Quarta-feira, 30 de Abril de 2008

Embaixada de Angola na China concede cerca de 400 vistos/dia

Fonte:Angopress

LuandaA Embaixada de Angola na República da China concedeu, de um de Janeiro a 10 de Abril, cerca de 400 a 500 vistos por dia, dos 200 previstos em média, revelou hoje à Angop, em Luanda, o embaixador naquele país, João Manuel Bernardo.

De acordo com o diplomata, tal situação está a suceder devido a procura de mão-de-obra especializada e meios chineses de construção civil, por parte de empresas estatais e privadas de Angola.

Por parte das empresas estatais, disse, são mais os ministérios quem solicitam a obtenção de vistos por causa dos projectos que estão a ser financiados pelo Governo chinês, com vista a fortificar a cooperação bilateral.

Quanto ao volume de negócios entre os dois estados, João Bernardo não apresentou números mais disse que "o mesmo é muito elevado, não só a nível estatal, mas também com particulares, que já representam uma percentagem bastante considerável".

Apesar de não haver ainda rota directa que liga Angola e China, os países têm uma relação comercial muito intensa, onde as maiores aquisições são feitas nas áreas de materiais de construção civil, mobiliários, automóveis, entre outros sectores, sublinhou.

Entretanto, actualmente, o consulado nacional na China controla, além das famílias diplomáticas, cerca de 70 bolseiros, uns sob tutela do executivo angolano e outros do Governo Chinês.

O Ministério das Obras Públicas é o pelouro que mais bolseiros tem, devido ao contrato rubricado com uma empresa chinesa ligada à reabilitação de infra-estruturas e que trabalha também nas áreas de arquitectura, construção civil, urbanismo e paisagismo.

Angola e a China mantêm relações políticas e diplomáticas desde 1983 e desenvolvem cooperação bilateral nos sectores da defesa, saúde, construção civil, ciência e tecnologias, entre outros domínios.




Comentário:Mais uma vez, para não variar, os responsáveis pelos destinos de Angola, tentam "tapar o sol com a peneira" mentindo descaradamente não só, ao povo angolano como também às comunidades internacionais.Pelo volume diário de concessão (disse bem - concessão - autorização) de vistos solicitados pelos chineses, se pegarmos numa máquina de calcular, poderemos obter qualquer coisa como: 500 vistos(dia) x 22 dias úteis/mês = 11.000(onze mil vistos mensais) x 12 meses (ano) = 132.000 chineses a entrarem anualmente em Angola.É obra made in China.

Mas tem mais, segundo o diplomata um dos argumentos para justificar esta debandada chinesa para Angola, é devido à procura de mão de obra especializada e meios chineses de construção civil, por parte de empresas estatais e privadas de Angola.

Atentendo que a construção e mão de obra chinesa, internacionalmente é reconhecida como uma mão de obra de baixos custos, à partida ficamos com a "pulga atrás da orelha".Ou seja, a sua especialização é assente em bases de baixo custos.Especializam-se na construção básica das infra-estruturas e produtos, rejeitando os promenores da qualidade.É sabido e reconhecido por todos, que são os promenores da qualidade (acabamentos) que encarecem e condicionam o custo final do produto, e fazem dele um produto com garantias.

No caso particular de Angola, a situação tem outros contornos.Dizem as más línguas em sussuro, que a China está a enviar para Angola, actuais e ex-presidiários chineses camuflados de mão de obra especializada.Tão especializada como comprova a foto em anexo.

Apetece perguntar aos responsáveis angolanos, se no lugar de um chinês, não poderia estar um angolano a ocupar o seu lugar?Se atendermos às tarefas que o chinês executa, qual é o nível de especialização necessário, para limpar bermas das estradas?
Os argumentos usados por algumas cabecinhas ôcas angolanas, dão vontade de rir, tal como comprova a risada do angolano na foto.Qual será a especialização do chinês apresentado na foto? Presidiário ou engenheiro de bermas?


Tem mais, ao invés de concederem vistos para a OCUPAÇÃO CHINESA em Angola, cuja a sua especialização até poder estar a ser camuflada para outros fins, porque não concedem 500 vistos diários nas Embaixadas de Angola nos países, como Portugal, Holanda, Canadá, França, Brasil etc., aos cidadãos angolanos repatriados e foragidos do seu país durante a guerra, por motivos de asilo político ( perseguições partidárias) ou outros, que durante duas décadas e meia, andaram a tirar a sua especialização em países mais desenvolvidos que a China?

Porque razão não aproveitam esses quadros angolanos da diáspora, para ajudarem na formação e especialização do seu próprio povo ?(Sai mais barato, que um produto de baixo custo chinês, não existindo o entrave da barreira linguística para ler os livros de instruções chineses, onde ninguém percebe patavina, ficando encostados a um canto inoperacionais no meio da poeira.Dinheiro de baixo custo, deitado à rua - negócios made in China.

Porque razão, colocam entraves à concessão de obtensão de vistos de entrada aos angolanos na diáspora?

Porque razão, um chinês tem a vida mais facilitada em Angola, que um angolano no seu próprio país ou na diáspora? (Talvez devido aos acordos que os governantes assinaram pelas costas(traindo e mentindo ao povo angolano) com a China.

Ainda está fresco, na memória dos angolanos a mais recente MENTIRA e TRAIÇÃO dos governantes de Angola, com a novela do Navio das armas para o Zimbabué.

Os governantes angolanos, não concedem vistos diários e rápidos aos angolanos na diáspora, porque eles sabem, que a sua presença em Angola será uma má influência para o povo.Porque eles sabem, que a MENTIRA do navio chinês e outras, é uma FRAUDE vendida ao povo em benefício da China (mão de obra especializada em ditaduras) e do ditador Mugabe.

Governantes angolanos, aprendam a mentir ao povo com classe.A corrupção está de tal forma enraizada no vosso sangue, que já nem mentir sabem.Perderam o respeito por tudo e todos.

Se o navio chinês estava carregado com produtos destinados a Angola, porque razão os responsáveis não tinham conhecimento anteriormente desse transporte ?

Porque razão, o navio não se deslocou directamente para Angola, e teve necessidade de andar à deriva no oceano Índico, à procura de um porto sul africano ou moçambicano para atracar e descarregar produtos que também eram destinados a Angola?

O que andam a fazer os governantes responsáveis?
Será que andam a fazer turismo ou negócios da China com a venda de terrenos e propriedades expropriadas à força ao povo angolano, para no seu lugar nascerem construções de luxo, cujo o valor da venda por m2 ninguém conhece?

Por último, gostaria de perguntar, se os chineses para obterem vistos na Embaixada de Angola na China, também têm que estar sujeitos ao pagamento da famosa taxa da GASOSA?(Em Portugal mesmo pagando a taxa, demora uma eternidade, querem sempre mais e mais...o tal esquema do "ainda (não)...tens que dar mais")


Terça-feira, 29 de Abril de 2008

Partidos da Oposição reclamam para denegrir o MPLA ?

Angola: Edifício da polícia vai ser evacuado em Luanda devido a risco de derrocada

Luanda(Lusa) - O edifício onde funciona a Direcção Nacional de Transportes da Polícia Nacional, no nº 265 da Avenida Dos Combatentes, em Luanda, vai ser evacuado de urgência, anunciou hoje o vice-ministro das Obras Públicas, Joanes André.
A evacuação do edifício está a ser preparada com reuniões entre a comissão de avaliação dos edifícios de Luanda, criada pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, e os moradores, para que a sua saída possa acontecer no mais curto espaço de tempo.


Joanes André adiantou hoje aos jornalistas no local, durante uma verificação de técnicos da comissão de avaliação, que os moradores estão "sensíveis" às razões que impõem a evacuação do edifício, com ênfase para as fissuras que este apresenta.
Também alvo de evacuação, embora sem prazos estipulados, está o edifício conhecido por "Angola Telecom" por ali terem funcionado escritórios desta empresa, junto ao Largo das Heroínas, também devido ao adiantado estado de degradação.

O Edifício da "Angola Telecom" está há vários anos para ser evacuado mas as negociações entre o Ministério da Defesa, a quem pertence o imóvel, e os moradores, oficiais das Forças Armadas de Angola na sua maioria, não foram concluídas com sucesso.


Comentário:Fujam!!! Em Luanda está tudo na eminência de cair.Os responsáveis/ culpados destas quedas, são os malditos dos portugueses, pela má conservação e utilização dos edíficios.Os malditos dos portugueses, colocaram armadilhas nos edíficios com uma grande inclinação, para atiçar a mais pequena chama de conflitualidade em Angola.Os malditos dos colonos tugas colocaram bombas nos edíficios com o intuito de destruição do clima de confiança e de concórdia nacional que renasce.À velha moda da guerra-fria, entre os angolanos vladmiros ébrios do MPLA na troca de mimos com os malditos colonos/retornados portugueses e os angolanos da diáspora


Aviso: Aos interessados em comprar terrenos nas zonas nobres da cidade de Luanda

Vendo os terrenos dos edíficios da Polícia e da Angola Telecom, na ordem dos milhões de euros.Optimos para a construção de UNIDADES HOTELEIRAS.
Negócio e sucesso garantido.


Marido de Isabel dos Santos na administração da Amorim Energia

Fonte: Jornal Público( jornal português de informações bombistas angolanas)

Empresário congolês tem assento num dos maiores accionistas da Galp Energia

(clicar na imagem para ampliar)

Sindika Dokolo, de 35 anos, e casado com Isabel dos Santos, filha do Presidente de Angola, é um dos nove membros do conselho de administração da Amorim Energia, "holding" sedeada na Holanda e que controla um terço do capital da petrolífera Galp Energia.

Nascido na República Democrática do Congo e filho de um dos milionários deste país, Sindika Dokolo ocupa o cargo na Amorim Energia ao lado de representantes de grandes accionistas, como a angolana Sonangol, Caixa Galicia e o próprio Américo Amorim.

Contactado pelo PÚBLICO, no sentido de saber se a presença de Sindika Dokolo reflecte, ou não, uma participação accionista sua ou de Isabel dos Santos (sócia de Américo Amorim em outros negócios), o departamento de comunicação do empresário confirmou apenas que este é "administrador da Amorim Energia desde o início do investimento", no ano de 2006.

Além de Américo Amorim, e de Sindika Dokolo, têm assento no conselho de administração da Amorim Energia nomes como o de Mateus de Brito, vice-presidente da petrolífera estatal angolana Sonangol, José Alvarez Sanchez, responsável legal da Caixa Galicia, José Neto, presidente da Investimentos Ibéricos, e Carlos Gomes da Silva, actual administrador não executivo da Galp (e ex-responsável da Unicer), indicado pelo empresário nortenho. Todos estes nomes reflectem os interesses económicos e financeiros ligados à holding Amorim Energia através de várias empresas (ver infografia nestas páginas).

Entre as sociedades envolvidas, a que tem menor participação é a Oil Investments, com cinco por cento, detida, segundo o departamento de comunicação do empresário nortenho, a 100 por cento pelo grupo Américo Amorim. A Oil Investments, sedeada também na Holanda, tem uma ligação em pequena escala com a Galp Energia, ao contrário do que sucede com a Sonangol. Esta, por via indirecta, detém cerca de 15 por cento da petrolífera portuguesa (onde o Estado ainda controla oito por cento do capital). Outro accionista de relevo, como é o caso da Caixa Galicia, não passa dos 4,5 por cento.

A nomeação de Sindika Dokolo para o conselho de administração da Amorim Energia ocorreu em Abril de 2006, ano em que se intensificaram os negócios entre Américo Amorim e Isabel dos Santos. No final desse ano, os dois entraram no capital da Nova Cimangola, através da empresa Ciminvest e em substituição da Cimpor, que saiu deste mercado em ruptura com as autoridades locais.

No capital da cimenteira angolana está, além do Estado, o Banco Africano de Investimentos (BAI), onde a Sonangol é accionista de referência. O presidente da petrolífera estatal angolana, Manuel Vicente, além de administrador não executivo da Galp Energia (ver texto ao lado), é também um dos gestores ligados à Unitel, empresa de telecomunicações angolana onde a PT tem uma participação, tal como Isabel dos Santos.

Estes negócios acabam por beneficiar também o empresário Sindika Dokolo, com quem Isabel dos Santos se casou há cerca de cinco anos. Conhecido pela sua colecção de arte africana contemporânea, herdou os negócios do pai, Sanu Dokolo, fundador do Banco de Kinshasa, e que esteve no centro de um alegado desfalque nos anos 1980. Encontrando-se a residir em Luanda, Sindika Dokolo, além de investimentos no Congo, tem vários negócios neste país, como a Amigotel, empresa retalhista de telecomunicações com relações comerciais com a Unitel.

Relações na banca

Mais conhecida publicamente é a relação de parceria entre a filha do presidente angolano Isabel dos Santos e o empresário português Américo Amorim no sector da banca. Ambos têm 25 por cento do Banco Internacional de Crédito (BIC), estando o restante nas mãos de vários accionistas, como Fernando Teles (presidente, com 20 por cento), José Vaz (dez por cento), Luís Santos (cinco por cento), Manuel Fernandes (cinco por cento) e Sebastião Lavrador, ex-governador do Banco Nacional de Angola (cinco por cento).

A instituição financeira, criada em 2005, tornou-se rapidamente na segunda maior empresa deste sector em Angola (após o Banco Fomento de Angola, do português BPI). Em Maio do ano passado tinha já 67 balcões comerciais. No próximo mês, o Banco Internacional de Crédito deverá iniciar formalmente as suas operações em Portugal, onde é representado pelo ex-ministro Luís Mira Amaral, com a estratégia de captar os fluxos financeiros entre os dois países.





Comentário: Apetece perguntar ao Director do Jornal de Angola, porque razão, não agarra com unhas e dentes o teclado do seu computador e escreve sobre estes assuntos, malhando forte e feio neste tipo de pessoas e negócios obscuros.Informando o povo angolano, sobre o perfil do carácter dos herdeiros do Presidente da Nação e do MPLA.Ao invés de preocupar-se demasiado com o que a oposição e a imprensa privada fazem ou escrevem com legitimidade para DENEGRIR o MPLA , o Presidente da Nação e sua respectiva familia.



Este assunto é muito interessante, são todos detentores de fortunas incalculáveis, conseguidas sobre o sangue derramado de muitas crianças, jovens, mulheres, homens e idosos angolanos, numa guerra cujo o objectivo principal, era saber qual dos flamigerantes envolvidos, tinha mais poder para alcançar as riquezas de Angola, e com elas alcançar fortunas que lhes permitissem controlar tudo e todos que os rodeiam - ditadura.Empobrecendo e massacrando o povo, que prefere optar por ser masoquista, ao ponto de conscientemente ter conhecimento destes assaltos, mas que prefere ser inconscientemente e cego, pois está cansado e enfraquecido fisicamente e psicológicamente.Povo, que se deita todas as noites na esteira, com a esperança e fé, que os seus malfeitores e opressores(ditadores), mudem.Deixem de roubar, e que pelo menos as migalhas que são destinadas aos animais de estimação dos detentores do poder, sobrem para ele.

O cansaço e o desgaste sofrido pelo povo durante uma guerra longa, foi o maior trauma e simultâneamente o maior trunfo, usado pelos detentores do poder e partidários do MPLA para anestesiar os angolanos.




Sob o efeito dessa anestesia, eles vão continuar a comer tudo.Não vão deixar nada.Nem os ossos para os animais...

Eles e os parceiros de negócios vão engordar cada vez mais, enquanto o povo desfilha também cada vez mais...






Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

MPLA QUER ALTERAR LEI ELEITORAL, OPOSIÇÃO TORCE O NARIZ

Fonte:VOA

O MPLA pretende introduzir alterações à Lei Eleitoral, alargando para quinze dias o prazo de divulgação dos resultados nacionais das eleições.

A actual norma prevê que os resultados nacionais devem ser divulgados em dez dias, contados a partir do dia do encerramento da votação, enquanto que os resultados do apuramento provincial devem ser anunciados em sete dias.






Comentário: Está-se mesmo a ver, qual é a intenção do MPLA na alteração à Lei Eleitoral.Mais tempo para " cozinhar na cozinha do palácio da família real dos Santos, os resultados eleitorais.Distribuição ao nível partidário, do maior número de assentos parlamentares para os deputados do MPLA, mais tachos e boa vida recheada de luxos à custa de não fazerem nada.Externamente, convocam e reunem na cozinha à volta de um luxuoso e requintado repasto, as chancelarias e comunidades internacionais, com o objectivo de mandatar o "reconhecimento imediato dos resultados" por parte dos seus representantes.Com este esquema bem montado aos olhos do mundo, o acto eleitoral (mesmo que fraudulento) é considerado Justo e democrático por todos os organismos e observadores.O que está em jogo, nas eleições em Angola, são os tachos para o MPLA e a segurança dos biliões de todos aqueles que investiram e apostaram em projectos e negócios.O papel do povo, nas eleições remete-se à venda do seu voto ao político corrupto que pagar mais por ele (voto) .O povo neste negócio é considerado " vendedor mercenário " oriundo e educado na boa escola da corrupção angolana.

A oposição quanto muito(?) continuará com os mesmos lugares com assento parlamentar. Uma vez que, as verbas que a oposição vai dispôr para comprar votos, vai ser muito reduzida e limitada, comparativamente com as verbas do MPLA que mairiotáriamente são oriundas das fabulosas receitas do estado.Se proventura a oposição começar a espirrar mais do que devia, arranjam um esquema e metem-nos na cadeia, onde todos os dias vão ter que perfilar completamente nús perante os cipaios ao serviço do MPLA.

Acontecimentos caricatos semelhantes a este " MPLA EM CAMPANHA, OPOSIÇÃO NA CADEIA" em que as vítimas lesadas defendem-se com "Vamos levar o nosso protesto publicamente, mostrar à opinião pública nacional e internacional que estamos a ir às eleições, o MPLA está em campanha e a oposição a ir para a cadeia.»


Muitos começam a questionar sobre as intenções (camufladas) à mudança da Lei Eleitoral, tais como: " Porque razão há de se ficar 15 dias com os resultados na mão? Só pode ser para criar um ambiente de instabilidade. Angola está a querer fazer o mesmo que fez Mugabe».

Pergunta da Semana

(clicar na foto para ampliar)

Quantos angolanos sairam à rua para protestar contra a decisão do ditador José Eduardo dos Santos, por permitir o descarregamento do armamento bélico em território angolano, destinado ao massacre do ditador Mugabe contra o povo zimbabuano ?


Domingo, 27 de Abril de 2008

Professor exige reflexão sobre o futuro da dança em Angola

Fonte:angolapress

(Fotos - Alunos do núcleo de dança de uma escola portuguesa)

Luanda - O professor de dança e coreógrafo angolano Domingos Nguizani frisou hoje, sábado, em Luanda, que o actual estado de letargia da dança no país exige dos seus fazedores maior reflexão, por forma a se encontrar os melhores caminhos para contornar a situação e garantir a evolução e projecção necessária a esta manifestação artística.

Convidado pela Angop para tecer algumas considerações sobre o actual estado da dança no país, numa altura em que se assinala o Dia Mundial da Dança, Domingos Nguizani faz questão de realçar que o declínio do sector tem muito haver com o facto dos grupos estarem confinados a praticarem em espaços impróprios, bem como a não apresentação regular de inovações.

“Há um declínio quase geral, porque a dança praticada actualmente está a ser feita de forma parcial. Não temos mais aquelas iniciativas de organizar maratonas de dança, os grupos, agora, esperam apenas por convites para apresentarem-se ao público e o fazem sem novidades”, realçou.

Aponta ainda o facto de os grupos estarem a treinar e a praticar em salas impróprias, onde não existem condições para tal. “É necessário que se veja a situação das salas, porque senão corremos o risco de, em poucos anos, assistirmos ao desaparecimento de muitos grupos de dança no país”, avisa Domingos Nguizani.

Os grupos não têm apoios, prossegue o docente, reconhecendo ser um factor condicionante ao exercício das suas actividades que impossibilita, assim, a maior evolução, projecção e divulgação das danças em Angola.

“Não pode haver continuação ou desenvolvimento sem que haja salas de exibição, sem que se dê maior atenção à dança e aos seus fazedores, por forma a que se mude a actual imagem de pobreza. Há que se apostar mais na dança, hoje vemos a música em franca evolução e afirmação, um facto que só ocorre porque as pessoas apostam e dão valor aos agentes desta modalidade artística”, frisou.

Avança que grupos como Yaka, Ballet Tradicional Kilandukilo, grupo Oásis e outros existentes no país só têm problemas porque nada se tem feito para ajuda-los a melhorar o seu trabalho. “Não estou só a falar de dinheiro, mas também de espaços de exibição que não existem, principalmente em Luanda”, diz.

O quadro, de acordo com o interlocutor, pode começar a mudar se, o Estado, através dos Ministérios da Educação e da Cultura associarem-se e incentivarem o surgimento de grupos de dança nas instituições escolares de ensino de base, incutindo às crianças o gosto pela dança.

“Se, se começar a realizar regularmente festivais de dança inter-escolares, mostrando as crianças a importância da dança na afirmação de um povo, de uma sociedade, vamos, de certeza, dar passos firmes a um futuro seguro, para o bem da cultura angolana”, assegurou.

Para ele, o futuro da dança em Angola pelas escolas, no seu entender, constitui o maior viveiro da cultura e afirmação da identidade nacional.




Comentário: Subscrevo muitas das preocupações do professor, assim como reforço substancialmente que :


- Os Ministérios da Educação e da Cultura associarem-se e incentivarem o surgimento de grupos de dança nas instituições escolares de ensino de base, incutindo às crianças o gosto pela dança.

- “Se, se começar a realizar regularmente festivais de dança inter-escolares, mostrando as crianças a importância da dança na afirmação de um povo, de uma sociedade, vamos, de certeza, dar passos firmes a um futuro seguro, para o bem da cultura angolana”,


Se estas duas componentes conseguirem interligar-se, Sr. Professor pode garantir não só o sucesso como o desenvolvimento da dança a todos os níveis.

Para reforçar essa garantia, vou revelar-lhe um pequeno acontecimento, ao nível da dança no ensino oficial português.

Ao nível das actividades extra-curriculares o sistema de ensino português, não contemplava incluídas no Desporto Escolar nos anos 90 a modalidade de "dança".

Confrontada com esta situação, devido ao perfil maioritáriamente africano dos alunos em certas escolas do ensino português, criei vários núcleos de danças africanas de acordo com os escalões etários.A adesão por parte dos alunos foi de tal forma significativa, que foi necessário fazer uma triagem, pois as escolas não estavam preparadas ao nível de instalações (espaço disponível) para aceitar todas as inscrições.Posteriormente havia a necessidade dos jovens mostrarem públicamente as suas potencialidades, porque não, ao nível da competição.

Mas como a dança não fazia parte do quadro competitivo do desporto escolar, que contempla as actividades extra-curriculares, era um obstáculo para ultrapassar.Era um obstáculo que não era impossível se ambas as partes se associam-se, abrindo excepções.O objectivo foi conseguido, não ao nível da competição, porque não existiam núcleos de dança ao nível regional e nacional de forma a existir um quadro competitivo.Assim a alternativa baseava-se, em demonstrações incluídas no quadro competitivo das actividades viradas para a ginástica.


O sucesso foi de tal ordem, que os grupos não tinham mãos a medir relativamente aos convites para representação e demonstração.A partir desta pequena associação, a dança desenvolveu-se a todos os níveis, quer das actividades extra curriculares no âmbito do desporto escolar ( integração no quadro competitivo), quer fora da comunidade escolar, com a proliferação de escolas de danças africanas.

O quadro competitivo do desporto escolar, actualmente ao nível da dança, é dos mais extensos a seguir às modalidades rainhas, como o futebol e Basquetebol.

Caro professor, num país sem tradição para as danças africanas, foi possível ao nível do ensino divulgá-la e implementá-la, aproveitando exclusivamente as potencialidades dos alunos africanos e respectivas culturas, estou de acordo consigo, que os responsáveis pelos Ministérios da Educação, Desporto e Cultura de Angola têm a obrigação e o dever de apoiar as suas preocupações.

A cultura é uma das riquezas para a identidade de um povo, que deve ser acarinhada e preservada a todos os níveis.

Caro professor não desista da sua luta.

Medo acentua-se após confirmação da derrota de Mugabe

O clima de medo no Zimbabué acentuou-se depois de a Comissão Eleitoral ter confirmado a derrota de Mugabe no Parlamento, contou à TSF o emigrante Carlos Inês, adiantando que o executivo vai tentar tudo, com ou sem recurso à força, para se manter no poder.

O clima de medo no Zimbabué acentuou-se depois de a Comissão Eleitoral ter confirmado a derrota de Robert Mugabe no Parlamento, contou à TSF, Carlos Inês, emigrante no país há mais de 20 anos.
«As pessoas já têm receio de sair, com medo que de repente haja um explosão» ou que sejam apanhados «no meio de dois fogos», disse, frisando que o medo piorou, «sem dúvida alguma», nas últimas semanas.

Carlos Inês adiantou que teme um aumento da violência no Zimbabué, especialmente depois da confirmação da derrota de Mugabe nas eleições presidenciais, que deverá ser anunciada segunda-feira pela Comissão Eleitoral.

«A violência e a intimidação já existem, mas pensa-se que vão ser muito piores», disse o português, acrescentando que a saída de Robert Mubage da presidência será «para o bem do povo e do país».

Carlos Inês explicou que «é muito difícil» para um executivo que está há 28 anos no poder «aceitar a derrota», por consequente «vão tentar tudo, legal ou ilegal, à força e sem força, para se manterem no poder».

Entretanto, a derrota histórica do partido de Robert Mugabe, foi, este sábado, confirmada pela Comissão Eleitoral do Zimbabué, que espera terminar até segunda-feira a contagem dos votos das presidenciais de 29 de Março.

A 2 de Abril, a Comissão Eleitoral anunciou a obtenção de 109 mandatos parlamentares pela oposição, o Movimento para a Mudança Democrática, contra 97 para a União Nacional Africana do Zimbabué-Frente Patriótica (Zanu-PF).

No entanto, invocando irregularidades, a Comissão Eleitoral ordenou uma recontagem dos votos em 23 dos 210 círculos eleitorais do país.

A nova contagem terminou em 18 círculos eleitorais, indicou este sábado o presidente da Comissão Eleitoral, George Chiweshe, acrescentando que não há «qualquer grande mudança».

Mesmo que o partido de Mugabe obtenha os cinco últimos assentos parlamentares, já não está em condições de recuperar a maioria que detinha na Câmara dos Deputados desde a independência da ex-Rodésia do Sul britânica, em 1980.

Entretanto, o advogado do Movimento para a Mudança Democrática, vencedor confirmado das eleições parlamentares, informou a agência AFP que pelo menos duzentos militantes do partido foram detidos desde sexta-feira.

Alec Muchadehama adiantou que os detidos não tiveram ainda direito a um advogado e, por isso, vai recorrer à justiça num processo com carácter de urgência para que eles possam receber assistência legal e tratamento médico.



Comentário:O velho ditador é LOUCO.E dos loucos todos têm medo.À excepção da China vendedor das armas "provocadoras do medo e da intimidação" e do ditador Angolano Dos Santos parceiro oficial na CHACINA DO POVO DO ZIMBABUÉ.

Nenhum dos três ditadores, tem remorsos ou inclusive ainda se acha no direito de apergoar, que tudo que estão a tramar " é para estabelecer e repôr a democracia", no que diz respeito às liberdades individuais do DITADOR.

Com este clima de terror, os ditadores na próxima volta eleitoral, conseguirão manter o " poder " e alegar através de discursos idênticos ao " a palavra do director " escritos pelo jornal Oficial de Angola - Jornal de Angola, em que a cabecinha pensadora de um tal de José Ribeiro, não se coibe de lançar pedras para os telhados da OPOSIÇÃO, mais concretamente da Unita.

Esqueceu-se (deve ter tido lapsos de memória) de escrever sobre as interferências e influências externas negativas do PRESIDENTE do partido que representa (MPLA) e simultâneamente Presidente de uma NAÇÃO, humilhando internamente e externamente um PAÍS, um POVO devido à fragilidade que se encontra esse povo (estado caótico de pobreza física e psíquica), porque acha que é simplesmente normal um presidente ditador (sem consultar as bases) descrebilizar o seu próprio país na imprensa INTERNACIONAL - uma imprensa com grande inclinação para atiçar fogos de conflitualidade em Angola - à excepção do Jornal de Angola (jornal oficial do governo angolano e do MPLA), que não lançam "bombas destruidoras" sobre o clima de confiança e de concórdia nacional quando o Presidente Ditador do seu país, abre o " CÚ " à China na fomentação de um massacre sobre o povo zimbabueno, interverindo directamente na concórdia e na confiança do povo angolano.

Ao consultarmos o Jornal de Angola on line, poderão constatar, que o referido jornal, não faz referência em momento algum, sobre a RECENTE HUMILHAÇÃO DO PRESIDENTE DA NAÇÃO (José Eduardo dos Santos) AO SEU POVO INTERNACIONALMENTE.

Que raio de informação (imprensa) é esta, que só sabe atirar pedras ao telhado da oposição, num manifesto serviço de submissão ao poder e ao MPLA.

NINGUÉM É CAPAZ DE DIZER AO DIRECTOR DESTE JORNAL, QUE A VERDADEIRA LIBERDADE E DEMOCRACIA DA IMPRENSA É FEITA NA BASE DA ISENÇÃO PARTIDÁRIA, E QUE SE ASSIM NÃO FÔR A INFORMAÇÃO EXPRESSA É MANIPULADA, FALSEADA, PELOS INTERESSES PARTIDÁRIOS, E QUE JAMAIS REPRESENTARÃO A VISÃO DE UM POVO E DE UMA NAÇÃO

QUEM CONDUZIR EM SENTIDO CONTRÁRIO À OPINIÃO DO JORNAL DE ANGOLA E DO SEU DIRECTOR, EXTERNAMENTE (INTERNACIONALMENTE) TEM MAIS CREDIBILIDADE.

Ninguém é capaz de dizer a este director do Jornal de Angola, que a oposição, nomeadamente a Unita, ao transpôr as fronteiras de Angola, começa a revelar maior credibilidade e maturidade, para assentar a base da democracia em Angola.Começa a revelar maior confiança para a concórdia nacional. Começa a criar um clima de medo ao MPLA, ao Jornal de Angola e ao presidente da nação.

Ninguém é capaz de dizer a este director, que ao invés de se preocupar com a imagem da Unita no exterior, deveria preocupar-se com os actos de TRAIÇÃO DO PRESIDENTE DA NAÇÃO PARA COM O SEU POVO E PAÍS, DESCREBILIZANDO E HUMILHANDO-O.Contribuindo para a discórdia nacional.

Ninguém é capaz, mas eu sou, de dizer a este directorzeco, que ele só tem moralidade para falar da oposição, quando tiver a coragem (tomates) para pegar no seu lápis vermelho (da censura)e usar a sua palavra, para falar (escrever) sobre a TRAIÇÃO DO MPLA E DO PRESIDENTE AO POVO ANGOLANO E FOMENTAR MORALMENTE O MASSACRE DO POVO DO ZIMBABUÉ.


Leia-se o que escreve este director corrupto no seu jornal online, quando a notícia "bomba" é a Traiçao do Presidente ao Povo angolano.O director continua preocupado com a Unita, e compreende-se.É que, quem lhe paga os luxos, está desesperado.Mentiu ao povo, sobre a venda de Angola à China


Influências externas negativas


Conhecendo o impacto negativo que têm sobre a situação angolana as interferências externas, sendo de todos conhecida a fragilidade que representa esta paz ainda muito recente, é surpreendente que alguém procure minimizar e ache absolutamente normal o facto de o líder de um partido político nacional ir descredibilizar o seu próprio país na imprensa portuguesa – uma imprensa com grande inclinação para atiçar a mais pequena chama de conflitualidade em Angola –; que vá para o estrangeiro lançar acusações que vertem para o palco político nacional como bombas que destroem o clima de confiança e de concórdia nacional que renasce. À velha moda da guerra-fria quando o palco da troca de mimos era precisamente a imprensa portuguesa. Isto para não referir que esse ou qualquer outro dirigente político angolano tem o dever de preservar o que de mais sagrado foi conseguido pela comunidade nacional.

Sábado, 26 de Abril de 2008

Zimbabué: Angola autoriza atracagem de polémico navio chinês com armas

(clicar na imagem para ampliar)

Luanda (Lusa) - O governo angolano autorizou hoje o navio chinês que transporta armas para o Zimbabué a atracar no porto de Luanda para descarregar apenas parte da carga que era destinada a este país, noticiou hoje a agência de notícias estatal, Angop.

O An Yue Jiang, navio da companhia China Ocean Shipping Company, que já tinha sido impedido de atracar na África do Sul e em Moçambique, viu agora permitido o acesso ao porto de Luanda.

No entanto, segundo a nota do governo divulgada pela Angop, o governo garante que o armamento que o navio transporta com destino a Harare não vai ser descarregado.
A carga do navio inclui, para além de outro material para Angola, até aqui desconhecido, três milhões de munições para as espingardas automáticas AK-47, 1.500 RPG (morteiros com auto-propulsão) e mais de três mil granadas de morteiro.


A chegada ao porto de Luanda, cuja hora e dia não são avançados pela nota do governo, acontece depois de o porta-voz do governo de Pequim ter anunciado, na quinta-feira, que o navio estava de regresso à China.

O polémico navio, o An Yue Jiang, vai atracar em Luanda apesar de o Conselho de Coordenação dos Direitos Humanos (CCDH) de Angola ter avançado na quarta-feira com uma providência cautelar junto do Tribunal Marítimo de Luanda para impedir que armamento chinês destinado ao Zimbabué seja descarregado em portos angolanos.

Em declarações à Lusa, o presidente do CCDH, David Mendes, referiu que a iniciativa tem como pressuposto haver "uma forte possibilidade" de o armamento servir como "instrumento de repressão" das autoridades de Harare contra a oposição, que exige a divulgação dos resultados eleitorais de 29 de Março.

A China confirmou a venda do armamento ao governo do Zimbabué, mas afirma que a transacção foi feita em 2007 e que a entrega nesta altura não está relacionada com a crise política que se vive naquele país africano.

A actual crise no Zimbabué decorre da recusa do governo do presidente Robert Mugabe em divulgar os resultados das eleições presidenciais de 29 de Março, que a oposição afirma serem desfavoráveis ao chefe de Estado.

Nas declarações à Lusa, David Mendes referiu igualmente que outro pressuposto da providência cautelar interposta pelo CCDH é que Angola integra a Convenção das Nações Unidas para os Direitos Humanos e subscreveu a Carta Africana para os Direitos dos Povos.

O advogado e presidente da Associação Mãos Livres, organização que se dedica à defesa legal de pessoas fragilizadas perante a Justiça angolana, sublinhou ainda que Luanda preside actualmente à Comissão para a Paz e Segurança da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC, de que fazem parte também o Zimbabué e Moçambique).

"Estas condições impõem responsabilidade acrescida ao país quando se trata de agir correctamente face a uma possibilidade real de poder ter um papel decisivo na facilitação da repressão por razões políticas", especialmente num país com que partilha uma organização geográfica, frisou.

A anunciada chegada da embarcação a Luanda acontece no dia em que o Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos, recebeu um enviado especial do presidente Zimbabueano, Robert Mugabe, e sub-secretária de Estado norte-americana, Jendayi Frazer, que entregou ao Chefe de Estado angolano uma mensagem do seu homólogo George W. Bush.

A enviada de Washington tinha como um dos pontos da sua agenda convencer os lideres da África do Sul e Angola de não permitirem a descarga do navio chinês com armas para Harare.




Comentário: Eu como MERCENÁRIA aos olhos dos JUDAS DO MPLA e do DITADOR José Eduardo dos Santos, já desconfiava que o navio carregado EXCLUSIVAMENTE DE ARMAMENTO, jamais iria regressar à CHINA.

Qualquer angolano com dois palmos de testa, sabe bem que o Ditador que diz governar os destinos do seu país, é um FALSO, é um JUDAS, é um ALDRABÃO, é um dos MAIORES CORRUPTOS DO MUNDO, é um dos MAIORES DITADORES DO MUNDO, é um VENDIDO, é um dos MAIORES VIOLADORES DOS DIREITOS HUMANOS DAS SUAS CRIANÇAS.

A China vendeu biliões de PRODUTOS BARATOS A ANGOLA, em troca da SUBMISSÃO DO DITADOR E DO POVO ANGOLANO ÀS SUAS IMPOSIÇÕES.

O ditador angolano, vendeu angola e os angolanos ao ditador comunista da China, humilhando e desrespeitando o MAIOR SÍMBOLO DE UMA NAÇÃO - O POVO.

J.E, um conselho, não necessitas de mentir mais aos angolanos e ao mundo.Já todos sabem, que o navio está exclusivamente carregado de armas e que as mesmas vão ser DESCARREGADAS CAMUFLADAS, longe da vista DOS OPOSITORES.

J.E, o povo angolano só é ignorante se quizer sê-lo.

J.E, fala a verdade ao povo angolano.Diz ao povo, que o destino do armamento, não é o Zimbabué.

J.E, diz ao povo angolano, que o destino do armamento é para TUA DEFESA.

J.E, encontra-se à venda no Roque Santeiro um CD pirata cujo o autor, agride-te verbalmente assim como à tua família.Inicialmente não concordava com essa agressão.Actualmente, mudei de opinião.Inclusive os nomes que o autor da mensagem te chama, são uma gota de água no oceano da agressão verbal.Se fosse comigo, perdia a postura e chamava-te fillho de um ca ... Demite-te, deixa Angola e os angolanos em paz, e vai pastar com a tua famíllia real para São Tomé, onde também tentas fomentar a divisão, ou vai para a China e dedica-te ao tráfico de drogas, diamantes e corrupção com a tua corja do MPLA.

Onde andam os VERDADEIROS ANGOLANOS?

Onde anda O POVO ANGOLANO, que prefere ser humilhado por este ditador, que violou as crianças, as mulheres, os homens com sofrimento, doenças, amputações, extrema pobreza, fome, corrupção, gatunagem.

Votem nele, caso contrário a CHINA fomenta e alimenta a guerra com o armamento que ele comprou em troca dos biliões dos produtos de baixo custo.

Angolanos, ao olhos do Ditador J.E e da China, o povo angolano é um produto de baixo custo desprezível e de curta duração.Carne para calhão.A China tem necessidade de vender o seu armamento.Uma das suas fontes de receita.

Angolanos, a super potência - China, não é o colono Tuga.A super potência China, já está a montar a sua defesa aos biliões que entregou ao vosso ditador J.E

Angolanos, os ricos ganham fortunas, à custa dos pobres e da sua pobreza.

Angolanos, cuidado com a entrega das armas.O feitiço pode estar prestes a virar-se contra o feiticeiro.As armas, são a única garantia da vossa independência (pela qual lutaram ), contra esta corja de ditadores e negociadores corruptos.Eles estão a desamar-vos, para puderem massacrar-vos.A arma do voto, vai ser uma FARSA.Um espectáculo de circo made in China, idêntico ao Zimbabu e Quénia.

Angolanos, já perguntaram ao ditador e ao partido que ele governa, porque razão os angolanos na diáspora não podem votar?( o argumento que não há condições é uma treta.O consulado de Angola em Portugal, está instalado num edíficio de alto nível, com vários pisos.Vocês acham, que não há condições?Venham cá ver para crer)

Não há condições, porque os mercenários na diáspora, representam um perigo para o J.E e seu MPLA.Novas mentalidades.Verdadeiros sabores a democracias.

Os mercenários da oposição que se cuidem.... o fantasma do 27 de Maio pode estar prestes a "acordar".Pode estar prestes a renascer das cinzas...

Peço desculpas aos frequentadores deste espaço, pela linguagem empregue.Tentem compreender, esta notícia para mim, pode ser considerada como uma grade de wisky made in China de baixo custo.Tão baixo, que o efeito da bezana em mim, obrigou-me a baixar também o custo das palavras.

Sexta-feira, 25 de Abril de 2008

CRIMINALIDADE EM ANGOLA - Luanda


- NOVA ONDA DE ASSALTOS EM LUANDA (o apostolado)

Uma nova onda de assaltos assola a capital do país, Luanda, nas duas últimas semanas

Desta vez o alvo preferencial são os automobilistas que circulam nas artérias engarrafadas da capital. Com o trânsito apertado sobretudo nas horas de ponta, a circulação dos veículos é devagar o suficiente para os bandidos abordarem os motoristas.
Em motas rápidas, os criminosos em grupos acercam-se das viaturas, batem nos vidros com armas de fogo, mostram-nas e sugerem que o motorista baixe os vidros.
Invadem os veículos desejados, roubam pastas, computadores, telefones e dinheiro.

O cidadão Paulo Mafica, assaltado sábado último na avenida da Samba, Sul de Luanda, contou ao “Apostolado”, o susto que viveu nesse momento.


- Polícia detém marginais por assaltos na via pública (Jornal de Angola )

Trinta marginais que praticavam roubos na Avenida 21 de Janeiro (zona Rocha Pinto) foram detidos em flagrante delito durante uma operação levada a cabo pelo Comando Provincial de Luanda da Polícia Nacional (CPLPN).
O oficial da Polícia Nacional referiu que os marginais aproveitavam-se do congestionamento do tráfego para cometer crimes. Grande parte dos crimes, acrescentou, eram praticados em horas e locais de maior embaraço do tráfego, disse.
Questionado acerca do andamento do caso da cidadã encontrada morta na praia do Cabo Lombo, Divaldo Martins respondeu que a Polícia está a trabalhar na recolha de dados relacionados com a vítima e de outras situações para facilitar o processo de investigação.


- Angola: Assalto à mão armada a líder da oposição


O líder do partido angolano FpD, Filomeno Vieira Lopes foi alvo de um assalto à mão armada nas imediações do cinema Tropical, em Luanda
Filomeno Vieira Lopes, em declarações à imprensa local referiu ter sido ameaçado com arma de fogo e despojado “do computador, muitos documentos, a carteira de bolso e o telemóvel”.O líder da Frente para a Democracia angolana alertou também que “muita informação privada pode cair em mãos impróprias”.



- CAÇA AOS FALSIFICADORES DE DOCUMENTOS EM LUANDA (o apostolado)

“ Mucanda” é o nome de uma operação policial em curso, em Luanda, visando o desmantelamento de redes de falsificadores de documentos
Na sua posse foram encontrados dois computadores, duas impressoras, vinte discos de programas, 80 passaportes ordinários, 35 bilhetes de identidade, 25 certificados internacionais de vacina, entre outros tantos como cédulas pessoais, cartões de eleitores e cadernetas de cheques.
Estas redes actuam predominantemente nos subúrbios de Luanda, dedicando-se à falsificação de títulos bancários, cheques, DAR’S, estampilhas fiscais, moeda, alvarás comerciais, bilhetes de identidade, certificados profissionais, passaportes, vistos de trabalho e títulos de estrangeiro residente.


- Polícia prende mulher com cocaína nos órgãos genitais (Jornal de Angola)

Uma cidadã angolana de trinta e dois anos de idade foi detida, na última quinta-feira, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, pela Polícia Judiciária, por tráfico de droga.
Anita Luniasi trazia do Brasil noventa e quatro cápsulas de cocaína nas cavidade abdominal e vaginal.
O chefe do Departamento Nacional de Investigação nos portos, aeroportos e postos fronteiriços, superintende Luís dos Santos, que revelou o facto, afirmou que nos últimos tempos a apreensão de cocaína, no aeroporto 4 de Fevereiro tornou-se muito frequente.
O Brasil tem sido a principal fonte dessa droga que entra em Angola por via aérea.
Explicou que os traficantes de droga socorrem-se de vários expedientes para tentarem escapar ao controlo das autoridades.


- MÁQUINA DE TERRAPLANAGEM NO SAMBIZANGA SABOTADA (o apostolado)

Delinquentes presumidos queimaram nesta noite uma máquina de terraplanagem que estava a reabilitar a Rua Lueji Ankonda no , município do Sambizanga, em Luanda.


Segundo o administrador da comuna sede, David Costa, a máquina, de marca Komanatsu Giratória, pertença da empresa de Obras Públicas Particulares (OPP), tinha como missão reabilitar a rua em causa, desde o entroncamento com a "12 de Julho" até à Rotunda da Boavista.
«Com esta acção de vandalismo, os malfeitores interrompem o normal funcionamento dos trabalhos que estavam em fase de nivelamento da estrada para a sua posterior asfaltagem», deplorou.
No mesmo dia e local, foi também apedrejada, por supostos marginais, uma carrinha pertença da empresa de segurança Tele-Service, que se encontrava de passagem no momento da ocorrência, de acordo com o segundo comandante da II Divisão de Polícia Nacional do Sambizanga, Eduardo Nunes Diogo.
Por enqunato, desconhecem-se os autores do crime, mas a polícia garante que está a envidar esforços no sentido de os deter.


- CRIMINALIDADE JUVENIL AUMENTA NA LUNDA-SUL (o apostolado)
Autoridades policiais da Lunda-Sul estão preocupadas com o avolumar da criminalidade na região.

O facto deve-se ao aumento da delinquência juvenil na província.

De acordo com a polícia, grupos de jovens e adolescentes aproveitam-se das noites para realizarem actos de puro vandalismo.
A corporação atribui a responsabilidade a grupos idos de Luanda, que servem de instrutores aos jovens provincianos, para realizarem assaltos à mão armada.


São frequentemente encontrados em locais intitulados "paradas", munidos de cacos de garrafas, catanas, facas e outros objectos cortantes.



O desemprego e o alcoolismo são as causas apontadas para o surgimento desta atitude no seio de alguns sectores da juventude na Lunda-Sul


- Bié regista três homicídios (Jornal Angola)

Três homicídios foram registados pelo Comando Provincial do Bié da Polícia Nacional nos últimos sete dias, informou ontem, o porta-voz interino daquela corporação, o Inspector Ângelo Cacoia Daniel.
Ele sublinhou que os homicídios foram por intoxicação de medicamentos, espancamento e por acidente de viação.
Constam ainda dos crimes o uso e posse de estupefacientes, desobediência, ameaça de morte e ofensas corporais.
Entrada ilegal em casa alheia, ofensa corporal com arma de fogo, roubo, furto de motorizadas, burla e tentativa de fogo-posto, são, dentre outros, casos registados no período em questão.
Os crimes, segundo ele, tiveram como as principais causas o uso excessivo de bebidas alcoólicas e consumo de estupefaciente.





-Diamantes - Não há registos de criminalidades








Lavagem de dinheiro - Não há registos de criminalidades









- Corrupção - Não há registos de criminalidades












- Prostituição - Não há registos de criminalidades










- Fome: A causa principal dos assaltos em Luanda - PGarcia (club-k)


USA - Todos sabem exactamente as razões principais que originam a propagação exaustiva do fenómeno assaltos em Luanda: Falta de trabalho e um guia positivo aos futuros da nação. Todo ser humano necessita alimentos, casa e educação para criar as ferramentas primárias para uma vida aceitável.
Não adianta aumentarem o dispositivo militar ou policial nas ruas. Os assaltos em Luanda ultrapassam as entidades policiais. É um assunto político-económico. Assim sendo, só teremos a nobreza de circular pela cidade sem medo, quando os patronos do MPLA reconhecerem que esta crise terá que ser colmatada inicialmente no parlamento.

JES como pai da nação tem a plena responsabilidade e deveres de proporcionar uma vida decente, humana e acima de tudo que justifique com os ganhos dos nossos recursos.

Não é aceitável ver crianças de cinco à dez anos a pulularem pela cidade sem uma definição de vida. Estes adolescentes, crescem sem rumo. Crescem sem uma definição concreta entre o mal e bem. Crescem sem amor. Crescem sem princípios básicos de convivência social.

Como meio de sobrevivência, estas crianças abandonadas pelo sistema político e enteados das economias do país transformam-se em criminosos não por vontade própria, mais sim pela falta de outros meios ensinados durante a eterna idade de sobrevivência.




Comentário:Depois do desenrolar deste churrilho insignificante de situações criminais.Simplesmente direi:Não se preocupem.Está tudo bem e controlado pelo MPLA.Os culpados são os "mercenários que praticam este tipo de crimes, para denegrirem a imagem do governo e do MPLA.

Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

África do Sul - Bispo Desmond Tutu - Mugabe - Demissão

Sessenta e um por cento das mulheres em África estão infectadas com o Vírus do Sida

Fonte:TPA

A África continua a ser o continente mais afectado pelo HIV – SIDA. 61 % das mulheres do continente estão infectadas com o vírus que causa a sida.

A pobreza, o analfabetismo e os conflitos armadas bem com a dependência económica das mulheres, são as causas apontadas e determinantes para o aumento da taxa da sida em África, constituindo uma série de ameaças e o desenvolvimento do continente.

20 Anos depois do surgimento do primeiro caso, a Organização Mundial da Saúde (OMS), continua aconselhar que a prevenção é a melhor arma de combate ao HIV-SIDA.

Segundo dados daquela instituição internacional, o continente regista cerca de 460 novas infecções dia.

Segundo o Director Regional da OMS para África, Luís Sambo, apesar dos avanços da tecnologia, ainda se está longe de se alcançar as metas almejadas, cenário que na sua opinião pode ser alterado com empenho político.

Gomes Sambo realçou que nos países onde os estadistas assumiram o problema, o número de novas infecções tende a reduzir.



Comentário:Um flagelo sem fim à vista, principalmente em África onde a cultura da " bigamia" é aceitável e tolerante, criando todas as condições para o desenvolvimento e alastramento do vírus do HIV.

Um flagelo para as redes do tráfico de mulheres, cujo o seu mercado de trabalho é dirigido para a prostituição.

Juntando estes dois factores, bigamia e prostituição no mesmo saco, difícilmente qualquer acção direccionada para a diminuição do flagelo poderá estar destinada ao sucesso.

Talvez um maior controle nas fronteiras e aeroportos, relativamente ao destino e vigilância apertada às mulheres oriundas de outros destinos, como a Europa, América do Sul e Ásia, cujo o trafico é feito através de contratos de trabalho para sectores indiferenciados, ou ainda de relações amorosas com laços afectivos duvidosos estabelecidos através de anúncios e locais na internet e na imprensa (onde prolifera muita oferta e redes de prostituição - atraídos pela sigla relações de amizade) contornando desta forma, as regras de exigência estabelecidas pelos países para a permanência de cidadãos estrangeiros.Entram pelas fronteiras com o estatuto de uma relação amorosa ou de trabalho, à responsabilidade de alojamento e sobrevivência do(a) traficante, mas na realidade entre quatro paredes, a verdadeira relação é na base da prostituição, destinada a clientes das classes médias e altas da sociedade angolana, muitos deles(as) possíveis portadores de HIV.Estas vítimas depois de infectadas, só têm duas alternativas, ou continuam na prostituição (caladas) contribuindo para o seu alastramento, ou abandonam o país.Entre uma hipótese e outra, qual é que, qualquer um de nós escolheria se tivesse na situação de vítima?

As sacoleiras-trambiqueiras angolanas não frequentam o mercado brasileiro ou europeu, exclusivamente para fazerem compras de bens de consumo para as classes corruptas média e alta da sociedade angolana.São também angariadoras(res) do tráfico de mulheres, de drogas e outros afins ( diamantes, lavagem de dinheiro, etc).São pombos correios, para receber e entregar qualquer tipo de mercadoria.A táctica empregue para conseguir mercadoria humana nesses mercados, é o "deslumbramento de uma amizade e de um amor fácil e cego, a facilidade de ganhar muito dinheiro e de poderem viver como "Rainhas".

Especulei?Talvez...?

Touché !!!

MPLA da Tonga da Mironga

Fonte: Club-k

Feliciano J.R. Cangüe

Nota: Do artigo "MPLA ganhou a guerra", retirei algumas reflexões que gostaria de partilhar aqui neste espaço.

- " Já que chegou o momento de falarmos a verdade, aqui também vai a minha. Sejamos sinceros: MPLA não ganhou a guerra, coisa nenhuma. Ganhou a "tonga da mironga". Eles querem ganhar a guerra no grito. Senão vejamos: os meninos que combateram, na sua maioria foi rusgada em verdadeiras operações do “kuata-kuata”, ou seja, foram forçados. Muitos desses jovens, que hoje estão desempregados e sem nenhuma qualificação, muito provavelmente não se simpatizavam com o MPLA. Foram eles que fizeram guerra, enquanto os filhos de muitos dos grandes do MPLA andavam no estrangeiro fazendo a coisa certa: estudar. Hoje, muitos deles, orgulhosamente hoje possuem especializações, MBA (Master of Business Administration degree), mestrados, doutorados e outros tiveram treinamentos privilegiados como o “on job training”. Agora ficam jogando isso na cara da população sofredora. Tudo bem!. Eu pergunto: é correto que esses filhinhos de papai, com seus diplomas universitários, agora cantem vitória do MPLA? Na hora da verdade fugiram da raia! E para onde foi o mérito dos meninos pobres que lutaram? Agora o mérito é todo do MPLA?



- "Esse discurso, de que o MPLA ganhou a guerra, é de pessoas que estão enganadas ou querem enganar.


- " Tem mais. Queremos propostas de como conseguir melhorar a vida social, como acabar com o desrespeito ao interesse coletivo, como acabar a perpetuação no poder de mesmas pessoas, como melhorar o atraso da demagogia, como implantar um governo pragmático, como acabar com políticos oportunistas, palhaços, animais ferozes, sem vergonha, inimigos do povo, como fazer o país andar mais rápido e acabar com esse “lenga-lenga”, quase parando, como acabar com a rapidez de dirigente que procura a todo custo estar na frente de negociatas, como acabar com o prazer de alguns quando vêm um microfone e falam sem refletir sobre aquilo que se dizem, como acabar com a incompetência dos dirigentes que já virou um problema insolúvel, como substituir os comunas, essa gente que se aparelhou no Estado numa forma esquemática?


Ou ainda, como mudar as leis que só existem para fortalecer a corrupção, como frear o enriquecimento dos corruptos, como acabar com a bandeira suja do atraso, como fazer com que o governantes sejam tementes a Deus, que saibam respeitar pelo menos o oitavo e o décimo mandamento, como fazer para que o povo leia obras literárias de Neto, como levar a escola para todos os jovens em idade escolar, como levar a saúde para todos, como podemos sair do abismo em que estamos, como acabar com o fanatismo dos elementos do MPLA que acham que só eles sabem governar, como acabar com a política de segregar indivíduos, como abrir novos postos de trabalho para o povo, como levar a comida até à mesa do angolano? Como evitar que o escritório das Nações Unidas para os direitos humanos seja encerrado em Angola? Como evitar que angolanos parem de se alcoolizar vergonhosamente? Como respeitar a opinião de outros escritores? Como acabar com a profissão de puxa-saquismo? Será que quando dirigentes dão entrevistas têm em mente isso como preocupação importante? Num país unificado pelo horror e pela desesperança, queremos ouvir propostas concretas.





Comentário:Para o MPLA os melhores quadros angolanos são aqueles (fraseando o autor do artigo) que " tiraram os cursinhos do papai" no estrangeiro em tempo de guerra, enquanto os meninos e jovens dos "diamantes de sangue" eram obrigados à força das armas, a defenderem o país com a sua própria vida.São "esses doutores do papai" que o MPLA está a pensar em usar para ocuparem os cargos privilegiados de chefia e de formação nos ministérios, nos quadros das grandes empresas onde o Estado tem interesses.A farinha é a mesma, só muda a côr do saco da divisão e da corrupção.


Para esses "doutores do papai" ser angolano de alma e coração é pensar servir o país, antes de dar o nome para o serviço militar obrigatório, partindo para o estrangeiro, para estudarem, enquanto o papai e a mãma, tratam dos destinos do seu regresso às origens depois de ter passado o prazo para o cumprimento do seu "dever de angolano", servir o país com uma arma nas mãos.Ou, na melhor das hipóteses o menino do papai e da mãma, regressam dentro do prazo para o cumprimento do seu dever, com "duplas e triplas nacionalidades".Ou ainda, através de esquemas, corrompem as altas patentes das chefias militares para livrarem os seus meninos desse dever.


São estes os verdadeiros angolanos, com os quais o MPLA está a contar para ajudarem a resolver o atraso e a falta de quadros qualificados, capacitados para o exercício de uma função.São estes, que vão andar pelas ruas da cidade com o nariz empinado, com o rei na barriga, ostentando luxos e riquezas enquanto os outros meninos, carregam nos ombros para além do peso das armas o peso da pobreza, da indiferença, da descriminação, do analfabetismo.


Os verdadeiros filhos de Angola, são para o MPLA os ENTEADOS.Os filhos das amantes da corrupção e esquemas.


O MPLA pratica a política de guerrilha contra a oposição, por recear que esta acabe com o favorecimento de certas famílias pseudo-angolanas.Todos que pactuarem com este tipo de guerrilha, são os votantes fiéis do MPLA.


Alguém no seu perfeito juízo, é capaz de não reconhecer que o autor deste artigo, "NÃO ESCREVEU A VERDADE DAS VITÓRIAS DO MPLA NA SUA PRÓPRIA GUERRA".


É necessário ter atenção, porque o MPLA para o autor deste artigo, tem um rótulo para afixar na testa dos angolanos "MERCENÁRIOS".

Quarta-feira, 23 de Abril de 2008

Dia Mundial do Livro - Sugestão

F. L. Paz nació en Colombia, y reside en los Estados Unidos de América. Miembro de la Asociación Colombiana de Escritores, ACE.

F.L.PAZ - "Porque Choram os Tucanos"

O Livro, fala de :
Por varias décadas, Colombia y USA han librado una guerra contra las drogas que no han podido ganar. La historia escondida, contada en Porque Lloran Los Tucanes. Mi escape, se desarrolla en la zona roja (de guerra y de masiva producción de cocaína) de las selvas colombianas del Amazonas, donde los cultivadores de coca, en alianza y bajo protección del grupo guerrillero las FARC-EP, han incrementado esos cultivos ilícitos y ayudado a las mafias de narcotraficantes a sostener dicha contienda.
Hoy día, las FARC-EP tiene pleno control sobre las selvas colombianas, y se ha convertido en un poderoso cartel, que produce y controla la mayor cantidad de cocaína en el mundo.
Años previos al desarrollo de esta historia, Colombia rompió relaciones diplomáticas con Cuba por un año, al detectar militares de ese país escondidos en la selva del Caguán. Los Estados Unidos de América, en su apoyo a la guerra contra las drogas, con el envío de tropas y aviones con equipo de alta tecnología, inevitablemente, se han involucrado en el conflicto de Colombia con este grupo rebelde de las FARC-EP, que derribó uno de sus aviones, asesinó a dos de sus tripulantes y secuestró a tres sobrevivientes, ciudadanos estadounidenses.
Este es un testimonio intenso y verdadero, basado en mis vivencias; primero, infiltrado como cultivador de coca dentro de la zona roja; luego, como prisionero político en ese mismo lugar, donde conocí y conviví con cada uno de los personajes de esta narración, y transité los amargos pasajes relatados en este libro.


Boas leituras ...

Primeira vitória anunciada é para Mugabe

Fonte: BBC

A Zanu-PF, partido do governo, mantém o lugar parlamentar pelo círculo eleitoral Goromonzi West, anunciou a comissão eleitoral do Zimbabwe.
É o primeiro resultado a ser divulgado, desde o início da recontagem de votos parlamentares no Sábado, envolvendo 23 círculos eleitorais.

O partido da oposição reagiu dizendo que o processo de recontagem dos votos tenciona manipular os resultados e inverter a maioria parlamentar do MDC.

Os resultados da eleição presidencial continuam por anunciar.

Apelo a coligação liderada por Mugabe

O jornal zimbabueano Herald publicou um editorial que apela à formação de um governo de unidade nacional liderado pelo Presidente Robert Mugabe.

Apesar da ZANU-PF se ter distanciado do artigo publicamente - Bright Matonga, ministro da informação zimbabweano, afirmou que se preparam para disputar uma segunda volta -, analistas internacionais interpretaram o artigo do jornal gerido pelo estado como uma mensagem do partido do governo.

O artigo defende a criação de um governo de coligação como a única solução para a crise política que se vive no Zimbabwe e .argumenta que não é possível a realização de uma segunda volta com a tensão que se sente actualmente no país

O MDC, disse à BBC um porta-voz da oposição, já estava à espera de uma sugestão deste tipo depois da pressão regional sobre Robert Mugabe.

George Sibotshiwe, porta-voz do MDC, disse que é o vencedor das eleições quem deve ter o papel de unir o país.

"O nosso presidente, o presidente Tsvangirai, foi claro e já disse que se ele é o vencedor destas eleições, ele irá formar um governo que inclui membros da Zanu-PF”, esclareceu Sibotshiwe.

“Mas a Zanu-PF sugerir que são eles que determinam como vai operar o governo e que são eles que o vão liderar é inaceitável, porque o povo zimbabueano falou e expressou que queria mudança. Serem liderados pelo actual regime não é uma mudança".

Boicote do Reino Unido

Entretanto, o líder do ANC, Jacob Zuma, dirigiu-se ao Reino Unido para discutir a situação do Zimbabwe com o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown.

Em Londres, o político sul-africano denunciou a violência no Zimbabué e voltou a pedir que os resultados das eleições presidenciais realizadas em Março sejam divulgados.

Zuma absteve-se de acusar Mugabe, justificando que não estava preparado para julgar indivíduos.

Quanto à actuação de Thabo Mbeki, Zuma não concordou com as vozes críticas que dizem que o Presidente sul-africano está a ser demasiado “suave”.

Gordon Brown já afirmou que o Reino Unido apoia um boicoite a armas para o Zimbabué.

Navio "mistério"

Depois de não ter sido autorizado a descarregar na África do Sul e em Moçambique, o navio chinês carregado de armamento destinado ao Zimbabué, desapareceu nas águas africanas. Pensa-se que está a subir a costa oeste do continente.

Segundo Tendai Biti, secretário-geral da oposição zimbabuena, a violência pós-eleitoral no país já provocou três mil deslocados, quinhentos feridos e dez mortos.

No entanto, o Ministro da Justiça do Zimbabué, Patrick Chinamassa, negou estes dados.

Morgan Tsvangirai, líder da oposição, continua a sua ronda pelos países da região à procura de apoio. Tsvangirai encontra-se agora em Moçambique.



Comentário:Penso que ninguém antes das eleições, tinha dúvidas fosse qual fosse o cenário, o ditador Mugabe, iria tentar de tudo para manter-se firme no poder, conjuntamente com a sua corja.O que estamos a assistir, é um bom exemplo de como em África a maioria dos regimes cujos os destinos são comandados e orientados por ditadores, a vontade popular é remetida para segundo plano, está abaixo dos interesses dos ditadores.Para os ditadores não é importante o que o povo pensa ou deseja para os destinos do seu país, como parte integrante desse mesmo destino.

Mugabe e a sua corja, criam a crise mediante os resultados desfavoráveis, para poderem argumentar "que não é possível a realização de uma segunda volta com a tensão que se sente actualmente no país".

Sempre duvidei do velho ditador esquizofrénico.Sempre afirmei que ele tinha algum trunfo escondido na manga, que iria usá-lo no momento oportuno para trocar as voltas aos resultados obtidos no acto eleitoral.

O mais engraçado, no meio de tudo isto, é assistirmos à impotência dos artistas internacionais (chancelarias e comunidades internacionais) que assistem ao decorrer do espectáculo do circo Mugabe, sem ideias para ajudar a resolver este embróglio criado pelo ditador.Todos têm medo do velho ditador.O que será que o velho tem de tão diabólico para provocar estes " medos" ?

A Mugabe tudo é permitido...

Em áfrica, democracias e direitos humanos ? Onde ?

Onde está escondido o navio chinês com as armas ?


Especulando.O navio chinês, eclipsou-se por ordem e graça do ditador, algures no Oceano Atlântico, à deriva por falta de combustível, a muito custo, ainda é capaz de atracar em São Tomé, no país de descendência do presidente Dos Santos.

Mia Couto vence Prêmio União Latina

O escritor moçambicano Mia Couto é o vencedor do Prêmio União Latina de Literaturas Românicas, segundo decisão do júri reunido na Academia Real da Espanha em Roma. O júri é composto por personalidades de países como Itália, Romênia, Angola, Colômbia, Portugal, Guiné-Bissau. A premiação é de 12 mil euros: uma metade para o autor, e a outra para custear a tradução e a publicação da obra numa língua latina em que esteja indédito. O mais recente livro de Mia Couto lançado no Brasil é "A varanda do frangipani" (Companhia das Letras), que chegou às livrarias há cerca de um mês, no qual se entrecruzam narrativa policial, elementos fantásticos e de humor para contar a história contemporânea de Moçambique.


Comentário:Parabéns ao escritor pelo prémio.

Um aviso, principalmente a José Eduardo Agualusa (angolano) o mérito e os créditos de um escritor e a sua escrita, conquistam-se através das suas próprias obras, sem sentir necessidade de recorrer ao protagonismo e desvalorização de outros escritores, de forma atrair e seduzir leitores consumistas para as suas obras.Refiro-me à recente polémica entre Agualusa e Agostinho Neto.Para ganhar-se mérito, não há necessidade de vender-se e ceder como escritor, as suas obras à influência e pressão dos lobbies que manipulam as editoras, aquém e além mar.

A teoria de que, quem não sabe aceitar a crítica, não sabe conviver em democracia, nem sempre serve como argumento para atirar pedras ao telhado do vizinho.Atendendo que quem atira com a pedra da democracia, terá que provar que debaixo do seu telhado, a crítica também é bem aceite e dentro dos valores democráticos.

Como reagirá democráticamente, José Eduardo Agualusa, se na minha opinião pessoal, como leitora das suas obras, considerá-lo como um escritor medíocre ?


Instituto Politécnico de Coimbra dá aulas em Angola

Fonte:CiênciaPT

O Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) encontra-se na Escola Superior de Ciência e Tecnologia do Namibe da Universidade Estatal Agostinho Neto (Angola), desde 10 de Abril e até final do ano de 2008, com a permanência contínua de equipas de dois a quatro docentes, a prestar apoio a esta instituição.


Refira-se que a Universidade Agostinho Neto está implantada em dez das 18 Províncias de Angola, contando com sete faculdades, seis Institutos Superiores de Ciências da Educação, um Instituto Superior de Enfermagem e três Escolas Superiores. Tem cerca de 25 mil alunos, dos quais mil são da Escola Superior de Ciência e Tecnologia do Namibe.
O IPC foi a entidade escolhida pela Universidade Agostinho Neto para a ajudar no desenvolvimento da Escola Superior de Ciência e Tecnologia do Namibe, nas áreas científicas do Ambiente, da Contabilidade e Gestão e das Engenharias.

São quatro as acções que estão a ser desenvolvidas pelas equipas do IPC, no âmbito do protocolo estabelecido a 30 de Janeiro de 2007 entre o Instituto Politécnico e a Universidade Agostinho Neto:

- Leccionação de aulas;

- Reformulação e reequipamento de laboratórios;

- Revisão dos planos dos cursos e dos programas das disciplinas;

- Apoio na aquisição de bibliografia para a biblioteca.

Paralelamente a estas acções, está prevista a deslocação ao IPC, de docentes e técnicos de laboratório do Namibe para receberem formação nas áreas acima referidas.




Comentário:Ora aqui está uma iniciativa de louvar.
UMA INICIATIVA COM CABEÇA TRONCO E MEMBROS.Ter a humildade de começar pela base das estruturas.Pelos alicerces.Seguidamente erguer o edífico com qualidade cujo o conteúdo interior está de acordo com as exigências exteriores.

Nem tudo é mau em Angola, quando é bem "pensado e elaborado".A pressa é inimiga da perfeição.


Zâmbia pede boicote a navio com armas

Fonte:BBC

O Presidente da Zambia, Levy Mwanawasa, apelou aos líderes africanos para não deixarem entrar nas suas águas territoriais um navio que transporta armas para o governo do Presidente do Zimbabué, Robert Mugabe.

O cargueiro chinês, já viu a entrada recusada pelos governos de Moçambique e da África do Sul que se recusou a permitir a passagem das armas pelo seu território com receio que as armas fossem usadas contra a oposição liderada por Morgan Tsvangirai.

Levy Mwanawasa afirmou recear que um aumento da tensão e lembrou aos chefes de Estado africanos da necessidade de, em conjunto, travarem a crise política que se vive no país.

O ministro da Justiça zimbabueano, Patrick Chinamasa, defendeu, no entanto, que não existe qualquer motivo para travar a entrada das armas no país:

"É nosso direito defendermo-nos, temos o direito soberano de comprar armas a fornecedores legítimos e de nos defendermos para garantir a segurança deste país soberano".

"E quando digo fontes legitimas quero dizer que, desde a nossa independência, temos adquirido armas de todo o lado, incluindo dos britânicos", afirmou o Ministro da Defesa Zimbabueano, Patrick Chinamasa.

Mais armas a caminho

A China defendeu a sua posição tentando evitar críticas internacionais mas suspeitas de que um novo carregamento de armas sofisticadas estará a caminho de Harare por via aérea vêm agravar os receios da comunidade internacional.

O navio chinês carrega 77 toneladas de armas encomendadas pelo governo de Mugabe no período pós-eleitoral, mas são desconhecidos o seu paradeiro e rumo exactos.

Depois de ter sido impedido de deixar a sua carga no porto sul-africano de Durban, o navio An Yue Jiang, pareceu inicialmente ter rumado a Moçambique e depois desviado a sua rota para Angola.

As notícias não estão confirmadas e o ministério angolano das Relações Exteriores diz não ter conhecimento do facto.

Angolanos querem boicote


A opinião pública do país expressa contudo preocupação e não quer que seja autorizado o desembarque das armas se o navio aportar a Angola.

Foi esta a opinião expressa à BBC, a partir de Luanda, por Fernando Macedo, activista dos direitos humanos da Associação Justiça Paz e Democracia:

"Eu espero que, a ser verdade e se esse navio aportar em terras angolanas, que o governo de Angola seja um governo ponderado e tenha presente todo o quadro de dificuldade por que Angola passou".

"Este não me parece ser o contexto apropriado para dar guarida a esse esforço militarista do governo zimbabueano", afirmou Fernando Macedo, da Associação Justiça Paz e Democracia, de Angola.

O líder da oposição Zimbabueana, Morgan Tsvangirai, pediu entretanto ao Secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, para interferir directamente no país que, segundo afirma, se encontra em guerra não-declarada.



Comentário:A China não desiste.Não entra pelo mar, entra pelo "ar".A China voltar atrás ? JAMAIS!!!

Com o tempo, hão-de surgir mais episódios semelhantes a estes e com os mesmos argumentos "É nosso direito defendermo-nos, temos o direito soberano de comprar armas a fornecedores legítimos e de nos defendermos para garantir a segurança deste país soberano".

E os resultados eleitoriais do Zimbabué, continuam "de molho".

Terça-feira, 22 de Abril de 2008

Inquérito ao prédio da DNIC é concluído no início de Maio

Fonte: Jornal de Angola ( Jornal oficial do poder )

O despacho presidencial que criou a Comissão de Inquérito ao desabamento do prédio que foi sede da Direcção Nacional de Investigação Criminal, foi publicado no Diário da República do passado dia 10 de Abril, tem como data o dia 1 de Abril e é o “despacho número 11/08” da Presidência da República.

No documento publicado no jornal Oficial é referido, no seu ponto 4, que “no prazo de 20 dias a Comissão deve apresentar o seu relatório com conclusões e recomendações ao ministro das Obras Públicas, que o encaminhará para o Governo”. Após o articulado, o texto afirma que “o presente despacho entra imediatamente em vigor”.

O prazo começou a contar no dia seguinte ao da publicação do despacho presidencial no Diário da República, portanto, no dia 11 de Abril. Os membros da Comissão de Inquérito ainda têm mais dez dias para apresentar o relatório e as suas conclusões.

Por determinação do despacho da Presidência da República, a Comissão de Inquérito é constituída por um representante do Conselho Superior das Obras Públicas, o director Nacional de Edifícios Públicos e Monumentos do Ministério das Obras Públicas, o director-geral do Laboratório de Engenharia de Angola (LEA), o director nacional do Corpo de Bombeiros e um representante da Ordem dos Engenheiros de Angola.


Comentário:Estamos todos de "olho vivo" e desejosos para conhecer os resultados e conclusões da "autópsia ".

Especulando.Será que nos resultados e conclusões a culpa vai morrer solteira ?


Barco chinês com armas para o Zimbábue segue para Angola

Fonte:AFP


JOHANESBURGO (AFP) — Um barco chinês que transporta armas para o Zimbábue seguirá nesta terça-feira ao porto de Luanda, capital de Angola, anunciou à AFP o agente da companhia que freta o navio.
"Segundo os documentos, o próximo porto é Angola. Este navio atrai muita atenção. A informação é muito sensível", declarou Wang Kun Hui, representante da companhia marítima Cosren, em Durban (leste da África do Sul).


Questionado sobre o destino exato do barco em Angola, respondeu apenas "Luanda".


Comentário: Mentira do MPLA e dos governantes de Angola, tem perna curta.Não foi necessário esperar muitas horas.Os governantes angolanos e o MPLA, esqueceram-se que as novas tecnologias, hoje em dia são muito mais credíveis que as " invenções demagógicas " que o MPLA e o poder possam apergoar para tentarem negar as evidências.Essa estratégia resultou a alimentou o passado de Angola.Actualmente está ultrapassada.Angola parou no tempo.A ignorância dos políticos continua a reinar.A mer... é a mesma, e as moscas também.Só os governantes e o MPLA é que fingiram acreditar, que desconheciam para onde se encaminhava o navio chinês carregado com armamento.Toda a comunidade e chancelarias internacionais já conheciam o destino.A rota não podia ser outra, que não Angola.

Já li algures, alguém dizer, que esta novela do navio chinês com armamento para o Zimbabué, é uma tentativa da China e do poder de Angola, infiltrarem armas dentro do território angolano, aproveitando a instabilidade no Zimbabué e o desvio de atenções que essa instabilidade provoca ao nível internacional.Segundo consta, o poder angolano está muito inseguro e mal equipado, na eventualidade do acto eleitoral em Angola, não fôr o resultado que o poder e o MPLA esperam e desejam alcançar através do voto.Caso não consigam esse objectivo, quiçá o "armamento made in China" escondido nos paióis fantasmas da Unita, é usado para impôr à força uma vitória que não foi conseguida nas urnas com o voto popular.

Aguardemos, pelos próximos episódios desta novela " Navio Chinês carregado de armas, na rota de Angola".

A ver vamos, como reagem o povo angolano (se vai achar normal), o poder instalado, o MPLA e as chancelarias e comunidades internacionais.

A ver vamos, qual vai ser a reacção de Kofi Annan.

As aparências iludem.Especulação ou realidade ?

MAIS NOTÍCIAS SOBRE ESTA NOVELA

Zimbabué: Maputo e Luanda deveriam ter "percebido" que munições em navio chinês eram legais - Pequim

Pequim, 22 Abr (Lusa) - A China considerou hoje que Angola e Moçambique deveriam ter "compreendido" que as munições destinadas ao Zimbabué são parte de um negócio legal, comentando a recusa de Maputo e Luanda em deixar desembarcar o armamento

"Uma vez que o Zimbabué não recebeu o carregamento a tempo, a empresa transportadora vai trazer a carga de volta para a China", acrescentou Jiang.

Ler mais em: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=341405&visual=26



Comentário: Vai voltar para trás???? A China a recuar ??? Aqui tem gato escondido com o rabo de fora...

VIVA AO LUXO - POVO DOENTE E A PASSAR FOME

MPLA responsabiliza UNITA pela destruição dos bens do povo durante a guerra


MPLA promete humilhar a UNITA nas eleiçoes 2008

Tombua -
“Os que destruíram o país não têm o direito de criticar o meu governo”. Palavras de Álvaro Boavida Neto, governador do Namibe durante um acto de campanha eleitoral.

O governante do MPLA foi ainda mais longe dizendo que “o povo sabe quem partiu as escolas, quem partiu os centros de saúde, quem partiu os hospitais, a destruição das pontes, as destruições das aldeias, dos kimbos, das comunas (...)



Comentário:Apetece dizer a este " bacano" do MPLA, que o povo sabe de tudo isso à trinta e dois anos(32).Há gente que gosta de ser "ignorante".Com apoiantes deste nível, não admira que a democracia em Angola seja uma "miragem de fachada".

O que o povo não sabe, e que o MPLA e a família real Dos Santos, não REVELAM, é que, no lugar das escolas, centros de saúde, hospitais, pontes, destruição das aldeias e das cidades, principalmente de Luanda, estão projectadas " RESIDÊNCIAS DE LUXO" para os militantes e apoiantes do MPLA e da familia Real Dos Santos.Ao MPLA e à família real, até foi óptimo a Unita ter baleado e destruído Angola.Sempre têm um culpado para usarem e ajudar a camuflar os seus esquemas, perante o "povo".


O que o povo não sabe, é que as riquezas de Angola, como o petróleo onde os trabalhadores angolanos são sub-contratados por empresas fantasmas como a Angola Consulting Resources a trabalharem nos blocos petrolíferos de off-shore, são chulados pela Angola Consulting Resources, onde fazem parte a filha do presidente de Angola, Isabel dos Santos, pelo Ministro das Finanças, entre outros, que repartem os recursos humanos dos trabalhadores angolanos pelos Blocos e Operadoras (ESSO, TOTAL, BP-ANGOLA), e que ganham fortunas sem moverem um dedo.De acordo com a OPP(Organização dos Países Produtores de Petróleo) o valor do salário deve ser pago de acordo com a tabela estabelecida por esta organização, que variam entre 6.000 a 8.000 dólares que devia ser depositado directamente na conta do trabalhador.


No caso dos trabalhadores angolanos, essa verba é depositada na dita empresa fantasma (Angola Consulting Resources) que por sua vez, só paga ao trabalhador 2.300 dólares.


A diferença (no valor dos salários) vai para a máfia pertencente ao MPLA, que vai enriquecendo à custa dos trabalhadores angolanos, para poderem comprar VIVENDAS DE LUXO, cujos quintais estão recheados de carros, também eles de luxo.Vejam os exemplos anexados.É o povo, que as vai comprar, para viver nelas ?Ou são aqueles que "roubam " descaradamente o trabalhador angolano através do seu salário ?

Esta verdade e FRAUDE, o bacano do MPLA, jamais terá a coragem de dizer e de humilhar o governo, perante o povo angolano.

A Unita destruiu angola com "balas".

O MPLA e o PODER destruíram Angola e o POVO com a CORRUPÇÃO, humilhando-o e chulando no seu próprio posto de trabalho.

Venha o diabo e escolha, entre os dois.

Compreendem agora, porque razão o MPLA e o Poder, estão tão empenhados em DENEGRIR A OPOSIÇÃO.É que a oposição, pode ganhar força e acabar com a " mama " do assalto às riquezas de Angola, por parte do MPLA e do poder.

Quantos de nós, não desejaríamos (a maioria em sonhos) ter um MANSÃO DE LUXO, com o quintal recheado de Ferraris.

Senhor presidente da CNE, atenção à língua afiada, deste membro do MPLA.

As suas palavras podem contribuir para ajudar a criar conflitos nas populações, que não têm acesso às vias de comunicação e de informação, e que foram massacradas na pele e na dor pelas verdadeiras destruições entre as lutas partidárias infligidas pelo MPLA e pela Unita.Ambos são culpados pela destruição e desgraça de Angola.Não fica bem ao MPLA, estar a representar o papel de VÍTIMA, perante os milhares de cubanos que perderam a vida em Angola, e deixaram um rasto de destruição, que ainda hoje as suas marcas são visíveis.Não fica bem ao MPLA, usar para propaganda política, uma memória curta, para o seu lado.Este tipo de propaganda revela irresponsabilidade e falta de humildade no acatamento dos seus erros.Este tipo de propaganda revela, prepotência empregue por aqueles, que pensam e fazem do povo "ignorantes" iguais a eles próprios.Não sabem de nada, e pensam que sabem de tudo...


Situação A (Este tipo de construção, não é made in China.Nem podia ser, porque não é de baixos custos.Não é, direccionada para o Povo, mas sim para o MPLA e para todos que convivem com o poder - chancelarias e comunidades internacionais).





Client: Digleton Asset Management

City/Country: Luanda/Angola

Location: in the heart of Luanda new City Centre

Use: residential (luxury)

Developer: Sigma Group (Angola)


Situação B



Name: ZR1 CONDOMINIUM

City/Country: Luanda/Angola

Location: Luanda Sul

Use: Residential

Client: CAJUIERO Cooperative de Habitacao

Developer: Sigma Group (Angolan company)


Bons sonhos.Se quizerem que eles se tornem realidade, filiem-se no MPLA da CORRUPÇÃO.