terça-feira, 12 de novembro de 2013
Promiscuidade: Un 'hooligan' llamado Teodoro Obiang
El presidente más longevo de África usa el fútbol como escaparate internacional de un régimen cleptómano blindado por sus enormes reservas de petróleo
A los dictadores africanos les encanta el fútbol.El ugandés Idi Amin, el autodenominado ultimo rey de Escocia, era hincha del antiguo Hayes de Londres.Robert Mugabe, eterno tirano de Zimbabue, se confiesa mourinhista y del Chelsea.Eduardo Dos Santos, 33 años al frente de Angola, tiene al Real Madrid en el corazón.
En esta lista de la infamia no podría faltar el sátrapa más longevo de África, Teodoro Obiang, el autógrata de Guinea Ecuatorial, ex colonia española y próxima anfitriona de la selección.
Consumado experto en pucherazos electorales, lleva 34 años al timón de un país que ha cambiado de constitución en cinco ocasiones para acumular más poder en su persona y en su familia.
Su afición por pisotear los Derechos Humanos nunca han sido un problema para que gobiernos como el de Zapatero en España, el de Sarkozy en Francia o el de Obama en EEUU firmen acuerdos que apuntalan su régimen de terror. ¿La razón? Guinea Ecuatorial chapotea sobre unas enormes reservas de petróleo de las que se obtienen 322.700 barriles al día, un goloso pastel por el que muchos líderes mundiales son capaces de rebajar sus estándares democráticos.
Ahora es el gobierno de Rajoy el que usa la diplomacia del fútbol para volver a poner en el mapa a Obiang, al que le encanta el deporte como máquina de propaganda.Por eso organizó el año pasado la Copa Africana de Naciones junto a Gabón y por eso invita ahora a la selección española.
No hay escaparate propagandístico mejor que un flamante estadio como el de Malabo, aunque la roja de África sea un rival menor comparado con Camerún, Sudáfrica o Egipto. En lo que sí es campeón el régimen de Obiang es en la censura de medios de comunicación, en encarcelar opositores y en la cleptomanía: su población sobrevive con dos dólares al día, pero él acumula una fortuna de 468 millones de dólares, más que la reina de Inglaterra.
Como sucede en otros países africanos ricos en petróleo, como Nigeria o Angola, la aristocracia de Guinea se ha vuelto adicta al champán y a los lamborghinis. Y en los barrios pobres de Malabo, que son todos menos uno, pueden faltar muchas cosas, menos una televisión con fútbol.
Fonte:El Mundo
Riqueza e progresso:Angola nove mortes por cólera numa semana
Há ainda 400 casos registados.Em menos de um ano, são mais de quatro mil
doentes
Nove mortes e cerca de 400 casos de cólera
registaram-se na última semana, estando a doença a afetar algumas províncias de
Angola desde dezembro de 2012, com um total de 4.182 casos e 144 óbitos.
Os dados referentes ao boletim epidemiológico da Direção Nacional de Saúde Pública do Ministério da Saúde de Angola, hoje enviado à agência Lusa, adiantam que os casos e óbitos da semana que vai de 04 a 10 deste mês correspondem às províncias do Cunene e da Huíla.
Os casos e óbitos foram notificados nos municípios de Cahama (284 casos e oito óbitos), Curoca (29 casos) e Ombandja (26 casos) na província do Cunene, e de Lubango, (36 casos) e Chibia (18 casos e um óbito), na província da Huíla, refere a Lusa.
Os dados referentes ao boletim epidemiológico da Direção Nacional de Saúde Pública do Ministério da Saúde de Angola, hoje enviado à agência Lusa, adiantam que os casos e óbitos da semana que vai de 04 a 10 deste mês correspondem às províncias do Cunene e da Huíla.
Os casos e óbitos foram notificados nos municípios de Cahama (284 casos e oito óbitos), Curoca (29 casos) e Ombandja (26 casos) na província do Cunene, e de Lubango, (36 casos) e Chibia (18 casos e um óbito), na província da Huíla, refere a Lusa.
Fonte:TVI 24 e Lusa
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Angola:"Havemos de voltar" se os corruptos e os chineses deixarem
Havemos de voltar
Às casas, às nossos lavras
às praias, aos nossos campos
havemos de voltar
às praias, aos nossos campos
havemos de voltar
Às nossos terras
vermelhas de café
brancas de algodão
verdes dos milharais
havemos de voltar
às nossas minas de diamantes
ouro, cobre, de petróleo
havemos de voltar
Aos nossos rios, nossos lagos
às montanhas, às florestas
havemos de voltar
À frescura da mulemba
às nossas tradições
aos ritmos e às fogueiras
havemos de voltar
À marimba e ao quissangue
ao nosso carnaval
havemos de voltar
À bela pátria angolana
nossa terra, nossa mãe
havemos de voltar
Havemos de voltar
À Angola libertada
Angola independente
(Agostinho Neto)
domingo, 10 de novembro de 2013
"O Rapto " de Dora Fonte
Sinopse:A autora do livro, Dora Fonte, estava em Angola, no Sumbe em 1984, quando a UNITA atacou a cidade.Foi feita prisioneira com o marido, um casal de búlgaros, todos professores no Instituto Médio de Petróleos, uma médica búlgara e dois outros portugueses trabalhadores da construção civil, todos moradores no mesmo prédio.Fizeram uma longa caminhada durante 3 meses, pelas províncias do Kwanza-Sul, Huambo, Bié, Moxico.Após terem atravessado o CFB (Caminho de Ferro de Benguela), um dia e tal depois, viajaram de camião, pelo Kuando Kubango, até à Jamba, onde esperaram durante outros 3 meses pela Cruz Vermelha Internacional.Durante esse meio ano a autora tomou contacto com várias pessoas da UNITA, não só com alguns dirigentes — o então Tenente Coronel “Black Power”, João Baptista Tchindandi, o falecido Brigadeiro Chendababa — como também com os meninos e meninas da JURA, as mulheres da LIMA, os soldados das FALA, tendo tido a oportunidade de conhecer por dentro a organização.O livro é um relato pormenorizado de toda essa longa viagem, em cativeiro, até à libertação
O Rapto Dora Fonte
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«Angola construiu-se como Estado extremamente autoritário»
A investigadora e escritora portuguesa
Margarida Paredes teve «o privilégio», há 38 anos, de assistir ao nascimento de
Angola, lamentando hoje que o país pelo qual ajudou a lutar se tenha tornado
«extremamente autoritário.
Em 1973, tinha 19 anos, Margarida Paredes
aderiu ao lado do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola), tendo sido
instrutora política no Centro de Instrução Revolucionária Hoji ya Henda e
combatido nas FAPLA (Forças Armadas Populares de Libertação de Angola).
No dia 11
de novembro de 1975, Margarida Paredes estava na praça onde foi declarada a
independência de Angola, integrando o protocolo que recebia os convidados
internacionais para a cerimónia.
«Luanda, nessa altura, estava praticamente
debaixo de fogo», recorda, em declarações à Lusa, contando que se deslocava à
frente de combate em Kifangondo, no seu carro, para abastecer de alimentos os
combatentes do MPLA.
«A festa da independência foi à noite, muito
emotiva, porque estávamos numa situação de guerra», lembra, comparando a
«alegria» de «ver nascer um país» à do nascimento do filho.
Ficaram
muito poucos portugueses em Angola, os «brancos» eram raros na praça e,
portanto, assistir àquele momento teve também «um valor simbólico», porque «não
houve um ritual de passagem de um poder colonial para um poder angolano»,
recorda. «Portugal foi-se embora sem passar a soberania» e, por isso, Margarida
Paredes costuma dizer que «fechou a porta do império em África».
A
investigadora, que está a terminar uma tese de doutoramento sobre o papel das
mulheres angolanas na luta armada, confessa ter tido «alguma dificuldade» no
regresso ao país pelo qual lutou.
Margarida Paredes permaneceu em Angola até ao
início dos anos 1980 e só regressou em 2010 e 2011, para fazer trabalho de campo
para a tese. Durante um ano, trabalhou com mulheres envolvidas na luta armada
angolana, sobretudo militares e polícias, circulando «entre a elite e o
musseque», o que «não foi fácil», porque andava «entre dois mundos completamente
diferentes», conta.
«Angola construiu-se como um país extremamente
autoritário, militarista e com grandes desigualdades sociais», constata,
resumindo o atual cenário numa palavra composta: «democratura, democracia para
fora e ditadura lá dentro».
Apesar das dificuldades, a investigadora foi
«agradavelmente surpreendida pelas dinâmicas sociais» que encontrou,
«extremamente inovadoras, sobretudo nas mulheres», elogiando «a maneira como
elas respondem aos desafios da modernidade, como reconfiguram as suas vidas, nas
lutas que estão envolvidas, pela igualdade e pela emancipação».
Porém,
«num país onde o poder é autoritário, a liberdade de expressão é controlada»,
denuncia, reconhecendo que hoje os jornais já não são censurados «como o eram no
tempo do colonialismo», mas são indiretamente coartados na sua liberdade, porque
«são controlados pelos grandes grupos económicos».
Sublinhando que «uma pessoa não se sente muito
segura» em Angola, porque «nunca sabe o que lhe pode acontecer», a autora do
romance «O Tibete de África», licenciada em Estudos Africanos, recorda com
saudade os primórdios do MPLA, a «mística da revolução» e a «aspiração ao Homem
novo».
Margarida Paredes continua a reconhecer-se na
«família MPLA, como comunidade de afetos», mas admite que, se fosse angolana,
não seria militante do partido hoje em dia.
Embora o
MPLA tenha sido «uma vanguarda na luta de libertação, agora é uma vanguarda
envelhecida a navegar em águas muito turvas», compara.
Fonte:TVI24
Miss Universo usa fato de banho de um milhão de dólares
A nova Miss Universo, a venezuelana Gabriela Isler, fez a sua primeira presença oficial, em Moscovo, posando com um fato de banho no valor de um milhão de dólares.
Segundo a AFP, a jovem de 25 anos, é já o rosto de uma marca de lingerie italiana e, nessa condição, posou este domingo (10) para os fotógrafos com um fato de banho branco bordado com 900 pedras preciosas.
Entre os 200 quilates de pedras preciosas encontram-se aplicações de diamantes, esmeraldas, rubis e ainda peças em ouro.
Apesar de usar uma peça de roupa tão cara, Gabriela Isle fez questão de dizer que é uma pessoa humilde.
Segundo a AFP, a jovem de 25 anos, é já o rosto de uma marca de lingerie italiana e, nessa condição, posou este domingo (10) para os fotógrafos com um fato de banho branco bordado com 900 pedras preciosas.
Entre os 200 quilates de pedras preciosas encontram-se aplicações de diamantes, esmeraldas, rubis e ainda peças em ouro.
Apesar de usar uma peça de roupa tão cara, Gabriela Isle fez questão de dizer que é uma pessoa humilde.
Fonte:Lux Pt
sábado, 9 de novembro de 2013
Aqui à gato:Visita privada em vésperas de aniversário
Presidente angolano partiu hoje para visita privada a Barcelona
O Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, partiu hoje de manhã para Barcelona, para uma visita privada, cuja duração não foi anunciada.
Segundo a agência angolana Angop, José Eduardo dos Santos partiu para Espanha a partir da Base Aérea de Luanda, onde recebeu cumprimentos de despedida do vice-Presidente, Manuel Vicente, do presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, e do presidente do Tribunal Constitucional, Rui Ferreira.
Despediram-se ainda de José Eduardo dos Santos, que viajou acompanhado da mulher, Ana Paula, os dois ministros de Estado do executivo, os chefes da Casa Civil e da Casa de Segurança, Edeltrudes Costa e general Hélder Vieira Dias "Kopelipa", além de membros do Governo, e o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas, general Geraldo Sachipengo Nunda.
Na anterior deslocação a Barcelona, a 26 de junho deste ano, José Eduardo dos Santos ausentou-se bastante mais do que é habitual, tendo ficado fora de Angola cerca de mês e meio.
Durante a ausência do país, José Eduardo dos Santos é substituído, como prevê a Constituição, pelo vice-Presidente Manuel Vicente.
José Eduardo dos Santos, que completou 71 anos em agosto, é Presidente de Angola desde 1979, sendo em África ultrapassado em longevidade no cargo somente pelo seu homólogo da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang.
Fonte:Lusa
Kizomba de domingo
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Grandes máquinas:Lamborghini Veneno
Lamborghini Veneno
Uma das coisas mais incríveis do Lamborghini Veneno, que estreou no Salão Automóvel de Genebra, foi o facto da produção apenas englobar três exemplares do modelo. Daí que as hipóteses de um deles lhe aparecer à frente sejam muito reduzidas.
Agora a Lamborghini confirmou que irá também construir o ainda mais incrível Veneno Roadster.
Prepare-se: Se o acha assustador, espere até ver o preço do carro.
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Curiosidades:Soutien de luxo
Candice Swanepoel vai desfilar soutien mais caro de sempre
O soutien de luxo, que foi apresentado esta quarta-feira pela manequim sul-africana Candice Swanepoel,em Nova Iorque, vai ser a estrela da Victoria`s Secret no grande desfile anual da marca, que acontece este mês de novembro.Conhecida como a modelo da «barriga negativa», a sul-africana foi a escolhida para desfilar este ano o soutien com joias incrustadas que está avaliado em 10 milhões de dólares (cerca de 7,4 milhões de euros).Esta é a peça mais cara de sempre da marca, cujas extravagâncias nesta matéria até aqui tinham rondado os 1,85 milhões de euros.
Elites angolanas tentam intimidar e colonizar Portugal
Nem o «Diabo» faria um comentário tão flagrantemente faccioso como o Jornal de Angola faz com Portugal.Pratica um jornalismo miserável e mercenário, em nome do povo angolano e das elites corruptas angolanas, usando as páginas de um Jornal para julgar e condenar na praça pública de uma forma infame e rancorosa, um país como Portugal, colocando os dois povos, um contra o outro.De facto, este jornal está a tornar-se o espelho desse país corrupto e terceiro mundista, que é Angola.
Portugal devia tomar uma atitude mais radical em relação a Angola, como o corte de relações e parcerias, devolver os angolanos aprendizes que vêm para Portugal estudar, a troco de tirar uma formação/especialização, e levam anos e anos, para consegui-la.Viajam pela Europa, protegidos por protocolos.Procuram Portugal, para tratamentos de saúde, pois apesar de ser um país com riquezas, elas continuam a ser insuficientes para cuidar da saúde do povo, quiçá os fundos são desviados pelas
"as elites angolanas ignorantes e corruptas". que tentam através deste jornaleco "intimidar os portugueses e a justiça para estes deixarem de gerir com toda a
soberania e independência o seu país".Tentam com subtileza vergar os portugueses a uma colonização angolana na Europa.
Portugal devia trazer de volta, os brilhantes quadros Portugueses que neste momento, erguem Angola das cinzas.Os quadros portugueses, se vão, ou estão em Angola, é apenas pelo dinheiro, pelos euros, porque cada vez mais se vê que Angola, é um país com uma sociedade arrogante e corrupta, que lida muito mal com a crítica e com a justiça.
Portugal devia avançar para uma nacionalização de todos os activos em território português, sob acusação de " proveniência duvidosa de fundos financeiros".Fechar a "torneira de entrada na Europa" para a fraude fiscal, falsificação e branqueamento de capitais angolanos.
Não se pode continuar a ter ilusões em relação a Angola.
Angola de bom, só tem mesmo, as paisagens das belezas naturais.
Jornal de Angola : Angola «um país de corruptos, analfabetos e ladrões».
Jornal de Angola volta a criticar «elites portuguesas»
Luanda – O Jornal de Angola voltou a criticar as «elites portuguesas ignorantes e corruptas», num editorial publicado esta sexta-feira, 8 de Novembro.
No artigo, intitulado «Inadmissível», o diário ataca os políticos, juízes e jornalistas em Portugal, a quem acusa de tentarem «intimidar os angolanos para estes deixarem de gerir com toda a soberania e independência o seu país».
O jornal estatal alega que as «elites portuguesas ignorantes e corruptas continuam no registo que sempre usaram contra os angolanos», ou seja, encarando Angola como «um país de corruptos, analfabetos e ladrões».
O editorial surge depois de a Procuradoria-Geral da República de Portugal (PGR) ter esclarecido, esta quarta-feira, 6 de Novembro, que o inquérito para apurar eventuais crimes de fraude fiscal e branqueamento de capitais visava a empresa Edimo e não o vice-presidente de Angola, Manuel Vicente.
O único diário no país contesta o facto de o comunicado da PGR possuir no título o nome de Manuel Vicente, quando este «não é arguido nem suspeito».
«Se o Ministério Público em Portugal abrisse um inquérito ao vice-presidente de um país da União Europeia ou dos Estados Unidos temos a certeza de que os seus nomes não iam fazer manchete nos noticiários dos barões de droga em que se transformou a comunicação social portuguesa», assegura o Jornal de Angola.
O estatal sublinha que perante este cenário não existem condições para estabelecer uma parceria estratégica entre Angola e Portugal. «Quem tem amigos assim, o melhor é virar-lhes as costas e negociar até com o diabo ou dialogar com os inimigos. É muito difícil dialogar com um país em que parece que ninguém se entende e estão todos virados para o tornar ingovernável.»
Recorde-se que no dia 15 de Outubro, o Presidente José Eduardo dos Santos anunciou a suspensão da construção da parceria estratégica com Portugal, devido a «incompreensões ao nível da cúpula e o clima político actual».
O jornal estatal alega que as «elites portuguesas ignorantes e corruptas continuam no registo que sempre usaram contra os angolanos», ou seja, encarando Angola como «um país de corruptos, analfabetos e ladrões».
O editorial surge depois de a Procuradoria-Geral da República de Portugal (PGR) ter esclarecido, esta quarta-feira, 6 de Novembro, que o inquérito para apurar eventuais crimes de fraude fiscal e branqueamento de capitais visava a empresa Edimo e não o vice-presidente de Angola, Manuel Vicente.
O único diário no país contesta o facto de o comunicado da PGR possuir no título o nome de Manuel Vicente, quando este «não é arguido nem suspeito».
«Se o Ministério Público em Portugal abrisse um inquérito ao vice-presidente de um país da União Europeia ou dos Estados Unidos temos a certeza de que os seus nomes não iam fazer manchete nos noticiários dos barões de droga em que se transformou a comunicação social portuguesa», assegura o Jornal de Angola.
O estatal sublinha que perante este cenário não existem condições para estabelecer uma parceria estratégica entre Angola e Portugal. «Quem tem amigos assim, o melhor é virar-lhes as costas e negociar até com o diabo ou dialogar com os inimigos. É muito difícil dialogar com um país em que parece que ninguém se entende e estão todos virados para o tornar ingovernável.»
Recorde-se que no dia 15 de Outubro, o Presidente José Eduardo dos Santos anunciou a suspensão da construção da parceria estratégica com Portugal, devido a «incompreensões ao nível da cúpula e o clima político actual».
Fonte:Jornal Digital
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Angola: Jornalista Rafael Marques distinguido pela luta anti-corrupção
Luanda – O jornalista angolano Rafael Marques recebe esta sexta-feira, 8 de Novembro, em Berlim, capital da Alemanha, o «Integrity Award», prémio atribuído pela Transparency Internacional, organização que promove o combate à corrupção.
A Transparency Internacional justificou esta distinção com o trabalho desenvolvido pelo jornalista e activista na investigação e denúncia de casos de corrupção em Angola.
Rafael Marques, considerado um dos maiores críticos do Presidente José Eduardo dos Santos, tem vindo a denunciar casos de corrupção e abusos dos direitos humanos em Angola.
O activista irá partilhar o prémio com o jornalista chinês Luo Changping, distinguido pela denúncia de um caso de corrupção, que envolvia um alto funcionário do Governo chinês.
A entrega dos prémios é antecedida por uma conferência, que contará com a presença de representantes de organizações internacionais, com vista a analisar formas de combate contra a corrupção.
Rafael Marques, considerado um dos maiores críticos do Presidente José Eduardo dos Santos, tem vindo a denunciar casos de corrupção e abusos dos direitos humanos em Angola.
O activista irá partilhar o prémio com o jornalista chinês Luo Changping, distinguido pela denúncia de um caso de corrupção, que envolvia um alto funcionário do Governo chinês.
A entrega dos prémios é antecedida por uma conferência, que contará com a presença de representantes de organizações internacionais, com vista a analisar formas de combate contra a corrupção.
Fonte:Jornal Digital
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Investigação sobre a venda de 11 milhões de euros, aos enteados de Manuel Vicente
Portugal arquiva novo processo relativo a Angola
Decisão foi do procurador Rosário Teixeira e acontece pouco depois de ser conhecido o arquivamento de outro processo contra o procurador-geral de Angola, João Maria de Sousa.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) arquivou o caso relativo ao vice-presidente de Angola por fraude fiscal, branqueamento de capitais e falsificação de documentos, na passada semana.
A investigação sobre a venda por 11 milhões de euros de uma participação do Banco BIG aos enteados de Manuel Vicente foi arquivada por decisão do procurador Rosário Teixeira, segundo o “Correio da Manhã”.
A Renascença tentou contar a PGR para obter mais esclarecimentos, mas ainda não obteve resposta.
Manuel Vicente já viu arquivados dois processos que corriam contra si em Portugal.
A decisão surge pouco depois de ser conhecido o arquivamento de outro processo contra o procurador-geral de Angola, João Maria de Sousa.
O Presidente angolano anunciou a 15 de Outubro a suspensão da parceria estratégica entre Luanda e Lisboa. Alguns dias antes, em entrevista à Rádio Nacional de Angola, o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Rui Machete, tinha pedido desculpa a Luanda pelas investigações do Ministério Público português, declarações que provocaram polémica em Lisboa.
Mas as palavras de José Eduardo dos Santos também se seguem a uma série de editoriais em que o “Jornal de Angola” dizia que o poder angolano estava a ser alvo de uma campanha em Portugal.
Esta terça-feira, o Ministro da Justiça angolano anunciou o cancelamento da cimeira com Portugal prevista para Fevereiro. Rui Mangueira, contudo, frisou que a cooperação entre os dois países mantém-se.
Fonte:Rádio Renascença
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