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sábado, 11 de outubro de 2014

Luanda- Despejadas mais de 100 famílias da centralidade do Kilamba

Luanda - Mais de cem famílias acusadas de estarem a residir ilegalmente na Centralidade do Kilamba, há um ano, começaram a ser despejadas a partir de hoje, quinta-feira, pela Polícia Nacional, por ordem judicial.

 
A Angop soube de fonte policial que os agentes da corporação estão a cumprir com  um mandato do Ministério da Justiça, já que os supostos infractores foram notificados, no sentido de abandonarem os apartamentos, num período de 24 horas, a contar do dia 8 do corrente mês.

Entretanto, estão a ser desalojadas as famílias residentes nos edifícios com a letra “W”, com dez andares, onde os ocupantes são acusados ter rompido as fechaduras ou de outra forma fraudulenta, sem qualquer registo nos ficheiros computarizados da Sonangol Imobiliária e Propriedades ( Sonip), antiga responsável pela venda dos apartamentos das centralidades.

O presidente da Centralidade do Kilamba, Joaquim Israel, afirmou que a ordem de despejo é de responsabilidade do tribunal, por isso a administração não tem qualquer envolvimento na retirada destes moradores.

“A administração não foi responsável pela comercialização das casas, então este tipo de acção foi responsabilidade da Sonip.Tomamos conhecimento que esta empresa há já um tempo estava a tratar, de forma judicial, de como retirar os infractores dos imóveis e chegou o momento”, disse Joaquim Israel.

Por sua vez, o porta-voz da Sonip, Mateus Cristóvão, afirmou que está a ser reposta a legalidade, pois um número elevado de apartamentos das centralidades do Kilamba, Zango e Cacuaco foram ocupados ilegalmente na passagem para Imogestin.

Explicou que “ muitas pessoas foram impedidas de entrar nos seus apartamentos porque foram ocupados ilegalmente, naturalmente o processo demorou algum tempo e o que está a decorrer é só o resultado desta acção de reposição da legalidade”.

Alguns moradores abrangidos no processo disseram ter pago, via banco, o contrato, numa quantia de oito a 14 milhões de kwanzas.

No princípio do corrente ano, a Polícia Nacional deteve uma rede de trabalhadores da Sonip sob acusação de terem forjado contratos e facilitado a ocupação ilegal de mais de 100 apartamentos na Centralidade do Kilamba, cujos preços e modalidades implementadas não foram reveladas.

A Sonangol Imobiliária e Propriedades (Sonip) iniciou, em 2012, a venda de habitações nas centralidades do Kilamba, Cacuaco, Capari, Km 44 e Zango (Condomínio Vida Pacífica).

As vendas foram processadas em Regime de Renda Resolúvel, com capital inicial e sem capital inicial, num horizonte de 15 a 20 anos.

As habitações estiveram à disposição do público também em regime de arrendamento e de vendas a pronto pagamento.

Fonte: Angop

Ver vídeo


sexta-feira, 9 de maio de 2014

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Mensagem:Povo corrupto

Povo corrupto
 

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Angola/Luanda:Confrontos na cadeia de Luanda


 
 



Nove mortos e 22 feridos é o resultado dos confrontos entre reclusos ocorridos na terça-feira à noite na Cadeia Central de Luanda (CCL), noticiou hoje a agência Angop.

Segundo o porta-voz dos Serviços Prisionais, Menezes Cassoma, três dos 22 feridos registados na rixa encontram-se em estado grave, tendo necessitado de tratamento hospitalar.
 
Dos nove mortos, sete já foram identificados, acrescentou Menezes Cassoma.
 
A rixa começou depois de um grupo de reclusos ter ateado fogo a colchões.
 
Com capacidade para 500 reclusos, a CCL conta presentemente com mais de dois mil detidos.
 
No passado dia 30 de Outubro, uma rixa igualmente protagonizada por um grupo de detidos da CCL provocou 14 feridos, três dos quais em estado grave.
 
Fonte:Lusa / NJ

 

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

domingo, 1 de dezembro de 2013

Angola/Portugal:Negócios primeiro.Direitos humanos depois



 
 
 

Angola: O ideal dos miseráveis

 
 
 
(clicar em cima da imagem, para ampliar)
 
 
 
 


Angola/Moçambique:"Vimos logo que não havia sobreviventes. Está tudo em pedaços"


Queda de avião das Linhas Aéreas de Moçambique faz 33 mortos, entre os quais seis portugueses, um deles luso-brasileiro.Um comissário da polícia da Namíbia descreveu ao PÚBLICO o cenário que as equipas de salvamento encontraram.



Durante quase 24 horas, as famílias dos passageiros e da tripulação do voo TM 470 das Linhas Aéreas de Moçambique ficaram com as suas vidas em suspenso.Mas a brutalidade da notícia, que se ia anunciando com o passar do tempo, acabou por ser confirmada ao início da tarde deste sábado: o avião Embraer 190, que partira de Maputo na sexta-feira de manhã e que tinha como destino Luanda, despenhou-se no Parque Nacional de Bwabwata, na Namíbia.
 
Quando as equipas de resgate chegaram ao local, o desfecho era evidente: nenhum sobrevivente, 33 mortos, entre os quais seis portugueses, um deles luso-brasileiro.
O alerta foi dado ainda na sexta-feira por habitantes da região do Parque Nacional de Bwabwata, localizado numa estreita língua de terra entre Angola e o Botswana, conhecida como Faixa de Caprivi. Eram 14h (12h em Portugal continental) e a LAM já tinha perdido o contacto com o avião havia 30 minutos.
"Fomos alertados por habitantes locais que um avião tinha caído no Parque Nacional de Bwabwata. O fumo era visível em toda a área", disse ao PÚBLICO o vice-comissário da polícia da Namíbia na região de Kavango, Willy Bampton.
Custa-lhe descrever o cenário que as equipas de salvamento encontraram: "Vimos logo que não havia sobreviventes, havia corpos espalhados por todo o lado. Dá a impressão de que o avião explodiu assim que se despenhou. Há destroços espalhados por uma área superior a 500 metros, está tudo em pedaços."

O alerta foi dado às 14h, mas a chuva e a densa vegetação impediram uma chegada rápida ao local. As operações foram interrompidas com o cair da noite e só neste sábado, por volta das 10h locais, foram avistados os primeiros destroços.
O vice-comissário não sabe dizer nem conseguiu recolher nenhum testemunho sobre o que poderá ter causado a queda do avião. "Não há muita gente a habitar naquela região, poucas pessoas podem dizer o que realmente aconteceu."

Certezas só nos próximos dias, com a análise às caixas negras, recolhidas pelas equipas da Agência Nacional de Aviação Civil da Namíbia. Entretanto, as operações no terreno vão também continuar, "para remover os destroços e recolher todos os corpos", disse o responsável.

"Não estava a chover muito"
 
Nesta altura do ano, é comum chover naquela região, pelo que os voos estarão preparados para fazer frente a essas condições – o vice-comissário Willy Bampton confirma que chovia nesse dia, "mas não estava a chover muito".

Contactado pelo PÚBLICO, o vice-director da Agência Nacional de Aviação Civil da Namíbia e responsável pelos serviços meteorológicos, F. Uirab, disse que a organização vai reunir-se no domingo de manhã e recusou-se a prestar mais declarações, confirmando apenas que as caixas negras foram encontradas.

O jornal moçambicano A Verdade avança que o piloto "era um moçambicano com larga experiência aos comandos de aeronaves da LAM, com mais de 4000 horas de voo".O jornal escreve ainda que o piloto era chefe de operações e instrutor de voo e não era a primeira vez que comandava um voo entre Maputo e Luanda.Para além do piloto, os comandos do avião estavam também entregues a um co-piloto que, "apesar de jovem, tinha experiência de voo, com pelo menos 1000 horas" em aparelhos da LAM.

O A Verdade cita também um piloto moçambicano "com larga experiência", que disse ter informações sobre uma queda abrupta do aparelho. "A informação que tenho é que o avião desapareceu do radar a 5 mil pés por minuto, portanto vem a cair, não vem a descer normalmente, é uma descida quase que em queda", cita o jornal moçambicano.

O avião, um Embraer 190 de fabrico brasileiro, foi adquirido pela LAM no final de 2012.
Foi um dos mais trágicos acidentes aéreos da história da aviação moçambicana – em 1986, a queda de um Tupolev na África do Sul fez 34 mortos, entre eles o então Presidente do país, Samora Machel.

Número de portugueses com dupla nacionalidade pode subir

Neste sábado, o Governo português está ainda a contactar os familiares das vítimas, pelo que não foram avançados muitos pormenores sobre os passageiros.

Contactado pelo PÚBLICO, o secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, disse apenas que "várias" das vítimas viviam em Portugal, especificando que o cidadão luso-brasileiro era da zona de Rio Maior.
José Cesário disse ainda que as autoridades portuguesas estavam a tentar confirmar se entre os restantes passageiros havia outros cidadãos com dupla nacionalidade. Além dos cinco portugueses e do luso-brasileiro, a lista de passageiros inclui ainda dez moçambicanos, nove angolanos, um francês e um chinês.

"Estamos a ponderar a deslocação de pessoas para a Namíbia e estamos em contacto com cada família para ver o que será preciso", disse ao PÚBLICO o secretário de Estado das Comunidades.

Cavaco Silva envia condolências e Moçambique abre inquérito
Em comunicado, o Presidente da República, Cavaco Silva, enviou condolências às famílias das vítimas da queda do avião, dizendo ter recebido a notícia "com grande consternação".

"De acordo com a informação apurada até ao momento, seis cidadãos portugueses estariam a bordo. Os serviços diplomáticos e consulares nacionais têm estado em contacto com as respectivas famílias e com as autoridades dos países envolvidos, com vista a seguir todos os acontecimentos de forma muito próxima", lê-se no comunicado.

"Neste momento difícil, quero apresentar às famílias portuguesas envolvidas a expressão da minha muito sentida solidariedade", assinala o Presidente da República.
Depois de a queda do aparelho ter sido confirmada, o Governo de Moçambique anunciou a abertura de duas investigações, uma nacional e uma internacional.

"O Governo tomou de imediato medidas destinadas a fazer o acompanhamento do acidente e apurar as suas causas. Uma comissão de inquérito foi constituída e vai juntar-se à comissão internacional de inquérito a ser liderada pela Namíbia, que é o país onde ocorreu o acidente", anunciou o ministro dos Transportes e Comunicações de Moçambique, Gabriel Muthisse, no final de uma reunião extraordinária do Conselho de Ministros.
 
 
Fonte:Público.PT
 
 

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Angola:Novembro Negro

Grandes mentiras, originam grandes "tiros no pé".
 
 
 
Os governantes angolanos desmentem que o presidente José Eduardo dos Santos, esteja ausente do país por motivos de saúde, em tratamento de um câncer numa clinica em Barcelona, como anunciou a RTP(Rádio TelevisãoPortuguesa).
 
Segundo o ministro Georges Chikoti, comunicou aos jornalistas em Luanda, a ausência do presidente Eduardo dos Santos, é devido ao gozo de férias privadas.
 
No minimo é muito estranho o momento que o Srº Presidente José Eduardo dos Santos, escolheu para gozar férias no estrangeiro com a primeira dama.
 
Estranho, porque a data de partida escolhida pelo presidente, antecedeu (8 de Novembro) a data de celebração do Aniversário da Indepenência de Angola (11 de Novembro), dia histórico para a nação angolana.
 
Mais estranho se torna, a ausência do presidente, depois da revelação bombástica dos assassinatos de dois ativistas cujo o poder dizem estar envolvido nas suas mortes.Esta revelação deu origem a um pedido de manifestação por parte das vítimas, tendo sido o mesmo, negado, e consequentemente não foi acatado, provocando tumultos na cidade de Luanda, onde a força bruta empregue por parte das forças policiais especiais do poder (Guarda presidencial), deu origem à morte de mais um ativista.Com todos estes episódios, já foram silenciados três vozes contra o regime.
Grande obra, porque os culpados continuam a ser as vitimas, e não os mentores das armadilhas/jacarés - o poder.
 
O Sr ª Presidente, aproveitou também as férias no estrangeiro, para atingir a comunidade muçulmana, proibindo os actos de fé, originando uma indignação ao nível global na comunidade islâmica, colocando o povo angolano numa situação constrangedora e quiçá perigosa.
 
E ainda querem os governantes que ocupam o poder, que os lesados e indignados, fiquem calados e submissos a tanta repressão vinda da parte de quem governa e diz desejar a Paz para o país e povo angolano.Farsa e hipocrísia dos governantes.
 
Quem com ferro malha, com ferro morre.
 
Com tantos acontecimentos estranhos e polémicos a acontecer em Angola, o seu Presidente, goza férias ????
 
Só algo muito grave, que possa estar acontecer na vida particular do presidente, como por exemplo o seu estado de saúde, poderá estar a impedi-lo de suspender o "gozo de férias", para regressar imediatamente para junto do seu povo, que está a viver momentos muito dificeis de instabilidade.A não ser, que estes momentos façam parte de alguma estratégia de sucessão ao nivel interno do partido no poder.Onde tudo e todos são arrastados e usados para camuflar a verdadeira origem de tanta instabilidade.Luta pelo poder.

Este desmentido por parte dos governantes angolanos, é mais uma palhaçada sem crédito.Os actos, os momentos, e o tempo de ausência, falam por si.Mais valia continuarem a estar calados, que andarem constantemente, a dar tiros no pé.Já ninguém acredita no que os governantes angolanos falam.Estão constantemente a arranjar "makas" dentro e fora do país, e a inventar fantasmas contra os opositores.
 
 
 
 
 
 
 

Luanda:Imagens "Clube Ferroviário de Luanda"

Clube Ferroviário de Luanda
 


 
 
 
 

Angola/Portugal:Influência que empresários angolanos estão a ganhar na comunicação social portuguesa

Francisco Louçã:"Em Portugal perdoam-se dívidas se forem muito elevadas"
 
 
 
Francisco Louçã usou como exemplo a venda da participação de Joaquim Oliveira na Controlinveste ao empresário angolano António Mosquito para dizer que a banca perdoa mais facilmente quem tem dívidas elevadas.
 
Francisco Louçã alertou hoje para a influência que empresários angolanos estão a ganhar na comunicação social portuguesa, que o economista considera "um activo estratégico" do país.
"Somando as intervenções de Álvaro Sobrinho e de António Mosquito na imprensa em geral, os interesses de empresários angolanos, directamente ligados ao regime do presidente José Eduardo dos Santos, dominam hoje uma parte muito importante da imprensa escrita, da rádio e até já concorreram à privatização da RTP", disse o antigo líder do Bloco de Esquerda à margem da conferência "A austeridade cura? A austeridade mata?", na Faculdade de Direito de Lisboa.
Estas operações no sector dos media preocupam Louçã porque "a liberdade de comunicação tem que ser garantida contra a tentação de qualquer regime de submeter estes órgão à propaganda, ou às suas próprias visões que são restrictivas da liberdade de imprensa."
Louçã considera que o recente negócio da venda da participação de Joaquim Oliveira na Controlinveste (detentora do Diário de Notícias e da TSF) ao empresário angolano António Mosquito é mais um exemplo de que "em Portugal perdoam-se dívidas se forem muito elevadas."
"É surpreendente porque se trata de um empresário que pediu 300 milhões de euros emprestados, que é perdoado parcialmente na sua dívida e que a reestrutura numa conciliação de interesses com António Mosquito, o dono da Soares da Costa e com outros interesses da banca portuguesa", referiu.
 
Fonte:Jornal de Negócios 
 
 
 

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Angola:A polícia é do povo.Não é do MPLA.

Angola: Tornou-se o primeiro país do mundo a proibir o Islão e os muçulmanos

 


De acordo com vários relatórios provenientes de Angola, várias mesquitas no país foram fechadas e  em alguns casos, destruídas.
 
O jornal The Guardian relata que em 22 de novembro , a ministra da Cultura de Angola, Rosa Cruz e Silva disse que "o processo de legalização do Islã não foi aprovado pelo Ministério da Justiça e Direitos Humanos e que os locais de culto - Mesquitas, seriam encerradas até novo aviso. "
 
A ministra disse ainda, que o encerramento das Mesquitas foi decidido, com o propósito de impedir o alastramento de movimentos de " peregrinações religiosas ilegais ", que a cobro da religião, podem dar origem a movimentos e locais de concentração com origem criminosa.

Ontem 24 de novembro, o presidente angolano José Eduardo dos Santos disse que o país está a trabalhar no sentido de colocar um fim à influência islâmica em Angola uma vez por todas , enquanto o governador de Luanda, Bento Bento, disse que os muçulmanos "radicais" não são bem-vindos no país e que o governo angolano não irá legalizar as mesquitas ou outros locais de culto para os muçulmanos.
Fonte:http://guardianlv.com/2013/11/islam-banned-in-angola/

Angola: Bombas Proibidas Usadas Contra Angolanos

Como se pode ver nestas imagens, a policia lançou indiscriminadamente bombas de gás lacrimogéneo de vários helicópteros que sobrevoaram a zona dos Congoleses e o Cemitério de Santa Ana, não só contra manifestantes, mas também contra viaturas e população em geral que passavam no local.Os gases levados pelo vento espalharam-se rapidamente para áreas residenciais dos bairros adjacentes.Até os cortejos fúnebres não foram poupados, tal foi a violência e a desumanidade das forças policiais, que inviabilizaram com esta brutalidade a passagem dos préstitos fúnebres.
 
De acordo com informações de organizações internacionais credíveis, afins, as bombas usadas contra angolanos neste dia 23 de Novembro de 2013, estão proibidas internacionalmente.Assim, para além da necessidade de se fazer uma investigação internacional sobre a origem e as características destas bombas proibidas internacionalmente, o Executivo angolano não hesitou em utiliza-las contra o seu próprio povo.A história repete-se, como na Siria, na Tunisia e no Egipto.

 
Por volta das 11, do dia 23 de Novembro de 2013, a policia lançou o caos, em frente ao cemitério de Santa Ana, com bombardeamentos sistemáticos de gases lacrimogéneos que causaram feridos e desmaios de angolanos que nada tinham a ver com as manifestações.
 
 
 
Falando para a imprensa internacional, denunciando as brutalidades do regime, acompanhado de vários dirigentes da UNITA.
 
 
Helicóptero a "gasear" impiedosamente angolanos
 
Fonte:
 
 
 

domingo, 24 de novembro de 2013

Angola:MPLA, partido dos predadores e da repressão

Citação
 



“Todos nós, na minha família, nos sentimos como parte do MPLA, mas não deste MPLA autoritário” que, segundo ele, “deixou de defender os interesses dos angolanos e da nação” e passou a defender apenas “os interesses de meia-dúzia de pessoas” do partido.Por isso, diz, deixou de ser “militante activo” há dez anos.

(Salvador Freire é ex-combatente e oficial do antigo movimento de libertação na reserva)
 
 
 
 
 


sábado, 23 de novembro de 2013

Angola: Um morto e 67 detidos em madrugada de tensão em Angola

 
 
 
A polícia angolana não confirma, mas o partido da oposição Convergência Ampla de Salvação de Angola diz que um dirigente foi morto durante a madrugada e 67 pessoas estão detidas.
O líder da Convergência Ampla de Salvação de Angola (CASA-CE), diz que um dirigente foi morto e 67 pessoas continuam detidas, depois de terem estado a colar cartazes denunciando a morte de dois antigos militares.
 
Em declarações à TSF, Abel Chivukuvuku faz a denúncia e diz que ele próprio foi detido por algum tempo. Tenta agora libertar as 67 pessoas que continuam nas instalações da polícia angolana.
 
O responsável acusa os efetivos da Unidade de Guarda Presidencial (UGP) de terem morto Wilbert Ganga, dirigente da Juventude Patriótica, ala juvenil do partido, o segundo maior da oposição em Angola.
 
Abel Chivukuvuku promete não baixar os braços, mas não participa na manifestação convocada pela UNITA, para hoje.
 
Ouvido pela agência Lusa, o comando geral da polícia nacional de Angola não confirma a morte do jovem e promete fazer uma declaração mais tarde.
 
O protesto contra a repressão foi ontem à noite proibido pelo governo angolano.O ministério do Interior alega que há outra manifestação, marcada pelo MPLA, e a coincidência entre os dois protestos poderia pôr em causa a ordem e segurança públicas.
 
Apesar da proibição, a UNITA decidiu manter o protesto.O porta-voz da UNITA, Alcides Sakala, reafirma que a manifestação é pacífica e um direito do povo angolano.
 
À TSF, Alcides Sakala fala num nervoso por parte do Governo, que está a criar algum pânico entre a população.
 
Fonte:TSF


 

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Angola e Portugal: Amizade em risco ?


Estará Angola, a tentar substituir Portugal pela China nas parcerias ?
                                      

Angola/Brasil - Tudo tem um preço

Cagadas & Mijadas
 




Angola: Democracia de fachada