraude fiscal, sendo que o PGR de Angola nunca foi constituído arguido. A transferência tinha origem numa empresa sediada numa zona offshore e que tem relações comerciais com uma empresa angolana que tem como sócio João Maria de Sousa, antigo general que está à frente da Procuradoria de Angola desde 2007.
Mais de 2000 processos iguais ao do PGR angolano
A propósito do caso de João Maria de Sousa, a PGR aproveita para explicar que este caso é apenas um entre muitos que tem em mãos. Isto porque o Estado português encontra-se vinculado desde 2008 a directivas da União Europeia, que estabelecem regras para a prevenção do branqueamento de capitais. "Por via desses procedimentos, as entidades financeiras e não financeiras previstas na lei, tais como instituições de crédito, (…) estão sujeitas a vários deveres, designadamente os de informarem e comunicarem ao Ministério Público e à Unidade de Informação Financeira da PJ as transacções e actividades financeiras sobre as quais existam suspeitas ou razões suficientes para suspeitas (…) do crime de branqueamento de capitais". Estes alertas, segundo essas directivas, "são particularmente exigentes sempre que estiverem em causa operações de risco, que é aferido, quer em função da origem dos fundos, quer em função da qualidade dos intervenientes, em particular quando se revele a intervenção de pessoas politicamente expostas". É este o caso de João Maria de Sousa.
O MP e a PJ fazem então diligências "tendo em vista avaliar da origem ilícita dos fundos aplicados (…) no âmbito de um processo administrativo". "Este, uma vez efectuadas as diligências adequadas e necessárias, é arquivado, quando se vierem a considerar como justificadas as operações suspeitas ou dá origem à abertura de inquérito para prosseguimento das investigações, caso se mantenham as suspeitas de prática de branqueamento de capitais", acrescenta-se.
Em 2012, e no âmbito desta actividade de prevenção do crime de branqueamento de capitais, o DCIAP abriu 2.270 processos administrativos e já este ano, até 18 de Outubro, 2.252 processos administrativos. Desses, 46 deram origem a inquéritos, em 2012, e em 2013 foram abertos já 39 inquéritos. Na sequência desses alertas, no ano passado, foram bloqueadas 51 operações relativas a fundos "com suspeita fundamentada de origem ilícita", no total de 16 milhões e 778 mil euros. Este ano, foram bloqueadas 31 operações, envolvendo 15 milhões e 638 mil euros – conclui a PGR.
Outras investigações prosseguem
As investigações a figuras do Estado angolano têm estado no centro da polémica das últimas semanas sobre as relações entre Portugal e Angola.
No DCIAP, há ainda outras investigações em curso, envolvendo Manuel Vicente (vice-Presidente angolano), Hélder Vieira Dias ‘Kopelipa’ (ministro de Estado) e Leopoldino dos Santos (consultor do ministro) – sobre as quais a PGR não avança agora qualquer informação.
No início deste mês, a propósito da polémica levantada pelas declarações de Rui Machete, Joana Marques Vidal emitiu um comunicado em que, além de lembrar que em Portugal vigora o princípio da separação entre os poderes legislativo e judicial, garantia nunca ter proferido "qualquer comentário sobre o conteúdo" dos inquéritos, confirmando apenas existirem "vários processos em que são intervenientes cidadãos angolanos, quer na qualidade de suspeitos quer na qualidade de queixosos", sob segredo de justiça.
Fonte:por Ana Paula Azevedo in Sol
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Imagem do dia
"Confusão deliberada feita por organizações de países ocidentais para intimidar os africanos que pretendem constituir ativos e ter acesso à riqueza".
(José Eduardo dos Santos)
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Imagem de Nossa Srª da Muxima em Angola danificada após ataque durante a missa
A imagem de Nossa Senhora na igreja da Muxima, maior centro mariano de África, foi danificada domingo em consequência do ataque à paulada por um grupo de pessoas, noticia, esta segunda-feira, o diário "Jornal de Angola".
O ataque, levado a cabo por seis homens e uma mulher - que foram detidos imediatamente a seguir -, provocou danos na imagem de madeira, mas as autoridades eclesiásticas e civis acreditam que será possível recuperar a imagem que foi danificada.
Os autores do ataque entraram na igreja da Muxima, que dista cerca de 130 quilómetros de Luanda, quando se celebrava a missa dominical e, armados de varas, aproximaram-se do altar onde tentaram destruir a imagem.
Citado pelo Jornal de Angola, o reitor do Santuário, padre Albino Reis, caracterizou os atacantes como "fanáticos religiosos" que "atacaram com raiva, a imagem da Mamã Muxima que sofreu danos, mas podem ser recuperados".
Testemunhas do incidente disseram que os atacantes justificaram a ação dizendo que a imagem de Nossa Senhora não tinha significado religioso, pelo que tinha de ser destruída.
Após a tentativa de destruição, o interior da igreja e o átrio exterior foram palco de trocas de insultos e agressões, tendo a polícia posto cobro à confusão, detendo os responsáveis da ação e isolando-os dos fiéis, que queriam fazer justiça pelas próprias mãos.
Fonte:JN
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domingo, 27 de outubro de 2013
O céu está a cair-lhes em cima da cabeça
As elites angolanas e os seus negócios escuros envolvendo os ministérios públicos de Portugal e Brasil, países irmãos de Angola.
A negação do sobrinho do presidente de Angola, general Bento dos Santos Kangamba, procurado por tráfico de mulheres, é um acto de contradição ao positivismo da questão.Admitir a acusação, seria o mesmo que fazer explodir uma "bomba atómica" no seio das elites angolanas, que últimamente deram origem à rotura nas parcerias entre Angola e Portugal, devido às suspeitas de corrupção de algumas elites angolanas em Portugal, envolvendo o ministério público português.Não é por nada, o dito general é um dos patrocionadores do Vitória de Guimarães (clube Português).
"Porque, de um modo geral, se cria a imagem, de que o africano rico é corrupto ou suspeito de corrupção", adiantou o Presidente angolano no seu discurso.
Sustentou ainda :"Isto não tem nada a ver com a corrupção, nem com o desvio de bens públicos para fins pessoais. Há que separar o trigo do joio"
Será que o Presidente angolano tem coragem para ir à assembleia nacional de Angola, anunciar aos angolanos a rotura nas parcerias com o Brasil ?
É que segundo o comissário chefe Paulo de Almeida disse que a Polícia não foi notificada e que tomou conhecimento do caso através da imprensa. “Tomámos conhecimento desta notícia pela Globo”, referiu Paulo de Almeida. Tendo em conta as boas relações entre as polícias dos dois países, continuou, “estamos a trocar informações para sabermos concretamente que dados têm”.
Segundo se sabe, o executivo angolano ficou melindrado com Portugal e anunciou o fim das parcerias, devido às declarações públicas do ministro dos Negócios Estrangeiros Rui Manchete, onde os angolanos tomaram conhecimento através da imprensa portuguesa.Dois pesos e duas medidas.O Brasil é uma potência, depois da maka que os angolanos fizeram com Portugal, chantagiando o ministério público português, para o fim das investigações às elites angolanas, ameaçando com o fim das parcerias, convêm que o Presidente angolano, e o seu pasquim Jornal de Angola não cometam o mesmo erro com o Brasil, engolindo em seco a imagem que o africano rico é corrupto e arrogante.
É que segundo o comissário chefe Paulo de Almeida disse que a Polícia não foi notificada e que tomou conhecimento do caso através da imprensa. “Tomámos conhecimento desta notícia pela Globo”, referiu Paulo de Almeida. Tendo em conta as boas relações entre as polícias dos dois países, continuou, “estamos a trocar informações para sabermos concretamente que dados têm”.
Segundo se sabe, o executivo angolano ficou melindrado com Portugal e anunciou o fim das parcerias, devido às declarações públicas do ministro dos Negócios Estrangeiros Rui Manchete, onde os angolanos tomaram conhecimento através da imprensa portuguesa.Dois pesos e duas medidas.O Brasil é uma potência, depois da maka que os angolanos fizeram com Portugal, chantagiando o ministério público português, para o fim das investigações às elites angolanas, ameaçando com o fim das parcerias, convêm que o Presidente angolano, e o seu pasquim Jornal de Angola não cometam o mesmo erro com o Brasil, engolindo em seco a imagem que o africano rico é corrupto e arrogante.
Brasil Sobrinho do Presidente de Angola procurado por tráfico de mulheres
O sobrinho do Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, está a ser procurado pela polícia brasileira por ser considerado o principal suspeito de uma rede de tráfico de mulheres. Porém, escreve o Expresso na sua edição online, o general Kanganba nega qualquer tipo de envolvimento nessa rede que levava mulheres brasileiras para a Europa, Angola, Áustria e África do Sul.
O general Bento dos Santos Kanganba, sobrinho do Presidente angolano, está na mira da polícia brasileira como principal suspeito de uma rede de tráfico de mulheres brasileiras para a Europa, África do Sul, Angola e Áustria.
A rede foi desmantelada ontem e o familiar de José Eduardo dos Santos é considerado o principal suspeito, sendo grande a probabilidade de ser detido assim que pise o solo brasileiro.
Segundo a edição online do Expresso, o general encontra-se no Gana e um dos seus porta-voz, em declarações à Angola Press, já desmentiu qualquer tipo de envolvimento com esta rede de tráfico feminino.
Bento dos Santos é casado com uma das sobrinhas de Eduardo dos Santos e é empresário no ramo do futebol, sendo um dos principais patrocinadores do Vitória de Guimarães.
Fonte:Notícias ao minuto
Brasil acusa "Kangamba" de ser principal financiador de tráfico de mulheres
O Ministério Público Federal do Brasil divulgou, sexta-feira, a denúncia a Bento dos Santos "Kangamba", sobrinho por afinidade do Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, como o principal financiador de uma rede de tráfico de mulheres brasileiras.
Na denúncia feita pela Promotoria e aceite pela Justiça Brasileira, Bento dos Santos "Kangamba" é acusado de ter cometido quatro crimes: associação criminosa, favorecimento da prostituição, tráfico internacional de pessoas e cárcere privado.
O suspeito teve seu nome incluído na "difusão vermelha" de procurados pela Interpol (polícia internacional criminal) e pode ser preso se for ao Brasil. Além dele, outro angolano, Fernando Vasco Republicano, responde pelos mesmos crimes, divulgou hoje o Ministério Público brasileiro.
"Kangamba" negou as acusações, segundo um despacho da agência angolana Angop que cita fonte oficial não identificada, afirmando que não recebeu nenhuma notificação policial sobre o caso e que nunca "manteve quaisquer contactos nesse sentido com cidadãos dos países mencionados".
Esta não é a primeira vez que o nome do empresário aparece nas páginas dos jornais internacionais, que o dão como envolvido em casos de polícia: em junho, foi também notícia em França por envolvimento numa investigação em curso sobe a posse de elevadas quantias de dinheiro não declarado, e nesse mesmo mês foi também noticiado que comprou uma casa no mesmo condomínio privado do futebolista português Cristiano Ronaldo, em Madrid.
A Lusa tentou contactar o empresário, mas sem sucesso.
Fonte : JN
O suspeito teve seu nome incluído na "difusão vermelha" de procurados pela Interpol (polícia internacional criminal) e pode ser preso se for ao Brasil. Além dele, outro angolano, Fernando Vasco Republicano, responde pelos mesmos crimes, divulgou hoje o Ministério Público brasileiro.
"Kangamba" negou as acusações, segundo um despacho da agência angolana Angop que cita fonte oficial não identificada, afirmando que não recebeu nenhuma notificação policial sobre o caso e que nunca "manteve quaisquer contactos nesse sentido com cidadãos dos países mencionados".
Esta não é a primeira vez que o nome do empresário aparece nas páginas dos jornais internacionais, que o dão como envolvido em casos de polícia: em junho, foi também notícia em França por envolvimento numa investigação em curso sobe a posse de elevadas quantias de dinheiro não declarado, e nesse mesmo mês foi também noticiado que comprou uma casa no mesmo condomínio privado do futebolista português Cristiano Ronaldo, em Madrid.
A Lusa tentou contactar o empresário, mas sem sucesso.
Fonte : JN
lzheimer no discurso do Presidente angolano
Estará o presidente angolano a sofrer de alzheimer ao esquecer-se dos biliões de dólares que a China leva para fora de Angola, comparados com os países mencionados pelo presidente no seu discurso à nação.
Será que o presidente angolano tem medo das campanhas de intimidação feitas a partir de Angola contra a China ?
Ao deixar a China de fora desta lista, o presidente angolano, de um modo geral, está a criar essa imagem, que tudo tem a ver com a corrupção, e com o desvio de bens públicos para fins pessoais, nomeadamente de, com, e para a China.Há que separar o trigo do joio.Há que separar, os que levam e roubam mais riqueza, como a China, e usar os que roubam menos, para fazer um escandâlo dentro da sanzala, tapando o sol com a peneira aos angolanos.Nenhum dos citados, são santos, só o presidente de nome.
Empresas estrangeiras levam "biliões de Angola" todos os anos
O Presidente angolano, José Eduardo dos
Santos, acusou hoje, em Luanda, empresas portuguesas, americanas e francesas de
anualmente levarem biliões de dólares de Angola.
Na denúncia, feita no discurso sobre o Estado da Nação proferido hoje de
manhã no parlamento, José Eduardo dos Santos acusou ainda a existência de
"campanhas de intimidação" contra os africanos, neste caso angolanos, porque os
empresários estrangeiros "não querem ter concorrentes locais".
"E querem levar cada vez mais riqueza para os seus países", acrescentou.
Em causa está o que José Eduardo dos Santos classificou como "confusão
deliberada feita por organizações de países ocidentais para intimidar os
africanos que pretendem constituir ativos e ter acesso à riqueza".
"Porque, de um modo geral, se cria a imagem, de que o africano rico é
corrupto ou suspeito de corrupção", adiantou.
Depois de vincar não haver razão para que os africanos se deixem intimidar,
José Eduardo dos Santos comparou a diferença entre a riqueza acumulada nos
países ocidentais, feita há centenas de anos, com a que se verifica atualmente
em África, e que, defendeu, "deve ser adequada à realidade" africana.
"Um simples levantamento dos resultados das empresas americanas e francesas
no setor dos petróleos ou das empresas e bancos comerciais com interesses
portugueses em Angola mostrará que eles levam de Angola todos os anos dezenas de
biliões de dólares", acusou.
Para contrapor aos empresários estrangeiros, José Eduardo dos Santos defendeu
a necessidade de se criarem empresas e grupos económicos angolanos "fortes" e de
"elites capazes em todos os domínios" para, frisou, "sairmos progressivamente da
situação de país subdesenvolvido".
"Isto não tem nada a ver com a corrupção, nem com o desvio de bens públicos
para fins pessoais. Há que separar o trigo do joio", sustentou.
Fonte:DN Economia
terça-feira, 22 de outubro de 2013
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