quarta-feira, 25 de junho de 2014

Angola - Desenvolvimento

Angola - Desenvolvimento
 

quinta-feira, 19 de junho de 2014

"Jornal de Angola" compara Portugal a "amigo da onça"

O Jornal de Angola continua muito preocupado com o umbigo de Portugal, ao invés de preocupar-se com o seu próprio umbigo, e o umbigo do amigo brasileiro. Talvez, porque ambos os países sejam os tais "amigos da onça hipócritas" incapazes de resolver os seus próprios problemas internos, no que diz respeito, à segurança, à corrupção, à saúde, educação, e tantos outros problemas, tão semelhantes para o povo angolano e brasileiro.São tão iguais, que nem o Jornal de Angola, consegue encontrar diferenças para julgar e condenar as assimetrias, em artigos no seu jornal.Viajar para Angola, ou para o Brasil, é igual.Viajar para Portugal e para a Europa, é que é diferente.Uma porta aberta para a Europa tão apetecível para os angolanos e brasileiros, mais difícil de subornar, corromper, devido aos efeitos da democracia e liberdade existentes nos média pluralistas europeus, sedentos de apanhar os corruptos mafiosos em actos de suborno.
Era bom que o Jornal de Angola deixasse de ser "o maior e o verdadeiro amigo da onça do povo angolano", e se preocupasse em denunciar a escalada de violência que reina entre o povo angolano (falta de respeito e civismo), e nas próprias forças de segurança - a polícia (maiores violadores da lei a coberto de uma democracia e de um jornalismo pluralista de fachada), que fazem justiça na praça pública pelas próprias mãos.

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Um dia Angola exigirá que não tenhamos pluralismo?



Angola vai exigindo, sempre através do circunspeto e ridículo 'Jornal de Angola' mais isto e aquilo. E nós?



Ia a dizer que se diz na minha terra, mas acho que se diz em todas as terras onde se fala português, mesmo em Angola, aquela célebre frase que começa por "Quanto mais te baixas, mas se te vê..."
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/um-dia-angola-exigira-que-nao-tenhamos-pluralismo=f876167#ixzz357NC07Hz

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Os umbigos nojentos dos amigos da onça angolanos e brasileiros

Destas realidades o Jornal de Angola, não fala.Para este jornal qualquer semelhança entre os vídeos, é pura demagogia inventada pelos amigos da onça no exterior, que condenam este tipo de actos de pura violência gratuita e desrespeito pela vida humana, que acontecem em Angola e Brasil.Uma vergonha mundial.

Angola I
 

 
 
Angola II
 
 
Angola III
 



 

Brasil
 
 
 
Notícias do Amigo da onça chamado Brasil
 
Odebrecht nega irregularidades em Angola
(19-06-2014)
 

“As provas produzidas nas dezenas de reclamações trabalhistas movidas contra a Odebrecht e a Pirâmide Assistência Técnica Ltda. (formalmente, uma prestadora de serviços da Biocom) revelam que os trabalhadores envolvidos em montagens industriais eram submetidos a condições indignas de trabalho em Angola, particularmente no que se refere a instalações sanitárias, áreas de vivência, alimentação e água para beber. 
 
Povo brasileiro amigo da onça do regime brasileiro

 
 
 
 Os amigos da onça intocáveis convidados especiais da presidente Dilma
 
 


 
 
 

sábado, 10 de maio de 2014

Mensagem

 

Imagem: Marco Costa

Belezas naturais de Angola

Cuanza Sul - Bombo
 
Cuanza Sul - Mbombo Atome Chila
 
Benguela - Ganda a Chicuma
 
Benguela - Rio Cubal
 
Cuanza Sul - Úku (antiga Vila Nova de Seles)
 
Huíla - Serra da Leba

Riquezas de Angola

Riquezas de Angola : Petróleo e minérios

 
 
 Exploração de ferro na região mineira de Cassinga, no município da Jamba, na província angolana da Huíla
 
 
Prospecção e exploração de ouro na região de Mpopo, Huíla

 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Mensagem do dia

 
 

Angola:Não faças aos outros aquilo que não gostarias que te fizessem a ti

Cidadania:Civismo


 
 
 
 

Angola:Branqueamento de capitais

O mercado paralelo/informal, gera milhares de milhões de kwanzas, uma gigantesca porta aberta à fuga e ao branqueamento de capitais,  prejudicando a credibilidade da economia angolana.
 
Quase todos os angolanos de baixa e média renda, estão envolvidos neste negócio de corrupção, por conveniência.
 
Por exemplo, um candongueiro ou kupapata, é capaz de render verbas elevadas, sem pagamento de impostos, ao ponto de pressionarem as empresas de táxis legalizadas, que possuem taxímetros e viaturas confortáveis.Segundo eles, retiram-lhes a concorrência e prejudicam o negócio.Os grandes armazens, são outra fonte de fuga aos impostos, usam o mercado paralelo/informal e os angolanos de baixa e média renda, para colocarem os seus produtos à venda pelas ruas das cidades, fugindo ao pagamento de impostos, prejudicando os negócios legalizados, contribuintes activos da economia angolana, que estão constantemente a receber a visita dos fiscais das actividades económicas, procurando encontrar fragilidades, para receberem a dita gasosa suplementar, não agindo da mesma forma no mercado paralelo, partem do princípio que os infractores no mercado paralelo não possuem dinheiro para pagar a gasosa, quando a maioria deles se encontram ao serviço de grandes armazenistas nacionais e estrangeiros.Esta disparidade cria grandes desigualdades, levando muitos empresários honestos e cumpridores a desistirem de investirem em Angola com credibilidade, igualdade e justiça.
 
Não é só a familia real que enriquece devido à corrupção, o povo também beneficia, em muito, com estas fugas aos impostos.É preciso ter muita coragem para acabar com estes esquemas económicos, porque a coragem pode dar origem a uma grande revolução no povo(os governantes sabem disso), que necessita de ser educado e civilizado.Vamos a ver, se o partido maioritário, vai ou não, ter a coragem para aprovar a lei e agir na prática com o seu cumprimento, começando por eliminar os fiscais corruptos, que são a sua grande maioria.